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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Robert Kirkman confirma SALTO TEMPORAL em Fear TWD

Na sessão de cartas dos leitores da edição #176 de The Walking Dead, o criador Robert Kirkman falou brevemente sobre o crossover entre The Walking Dead e Fear The Walking Dead através de uma participação de Morgan, interpretado por Lennie James.

Embora a diferença entre as linhas temporais das duas séries jamais tenha sido esclarecida com precisão, ao final de sua 3ª temporada Fear está cronologicamente atrás de The Walking Dead.

Portanto, a declaração de Kirkman dá a entender que haverá um salto temporal em Fear para acompanhar a trama da série principal.

Essa segunda parte da 8ª temporada leva diretamente à 4ª temporada de Fear The Walking Dead, e isso irá agitar as coisas na série de uma maneira bem legal. Então fiquem ligados.


Com isso, presume-se que Morgan irá sobreviver à guerra contra os Salvadores e em seguida deixar o grupo de Rick por algum motivo.

Em entrevista ao ComicBook.com, Lennie James falou um pouco sobre transição de Morgan entre as duas séries:

Ele seguirá uma trajetória. Morgan irá percorrer uma jornada plena e muito bem pensada. E muito dela está ligada ao relacionamento dele com Rick. Muitas coisas estarão relacionadas ao seu relacionamento com o grupo, pois ele se sente dividido por se importar e querer proteger.


The Walking Dead retorna em 25 de fevereiro com o restante dos episódios da 8ª temporada.

Fonte: TWD BR

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Fear TWD - Revelado Data de Estreia da 4° Temporada


AMC anunciou na Television Critics’ Association (TCA) Press Tour que a quarta temporada de Fear the Walking Dead vai estrear na noite de 15 de abril de 2018.

Na quarta temporada de Fear the Walking Dead, os fãs verão o mundo de Madison Clark (Kim Dickens) e sua família através de novos olhos – os olhos de Morgan Jones (Lennie James), que se junta à história vindo do mundo de The Walking Dead.

Na nova temporada, o passado imediato dos personagens se mistura com um presente incerto de dificuldade e descoberta quando eles encontram novos amigos, inimigos e ameaças. Eles lutam uns pelos outros, uns contra os outros e contra uma legião de mortos, tudo para de alguma forma construir uma existência em meio à esmagadora pressão de vidas desmoronando.

Haverá escuridão e luz; terror e graça; o heroico, mercenário e covarde, todos colidindo rumo a uma nova realidade para Fear the Walking Dead.

Ansiosos pelo retorno de Fear the Walking Dead? O que você gostaria de ver na terceira temporada? Quais são suas expectativas? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

Fonte: Fear TWD BR

domingo, 8 de novembro de 2015

Twd - 6° Temporada: Greg Nicotero fala que Morgan “está brincando com fogo”


Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S06E04 – Here’s Not Here, da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido ou lido, não continue. Você foi avisado!


A série continuou a brincar com o tempo no episódio do último domingo, que, graças a estrutura “antes” vs. “agora”, preencheu a história de Morgan (Lennie James).

O episódio se iniciou logo onde o aclamado pela crítica “Clear” acabou, com Morgan mentalmente instável antes de se reencontrar com Rick (Andrew Lincoln) no season finale da quinta temporada.

Durante os flashbacks os espectadores descobriram que Morgan acidentalmente põe fogo na sua casa e é forçado à cair na estrada onde ele continua a encontrar segurança em um círculo de estacas de madeira construído por ele. Além do mais, ele continua a escrever palavras tipo “limpar” e “aqui não é aqui” por todo lugar usando sangue de zumbi.

Por fim, Morgan se depara com uma cabine pitoresca com direito a painéis solares e uma cabra amarrada. É ali que ele conhece Eastman (Jonh Carroll Lynch), que fica com Morgan apesar dele continuar repetindo “me mate!” aos gritos. Eastman descobre que Morgan viu sua esposa e filhos serem mortos e descobre que sua função atual era a de “limpar” – os vivos e os mortos que aparecessem. (Morgan também explica que os “atos inúteis”, como salvar as pessoas, são assim, inúteis, porque todos vão morrer de qualquer forma, etc.)

Eastman, por sua vez, era um psiquiatra forense que reabilitava presidiários e, no pós-apocalipse, treina uma arte marcial conhecida como Aikido. O gentil estranho – que tenta desesperadamente produzir seu próprio queijo e que Morgan mencionou mais cedo na temporada – passa seu novo modelo de vida para Morgan. Depois que Morgan – lutando contra o transtorno de estresse pós-traumático – se torna capaz de abrir a reabilitação, ele abre o livro que Eastman o deu chamado “Arte da Paz” onde sua crença de não matar é explicada: 
“Aikido significa não matar. Embora todas as crenças tenham um mandamento contra tirar vidas, a maioria deles justifica matar por uma razão ou outra. No Aikido, contudo, nós tentamos evitar completamente a matança, mesmo da pessoa mais má.”


É então que Morgan e Eastman – que fez uma lança para seu novo amigo – começam a treinar e trabalhar juntos. Ao fim de tudo, Eastman acaba sendo mordido por um zumbi quando a dupla sai para uma busca. Mas não é qualquer zumbi: Morgan matou um pai e um filho antes de cruzar o caminho de Eastman e acaba que se reencontra com o filho zumbi.

Sabendo que Eastman está morrendo, eles retornam para a cabana onde o Eastman explica que ele usou a cela em sua cabine para matar o presidiário responsável pela morte de sua esposa, filha e filho depois que saiu da prisão – quebrando a única lei do Aikido. 

Quando Eastman morre, Morgan enterra seu corpo e sai de lá – passando pela placa do Terminus e o colocando no caminho para se reconectar com Rick.

No dia presente, os espectadores viram que Morgan está recontando sua transformação para um membro dos Lobos que ele está mantendo em cativeiro no porão, na esperança de repassar o ensinamento e reabilitá-lo da forma que Eastman fez com ele. Só que isso não funcionou e o Lobo – que revela que foi mordido por um zumbi – diz que ele matará Morgan e qualquer outra pessoa se escapar. Morgan opta por trancá-lo – algo que Eastman nunca fez quando Morgan era perigoso e ficava na cela. Ao final do episódio, uma voz grita para abrir os portões de Alexandria.

Aqui, o produtor executivo Greg Nicotero fala sobre a história de Morgan, sua transformação e quando o mistério de Glenn (Steven Yeun) será resolvido.


A sexta temporada fala de transformação. O que o surpreendeu na transformação da sanidade de Morgan quando você leu o roteiro?

Greg Nicotero: Morgan, sabendo que estava completamente fora de si, estava totalmente preparado para morrer. O fato que ele foi reabilitado forçadamente e foi bem sucedido, achei maravilhoso. Sempre foi planejado dessa forma: no meio do season première você vê Morgan e Rick sentados nos degraus e Rick entrega Judith para Morgan segurar. Existe uma fala específica nesse episódio onde Morgan se pergunta se alguma vez ele vai voltar a segurar um bebê. Então naquele momento do primeiro episódio é um ciclo se encerrando para Morgan. É um ótimo estudo de personagem ver essa transformação e vê-lo tentando passar a filosofia adiante.


Qual o próximo passo para Morgan em sua transformação pessoal agora que ele percebeu o quanto ele precisa de outras pessoas em sua vida?

Greg Nicotero: Ele tem uma relação bem intrigante com as pessoas com quem convive e com as pessoas de Alexandria. Ele sabe que ele tem que ir com calma porque ele está brincando com fogo ao dar, potencialmente, abrigo a esse fugitivo e tentar escondê-lo das pessoas que se oporiam a isso. Ele se colocou numa situação complicada, mas ele está comprometido com isso. Não acho que Rick ou qualquer outra pessoa de Alexandria aceitariam de boa o fato de manter viva uma das pessoas que literalmente destruíram suas casas. A maneira desse mundo é essa. Amo o fato de Deanna (Tovah Feldshuh) estar de apoio em qualquer que seja a decisão que Rick precisar tomar para manter a comunidade viável. Foi para isso que o trouxeram.



O que Eastman quis dizer quando ele falou a Morgan que, “aqui não é aqui”?

Greg Nicotero: Ele está tentando fazer Morgan entender que você precisa seguir com a vida. Uma das partes de toda a história de Morgan é vê-lo seguir em frente da morte de sua esposa e filho, Dwayne.


Eastman revela que apesar de ter aprendido Aikido ele ainda matou Crighton – o presidiário responsável pela morte de sua família. Morgan acredita que há uma exceção à regra, apesar do que está escrito no livro?

Greg Nicotero: Não acho que Morgan acredite que exista uma exceção. Na minha opinião, isso revela um pouco de defeito no caráter de Eastman. Porque Morgan descobre isso apenas depois do processo de reabilitação. Eastman encontrou Crighton e foi vingado, ele o torturou até ele morrer. Isso é exatamente o oposto do que ele prega. Quando Eastman acaba sendo mordido, ele encontra sua própria redenção ao admitir a Morgan o que tinha acontecido. Se ele não tivesse conhecido Morgan e nunca tivesse se redimido, ele teria morrido com a alma torturada. Eastman se beneficiou com a presença de Morgan da mesma forma que Morgan se beneficiou com a presença de Eastman.


Dado o ataque dos Lobos na comunidade, quão duro Morgan terá que dar para continuar seu modo de vida sem mortes?

Greg Nicotero: Morgan é um personagem muito tenaz em relação ao que ele acredita. Se ele conseguiu sobreviver esse tanto se mantendo ao seu mantra haverá um conflito considerável com outros que o confrontem diretamente. E por outros eu quero dizer basicamente todo mundo. Não existem muitas pessoas que viram seus amados sendo massacrados bem a frente que dirão, “Nós deveríamos dar uma segunda chance a esses caras”. Morgan está comprometido a sua doutrina que ele abraçou porque ela salvou sua vida – tanto que ele lutará para defender esse modo de vida com afinco em um tipo de Daryl que prega que a “vida é preciosa” (risos).


Como vai ser o próximo encontro entre Morgan e Carol, uma vez que eles estão em duas perspectivas completamente diferentes?

Greg Nicotero: Seu disfarce foi para o alto quando os Lobos atacaram Alexandria. Ela está por aí agora e vai haver um certo conflito em termos de qual vai ser o novo papel de Carol nesse mundo. A verdade é que Carol não gosta de matar. Isso é algo que foi bem estabelecido em termos do que podemos esperar de nossos personagens. Mas não acho que alguém que sobreviva nesse mundo goste de matar. Com Carol, isso é algo que vai afetá-la com certeza.



Aquela era a voz de Rick pedindo para abrir os portões de Alexandria ao final do episódio?

Greg Nicotero: Não quero falar porque vai ser o início do próximo episódio.


O showrunner Scott M. Gimple falou que nós descobriremos sobre o destino de Glenn ainda na primeira metade dessa temporada. O que você pode falar sobre como vai ser isso, uma vez que não o vimos nesse episódio?

Greg Nicotero: É uma jornada e tudo isso é para dar a audiência uma ótima história e uma ótima montanha-russa para se divertir. As pessoas ficam felizes, tristes e com raiva. O fato de termos instigado emoções nas pessoas é um tributo a Steven Yeun, nossos roteiristas e equipe. Isso mostra o quanto as pessoas se importam e o quanto é investido, mesmo se ficarem com raiva.


domingo, 4 de outubro de 2015

Lennie James fala sobre “ligar os pontos da história de Morgan” na 6ª temporada de The Walking Dead


Talvez ele seja o maior enigma de The Walking Dead. Até o momento, houve 3 grandes episódios ao longo de cinco temporadas que enfocaram o personagem de Morgan, e cada um deles mostrou um lado diferente do homem que perdeu sua esposa e filho para o apocalipse zumbi. Então quem é Morgan agora que estamos chegando à sexta temporada do show (que estreia em 11 de Outubro)? E o que ficaremos sabendo do passado dele e que o levaram onde ele está – e a quem ele é – hoje em dia?

Entertainment Weekly conversou com o ator Lennie James em seu trailer no set para conseguir alguma informação. Confira:


EW: Você trabalhou com Andrew Lincoln na maior parte das vezes ao longo destes anos, e um pouco aqui e ali com outros personagens em episódios onde você apareceu, mas agora, pela primeira vez, você está completamente integrado ao elenco. Como tem sido?

Lennie James: Bem, ainda está acontecendo. Eu ainda estou no meio disso. Mesmo estando onde estou agora, ainda conheço as pessoas à conta-gotas. Ainda tem muita gente com quem tenho que conversar pela primeira vez na tela. É ainda algo muito presente e algo pelo qual anseio demais.


EW: Vamos falar da grande dinâmica Rick-Morgan agora, porque quando os deixamos, ele encontrou Rick nesta situação horrenda. Então, o que aquilo significou para Morgan, e o que Morgan conclui, e o que irá significar para que ambos consigam ir adiante ao longo da sexta temporada?

Lennie James: Eu acho que o maior medo de Morgan em relação a Rick é que ele está onde Morgan costumava estar. Isso é óbvio, realmente, e ele conhece bem aquele estado mental, aquele mundo, e sabe o que isso fez a ele e o que pode potencialmente fazer a Rick, mas também às pessoas ao redor dele.


EW: É como explorar o momento em que você está, o que está acontecendo. E Morgan está em um momento diferente de quando o vimos pela última vez na terceira temporada.

Lennie James: Uma das coisas que realmente importam na dinâmica entre Morgan e Rick é que Rick é a última pessoa na Terra que sabe quem é Morgan. E apesar do longo relacionamento de Rick com o grupo e todas as pessoas, Morgan é o cara que o conheceu no começo de tudo. Eles tem um vínculo – gostem ou não – e eles precisam dar um jeito nisso, e é o que vai acontecer certamente na primeira parte da sexta temporada.


EW: Nós tivemos três grandes episódios de Morgan, e sempre foi um Morgan diferente a cada vez. Então, que Morgan veremos agora? Fale um pouco sobre o personagem e onde ele está neste início de sexta temporada.

Lennie James: Uma das coisas mais brilhantes em interpretá-lo é o juntar os pontos. Então, ligando o cara que estava três semanas adiante de Rick no piloto com o cara que enlouqueceu em “Clear”, na terceira temporada, juntando-os você se assegurará que não apenas se trata de descobrir quem ele é naquela situação, mas quem ele costumava ser, carregando tudo aquilo com ele. Então o que tive que fazer no final da quinta temporada foi assegurar que, apesar do fato de ele ter se transformado novamente, ele ainda é aquele cara de “Clear”, apesar de tentar não sê-lo, ele ainda é aquele cara do primeiro episódio, mas que, obviamente, seguiu adiante. Esta é a beleza de interpretar aquele personagem e ligar todas as suas fazes. Ele passou por uma transformação. É a transformação que o público irá descobrir ao longo da sexta temporada.



EW: O que Morgan imagina de Alexandria?

Lennie James: Em um nível, para Morgan, reconectar com Rick será realmente difícil, complicado, e a sexta temporada terá muito a respeito de como eles descobrirão um ao outro. Para mim, uma das maiores coisas a respeito de Morgan é que, desde o começo, ele sempre esteve em grupos de, no máximo, duas pessoas. Era ele com o filho e, obviamente, como os fãs do show sabem entre a terceira temporada (pelo menos) e onde estamos agora, ele passou muito tempo sozinho. É a primeira vez que ele fará parte de um grupo. Muitas coisas pelas quais o grupo passou, Morgan está passando. Além disso, ele não sabe se ele se adequará ao lugar. 

Pode ser uma sobrecarga de sensações, e ele já esteve em locais bem mais sombrios de sua psique, acabou saindo de lá, mas ainda não está bem seguro se estar entre estas pessoas é algo bom ou se o forçará de volta para aquele local sombrio.


EW: Alguns personagens tem estas armas que são quase suas assinaturas, como, por exemplo, Daryl e a besta. Morgan tem o bastão. Você gosta do bastão como sendo a arma de escolha de Morgan?

Lennie James: Eu amo o meu bastão. Eles jamais o tirarão de mim. Terão que arrancar das minhas mãos mortas e geladas. Eu adoro, e é uma bela arma para se ser um expert. Uma das coisas que mais gosto no meu trabalho é o aprendizado de novas habilidades, e certamente lidar com o bastão me deu um senso maior de foco e interesse, mas também é muito importante em me manter naquele homem que Morgan é hoje. E sim, é uma arma; mas, em algum grau, é a arma mais passiva que o grupo possui, o que é interessante e proposital.


EW: Deveria Morgan ter matado aqueles caras do grupo dos Wolves? Ele teve uma oportunidade de matá-los e não o fez, e parece que eles ainda são uma ameaça. Ele não os deveria ter matado, Lennie?

Lennie James: Não sou eu quem decido isso. O fato é que ele não os matou e que teremos que lidar com as consequências, se é que haverá consequências.