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domingo, 10 de abril de 2016

Vivo diz que quem usa YouTube e Netflix terá que pagar mais pela internet



Christian Gebara, executivo da Telefônica/Vivo responsável pela recente fusão com a operadora GVT, falou em entrevista ao Tecnoblog a respeito da polêmica adoção do limite de dados em internet fixa que a empresa começou a adotar este ano. Segundo ele, quem faz uso de plataformas de streaming, como YouTube e Netflix, terá de pagar planos mais caros.

Perguntado sobre como esse limite no uso afeta os usuários, Gebara disse que apenas "uma porcentagem muito baixa" dos usuários será prejudicada, enquanto aqueles que fazem uso leve - nas palavras do executivo, "e-mails e navegação" - serão beneficiados.

"Quem faz uso de streaming de vídeos, por exemplo, naturalmente terá que pagar mais", afirmou.

Entretanto, este cálculo mostra que os limites oferecidos atualmente pela Vivo e outras operadoras, como NET e Oi, não são suficientes para os hábitos de muitos dos consumidores. Para a Vivo, porém, essas estimativas estão erradas e são "exageradas", dizendo que foi feita uma análise em sua própria rede de usuários.

Ainda de acordo com Gebara, "a ideia é que o consumo seja como uma conta de luz, onde o cliente pagará apenas o que precisar". O executivo também diz que a adoção de limite de dados em internet fixa, sob pena de corte de conexão, é uma tendência mundial e"um caminho sem volta". Ele não respondeu a acusação de que esse modelo de cobrança fere o Marco Civil da Internet.

Fonte: Olhar Digital

Vivo diz que quem usa YouTube e Netflix terá que pagar mais pela internet



Christian Gebara, executivo da Telefônica/Vivo responsável pela recente fusão com a operadora GVT, falou em entrevista ao Tecnoblog a respeito da polêmica adoção do limite de dados em internet fixa que a empresa começou a adotar este ano. Segundo ele, quem faz uso de plataformas de streaming, como YouTube e Netflix, terá de pagar planos mais caros.

Perguntado sobre como esse limite no uso afeta os usuários, Gebara disse que apenas "uma porcentagem muito baixa" dos usuários será prejudicada, enquanto aqueles que fazem uso leve - nas palavras do executivo, "e-mails e navegação" - serão beneficiados.

"Quem faz uso de streaming de vídeos, por exemplo, naturalmente terá que pagar mais", afirmou.

Entretanto, este cálculo mostra que os limites oferecidos atualmente pela Vivo e outras operadoras, como NET e Oi, não são suficientes para os hábitos de muitos dos consumidores. Para a Vivo, porém, essas estimativas estão erradas e são "exageradas", dizendo que foi feita uma análise em sua própria rede de usuários.

Ainda de acordo com Gebara, "a ideia é que o consumo seja como uma conta de luz, onde o cliente pagará apenas o que precisar". O executivo também diz que a adoção de limite de dados em internet fixa, sob pena de corte de conexão, é uma tendência mundial e"um caminho sem volta". Ele não respondeu a acusação de que esse modelo de cobrança fere o Marco Civil da Internet.

Fonte: Olhar Digital

sábado, 3 de outubro de 2015

Associações iniciam campanha para impedir bloqueio do WhatsApp no Brasil

A guerra das operadoras contra o WhatsApp no Brasil está apenas começando — e um novo exército entrou em campo. As entidades PROTESTE Associação de Consumidores, Artigo 19, Barão de Itararé, Clube de Engenharia, Coletivo Digital e Instituto Bem Estar Brasil encaminharam nesta quinta-feira (27) uma representação à 3ª Câmara de Consumidor e Ordem Econômica da Procuradoria Geral da República por "práticas comerciais contra o Marco Civil da Internet por parte das Teles".

O grupo pede um inquérito para apurar as práticas das operadoras de telefonia, que lutam para limitar, taxar ou bloquear totalmente os serviços de voz que se utilizam de aplicativos para celular, como o WhatsApp — esse tipo de serviço faz chamadas de voz e permite a troca de mensagens de texto sem custos adicionais.

No caso da PROTESTE, foi criada uma petição online chamada "Não calem o Whatsapp". Você pode assiná-la e compartilhar o abaixo-assinado com os seus contatos por este link.

Qual o problema?

A principal justificativa das instituições é que o WhatsApp é um serviço de internet que cobra taxas baseadas em um pacote de dados, ou seja, não há como ser comparado com a telefonia tradicional. Por isso, limitações ou bloqueios por conta de ameaças das empresas de telefonia seria uma afronta ao Marco Civil da Internet, que tem como um dos pilares o acesso igualitário e irrestrito de conteúdo (ou seja, neutralidade de rede).

Como as próprias empresas de comunicação usam o WhatsApp em propagandas e promoções de pacotes, a ameaça é tida como contraditória. Além do Marco Civil, o Código de Defesa do Consumidor e a Lei Geral de Telecomunicações são usadas nos argumentos do grupo.Clique aqui para saber mais sobre o protesto.

Fonte: Tecmundo