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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Wolfenstein vai ganhar um novo jogo em breve

Dublador que faz B.J. Blazkowicz dá pistas do que vem por aí


Na E3 deste ano, a Bethesda deu pistas de que está trabalhando em algo chamado Wolfenstein: The New Colossus. Até agora, nenhuma confirmação aconteceu por parte da empresa ou da desenvolvedora Machine Games, que fez Wolfenstein: The New Order, último título da franquia. Entretanto, parece que isso vai mudar em breve.


Brian Bloom, ator responsável por viver o protagonista B.J. Blazkowicz em The New Order, comentou em uma entrevista recente, na qual ele fala sobre seu trabalho como Capitão Reyes em Call of Duty: Infinite Warfare, sobre o seu possível retorno para o mundo de Wolfenstein. 

"Eu vou tomar cuidado com essa resposta. Se você olhar para o catálogo da Bethesda na E3 2016, houve um título que foi sugerido de uma form abem legal. Isso gerou algumas faíscas. Aquela linguagem sutil, muito simples, de DOS passando pelos títulos. Talvez estejamos trabalhando nisso agora," disse Bloom falando com o Two Left Sticks.

Bloom também falou sobre o que esperar de B.J. como personagem. 
"Quem quer que B.J. Blazkowicz foi, no conteúdo que temos até agora, ele é a articulação de uma promessa quebrada, um país que se rendeu enquanto ele estava em coma. Ele está lutando uma guerra com seu grupo pequeno de pessoas, totalmente desarmados e em desvantagem. Um mundo dominado pela praga do racismo, nazismo e fascimo."

Wolfenstein: The New Order utiliza os elementos conhecidos da franquia para traçar uma trama que se passa em 1960 em um universo paralelo, no qual os nazistas ainda imperam. Desta vez, Hitler tem planos de construir um exército de robôs para conseguir, de uma vez por todas, dominar o mundo.

O jogo foi lançado em 20 de maio de 2014 para PlayStation 4, Xbox One, PCs, Xbox 360e PlayStation 3.

Fonte: Omelete

Amnesia: Trilogia de jogos de terror será lançada no PS4

Pacote com três games chega no console da Sony em breve


A Frictional Games, desenvolvedora do popular jogo de terror em primeira pessoa Amnesia: The Dark Descent, anunciou nesta quarta-feira (19) que vai lançar o indie no PlayStation 4 como parte de uma coletânea, naturalmente batizada de Amnesia: Collection com outros dois jogos da franquia.

Junto com o Amnesia original da Frictional Games, a coleção inclui Amnesia: A Machine For Pigs - desenvolvido pela The Chinese Room, que também fez jogos como Everybody's Gone To The Rapture e Dear Esther - e Amnesia: Jusitne, que é o jogo mais desconhecido dos três. O criador da série, Thomas Grip, falou um pouco sobre ele.

"Esse jogo foi feito como parte de uma promoção de Portal 2, da Valve, na qual nós, junto com vários outros desenvolvedores independentes, participamos de um Jogo de Realidade Alternativa," ele conta no PlayStation Blog. "Nós decidimos usar isso como uma desculpa pra fazer algo diferente e criamos uma história totalmente nova no universo de Amnesia. Justine é um jogo mais curto, que toma a forma de uma série de provações e é bastante inspirado por filmes como Jogos Mortais e a persona histórica de Elisabeth Báthory."

Por enquanto, não há data de lançamento para Amnesia: Collection no PS4.


Fonte: Omelete

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Thrill Kill: O Melhor Jogo Cancelado do PlayStation

O famoso game exclusivo para Playstation que foi cancelado.


Em 1998 os games de conteúdo mais adulto enfrentavam problemas bem sérios no mundo todo. Era cada vez maior número de casos de mortes e massacres em locais públicos. De um jeito ou de outro, a mídia sempre encontrava uma maneira de culpar os vídeo games por tais eventos. Com o protesto de pais e grupos conservadores, mais o apoio dos meios de comunicação, jogos como Doom, Duke Nukem Postal e Carmagedoom tornaram-se impopularidade entre as autoridades e políticos. Eventualmente, estes jogos foram proibidos em vários países, inclusive no Brasil.

Enquanto os debates controversos rolavam a solta no mundo todo, o tão esperado Thrill Kill nem chegou a ver a luz do dia. Com certeza, teria sido o game de luta mais revolucionário da história. Mas afinal, qual foi o motivo para Thrill Kill receber o triste destino do cancelamento, antes mesmo de ser lançado no mercado?

Almas perturbadas brigando por uma segunda chance.

Este aviso aparece antes de começarmos a jogar. Já da pra ter
uma ideia do que vai rolar pelo resto do game, né?

A trama de Thrill Kill se passa numa versão urbanizada do inferno. Marukka, deusa dos segredos, se sentia entediada com sua rotina. Um dia, ela decide organizar um torneio de lutas entre as almas mais perturbadas do inferno. O vencedor do torneio teria a chance de enfrentá-la em um combate final, e vencendo-a, a alma teria uma segunda chance de viver na terra. O torneio é composto pelas seguintes pessoas.

Belladonna: Ela era dona de casa e bibliotecária. Descobre que o seu marido está a traindo com sua irmã. Então ela se vinga dos dois, os matando com um bastão elétrico, vestida de dominatrix. Ela morreu quando estava tomando banho e tomou um choque com o próprio bastão. O caso foi arquivado como acidental. 

Cleetus: Era um canibal caipira que luta com a perna decepada de uma de suas vítimas do passado. Ele morreu de fome depois de contrair uma infestação de tênia. O seu zeramento mostra quando o inspetor vai até seu matadouro e Cleetus o joga na máquina de triturar.

Dr. Faustus: Era um cirurgião plástico louco de Los Angeles. Ele desfigurava os rostos de seus pacientes por prazer. Está armado com um bisturi e tem um conjunto de metal ligado ao seu rosto que lembra uma armadilha de urso. Ele morreu de infecção causada pela adição dessa coisa em seu rosto. No seu zeramento, mostra suas cirurgias plásticas.

The Imp: Era um funcionário do governo. Um anão violento com complexo de Napoleão, andando sempre apoiado por pernas de pau. Ele morreu por uma complicação após amputar suas duas pernas e substituí-las por palafitas. No seu zeramento aparece ele sonhando em ser presidente.

Mammoth: Uma gigantesca criatura feroz simiesca que era trabalhador postal. Ele tinha esse apelido de Mamute obviamente por seu tamanho. Após ser demitido, ficou furioso e matou vários de seus colegas e clientes num tumulto sangrento. Depois disso ele se matou com um tiro. Seu zeramento o mostra matando uma velhinha e um cachorro e os colocando numa caixa de correio.

Oddball: Era um agente do FBI que, de tanto investar casos de Serial Killers, acabou se tornando um deles. Por vezes ele parece estar preso a uma camisa de força. Em outras parece ter os braços amputados. Ele luta com sua cabeça, tronco e membros inferiores. Foi morto pela pessoa que protegia. No seu zeramento aparece seus crimes.

Tormentor: Era um juiz vigilante sádico. Usa correntes para lutar. Foi condenado à cadeira elétrica por absorver criminosos e depois os torturar antes de matar. Seu zeramento o mostra matando criminosos.

Violet: A personagem mais jovem do jogo. Era contorcionista de circo que desenvolveu um ódio por homens, depois que um a atacou em seu camarim após uma apresentação. Ela morreu por ferimentos internos, logo após a sua medula espinhal se romper. No seu zeramento aparece seu assassinato.

É cada um por si!

A maior novidade de Thrill Kill seria o modo de luta. Quatro lutadores em uma arena, trocando pancadas até a morte. A ideia certamente era muito boa e teria sido um avanço e tanto para um gênero que não traz muito espaço para novidades. É cada um por si, o que cria um tipo de estratégia sem precedentes para um jogo de luta. O combate chega ao fim somente quando um dos quatro permanece vivo. O vencedor geralmente pode aplicar um golpe fatal (mas em vez de Fatalities, aqui chamamos esse golpe de Thrill Kill). Os golpes são bem brutais, coisas como arrancar membros usando correntes, decapitar com uma série de chutes no pescoço, enfiar uma perna de pau goela abaixo outras coisas bem radicais que se pode esperar de um game do gênero.

O design gráfico ajuda a deixar tudo mais grotesco. As lutas acontecem em uma versão urbana do inferno. Algumas das fases mais perturbadoras são uma sala acolchoada de hospício e um necrotério. Para a época, os gráficos eram bem realistas e com um alto nível de gore.

Cabeças rolando e salas manchadas de sangue são mais que comuns ao longo das partidas, e os efeitos sonoros são bem aplicados. Mesmo a versão final do game teria algumas censuras. Um dos fatais de Belladona seria a mulher aplicando um sexo oral em seu oponente, a cena foi trocada por ela lambendo os pés do adversário. A moça também deveria ter um par de seios maiores. Cleetus deveria comemorar suas vitórias comendo uma perna humana, mas isso também foi trocado pelo canibal com a boca melada de sangue falando "delicioso".

O jogo cancelado mais “vendido” do Playstation 1.

Thrill Kill estava sendo desenvolvido pela Paradox Development e seria publicado pela Virgil Games. Tudo ia bem, até a Virgil ser comprada pela EA Games, e consequentemente, todos os estúdios pertencentes à Virgil passaram a ser da nova publicadora. Desse modo, a AE Games decidiu cancelar Thrill Kill para preservar a imagem da empresa, pois considerou o jogo muito brutal. Outras publicadoras se interessaram pelo título, mas a EA não quis nem mesmo vender o projeto por achar seu conteúdo excessivamente ofensivo.

Thrill Kill já estava praticamente finalizado. Faltavam apenas mais alguns detalhes para que o game fosse considerado 100% desenvolvido. Mas o cancelamento do título impediu que tais detalhes fossem concluídos. Revoltados com a decisão, os funcionários do estúdio deram um jeito de lançar o jogo pela internet. Logo, muitas versões do game passaram a circular por diversos sites na internet, inclusive aquela que seria a versão final. No final da década de 90 e inicio dos anos 2000 a pirataria do Playstation 1 já estava bem difundida. Assim, muitos vendedores “alternativos” passaram a vender o exemplar final de Thrill Kill. Mesmo com o seu cancelamento, este é um dos games mais jogados e populares do Playstation.

Mesmo não tendo seu lançamento oficial, há bastante polêmica em volta de Thrill Kill. Há um grande grupo de jogadores que acreditam que, mesmo que fosse lançado nos dias de hoje, o jogo provocaria muitos debates e também acabaria proibido. Os temas são bem controversos e pesados, falando de assassinatos, bestialidade, estupro e canibalismo. Para a EA Games o game abusava do direito de ser grotesco. Ainda há aquelas velhas histórias que são contadas em fóruns de internet. Relatos de jogadores que se mataram devido ao conteúdo perturbador do game, ou mataram pessoas. Nada comprovado, claro! Mas assusta aos desavisados e aos fracos de mente.

Apesar de tudo isso, Thrill Kill é um grande game e vale muito à pena conferir. Sua jogabilidade bem diferente e seu conceito são mais que o suficiente para fisgar qualquer bom apreciador de games de luta. É muito fácil encontrar Thrill Kill. Basta procurar em qualquer bom site especializado em ISOS, que você encontra a versão final para gravar ou jogar diretamente em um emulador.

Thrill Kill é animal!  

Fonte: Sabe Point

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Street Fighter V

LEVANTE-SE

A lendária franquia de luta retorna com STREET FIGHTER® V! Visuais incríveis retratam a próxima geração de guerreiros mundiais com detalhes sem precedentes, enquanto mecânicas de batalha empolgantes e acessíveis trazem diversão de luta sem fim para tanto iniciantes como veteranos curtirem. Desafie seus amigos online, ou compita pela fama e pela glória na Capcom Pro Tour.

Street Fighter V será lançado exclusivamente para “PlayStation 4” e PC. Através de uma parceria estratégica entre a Sony Computer Entertainment Inc. e a Capcom, a experiência de próxima geração de Street Fighter oferecerá jogabilidade entre plataformas, unindo fãs em uma base de jogadores centralizada pela primeira vez na história. O caminho para a grandiosidade começa aqui: Levante-se!


Confira o Trailer:




Fonte: Street Fighter BR

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Qual é o maior roteiro já escrito para um jogo?

Alguns RPGs podem ultrapassar antologias inteiras na contagem de palavras em inglês

Para ser considerado um romance, um livro precisa possuir mais de 40 mil palavras. Para comparar, a trilogia O Senhor dos Anéis, somada, tem 455 mil palavras, a saga Harry Potter somada tem 1 milhão e a Bíblia tem 800 mil. Dada a extensão do roteiro de alguns RPGs, gênero conhecido pela profusão de texto, alguns jogos podem ultrapassar antologias inteiras na contagem de palavras em inglês, como estes:


1 milhão -Baldur’s Gate II: Shadows of Amn

Considerando que é preciso aproximadamente 300 horas para terminar o aclamado Baldur’s Gate II por completo (incluindo missões principais e secundárias), é compreensível que o RPG de fantasia medieval da BioWare tenha um roteiro maior que a Bíblia.



800 mil -Planescape: Torment

Clássico cult dos RPGs, Planescape: Torment tem tanto texto, de longos diálogos a infindáveis descrições de ambientes, que a sensação de jogá-lo é a de ler um livro com escolhas.


740 mil -Dragon Age: Origins

Mais um RPG de fantasia da BioWare (e sucessor de Baldur¿s Gate), seu roteiro é especialmente longo devido às múltiplas ramificações da história e personagens jogáveis.



600 mil – Final Fantasy VII

O clássico dos RPGs japoneses também possui o maior roteiro da série, resultado de um mundo habitado por centenas de personagens tagarelas


Fonte: Mundo Estranho

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

The Walking Dead: Revelados título e lançamento da 3ª Temporada do game

A Telltale anunciou nesta sexta-feira novas informações da 3ª temporada de seu aclamado jogo, The Walking Dead: The Game, que já havia sido confirmado desde junho, durante a E3.

A primeira informação é o título da nova temporada será The Walking Dead: The Telltale Series – A New Frontier (The Walking Dead: A Série da Telltale – Uma Nova Fronteira). Vale notar que a empresa mudou o nome da franquia de “The Walking Dead: The Game” para “The Walking Dead: The Talltale Series”.

Também foi divulgado o primeiro pôster oficial da nova temporada:

The Walking Dead: The Telltale Series – A New Frontier tem previsão de lançamento para novembro de 2016 para diversos consoles, PC/Mac e mobile. Haverá também um ‘Season Pass Disc’ para consoles, contendo o primeiro episódio e acesso a todos os próximos episódios que compõem a 3ª temporada, conforme forem sendo disponibilizados. Serão cinco episódios no total.

Kevin Bruner, o co-fundador e CEO da Telltale Games, comentou o que vem por aí:

A 3ª Temporada será tanto uma continuação da nossa história quanto um novo começo, quase quatro anos após os eventos da 1ª temporada. ‘A New Frontier’ é um terrível e angustiante drama que irá além do que significa sobreviver em um mundo devastado pelos mortos-vivos e mostrará nossos personagens enfrentando as novas regras de ordem e justiça em um mundo que está sendo brutalmente recuperado e redescoberto pelo que sobrou da humanidade.

Os jogadores assumirão o controle do novo personagem Javier, um homem lutando para manter sua família unida neste novo mundo, enquanto também jogarão com a Clementine, agora uma adolescente que guarda segredos de seu passado enquanto batalha para proteger sua nova família.


Kevin Boyle, produtor executivo da série também comenta:

Quando começamos esta série, exploramos o que significava proteger uma personagem como a Clementine a qualquer custo. Anos mais tarde, ao encontrá-la pela primeira vez, Javier descobrirá o mistério de quem Clementine se tornou, conforme a história dela cruza com a dele. Ambos ainda se guiam pelo que mais valorizam, mesmo após tanto tempo que a sociedade caiu.


‘The Walking Dead: The Telltale Series – A New Frontier’ terá cinco partes e tem previsão de lançamento para novembro de 2016.


Fonte: The Walking Dead BR

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

GTA San Andreas chega ao Android, iOS, Windows Phone e Kindle em Dezembro


A exemplo do que aconteceu com Grand Theft Auto III e Grand Theft Auto Vice City, para celebrar seu 10º aniversário, a Rockstar Games também está preparando uma versão mobile de Grand Theft Auto San Andreas, esta que segundo a desenvolvedora, estará disponível para dispositivos iOS, Android, Windows Phone e Amazon Kindle ainda em Dezembro deste ano.

Até o momento, a Rockstar disse apenas que o jogo terá suporte total a joysticks, incluindo joysticks licenciados e funcionais do iOS 7. A Rockstar promete revelar mais detalhes durante as próximas semanas, dentre eles, a lista de aparelhos compatíveis com o jogo.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Fãs lançam jogo de Pokémon que demorou 9 anos para ser feito

Com todo o hype de Pokémon Go, muita gente relembrou como era legal curtir a franquia. Eis mais uma oportunidade: Pokémon Uranium, um jogo desenvolvido totalmente por fãs e que demorou nove anos (!!!) para ficar pronto. O mais legal: o mapa é baseado no Rio de Janeiro!


Desta vez, sem bulbassalto: os monstrinhos do Uranium também foram feitos pelos criadores. No total, são mais de 150 espécies. O jogo funciona exatamente como os originais, jogados no Game Boy Advance. Ele se passa em uma região específica (batizada de Tandor) e o treinador precisa encher sua Pokédex e batalhar nos oito ginásios para, posteriormente, ir à liga (Tandor Regional Championship).

Uranium leva esse nome porque a cidade, Tandor, tem duas usinas nucleares e parte de seus Pokémon também ganharam um novo tipo, o nuclear. A cidade, como tem influência carioca, é bem tropical, com um ecossistema diverso. Eis o trailer do jogo em ação:

Como é possível ver acima, ele se parece bastante com os jogos mais antigos, como o Pokémon Ruby, mas os gráficos têm desenhos mais modernos, sem contar a reorganização de vários elementos do jogo, como as animações de batalha.
Um recurso muito interessante é o modo de batalhas ou de trocas, que acontece totalmente online. Se você ou um amigo estiverem jogando Uranium, basta ir até o Pokémon Center mais próximo e colocar o ID do jogador a ser conectado.

Acima estão os Pokémon iniciais. Respectivamente, Orchynx (tipo grama e aço), Raptorch (tipo fogo e terra) e Eletux (tipo elétrico e água). Esta página explica que eles só têm uma evolução por nível. A outra é feita pelo que o jogo chama de “Mega Evolução”.

Eles são escolhidos quando o jogador conversa com o professor Bamb'o. O jogador principal tem um rival, chamado de Theo, mas ao contrário das versões originais o Pokémon do rival tem um tipo que é fraco contra o seu principal. Aqui mais imagens do jogo:


Por enquanto, o jogo está disponível apenas para Windows. Mas a página inicial do Uranium sinaliza que uma versão para macOS pode chegar em breve. Se você ficou interessado, baixe o jogo aqui. 

Mais informações do Uranium podem ser encontradas na enciclopédia ou no fórum.


Fonte: Tecno Blog

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Pokémon Go: Invadindo Nossas Casas?



Uma mensagem que anda invadindo o Zap e já está viralizando, fala sobre o Pokémon Go e qual seria o possível rralm motivo para ele ser criado e utilizado por todos.

Abaixo o texto que recebi no Whats e me deixou com a pulga atrás da orelha!

Leiam e tirem sua própria opinião:


"Olha que bizarro: Galera, uma pesquisa rápida me fez chegar ao seguinte:

1°  O (Pokemon Go) foi fundado por esse cidadão: John Hanke

2°  Ele também fundou a empresa Keyhole, Inc.

3°  Essa Keyhole é um projeto de mapeamento de superfícies, foi comprada pelo Google e usado pra fazer o Google Maps/Earth e Street view.

4° Essa Keyhole foi patrocinada pela empresa In-Q-tel, que foi fundada pela CIA em 1999 (só entrar no site deles e comprovar).

5° Até aqui já podemos ver que a CIA indiretamente poderia ter acesso a todos os mapas do planeta, né? só que eles ainda não conseguiam entrar dentro das casas, correto?

6° Esses dias foi lançado o joguinho Pokemon Go, que virou febre na galera e geral anda usando, né?

7° Pra jogar você precisa dar permissão pro aplicativo usar a câmera, gps, microfone e até os dispositivos USB que estiverem conectados no seu smartphone.

8° Sempre que você aceita a permissão, o seu cel já acha 3 pokemons pertos de imediato (os 3 primeiros pokemons).

9° Quando você procura por pokemons dentro de casa, você permite o aplicativo ter uma foto da sala, incluindo as coordenadas e o ângulo do seu celular.

10° Você acabou de registrar as fotos de onde você mora por dentro e dar acesso ao aplicativo.

Mas Amigo, não é paranoia sua?
Veja bem, você leu os termos de aceitação pra usar o jogo? acho que ninguém vai ler né? são esses:

- _“Nós cooperamos com agências do governo e companhias privadas. Podemos revelar qualquer informação a seu respeito ou dos seus filhos…”_

No parágrafo 6 vocês podem achar isso também:

- _“Nosso programa não permite a opção “Do not track” (“Não me espie”) do seu navegador”_.

De nada, gente."

E ai pessoal o que vocês acharam?


RcL®

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Pokémon Go já está disponível no Brasil para iOS e Android

O Pokémon Go chegou nesta quarta-feira (3) ao Brasil. O jogo está disponível oficialmente para celulares com Android e para iPhone (iOS). Para jogar é necessário fazer o download a partir das lojas Google Play Store e App Store, ou seja, não é mais necessário baixar via apk. A chegada dos monstrinhos de bolsos ao país ocorre a dois dias do início dos Jogos Olímpicos. Mais cedo, a desenvolvedora Niantic disse que "estava trabalhando duro" para fazer o lançamento do game a tempo da Rio 2016.

O game usa a realidade aumentada para inserir os famosos Pokémon na vida real – os jogadores devem seguir a jornada de um treinador Pokémon e capturar os monstrinhos espalhados pelo mundo. Há um mapa dentro do título que indica onde as criaturas, os PokéStops e os Gyms estão. Entretanto, alguns celulares mais antigos podem ter problemas e não funcionar. Os requisitos mínimos para os donos de celulares com Android é 4.4 ou superior. 

Já para o iOS é necessário versão 8.0 ou superior. Se tiver dificuldades, temos um tutorial para atualizar os dispositivos com Android e um outro para instalar a versão iOS 9.0. Vale fazer o backup antes de atualizar para uma nova versão.

O TechTudo já publicou diversos tutoriais que ajudam na jogatina. Aprenda como funcionam os PokéStops em Pokémon Go, saiba como conquistar ginásios e para que serve cada item no jogo.

Pokémon Go no Android (Foto: Camila Peres/TechTudo)

Com o sucesso do jogo no mundo inteiro, polêmicas acerca do título para celulares surgiram. Será que o game pode roubar dados e informações? Ainda que seja verdade, o game ainda está no começo e será melhorado com o tempo.

Pokémon Go no iPhone (Foto: Ana Marques/TechTudo)
Pokémon pelo Rio de Janeiro

O TechTudo rodou as ruas da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, em busca de novos Pokémon. Não há uma grande variedade, apenas muitos Zubat e Spearow. Mas a estratégia é compreensível: forçar os jogadores a vasculharem distâncias maiores em busca de criaturas mais raras.

Pokémon Go já está disponível no Brasil (Foto: Camila Peres/TechTudo)

Também encontramos ginásios em pontos como centro de shoppings e até mesmo no Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Lá os jogadores podem disputar batalhas e até mesmo deixar um Pokémon representando sua equipe, criando assim uma disputa em busca do domínio do território.

Pokémon Go já está disponível no Brasil (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)

Página oficial faz anúncio e menciona atletas nas Olimpíadas do Rio

A página oficial de Pokémon Go no Facebook emitiu um comunicado anunciando o lançamento do game na América do Sul e Central. Nele, a empresa também menciona os atletas que estão no Rio de Janeiro, dizendo que agora eles poderão caçar as criaturas na cidades. Essa menção tem a ver com o fato de que muitos competidores chegaram ao Rio de Janeiro reclamando da ausência do game no país. 

Página oficial de Pokémon Go anuncia chegada do game nas Américas do Sul e Central (Foto: Reprodução / TechTudo)


Fonte: TechTudo

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Death Stranding: Novo game de Hideo Kojima com Norman Reedus



Hideo Kojima revelou o trailer de Death Stranding, seu novo jogo, durante a conferência E3. Estrelado pelo ator Norman Reedus, mais conhecido por interpretar Daryl Dixon na série The Walking Dead, Death Stranding será exclusivo para PlayStation 4.
Embalado pela música I’ll Keep Coming, da banda Low Roar, o vídeo começa com uma citação do poema Augúrios de Inocência, do poeta inglês William Blake.
Para ver um mundo em um grão de areia
E um paraíso numa flor do campo,
Segure o infinito na palma de sua mão
E a eternidade em uma hora.

Ovacionado pelo público da conferência, Kojima explicou que nome do jogo é uma referência à expressão “mass stranding”, usada quando criaturas marinhas encalham na praia e que o enredo será centrado em algo misterioso vindo de outro mundo que está encalhado na Terra, o que provavelmente é a razão por trás da morte de animais marinhos.



Ainda sem previsão de lançamento, o título será desenvolvido pela Kojima Productions, um empreendimento independente iniciado designer japonês após sua conturbada saída da Konami.


Fonte: Geekdama

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Game de realidade virtual é baseado em H.P. Lovecraft

Quando vi o trailer pensei que jogo sensacional, preciso urgentemente!

Edge of Nowhere, lançado pela Insomniac Games, leva o Rei do Indizível para o mundo dos jogos VR



Fãs do horror, podem ficar realmente felizes: Lovecraft chegou ao mundo dos games de realidade virtual!
O estúdio Insomniac Games, mais conhecido pelos multi-plataformas clássicos Resistance e Ratchet & Clank, está entrando na nova onda do VR e três novos títulos serão lançados no Oculus Rift, sendo que o primeiro, para a nossa alegria, é um game de terror! Edge of Nowhere é um game de aventura e horror, em terceira pessoa, baseado no mundo Lovecraftiano!

Edge of Nowhere, lançado nesse mês,  é fortemente inspirado no conto “Nas Montanhas da Locuura” e usa toda a sua a sua  técnica virtual para que os jogadores se sintam imersos, verdadeiramente amedrontados e completamente horrorizados dentro de alguns cenários que eles encontrarão ao longo do game.

Agora responda: você se sentira à vontade para encarar as criaturas da mente doentia de Lovecraft? Caso a sua resposta seja SIM, Cthulhu o aguarda ansiosamente…


Fonte: 101 Horror Movies