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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Nokia lança celular 'baratinho' e com bateria que dura dois dias


(Foto: Divulgação/Nokia)
O Nokia 2 é um novo telefone Android que promete agradar quem busca bateria de longa duração em aparelho para funções básicas. Com bateria de 4.100 mAh de capacidade, o aparelho promete durar até dois dias longe das tomadas, apesar da tela de cinco polegadas HD (720p). Lá fora, o aparelho chegará às lojas por cerca de US$ 120 (aproximadamente R$ 400) por uma ficha técnica simples.

Rodando o Android 7.1.1 (Nougat), algo pouco comum em aparelhos de entrada, o novo celular da Nokia chega ainda com o Google Assistente de fábrica. Além disso, o telefone traz uma tela de cinco polegadas com resolução HD (720p) com proteção Gorilla Glass 3 e design com laterais metálicas e traseira de plástico. Já a câmera traseira tem 8 megapixels, enquanto as selfies poderão ter até 5 MP.

Nas especificações, o telefone traz um processador quad-core Snapdragon 212 de 1,3 GHz, 1 GB de RAM e apenas 8 GB armazenamento, podendo ser expandido em até 128 GB via cartão de memória. Ou seja, trata-se de um telefone apenas para tarefas básicas do dia a dia, como navegação na internet, uso de aplicativos sociais e jogos bem básicos. O destaque é mesmo a bateria de 4.100 mAh e sua autonomia estimada em dois dias.

O Nokia 2 chegará em novembro a alguns países selecionados com o preço equivalente a US$ 120 (R$ 400), com disponibilidade mais ampla prevista para 2018. Por enquanto, ainda não há previsão de chegada ao Brasil.


Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Mais de 300 apps da Google Play Store usavam Androids como faixada para cliques



A Google Play Store deveria seu o porto-seguro para os usuários de dispositivos Android, já que em tese todos os apps ali disponíveis passariam por um rigoroso controle e não ofereciam riscos. Isso no entanto nunca foi verdade, a lojinha sofre desde sempre com aplicativos falsos e maliciosos, e a empresa vira e mexe faz uma limpa para remover essas ervas daninhas. O problema é, esses apps continuam evoluindo e driblando as diretrizes da loja.

Além dos já conhecidos apps manjados que roubam dados e exibem anúncios fraudulentos e invasivos, uma nova categoria de malware vem se espalhando na Play Store, os que transformam os dispositivos em fazendas de cliques. A denúncia veio da companhia de marketing e proteção contra fraudes eZanga descobriu, através de uma solução proprietária chamada Anura que certos aplicativos do Android faziam tentativas de cliques sozinhos em anúncios, sem que o usuário saiba. A partir daí começaram a monitorar dois apps de papéis de paredes, chamados Lovely Rose e Oriental Beauty.

O resultado foi desconcertante: mantidos durante 24 horas em modo suspenso, os apps fizeram 3.061 solicitações de anúncios e geraram 161 cliques com sucesso. Segundo a eZanga pelo menos 317 apps presentes na Play Store e outros 1.300 disponíveis em outras fontes possuem um comportamento semelhante, em que criam ads e clicam neles sozinhos sem o consentimento do usuário, gerando renda aos publishers de forma fraudulenta. De acordo com seus cálculos, esses apps podem custar entre US$ 62 mil e US$ 214 mil ao anunciantes por dia (com um valor base de US$ 0,015 por clique) e podem ter causado a evasão de assombrosos US$ 6,5 bilhões só em 2017.

Detalhe, a eZanga admite que esse valor pode ser muito maior visto que o número de cliques no período real gerado pelos apps pode não ser o detectado na pesquisa. Não obstante, tais apps levam ao consumo anormal de bateria e de dados móveis dos usuários e como na prática são malwares, não há garantias de que esses aplicativos não se tornem mais agressivos no futuro e passem a coletar informações sensíveis dos aparelhos móveis em que estão instalados. Segundo a eZanga, tais apps suspeitos acumulam entre 4,1 milhões e 14,2 milhões de instalações.

A agência obviamente irá informar o Google e avisar da falcatrua, que não só deverá banir tais apps da Play Store como espera-se que ela endurecerá as diretrizes para evitar que novas aplicativos do tipo sejam submetidos. Até lá vale a dica de ouro: não instale qualquer coisa em seu Android, mesmo que seja um app aparentemente legítimo. Verifique as permissões, as notas dos usuários e quem o publicou e na dúvida, fique longe.


domingo, 26 de junho de 2016

Como descobrir o endereço de IP no Android?

Ao conectar um dispositivo a uma rede Wi-Fi, ele passa a ser identificado por um número de IP (Protocolo de Internet, em português). O endereço de IP doAndroid é dinâmico e, para evitar conflitos, geralmente é gerenciado pelo roteador. Se você precisa saber o IP de um telefone ou tablet com Android, siga os passos abaixo e veja como fazer isso. 

Passo 1. Acesse as configurações do Android e toque em “Wi-Fi”. Em seguida, toque sobre o botão localizado no canto inferior direito da tela;

Acesse as configurações de Wi-Fi do Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. No menu que aparece, toque em “Avançado”. O IP do seu aparelho aparecerá logo abaixo de “Endereço IP”.

Localizando endereço de IP do telefone (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Pronto! Dessa forma, você descobrirá o número de IP do seu smartphone ou tablet com Android.

Fonte: Techtudo

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Diretor Dá Detalhes Sobre Adaptação de “Celular”


“Cell”, adaptação cinematográfica baseada no romance Celular, foi gravada em janeiro de 2014, mas até hoje nunca viu a luz do dia. Dois anos depois, o filme parece que, enfim, será exibido nos cinemas (muito embora ainda não haja uma data certa). O diretor da película, Tod Williams (Atividade Paranormal 2), falou, em entrevista ao portal Gamesradar, sobre o que os fãs de King e do livro podem esperar.

“O filme tem um ponto de partida realmente claro, que é: este não é um filme sobre zumbis. Acabamos surpresos com o quão difícil foi ter que trabalhar para fazer com o que este não fosse um filme sobre zumbis, até porque Stephen King dedicou o livro a [George A.] Romero”, contou o diretor, que também falou sobre a trama.

“A história acontece em um belo dia. Todos que estão usando um celular captam um sinal que essencialmente apaga o cérebro e os fazem voltar a um tipo de estado animal e violento. Daí há uma série de revelações sobre no que eles realmente estão se tornando. Não é algo contagioso, mas há maneiras d’O Pulso’ encontrar suas vítimas. Então, a coisa cresce, mas, essencialmente, o filme fala sobre o momento quando a maioria das pessoas é convertida ou não. As pessoas que não são convertidas, são quase imediatamente mortas. Há poucos sobreviventes restantes”.

Willians prosseguiu comparando os fonáticos a uma colmeia de insetos. “Há um biólogo maravilhoso em Harvard chamado Edward O. Wilson, que escreve sobre ‘animais eussociais’. Há os animais sociais, que incluem os sociais e eussociais, como humanos, formigas, abelhas e vespas, que dominaram nosso planeta de modo impressionante. Os seres humanos são os mais sociáveis, mas os eusssociais, que são as formigas e abelhas, são, essencialmente, um único organismo. Então, uma colmeia de abelhas não é realmente um grupo de indivíduos, mas um organismo, e um muito bem-sucedido. Há uma filantropia nisso que é admirável.

Pensamos um poucos nas teorias de Wilson sobre animais eussociais quando tratamos destas criaturas (osfonáticos)”, explicou o diretor.
Tod Willians também contou como foi difícil evitar comparações e influências da série “The Walking Dead” enquanto gravava o filme.
“Estávamos procurando coisas para colocar em nossa cidade apocalíptica, na qual não ficamos por muito tempo, e minha equipe achou este ônibus queimado, e eles disseram ‘Este ônibus queimado é incrível. Podemos trazê-lo aqui. Vai ficar ótimo’. Só que acontece que aquele ônibus havia sido usado no piloto de ‘The Walking Dead’, e eu fiquei, ‘Qual é, cara’. O desafio de filmar em Atlanta era evitar ‘The Walking Dead’. E ainda assim, conseguimos o apoio de várias pessoas com experiência que trabalharam em ‘The Walking Dead’, tanto para aprender o que eles sabiam quanto para evitar de repetir o que eles haviam feito. Uma das coisas que tivemos que descobrir rapidamente foi o modo como as criaturas se mexeriam. É muito fácil dizer para um extra ‘andar desengonçado’, mas instantaneamente eles parecem que saíram de ‘The Walking Dead’. Fomos a Chicago e trouxemos um grupo de balé e de improvisadores; passamos três ou quatro dias inventando movimentos que refletissem mais um comportamento de uma manada do que de um grupo de zumbis”.

Estrelando “Cell” estão John Cusack e Samuel L. Jackson, reeditando sua parceria de “1408”. Tod Willians, por sua vez, afirmou que um dos fatores que o fez querer dirigir o filme, depois de uma experiência recente com o terror (o segundo capítulo da franquia Atividade Paranormal), foi exatamente os dois atores.

“O projeto chegou a mim quando John Cusack já estava a bordo. John é um grande fã dos filmes de Romero e muito sabido quando o assunto se trata de zumbis. Ele é uma pessoa inacreditavelmente bondosa, e Sam é um profissional e um cavalheiro. 

Trabalhar com eles é como pilotar uma BMW 7 Series. É fácil de dirigir porque você tem o melhor ao seu dispor”, comparou.

Por fim, Tod Willians falou sobre as regras dos filmes de zumbis e de como elas não são exatamente mantidas em “Cell”. “Há violência no filme, mas eu não diria que é excessivamente violento. Acho que a experiência é muito tensa. Eu diria que há um clima de suspense ao longo de todo o filme; você está vivendo em mundo que se tornou desconhecido. É diferente dos zumbis que viemos a conhecer, onde se entende as regras, que são: se eles te mordem, você se transforma num zumbi, se atirar na cabeça deles, eles morrem. Isso é muito consistente.

Stephen King não está interessado em um grupo estático de regras, e sim na contínua evolução de alguma versão futura da humanidade. Há muito mistério no que está acontecendo e King se faz confortável com o mistério que permanece. Eu acho que é isso que me atrai à ideia. Não é algo resolvido, diferente da maioria dos filmes de terror. Há um desejo de criar regras para as coisas, e quando se há regras, você começa a se afastar do subconsciente, do mistério e do desconhecido, e isso é o coração do terror”, finalizou.

Enquanto “Cell” não chega às telonas, confira a galeria de fotos do filme com algumas imagens novas da produção.


Fonte: King Of Maine

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Celular: Terror baseado em livro de Stephen King ganha novas imagens

Cell, terror baseado no livro de Stephen King, que tem John Cusack e Samuel L. Jackson no elenco, ganhou uma nova imagem  - confira na galeria:



O livro conta a saga de um pai (Cusack) que sai em busca de seu filho após um surto psicótico - iniciado por meio de celulares - atacar a humanidade. Pessoas perdem a consciência, começam a atacar umas às outras e tudo vira um pandemônio.

Jackson viverá Tom McCourt, engenheiro e ex-soldado que escapa de Boston com o personagem de Cusack, Clay Riddell. Os dois atores já estrelaram outra adaptação de Stephen King antes, o terror 1408.



Tod Williams, de Atividade Paranormal 2 e Provocação, dirige Cell. King escreveu o roteiro ao lado de Adam Alleca. A previsão é que o longa faça sua estreia ainda este ano.

No Brasil, o romance foi publicado pela Editora Objetiva com o título Celular.


Fonte: Omelete