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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Bob Esponja - Nickelodeon planeja série derivada para recuperar audiência


Brian Robbins, chefe da Nickelodeon, não quer que as crianças desistam da televisão. Pensando nisso, a emissora quer aumentar a concorrência com os serviços de streaming.

O produtor veterano, nomeado presidente da emissora em outubro de 2018, passou os seus primeiros meses planejando uma nova programação. A ideia é que a Nickelodeon se aproxime de Youtube e Netflix.

Além disso, a emissora apostará em suas animações mais fortes. Dentro deste planejamento está o desenvolvimento de uma série derivada do Bob Esponja.

“Certamente há uma ventania na direção oposta e mirando a TV linear. Em muitas maneiras, os negócios envolvendo crianças são os mais afetados”, declarou o presidente.

Para recuperar a audiência mais jovem, a Nickelodeon também investiu nos direitos do urso Paddington e personagens que apareceram recentemente em filmes do LEGO.

O produtor não deu muitos detalhes da série derivada do Bob Esponja, mas afirmou que o desenho clássico será o “universo Marvel” da Nickelodeon. As opções citadas para a primeira série são histórias de origem de Bob Esponja, Patrick, Sandy Bochechas ou até mesmo de Plankton.

A nova série, assim como as produções envolvendo os personagens citados, ainda não ganharam previsão de estreia.


Fonte: Observatório do Cinema

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Globo muda estratégia ao ser ameaçada pela Netflix

Duelo de Titãs? (Foto: Montagem/TV Foco)

Atualmente os serviços de tecnologia streaming se popularizam entre os telespectadores. Streaming é basicamente um serviço disponibilizado online para a transmissão de dados de vídeo, de áudio ou de ambos. Depois que a velocidade das conexões na internet melhorou em nosso país, empresas como a Netflix se tornaram adoradas pelo público brasileiro.

A Netflix é é uma provedora global de filmes e séries de televisão, criada em 1997. Hoje a empresa “bate” de frente diretamente com muitas emissoras de televisão de todo o mundo. Vários telespectadores estão deixando o hábito de assistir a telinha para se conectar a internet, isso faz com que a Globo, emissora brasileira que produz maior conteúdo de entretenimento aqui, se sinta indiretamente (ou seria, diretamente) ameaçada.

Juliana Paes divulgando “Globo Play” (Foto: Reprodução)

A Netflix sabe fazer como ninguém a divulgação para o seu público está na internet. São comerciais e campanhas de divulgações com sacadas inteligentes. Paralelo a isso, um fato curioso que mostra como a Globo se sente ameaçada é a mudança na forma de divulgar sua programação e o investimento pesado no GloboPlay. Trata-se da plataforma, que a emissora disponibiliza vídeos com o conteúdo de sua programação. Para quem é assinante é possível assistir na íntegra novelas e algumas séries que estão disponíveis antes mesmo de estrear na telinha.

Para efeito comparativo, outra importante emissora vem fazendo algo muito similar. A Televisa, maior emissora mexicana, criou um serviço online chamado Blim, idêntico ao GloboPlay. No final das contas, quem ganha com isso tudo são os telespectadores, não é mesmo?


Fonte: TV Foco

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Netflix, HBO, Amazon e outras 27 empresas criam aliança anti-pirataria


No último dia 13 foi criada a ACE — Alliance for Creativity and Entertainment –, que é formada por 30 produtoras de conteúdo de entretenimento para barrar a pirataria. Entre estas empresas estão Fox, Netflix, Amazon, HBO, Warner, Disney e até a Rede Globo. A carta enviada à imprensa diz que o objetivo da coalizão é unir forças e habilidades para barrar a pirataria com pesquisas e, claro, a melhor utilização das leis de punição a quem divulga estes arquivos.

O roubo, e consequente vazamento, da última temporada de Orange is the new Black e o pedido de resgate de Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar obviamente colaborou com isso. O grupo diz que o mercado de consumo de pirataria esta crescendo e, só no último ano, materiais pirateados tiveram 24 bilhões de visualizações.

O grupo obviamente não deu detalhes de como vai agir contra a pirataria.


Fonte: Jovem Nerd

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Supermax: Rede Globo investe em série de horror sobrenatural


Na tentativa de se aproximar do público jovem que passa mais tempo na internet do que assistindo TV, a Rede Globo resolveu investir numa série pesada de horror, fora dos tradicionais padrões da emissora carioca.

A trama gira em torno de um programa de TV nos moldes do Big Brother – o tal Supermax do título -, que reúne doze participantes dentro de uma prisão desativada na Amazônia concorrendo a um prêmio de R$ 2 milhões. Ao passar do tempo, eles descobrem que têm em comum o fato de terem cometido crimes obscuros no passado. A coisa piora quando a emissora decide cancelar a estreia do programa, mas mantém todos confinados. Sem contato, os enclausurados começam a perceber atividades sobrenaturais: objetos que somem, vozes do além e o aparecimento de entidades fantasmagóricas.

O projeto foi escrito e dirigido por José Alvarenga Jr.. Entre os nomes mais conhecidos do elenco estão Mariana Ximenes, Cléo Pires e Bruno Gagliasso. Pedro Bial também faz uma participação especial, interpretando, claro, o apresentador do reality show.

Supermax terá 12 episódios e estreia em outubro, próximo do Dia das Bruxas.


Fonte: Getro

domingo, 20 de março de 2016

The New York: Desculpa de Dilma para eleger Lula como ministro é ridicula!

Um dos jornais de maior credibilidade do planeta, o 'New York Times', publicou nesta sexta-feira, 18, um editorial criticando a presidente do Brasil Dilma Rousseff por conta das explicações para nomear Luiz Inácio Lula da Silva como Ministro da Casa Civil. A publicação feita pelo jornal americano começou a ganhar grande repercussão neste sábado, 19. Brasileiros contrários ao governo compartilharam o texto em inglês e lembraram que petistas tem acusado o maior grupo de comunicação do país, as Organizações Globo, de tentarem dar o que chama de "golpe". ...

O editorial do 'The New York Times' foi considerado muito duro, já que diz que Dilma Rousseff está lutando como pode para conseguir se manter no governo e evitar o seu impeachment, e que surpreende ainda mais o fato dela achar que teria muitos apoiadores na política e nas ruas ao indicar Lula para o Ministério, que mais tarde foi contestada diversas vezes na justiça. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal, o STF, assinada por Gilmar Mendes, retirou pela última vez o cargo empossado por Lula. Ainda cabe recurso do ex-presidente. 

O jornal americano ainda critica o fato de Dilma nomear Lula para o principal cargo do governo e explicando isso apenas com os dizeres de que ele seria capaz de acabar com todas as crises que passa o país. Nesse momento, o 'New York Times' chama a explicação da presidente de "ridícula". O editorial não repercutiu só aqui no Brasil, mas em todo mundo, onde a crise política do país é dada como manchete de primeira página. 

Ao nomear Lula, para o jornal dos Estados Unidos, Dilma acabou construindo uma nova crise, que pode acabar sendo a pior delas, a quebra de confiança sobre o julgamento da presidente para o futuro do Brasil. A publicação ainda acusa Rousseff e o "quase" Ministro da Casa Civil de estarem fugindo do julgamento de Lula, fazendo o cargo ter como único sentido o protecionismo a Luiz Inácio Lula da Silva. O jornal lembra que pelo menos 50 autoridades da política estão envolvidas no escândalo da Lava Jato. 


Fonte: Blasting News