Mostrando postagens com marcador Cliff Curtis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cliff Curtis. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Cliff Curtis será o protagonista dos quatro próximos filmes de Avatar

Cliff Curtis, que interpreta Travis Manawa, o professor que virou matador de zumbis em Fear the Walking Dead, conquistou o papel principal nas sequências de “Avatar” de James Cameron. De acordo com o site Deadline, o ator neozelandês de 48 anos assinou contrato para todas as quatro sequências, e interpretará Tonowari, que é descrito como “o líder dos Metkayina, o clã do povo do recife”.

Curtis se junta ao elenco que inclui o retorno das estrelas Zoe Saldana, Sam Worthington e Sigourney Weaver. Espera-se que as filmagens comecem no próximo ano no Wellington’s Stone Street Studios.

Como o personagem de Curtis ainda está bem vivo em Fear the Walking Dead, podemos especular com base nessa notícia que os dias de Travis estão contados. Assumir o compromisso de atuar em quatro filmes de grande orçamento e que consomem bastante tempo não deixa muito tempo sobrando para fazer uma série de TV. Isso também nos lembra de como a morte de Sasha em The Walking Dead foi prevista com muita antecedência quando Sonequa Martin-Green conseguiu o papel principal em “Star Trek: Discovery”.

O Avatar original lucrou 2.8 bilhões de dólares ao redor do mundo quando foi lançado em 2009. Avatar continua sendo o filme com a maior bilheteria de todos os tempos com seu lançamento mundial.

As quatro sequências de Avatar não são a única razão para que os fãs fiquem empolgados com o futuro da franquia. “Pandora – O mundo de Avatar”, uma nova área temática de Avatar, está prevista para ser aberta no Animal Kingdom na Disneyworld em 27 de maio. A seção de 12 acres foi desenhada para ser ambientada uma geração depois dos eventos do filme original.

Em Avatar, no exuberante mundo alienígena de Pandora vivem os Na’vi, seres que parecem primitivos, mas são altamente evoluídos. Como o ambiente do planeta é venenoso, híbridos humanos/Na’vi, chamados de Avatars, fazem uma ligação com a mente humana para permitir livre circulação em Pandora. Jake Sully (Sam Worthington), um ex-marinheiro paralisado, consegue se mover novamente através de um Avatar e se apaixona por uma mulher Na’vi (Zoe Saldana). À medida que o vínculo entre eles cresce, ele é atraído para uma batalha pela sobrevivência do mundo dela.

Se tudo der certo, “Avatar 2” estreará em 18 de dezembro de 2020; o terceiro filme chega em 17 de dezembro de 2021; o quarto três anos depois, em 20 de dezembro de 2024; e por fim, o quinto deve ser lançado em 19 de dezembro de 2025.

Fonte: Fear TWD BR

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Fear TWD 2ª Temporada: Perguntas e Respostas com Cliff Curtis (Travis Manawa)


Cliff Curtis, que interpreta Travis Manawa em Fear the Walking Dead, fala sobre as questões não respondidas do Mid-Season Finale e a escolha de Travis de seguir Chris.


Q: Como foi filmar na propriedade do Abigail? Foi uma boa mudança do barco?

Cliff Curtis: Foi realmente linda. Aquela era uma parte do México que eu não conhecia. Muitos dos produtos orgânicos que você compra na Califórnia ou em qualquer lugar nos Estados Unidos vem de Baja. É absolutamente lindo e foi legal sair do mar. Por mais que eu ame o oceano, é muito difícil para a equipe.


Q: O que está acontecendo com Chris? Quais são seus pensamentos em Travis ficar para trás para ficar com ele?

Cliff Curtis: Eu acho que Travis é um bom pai e ele realmente ama seu filho incondicionalmente. Ele tem estado em negação sobre seu filho e ele teve que entrar em acordo com essas coisas. Ele tem muita empatia em relação a Chris, que está em uma situação impossível de perder a mãe e então, de repente, ver pessoas matarem outras pessoas. É louco. É loucura e Chris precisa de ajuda. Travis fez a escolha certa e estou feliz com sua decisão. Até onde Travis sabe, o grupo está seguro e de volta ao complexo de Strand; eles não tem nenhuma ameaça iminente porque Travis não sabe o que está acontecendo e o que Salazar descobriu.


Q: O Mid-Season Finale nos deixa com muitas perguntas não respondidas. O que você espera que os fãs pensem sobre enquanto eles aguardam a Mid-Season Premiere?

Cliff Curtis: Eu adorei o episódio de Mid-Season Finale da segunda temporada. É o meu episódio preferido do show todo, até agora, porque é tão complicado. O relacionamento de Travis e Madison está fraturado e existe uma grande ruptura entre seus filhos. Não é apenas Chris que saiu fora dos trilhos. Nick está completamente por sua própria tangente agora e não há nenhuma maneira de Madison alcança-lo. A esperança de Travis é descobrir como reparar seu filho e voltar para consertar seu relacionamento com Madison. Esse é o seu único foco agora. Ele está em modo de sobrevivência. Eu espero que de alguma forma a família se encontre novamente, mas quem sabe? Eles não nos dizem o suficiente!


Q: Você diria que seu personagem tem crescido desde a primeira temporada? De que maneira?

Cliff Curtis: Existem dois lados dele… Ele é um idealista e um otimista, mas ele também é pragmático. Se existe um problema, ele vai consertar. Ele é racional e se algo não faz sentido para ele, ele não vai fazer. Ele pode se virar e ele não se acovarda de uma briga. Na primeira temporada, ele era o pacifista que não gostava de armas. Ele ainda não gosta de matar quando não é necessário, mas ele lidou com o ataque ao Abigail. Digo, Strand pulou do barco! [Risos] Ele entrou no seu bote e saiu pelo oceano. Travis nunca quis ser dependente do Strand. Ele é seu próprio homem, mas Strand tinha uma oferta e Travis tinha que respeitar a cadeia de comando. É preciso disciplina para seguir a liderança de Strand ainda que seja moralmente complexo para Travis. Ele não concorda com o cara, mas ele aceita o que Strand oferece à sua família. Ele é um aprendiz lento e ele não é tão rápido como Madison e Nick. Ele é a tartaruga na fábula “A Tartaruga e a Lebre”, mas eu não me importo com isso. Eu gosto de como Travis está se desenvolvendo nesta terrível situação.


Q: Qual foi sua parte favorita de gravar no barco? Suas habilidades de natação melhoraram?

Cliff Curtis: Bem, eu amo água e amo estar no Oceano Pacífico. É como minha casa, já que sou polinésio. Eu costumava sair de barco com o meu pai e pescar durante minha infância. Eu também amo nadar e eu amo estar no mar, então eu realmente curti todas as cenas de mergulho.


Q: Travis foi habilidoso suficiente para consertar o motor de Abigail. Você tem alguma habilidade em particular que cairia bem durante o apocalipse?

Cliff Curtis: Eu realmente gostaria de ser o Travis habilidoso porque eu cresci consertando coisas, comprando carros antigos e os consertando. É apenas uma parte do Travis e vem a calhar durante um apocalipse se você sabe como consertar coisas.


Q: Você pode falar sobre as diferenças entre Strand e Travis em questão de bússola moral? Por exemplo, Strand se recusa a ajudar Alex e Jake do “Flight 462” e Travis é quem negocia por eles.

Cliff Curtis: Eu acho que Travis ainda está lutando com o pragmatismo de alguém como Strand, que é tão claro em termos de o que precisa ser feito para sobreviver. Travis ainda não chegou lá, e em algumas formas isso é uma fraqueza nesse mundo. É por isso que gosto dele, contudo. Ele ainda não está tão longe e ele ainda está lutando com sua humanidade. Eu amo Strand, por falar nisso! [Risos] Ele é um personagem tão legal.


Q: Nessa temporada, até agora, foi tudo sobre o grupo tentar chegar ao México. Onde você acha que seria um bom lugar para ir durante um apocalipse?

Cliff Curtis: Essa é fácil. Nova Zelândia! O que torna a Nova Zelândia incrível? Bom, existe comida realmente boa e ótimos cafés! [Risos] Se você ficar entediado no apocalipse, você pode fazer bungee jumping, você pode ir esquiar, você pode fazer turismo e você pode visitar os locais de “Senhor dos Anéis”. Você também pode, na Nova Zelândia, literalmente se vestir como um infectado e eles nunca vão saber. Você pode ir ao estúdio do Peter Jackson e eles não seriam capazes de dizer a diferença. Além disso, você pode pedir Gandalf para ajudar. Então, você estaria bem salvo.


Fonte: Fear The Walking Dead

sábado, 3 de outubro de 2015

Cliff Curtis fala sobre Fear The Walking Dead e a relação de seu personagem com os Clark


Ele é o Rick Grimes da costa oeste? É o que veremos, mas Travis Manawa, interpretado por Cliff Curtis, teve um bom começo na estreia da série derivada de The Walking Dead, Fear the Walking Dead. Entre ajudar o filho viciado de sua namorada, forjar uma relação melhor com seu filho adolescente e manter todos a salvo em uma crise de saúde que só dá pistas de que se tornará épica, Travis provou ser um homem de família devotado à sua mistura – ou como preferir, ainda se combinando – família.

O ator neozelandês Curtis, que já protagonizou as séries “Trauma”, “Missing” e “Gang Related”, falou com o Yahoo TV sobre o que o atraiu ao universo dos mortos (apesar de não ser um fã do gênero), como Travis irá se virar na primeira temporada, como Travis ganhou a confiança de seu enteado viciado, Nick, e o grande problema que virá (relativamente falando, no começo do apocalipse zumbi) para o casal Travis e Madison.


Você era fã da série original ou do gênero zumbi, antes de assinar para Fear the Walking Dead?

Cliff Curtis: O gênero, de verdade, eu acho assustador. Fui apresentado ao gênero através da série. Ambos, Kim (Dickens) e eu fomos informados pelo estúdio e criadores que não seria necessário que lêssemos os quadrinhos ou assistíssemos a série, porque quanto menos você souber sobre isto, será melhor, em tempos de ameaça é realista. Não o tratamos como um programa sobre zumbis. Lidamos como se fossem pessoas reais em situações reais. Ambos optamos por manter distância do outro programa, aparecer no trabalho e fazer isto, descobrir o mundo com os telespectadores.


O que atraiu você para a série, a interpretar Travis?

Cliff Curtis: Eu achei o roteiro um estudo muito bom sobre pessoas e personagens, eu amei a vulgaridade de algumas pessoas. Não era o tipo de série com heróis em ação; era mais sobre pessoas normais que tem um longo caminho a percorrer até estarem aptos a lidar com este tipo de devastação que está acontecendo no mundo. 

Eu estava realmente intrigado em ver personagens realistas neste gênero, e então tratar isto como real, como o oposto de um truque. E Travis é um cara que conserta coisas, ele é idealista, um cara otimista. Ele ama consertar as coisas; ele é muito enraizado em seu estilo de vida familiar e comunitário. Ele é realmente um cara legal, e é um grande modo para mim explorar o personagem que é essencialmente bom em um mundo que é caótico e como segurar a onda dando o melhor de si e acreditando no melhor da humanidade.


Por necessidade, com este enredo, nós provavelmente veremos uma grande evolução para ele então.

Cliff Curtis: Sim, vai ser bem extremo, e eu acho que vamos desenvolver isso da maneira mais longa que puder, e fazer com que seja o mais difícil pra ele aceitar o novo mundo que está por vir para ele e sua família. Eu realmente gostei disso e está sendo ótimo trabalhar com os criadores do programa, porque eles tem sido bem abertos a pequenas sugestões. Eu fiz e isto mudou a trajetória do personagem. Queria ter certeza de que seria crível como um professor de Literatura e que de repente começou a se transformar em um herói fodão imediatamente. Queria ter algum tempo pra este cara em termos do que ele terá que fazer para proteger sua família.


Quando encontramos Travis, Madison e os filhos deles é óbvio que eles não estão felizmente entrosados como família ainda, mas estão tentando fazer isto, particularmente Travis e seus esforços pra ajudar Nick. Eles vão conseguir continuar mesmo quando estiverem profundamente metidos no apocalipse?

Cliff Curtis: Eu acho que é muito específico, muito rico e um ambiente social natural para nós explorarmos neste mundo. É algo com o que podemos ter empatia. Todos conhecemos pessoas que vem de famílias destruídas o antídoto contemporâneo para isso é montar uma nova família. É como, “Sim, papai agora tem uma família nova, mas isso não quer dizer que você tem que ser excluído disso. Mamãe deve ser viúva, mas isso não significa que ela tem que ficar sozinha pelo resto da vida… ninguém pode substituir seu pai mas aqui está um bom homem que pode se tornar parte da sua vida.”

Eu penso que quando você está lidando com um gênero forte como o nosso, com zumbis e um apocalipse, capturar a imaginação da audiência, envolvê-los emocionalmente, o grupo de personagens tem algo acontecendo entre eles que a audiência pode ter empatia e perceber. Uma família misturada é realmente inspiradora para muitas famílias e que encontramos esta quando eles estão no meio deste processo e o apocalipse acontece bem quando estão mais vulneráveis, creio que isso acrescente mais tensão ao processo.

Isto não quer dizer que desistimos dessas coisas porque são as que mais tem significado para nós. Um tempo de crises e desastres naturais traz duas coisas coisas para famílias e sociedade: os une, porque eles precisam um do outro mais do que nunca, mas também aumenta as estacas e o nível de estresse na família. Eles se tornam separados ao mesmo tempo que estão sendo colocados juntos.


Uma das melhores cenas na estreia foi entre Travis e Nick no hospital. Nick estava bem abalado pelo que havia visto na igreja. Mas então ele se abre com Travis sobre seus medos e sobre a possibilidade de estar enlouquecendo. Eles não aparentam ser próximos ainda, mas Nick escolhe confiar em Travis. Por que?

Cliff Curtis: Bem, primeiro, eu acho realmente importante para a garotada, principalmente os adolescentes, ter adultos com quem possam conversar em suas vidas. Eles só precisam de alguém pra falar, porque conversar com seus pais pode ser algo pesado, emocionalmente carregado – especialmente com alguém como Nick, que desapontou sua mãe várias vezes. E Travis aproveita o tempo para estar lá quando não teria que estar. Nick não é seu filho e ele não precisa se dar ao trabalho, mas este é o tipo de cara que o Travis é. Nick está sem opções. Ele não tem amigos. Parte é isto, e outra parte é que Travis é este cara. Ele é realmente um bom homem que aproveita um tempo para ouvir as pessoas quando ninguém mais o faria.

Nick quer o amor de sua mãe e Travis quer o mesmo, então continua a ser uma relação imprevisível. Eu temo que não exista uma estrada fácil para Travis e Nick.


E sobre Travis e Madison? A relação deles é bem sólida e, como você disse, obviamente ele é o cara legal que vai além das expectativas. Mas há alguns grandes desafios no caminho também, entre os problemas familiares e o apocalipse iminente. Eles poderão lidar com isso?

Cliff Curtis: Bem, eu acho que não há nada mais tentador em uma nova relação do que ter uma relação passada, como a ex mulher de Travis. Lisa é uma mulher bem atraente do jeito dela, e isto não é como se elas estivessem competindo… eu acho que há mais linhas que Travis e Madison tenham uma nova relação, e como é forte como quando os encontramos, relacionamentos são coisas delicadas. Por conta dos desafios que vem, Travis e Madison tem que conhecer um ao outro e a si próprios enquanto travam o apocalipse, e é inesperado o que eles aprendem sobre isso.

Podemos fingir dizer que sabemos o que fazer quando o apocalipse acontecer, mas realmente não temos ideia. Travis e Madison começam com uma relação muito forte, mas eles ainda estão se conhecendo. O que acontece é que descobrem que estão tomando lados opostos em termos de como lidar com certas situações. De toda forma, a relação com a ex-mulher dele… o casamento deles pode ter falhado mas eles tem 13 anos juntos. Eles tem uma comunicação simples, e em crise, eles conhecem um ao outro, e sabem o que fazer. Eles não tem nem que discutir as coisas e em uma crise é algo que você realmente precisa. Você precisa saber onde a outra pessoa está, que vocês estão de acordo. Travis e Lisa concordam nas coisas, e então Travis e Madison discordam, então se monta uma dinâmica super divertida entre esta família bagunçada.


Você mencionou não querer que Travis seja o tipo de herói de ação não realista, especialmente da noite pro dia. Mas eles será chamado para a ação com frequência…

Cliff Curtis: Eu amo isto. Eu amo fazer ação. Eu acho que ação é divertido e há muito disto nessa série. Eu quero fazê-lo no ponto de vista de um professor de literatura inglesa que passou sua carreira inteira tentando convencer adolescentes a ser bons cidadãos e a acreditarem em ordem social e boa conduta, e a confiar na bondade da humanidade. Ele é devotado como professor. Eu quero que ele seja alguém que era bom em algo mas não necessariamente em ser um herói de ação.

E ele tem que evoluir. Ele não é certamente um fracote, e ele pode cuidar de si mesmo se for forçado a isso. Mas não vai ser o padrão dele. Travis é mais um idealista, então ele vai segurar seus ideais como um professor. Você sabe, “Vamos lá, garotada, não vamos colocar brigas como primeiro recurso. Nos podemos dialogar.” Enquanto Madison… ela é o tipo de garota que age primeiro e pergunta depois.


Você já terminou de gravar todos os seis episódios da primeira temporada?

Cliff Curtis: Sim, estou fazendo sessões de ADR. Por algumas semanas, eu tenho que ficar em uma pequena cabine e redublar algumas falas e acrescentar um grito aqui e ali, ou um tipo de respiração assustada, como se tivesse me escondendo atrás de coisas, olhando pela janela. É bem divertido.



Como você se sente ao final destes seis? Foi difícil deixar a história e seu personagem pra trás?

Cliff Curtis: É realmente proveitoso este programa porque eu realmente adorei o roteiro, cada episódio. Eles começam com uma fagulha relativamente pequena nos primeiros episódios, mas então, a cada três, quatro, cinco, seis episódios, ele cresce em termos de tensão e participação. Para mim, foi realmente divertido ler o roteiro e ver o nível de comprometimento dos criadores para que isto virasse verdade. Como as revoltas no segundo episódio, você as sente de verdade. Então quando você vê os infectados, de primeira não são como zumbis. Eles são como pessoas que foram infectadas com uma doença realmente ruim e eles sentem de verdade.

Mas deixa eu te dizer, quando acabamos os seis… eu não sabia quanta energia tinha investido neles. Eu estava exausto, mas tão ocupado me divertindo, como aquelas crianças no parque. Eles não querem sair do parque; eles querem apenas ficar lá e brincar, brincar e brincar, e quando é hora de ir pra casa, eles apagam no carro. Foi o que aconteceu comigo. Uma vez que terminamos, eu de repente senti o quão cansado estava, e apaguei por uma semana. 

Eu não conseguia levantar de manhã. Eu sou um cara matutino. Eu acordo às 3, 4, 5 da manhã, mas naquela semana, eu não conseguia sair da cama.


Você deve estar animado para voltar, então, para a segunda temporada?

Cliff Curtis: Sim. Eu estou realmente esperando por isto. Estou muito curioso sobre onde iremos na segunda temporada, porque fomos deixados no suspense.


domingo, 6 de setembro de 2015

Fear The Walking Dead: Entrevista com Cliff Curtis sobre a 1° Temporada da série


Cliff Curtis, que interpreta Travis Manawa em Fear the Walking Dead, fala sobre criar adolescentes durante um apocalipse e se dividir o grupo no segundo episódio foi uma boa ideia.

P: Travis é o otimista da história. Você acha que isso é um ponto positivo ou um ponto negativo nesse mundo?

Cliff Curtis: Eu adoro que ele seja um otimista. Acho que isso é muito importante para a humanidade. Quando as coisas estão dando errado, você precisa de alguém que insista que tudo ficará bem, que vamos unir nossos esforços e que tudo dará certo.


P: Qual você acredita ser a maior força de seu personagem? E a maior fraqueza?

Cliff Curtis: Ele é um idealista aliado a um otimista. Tem sua opinião de como as coisas deveriam ser. Ele acredita na comunidade, na estrutura e nas coisas que podem dar a ele a liberdade de viver uma vida relativamente simples. 

Isso é uma força, mas também pode se tornar uma fraqueza. Quando as coisas começam a desmoronar e todos os ideais dele são desafiados, é apenas uma questão de quanto tempo levará para ele perceber que todos os seus ideais não podem ser aplicados à situação.


P: O que Travis acrescenta à dinâmica familiar? O que é mais difícil para ele: sobreviver ao apocalipse ou tentar criar adolescentes?

Cliff Curtis: [Risos] Essa é uma ótima pergunta, porque sobreviver ao apocalipse é bem fácil de entender, mas os adolescentes são infinitamente complexos. Ele tem três adolescentes – um dos quais é filho dele e está distante. Ah, cara, é uma grande aventura.



P: O trânsito de Los Angeles já é ruim o suficiente – e fica ainda pior quando as pessoas estão se rebelando e tentando fugir da cidade. Como foi gravar essas cenas nas quais você está dirigindo em meio a tudo isso? Pareceu super realista?

Cliff Curtis: O trânsito em L.A… Bem, faz parte de viver em L.A. Nessa situação, a produção planejou tudo e pareceu super realista. Eu realmente gostei porque você pode imaginar o trânsito normal em L.A. e então, de repente, há uma paralisação no trânsito. O quão louco isso seria?


P: Considerando que seu personagem é um professor, quais você acha que seriam os melhores itens para juntar da escola quando você está tentando sobreviver em um apocalipse? Qual seria a primeira coisa que você pegaria?

Cliff Curtis: Meu livro preferido. Enquanto todos pegam armas, o que eu adoro no Travis é que não se trata de quem você vai matar, e sim de com quem você vai viver. Manter a mente sã, pensar com clareza e ter um coração forte são atributos dele. Seu sobrenome, “Manawa”, na verdade significa “coração”.


P: No segundo episódio, Travis diz a Madison que ela vá para o deserto sem ele. Dividir o grupo é uma boa ideia em cenários assim? O que isso diz a respeito do seu personagem?

Cliff Curtis: Nessa situação, separar o grupo não é uma boa ideia, mas ele tem duas famílias, então, é uma situação em que você precisa decidir entre duas alternativas insuportáveis, não dá para sair ganhando. Ele quer unir as duas famílias, a de seu passado com a de seu presente. Ele vê ambas como se fossem a mesma coisa, então, há um grande conflito. Ele vai com sua família e deixa seu filho para trás? Essa é a coisa certa a fazer? Como você escolhe? Ele quer juntar todos.



P: Os fãs têm seus próprios métodos para tentar prever o que acontecerá em uma série. O que os atores fazem? Você tem um palpite sobre o rumo da primeira temporada? O quanto você se enganou, no fim das contas?

Cliff Curtis: Você nunca sabe! Não estamos inventando quando dizemos, “Não fazemos ideia”. Não estamos tentando ser espertos. Nós honestamente não sabemos. [Risos] Tudo isso faz parte de um gênero assim. Ninguém deve saber porque cada perigo é potencialmente o último que você enfrentará e essa é a premissa da série.


P: Se você tivesse que ficar preso com apenas um dos outros personagens na série durante o apocalipse, qual deles você escolheria e por quê?

Cliff Curtis: Ah, essa é difícil! Isso é uma loucura! Não vai acontecer. Travis é um homem de família, então isso não funcionaria para ele e eu concordo com ele nesse sentido. [Risos] Ou você vai com a família toda ou não vai de jeito nenhum.


P: Pessoalmente, você sente que está mais preparado para o apocalipse agora? Que lições práticas esse papel ensinou a você?

Cliff Curtis: Ser profissional, aparecer para trabalhar e ser legal com a imprensa. [Risos] Não, isso não é prático para o apocalipse. Eu sou da Nova Zelândia e temos todo um modo de vida, mas, se fôssemos para L.A., eu não sei. Essa seria uma pergunta difícil.