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quinta-feira, 3 de junho de 2021

Stephen King prefere streamings do que a TV tradicional


 

Stephen King explicou por que prefere serviços de streaming em vez da televisão tradicional.


Em entrevista à Variety, enquanto falava da nova série Lisey’s Story, King explicou por que está feliz por suas adaptações terem sido lançadas em serviços de streaming em vez de redes a cabo.


Enquanto também discutiu como ele foi capaz de reescrever seu trabalho para a tela, King elogiou o streaming por não ter que cortar ou tentar encaixar elementos no roteiro por causa do tempo.


“Não tenho que me preocupar em cortar coisas para caber ou acabar com as coisas para que eles possam chegar aos seus comerciais Priolsec. Este é um livro longo, mas graças a Deus por streaming, porque você tem a chance de contar uma história com um pouco mais de nuances , um pouco mais de textura. É totalmente envolvente, trabalhar em um show, e se você vai ter tempo, quer colocar seu coração e alma nisso”.


Baseado no best-seller de King de 2006 com o mesmo nome, Lisey’s Story segue uma viúva (Julianne Moore) de autor famoso que luta com a perda de seu marido dois anos após sua morte, enquanto ela se torna o alvo de um perigoso perseguidor obcecado por o trabalho de seu marido.



Fonte: ePipoca

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Bob Esponja - Nickelodeon planeja série derivada para recuperar audiência


Brian Robbins, chefe da Nickelodeon, não quer que as crianças desistam da televisão. Pensando nisso, a emissora quer aumentar a concorrência com os serviços de streaming.

O produtor veterano, nomeado presidente da emissora em outubro de 2018, passou os seus primeiros meses planejando uma nova programação. A ideia é que a Nickelodeon se aproxime de Youtube e Netflix.

Além disso, a emissora apostará em suas animações mais fortes. Dentro deste planejamento está o desenvolvimento de uma série derivada do Bob Esponja.

“Certamente há uma ventania na direção oposta e mirando a TV linear. Em muitas maneiras, os negócios envolvendo crianças são os mais afetados”, declarou o presidente.

Para recuperar a audiência mais jovem, a Nickelodeon também investiu nos direitos do urso Paddington e personagens que apareceram recentemente em filmes do LEGO.

O produtor não deu muitos detalhes da série derivada do Bob Esponja, mas afirmou que o desenho clássico será o “universo Marvel” da Nickelodeon. As opções citadas para a primeira série são histórias de origem de Bob Esponja, Patrick, Sandy Bochechas ou até mesmo de Plankton.

A nova série, assim como as produções envolvendo os personagens citados, ainda não ganharam previsão de estreia.


Fonte: Observatório do Cinema

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Caixa de Pássaros será adaptado pela Netflix com Sandra Bullock no papel principal


Nossa amada e oscarizada Sandrinha foi escalada como a protagonista da adaptação cinematográfica de Caixa de Pássaros,  livro de Josh Malerman que será produzida pelo Netflix.

No ótimo livro, a história acompanha Malorie e seus dois filhos pequenos, alguns dos poucos sobreviventes depois uma misteriosa força alienígena invadiu a Terra, capaz de causar um impulso violento e incontrolável, a partir de apenas um olhar. Sem poder enxergar o caminho pela frente, o trio busca um lugar seguro, contando apenas com as habilidades da mãe e os ouvidos treinados das crianças. Malorie não vê o mundo lá fora há mais de 4 anos e junto com seus dois filhos, o Garoto e a Menina, eles vivem em uma casa em que todas as janelas foram totalmente vedadas e só uma necessidade extrema leva-os para fora, e mesmo quando saem, saem vendados. Mas chegou finalmente o dia, o dia em que ela terá que enfrentar seu medo e levar seus dois filhos até um lugar seguro, um lugar onde ela será forçada a abrir os olhos.

Eric Heisserer (A Chegada) assina a adaptação, enquanto Susanne Bier (The Night Manager) assume a direção do filme. Com produção de Scott Stuber (Ted, O Dia do Atentado), as filmagens de devem começar em agosto e o longa ainda não tem previsão de estreia.


Fonte: Pausa Dramática

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Globo muda estratégia ao ser ameaçada pela Netflix

Duelo de Titãs? (Foto: Montagem/TV Foco)

Atualmente os serviços de tecnologia streaming se popularizam entre os telespectadores. Streaming é basicamente um serviço disponibilizado online para a transmissão de dados de vídeo, de áudio ou de ambos. Depois que a velocidade das conexões na internet melhorou em nosso país, empresas como a Netflix se tornaram adoradas pelo público brasileiro.

A Netflix é é uma provedora global de filmes e séries de televisão, criada em 1997. Hoje a empresa “bate” de frente diretamente com muitas emissoras de televisão de todo o mundo. Vários telespectadores estão deixando o hábito de assistir a telinha para se conectar a internet, isso faz com que a Globo, emissora brasileira que produz maior conteúdo de entretenimento aqui, se sinta indiretamente (ou seria, diretamente) ameaçada.

Juliana Paes divulgando “Globo Play” (Foto: Reprodução)

A Netflix sabe fazer como ninguém a divulgação para o seu público está na internet. São comerciais e campanhas de divulgações com sacadas inteligentes. Paralelo a isso, um fato curioso que mostra como a Globo se sente ameaçada é a mudança na forma de divulgar sua programação e o investimento pesado no GloboPlay. Trata-se da plataforma, que a emissora disponibiliza vídeos com o conteúdo de sua programação. Para quem é assinante é possível assistir na íntegra novelas e algumas séries que estão disponíveis antes mesmo de estrear na telinha.

Para efeito comparativo, outra importante emissora vem fazendo algo muito similar. A Televisa, maior emissora mexicana, criou um serviço online chamado Blim, idêntico ao GloboPlay. No final das contas, quem ganha com isso tudo são os telespectadores, não é mesmo?


Fonte: TV Foco

terça-feira, 9 de maio de 2017

Netflix: Como encontrar filmes ocultos!

A Netflix tem quase quatro mil filmes no Brasil, mas você provavelmente só vê as mesmas poucas dezenas deles. Aprenda a mergulhar no acervo completo do serviço


A Netflix é um fenômeno global que vem mudando a maneira como consumimos produções audiovisuais. Uma parte desse sucesso pode ser atribuída à tecnologia. Além da entrega por streaming com alta qualidade, o serviço conta com um sofisticado sistema de recomendações que costuma acertar o gosto do cliente. 

Um efeito colateral dessa abordagem é que muita coisa que ele suspeita não ser do seu interesse acaba escondida nos servidores da Netflix.


Em 2014, o jornalista Alexis Madrigal fez, pela Atlantic, uma engenharia reversa do algoritmo que classifica filmes, documentários e séries em “micro-gêneros” dentro da Netflix. Você talvez já tenha visto algum desses mais inusitados na tela principal, algo como “filmes alto-astral com impacto visual” (um micro-gênero real). Com seu script, Madrigal catalogou 76897 gêneros usados pela Netflix para classificar seu acervo. 

Essa segmentação extrema, resultado de curadores humanos e algoritmos trabalhando em conjunto, ajuda a refinar o sistema de recomendações da Netflix e explica por que ele acerta com tanta frequência. Só que ele, somado ao fato de que o espaço em tela é limitado (pelo menos aquele que o usuário está disposto a rolar), faz com que a Netflix priorize certos filmes em detrimento de todo o restante do seu catálogo. 

De acordo com algumas estimativas, o acervo brasileiro da Netflix tem mais de 3800 obras. Esse número muda constantemente, dependendo dos contratos que a Netflix firma (e que vencem) com estúdios e produtoras. 

O acervo brasileiro é o maior do planeta, mas você talvez nem desconfiasse que existem quase quatro mil títulos disponíveis ali. O culpado é o sistema de recomendações. Todo esse material está acessível, só que não de um modo fácil. Para desbravar esse lado oculto da Netflix, é preciso fazer uso de um pequeno truque. 


Descobrindo os micro-gêneros

Cada micro-gênero na Netflix tem um código, um número identificador que lhe é atribuído. Pelo navegador web (como o Chrome), no seu computador, é possível acessar diretamente cada micro-gênero e ver a relação de filmes associados a ele. A sintaxe do endereço é a seguinte: 

https://www.netflix.com/browse/genre/XXXX 
No lugar de XXXX, deve-se inserir um número. Faça um teste: copie o endereço, cole-o em seu navegador, troque o XXXX por 614 e dê Enter – ou clique aqui. Você cairá no micro-gênero “Filmes alto-astral com impacto visual,” com os títulos Procurando Nemo, O Artista, Detona Ralph e o obscuro As Aventuras de Sammy, animação franco-belga de 2010 dirigida por Ben Stassen. 

Ou então, tente 67879 e veja o tanto de séries coreanas que a Netflix guarda, inclusive algumas originais do serviço como Man to Man e One More Time. 

Séries coreanas na Netflix


Como chegar aos filmes ocultos

O grande problema dessa brincadeira é saber quais os números de determinado micro-gênero. Você pode colocar algum aleatório ali e contar com a sorte, mas tal abordagem se torna cansativa rapidamente – os micro-gêneros não são sequenciais; vários não retornam filmes. 

A melhor saída é contar com o auxílio de um guia. Na web, existem algumas listas extensas com uma enormidade de links/micro-gêneros. Esta promete 27 mil; esta outra, mais alguns milhares. Estando ali, basta clicar em um gênero e conferir quais filmes estão associados a ele. Note, porém, que como elas se baseiam na Netflix norte-americana, alguns podem aparecer vazios. 

Alguns serviços listam todo o conteúdo e ficam de olho nas alterações do catálogo. Upflix e NoNetflix são dois bons exemplos. Esses sites/apps também podem ser usados para encontrarem filmes menos óbvios no acervo da Netflix.

Há micro-gêneros absurdamente específicos, como “filmes ambientados no século XX estrelados por Tom Hanks,” “Filmes 
sobre showbiz [com] ganhadores do Globo de Ouro de Melhor Ator” e “Filmes artísticos com forte protagonista feminina.” Categorias mais mundanas também estão disponíveis, como atores, diretores, país de origem, ambientação temporal, vencedores de premiações e adjetivos mais genéricos, como filmes “sangrentos” ou “corajosos.” 

Um dos grandes dilemas contemporâneos é escolher um filme na Netflix. Essas listas provavelmente dificultam mais a escolha, mas abrem uma parte enorme do serviço que, no modo de uso convencional, passa totalmente batida. Já salvei aqui, para ver no fim de semana, um “drama emotivo ganhador do Oscar de melhor fotografia.”


Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Stranger Things: Criadores prometem justiça para Barb na 2ª temporada

Irmãos Duffer prometem fechar a história da personagem


Esse post contém spoilers da 1ª temporada de Stranger Things. Você foi avisado.

Os Irmãos Duffer, criadores de Stranger Things, série de ficção científica da Netflix que tomou o coração de muitas pessoas com seus personagens, prometeram justiça para Barb (Shannon Purser), a melhor amiga de Nancy que morre e é deixada pra trás conforme a busca por Will continua. 

Em entrevista ao IGN, Matt Duffer disse que não vê Barb retornando dos mortos de alguma maneira na próxima temporada, mas prometeu mostrar as consequências dos acontecimentos que envolvem a garota. "Barb não será esquecida," ele prometeu.
"Nós vamos garantir que haja alguma justiça para Barb. As pessoas ficam muito frustradas, o que é compreensível, porque parece que a cidade não está realmente lidando com Barb. Isso está acontecendo. Nós simplesmente não estamos gastando tempo nisso," ele explicou.
Apesar da próxima temporada de Stranger Things ainda não ter sido oficialmente confirmada, os criadores estão confiantes de que a série vai retornar, e segundo Matt, será um bom momento para explorar as consequências de tudo que ocorreu na priemira temporada.

Stranger Things conta com Millie Bobby Brown, Matthew Modine, Winona Ryder, David Harbour (The Newsroom, State of Affairs), Charlie Heaton, Natalia Dyer e Millie Brown no elenco. A série já está disponível no serviço de streaming Netflix.


Fonte: Omelete

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Fugitivos é a nova série de TV da Marvel produzida pelo Hulu

Serviços de streaming estadunidense entrou no ramo das adaptações


O serviço de streaming norte americano Hulu encomendou sua primeira série de TV da Marvel baseada nos quadrinhos Fugitivos (Runaways em inglês), revelou o Deadline.

Roteirizado por Josh Schwartz e Stephanie Savage, criadores de Gossip Girl, o programa acompanhará seis adolescentes muito diferentes entre si que são forçados à se unir quando descobrem que seus pais são parte de uma organização do mal.
"Sabiamos que a história de Fugitivos faria uma ótima série de TV", comentou o chefe da Marvel Television Jeph Loeb em comunicado. "Somos sortudos de ter Josh e Stephanie escrevendo e produzindo a série, sendo que já criaram repetidamente seriados que falam com o exato mesmo público."
Os quadrinhos de Brian K. Vaughan e Adrian Alphona foram originalmente publicados entre 2003 e 2004, sendo incialmente cancelados e pouco depois trazidos de volta por demanda popular. O projeto ainda não tem data de estreia e o Hulu não está disponível no Brasil.


Fonte: Omelete