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segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Milla Jovovich voltará a enfrentar zumbis



De acordo com o Deadline, Milla Jovovich (‘Resident Evil’) será a protagonista do terror ‘Twilight of the Dead‘, último roteiro de zumbis escrito pelo mestre George A. Romero – criador da franquia ‘A Noite dos Mortos Vivos‘.


Betty Gabriel (‘Corra!’) também estrelará a produção.





Ambientada em uma ilha tropical, a trama “se aprofundará no lado sombrio da natureza humana através da perspectiva dos últimos sobreviventes no planeta, que estão cercados por hordas de mortos-vivos”.

O roteiro foi atualizado por Joe Knetter, Robert Lucas e Paolo Zelati.

O roteiro original foi escrito por Romero ao lado de Paolo Zelati, que trabalhou ao lado de Joe Knetter e Robert L. Lucas para atualizar o texto.


“Eu dei a ele minha benção desde que eu acompanhe todo o processo para ter certeza que o projeto permaneça fiel à visão do George,” declarou Suzanne Romero. 


“Nós temos uma versão sólida do conceito e estamos começando com o roteiro. Podemos dizer que o George ficaria feliz de ver esse projeto continuar. Ele queria que esse foi o seu último filme de zumbis.”


A franquia original de Romero conta com os clássicos ‘A Noite dos Mortos-Vivos‘ (1968), ‘Despertar dos Mortos‘ (1978), ‘Dia dos Mortos‘ (1985), ‘Terra dos Mortos‘ (2005), ‘Diário dos Mortos‘ (2007) e ‘A Ilha dos Mortos‘ (2009).

O novo filme está sendo descrito como uma sequência direta de ‘Terra dos Mortos‘.


“Não é segredo que ‘Diário dos Mortos’ e ‘A Ilha dos Mortos’ não era a forma que ele imaginou a série sendo concluída,” explicou Zelati. “‘Twilight of the Dead’ devia ser sua despedida do gênero que ele criou e ele queria terminar com um filme poderoso.”


Fonte: CinePop 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Milha 81 - Livro de Stephen King será adaptado por diretor de Clinical

    
Mais uma obra de Stephen King ganhará as telonas. Dessa vez, o suspense adaptado será Milha 81. A informação é do Deadline.

A produção ficará por conta de Ross M. Dinerstein, que recentemente trabalhou em 1922, outra adaptação de Stephen King, mas para Netflix. Já a distribuição ficará com a Paradigm.

A direção fica com o jovem Alistair Legrand, conhecido por Clinical. O roteiro é do cineasta com Luke Harvis. Os dois escreveram The Diabolical juntos.


A produção está agendada para começar na primavera deste ano. O elenco ainda não foi anunciado.

Milha 81 se passa ao redor de uma distante pousada. A história segue Pete, um garoto de 12 anos, seu irmão e um grupo de estranhos que precisam fugir de uma misteriosa força.
A adaptação ainda não tem previsão de estreia.



Fonte: Observatório do Cinema

terça-feira, 26 de julho de 2016

Quando As Luzes Se Apagam - Produtor diz: Cada vez mais cineastas virão da Internet

O roteirista Eric Heisserer (à esquerda), o produtor Lawrence Grey (ao centro) e o diretor David F. Sandberg (à direita).


Para a maioria dos cinéfilos, David F. Sandberg ainda é um diretor desconhecido. O sueco se destacou na Internet com uma série de curtas-metragens de terror divulgados no YouTube, principalmente Lights Out, história assustadora em menos de 3 minutos que já foi vista por mais de 12 milhões de pessoas.

A empreitada funcionou tão bem que Sandberg chamou a atenção de grandes produtores, e foi convidado para filmar em Hollywood a versão em longa-metragem desta mesma história, com o título Quando as Luzes se Apagam. Na trama, o garotinho Martin (Gabriel Bateman) é atormentado por uma silhueta que aparece apenas no escuro. Logo, ele descobre que a irmã mais velha, Rebecca (Teresa Palmer) passou pela mesma situação anos atrás. Ao pesquisar sobre o caso, os dois descobrem que o segredo deste fenômeno se encontra na própria mãe, a depressiva Sophie (Maria Bello), e numa antiga amiga, Diana...

O AdoroCinema viajou a Los Angeles, a convite da Warner Bros. Brasil, e conversou com todo o elenco sobre o filme. Abaixo, você descobre nosso bate-papo com o diretor Eric Heisserer (A Coisa, A Hora do Pesadelo) e o produtor Lawrence Grey (Última Viagem a Vegas):



Como inovar o terror

Eric Heisserer: Acho que você precisa ter, desde o primeiro momento, personagens que despertem interesse e uma trama que aconteça paralelamente ao terror, para que você não tenha que depender demais dos sustos e, ao mesmo tempo, para que você possa enriquecer os sustos. Até porque quanto mais você se importa com esses personagens, mais você se preocupa quando eles estão em perigo.

Lawrence Grey: O que eu acho foi muito bom e muito assustador desde o momento em que começamos a desenvolver o projeto é que eu, David, James e Eric queríamos fazer algo novo e queríamos criar um monstro cinematográfico icônico, como aqueles das décadas de 70 e 80.

E.H.: Decidimos que esse monstro não poderia ser um vampiro, um demônio ou um fantasma, criaturas que já vimos várias vezes. Precisava ser um novo tipo de monstro. Criar um monstro do zero permite que você tenha novas reviravoltas.



Trabalhar com um diretor estreante

L.G.: A primeira vez de David em um set foi a primeira vez em que pisou no set do seu filme produzido pela Warner Brothers. Às vezes a gente se esquece disso. Foi incrível ver esse arco de desenvolvimento, a história de Cinderela protagonizada por esse cara específico. Na primeira em que conversei com ele, David falava muito pouco. Ele era muito reservado, acostumado a fazer tudo por conta própria. David assinava o roteiro, o som, a fotografia, os efeitos especiais... Então, eu acho que a maior surpresa para David é que em Hollywood você tem um roteirista profissional, um engenheiro de som profissional, um fotógrafo profissional...

Em certos momentos, eu vi que David estava prestes a ir em cada departamento técnico para fazer tudo por conta própria e o processo todo dele foi realmente deixar de ser um faz-tudo para se tornar o capitão do navio, o comandante. Eu acho que ele ficou realmente feliz quando tomou o controle de tudo de volta na pós-produção, quando pôde controlar tudo que queria controlar.

Eu visitei David outro dia no set de Annabelle 2 e é uma pessoa completamente diferente da que eu conheci, feliz de poder ter todo o apoio e suporte da equipe.


Descobrindo diretores pelo YouTube

L.G.: Houve uma verdadeira democratização no modo em que os talentos surgem hoje em dia. Imagine esta mesma situação quinze anos atrás: como David Sandberg poderia ter entrado na indústria? Ele teria que ter se mudado para cá [Los Angeles], ter sorte o suficiente para ter um agente, um empresário, ter sorte o suficiente para enviar cópias em VHS de seus filmes para um monte de executivos que nunca veriam o material dele... Hoje em dia alguém como David pode colocar seu trabalho na internet e 200 milhões de pessoas podem validar esse trabalho e se conectar com a experiência. Por sorte, nós já estávamos de olho nele e entramos em contato assim que possível.

Eu acho que cada vez mais cineastas virão do mundo da Internet, mas cineastas de verdade, como David, que têm uma visão muito clara, ainda são poucos. É raro alguém ser tão bom quanto David, ter o nível de visão e talento que ele tem.

E.H.: Acredito que a proporção vai ser sempre a mesma [entre os diretores comuns e os realmente talentosos], só que agora o número vai ser exponencialmente maior por causa da Internet. Se a razão era de um em um milhão antes, agora você tem bilhões de pessoas e algumas pessoas a mais que conseguem se sobressair.

L.G.: Mas também temos menos filtros. Antigamente, você precisava de alguém para dizer que acreditava o suficiente no projeto para fazer com que ele acontecesse. Agora, você só precisa colocar na Internet.

Antes de mais nada, a grande lição que podemos tirar dessa nossa situação é que David Sandberg dirigiu ótimos curtas, então o conselho que eu daria para jovens diretores é: não percam seu tempo fazendo reuniões sobre como vocês vão dirigir um projeto; peguem uma câmera, reúnam seus amigos, façam em casa mesmo e tentem criar algo interessante. Não precisa ter um grande orçamento se o seu projeto consegue criar uma experiência honesta, empolgante e interessante. Isso pode abrir muitas portas.



Um monstro sem efeitos especiais

E.H.: David estava muito acostumado a usar efeitos mecânicos porque não tinha recursos. No nosso caso, só o comportamento da silhueta do monstro já faz com que o público perceba se é uma atriz que está ali ou se foi tudo feito em um computador. Além disso, ter uma atriz como Alicia Vela-Bailey (que interpreta o monstro do filme) vestida como Diana no set e iluminada com a luz certa, ajuda a motivar o resto do elenco. Todos saímos ganhando com essa decisão.

L.G.: Essa decisão ajudou a criar uma camada de peso e autenticidade para o filme. Essa foi uma decisão que todos ajudaram a tomar e que todos toparam fazer, mas foi algo incrivelmente desafiador conforme nos aprofundamos no roteiro por causa do nível de qualidade de iluminação e de coreografia que tivemos que atingir.

No entanto, nós fizemos algumas decisões muito boas durante o processo e uma delas foi que nós não iríamos utilizar uma equipe de próteses que trabalha em The Walking Dead ou em outros filmes de terror. Nós decidimos contratar Matthew Mungle, que ganhou o Oscar pelo seu trabalho em Uma Babá Quase Perfeita, porque ele é um maquiador que trabalha com personagens humanos.

Além disso, escalamos Alicia, ao invés de usar algum elemento cenográfico comum para papéis de monstros, porque ela é uma dançarina profissional, ela faz trabalhos como dublê, realiza acrobacias e consegue se mover de uma maneira muito natural. Até o seu tipo físico ajudou. Ela tem 1,79m e 52kg, é a melhor aberração da natureza. Decisões como essa se tornaram uma verdadeira bola de neve e logo Eric e David começaram a escrever movimentos para Alicia e começamos a coreografar tudo. Capturar tudo isso, tecnicamente falando, foi um verdadeiro desafio.



Humor em filmes de terror

E.H.: O humor é uma parte essencial do terror, mas é algo que precisa ser feito com cuidado. O humor é um pequeno ingrediente que você adiciona à receita do terror enquanto está cozinhando. Meu parâmetro interno é: quantas páginas eu já escrevi sem colocar nenhuma piada e quanto horror já foi construído? Um filme de terror não é feito só de sustos, mas também de cenas onde o público se sente tenso e incomodado. É como um caldeirão fervente, muita pressão é colocada sobre o público, e uma piada, mesmo que não seja muito boa, consegue tirar uma boa risada dos espectadores porque eles estão prontos para soltar um pouco daquela tensão toda.

É uma parte importante. Isso funcionou muito bem por causa do nosso elenco.

L.G.: Uma das coisas que eu mais gosto são as camadas que estão por trás do humor no filme. Não são piadas baratas ou óbvias. Uma delas, que me marcou bastante, acontece quando Sophie diz que "fantasmas não são reais". Ou seja, você tem a personagem que trouxe tudo isso, a que está mais envolvida na situação, a que está relacionada com o monstro de Alicia e ela sequer acredita nisso tudo. O nível de ironia dessa situação é brilhante e estabelece o tom do resto do filme.

E.H.: O humor que eu mais gosto é aquele que parte de um bom comportamento. Não gosto de piadas maléficas, feitas só para insultar alguém. Isso faz com que você dê um espírito ruim para o filme e você já tem um espírito assim. Você está vendo um filme de terror. O objetivo [com o humor] é fazer o inverso, é fazer com que os personagens sejam agradáveis e que você não ria deles, mas das situações.



Fonte: Adorocinema

segunda-feira, 13 de junho de 2016

O Caseiro: Entidade sobrenatural made in Brasil



O Brasil está mesmo disposto a levar o horror à sério em 2016, gênero que ficou completamente estagnado desde a retomada do cinema nacional em 1995. 

O Caseiro, suspense protagonizado por Bruno Garcia (Lisbela e O PrisioneiroUma Loucura de Mulher), é um dos exemplares que promete mudar esse cenário:

Na trama, Davi Carvalho (Garcia), é um cético professor de psicologia e escritor que ficou famoso por causa de um livro onde explica aparições sobrenaturais através da psicanálise.

Após anos sem atender pacientes, ele decide ajudar uma de suas alunas, cuja irmã caçula, acredita-se, está sendo assombrada pelo fantasma do antigo caseiro da família, que se suicidou.

No elenco também estão Leopoldo Pacheco, Denise Weinberg e Malu Rodrigues. O longa foi dirigido por Julio Santi (diretor de produção de Que Horas Ela Volta?), também co-autor do roteiro.

O Caseiro estreia em 23 de junho.


Fonte: Getro

domingo, 12 de junho de 2016

Filmes de Terror Para o Dia Dos Namorados


Casais apaixonados costumam procurar um bom romance para assistir com seu par no Dia dos Namorados. Felizmente, fãs de filmes de terror não precisam abdicar do gênero neste data. Horror e romance andam juntos, até porque o amor pode ser muito assustador por conta própria, convenhamos. Sempre há lugar para olhares apaixonados e corações cheios de ternura, ainda que acompanhado de sustos, sangue e desmembramentos. Satisfaça sua sede de horror sem deixar de fora anseios românticos nesta lista especial para uma data tão romântica.


10. Dia dos Namorados Macabro (My Bloody Valentine, EUA 1981): Na onda dos sucessos de terror temático como Black ChristmasHalloween e Sexta-Feira 13, George Mihalka foi contratado para dirigir o primeiro terror com o tema Dia dos Namorados. Após uma grande batalha com a Associação de Cinema dos Estados Unidos, sofreu um dos cortes mais famosos do gênero e ganhou a reputação de conter uma das cenas mais sanguinolentas já censuradas de um filme. Mesmo mutilado, é um ótimo exemplar de slasher e feito sob-medida para este dia.


9. The Loved Ones (Idem, Australia 2009): Quando Lola Stone (Robin McLeavy) pede a Brent (Xavier Samuel) para ser seu par no baile de formatura do colégio, ele educadamente diz não. Grande engano. Esta mistura peculiar de A Garota de Rosa Shocking e Louca Obsessão resultou em um horror grotesco e bem humorado, que chama atenção pela sua trama bem destilada. Há poucos filmes de terror contemporâneos que realmente tem algo a dizer sobre a imprevisibilidade da natureza humana, sem mencionar a capacidade de encantar e satisfazer até o mais cansado dos fãs.


8. Sede de Sangue (Bakjwi, Coréia do Sul 2009): Dirigido por Chan-Wook Park (da Trilogia da Vingança, famosa por Old Boy), o longa carrega cada um dos traços de sua direção: é brutal, trágico, poético e artístico. Se trata de um conto de vampiros original, destes imprevisíveis e cheio de reviravoltas. Perfeito para quem gosta de histórias de amor pouco convencionais, a trama mistura romance e horror em uma belíssima fotografia.


7. Hellraiser – Renascido do Inferno(Hellraiser, EUA 1987): Algumas pessoas fazem tudo pelo ser amado. Esse é o caso da adúltera Julia (Clare Higgins) quando descobre que sangue derramado pode trazer de volta à vida seu falecido amante Frank. Clive Barker é um dos autores mais talentosos do terror e faz um excelente trabalho em dirigir seu próprio conto neste verdadeiro marco do gênero, repleto de intensidade, tanto emocional, quanto fisica. Lembrado pelo personagem Pinhead, a obra nos apresentou um dos maiores ícones do terror, mas é também uma história sobre amor, dor e prazer.


6. Pelo Amor e Pela Morte (Dellamorte Dellamore, Itália 1994): Rupert Everett interpreta um zelador de cemitério chamado Francesco Dellamorte neste longa de Michele Soavi. O terror italiano foi bastante estereotipado ao longo dos anos pela sua prodigalidade visual e este é um exemplo que foge deste território. Aqui, o foco é o diálogo, trama afiada e forte desenvolvimento dos personagens. A obra incorpora vários gêneros em um só: zumbis, gore, humor negro e, é claro, romance. Fundamental para fãs de terror de qualidade, em especial os amantes da obra de George Romero.


5. Nosferatu – O Vampiro da Noite(Nosferatu: Phantom der Nacht, Alemanha 1979): Contado por um mestre do cinema, este não é apenas um remake do clássico silencioso de FW Murnau, mas uma extensão. Werner Herzog dirige a história de Bram Stoker de forma mais direta que o original e reintroduz personagens nesta releitura do conto. O personagem-título aqui é careca, cadavérico, com as unhas compridas e duas presas na boca. Excepcionalmente vivido por Klaus Kinski, seu Conde Drácula é astuto e trágico ao alimentar a paixão por Lucy, interpretada pela bela Isabelle Adjani. A visão singular de Herzog impõe ao filme a perfeita sintonia entre a beleza e o horror.


4. Sangue de Pantera (Cat People, EUA 1942): Um casal apaixonado está com um problema fora do convencional. Irena (Simone Simon) é vítima de uma antiga maldição que a transforma em uma pantera negra quando é emocionalmente excitada. Os dois querem se casar, mas logo se torna evidente que essa maldição dificultará a relação muito mais do que poderiam prever. A principal razão pela qual a película é tão encantadora é o mistério da trama central – que aborda temas como luxúria, agressão e não ser capaz de dominar certas emoções. Ganhou um remake em 1982, mas seu suspense atmosférico continua inigualável, sendo um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos. Fãs de Hitchcock e de noir provavelmente vão apreciá-lo mais.


3. Deixa Ela Entrar (Låt Den Rätte Komma In, Suécia 2008) Oskar (Kåre Hedebrant) é um menino ​​de 12 anos que desenvolve uma paixão inocente pela sua nova vizinha, Eli (Lina Leandersson). O que vem a seguir é um conto de vingança e amor púbere, feito com direção criativa e ótimas performances do jovem par de protagonistas. Adaptado do livro best-seller de John Ajvide Lindqvist, o diretor Tomas Alfredson ousa misturar a inocência adolescente e horror em uma trama que cativa pela doçura. Trata-se de um daqueles filmes especiais que simplesmente desafiam a categorização. É mais do que um filme de terror, é uma joia do cinema sueco contemporâneo.


2. Coração Satânico (Angel Heart, EUA 1987): Altamente assustador, esta obra-prima de Alan Parker é um dos filmes mais marcantes de todos os tempos. O roteiro é de primeira linha, com uma trama que inclui misticismo, vudu e cenas intensas de amor e sexo, em uma atmosfera meticulosamente preparada, cheia de alegorias e dicas sutis. Com Robert De Niro e Mickey Rourke no elenco, é um exemplar singular do horror psicológico, a melhor opção para quem procura um suspense inteligente. Prepare-se para um final macabro, aterrador a ponto de ficar na mente por muito tempo.


1. Audition (Ôdishon, Japão 1999): Por uma boa parte, a fita nem sequer parece com terror. Ela começa quase como uma comédia romântica onde o viúvo de meia-idade Aoyama (Ryo Ishibashi) concorda com o esquema de um amigo produtor de cinema para encontrá-lo uma nova esposa: convocando mulheres para audições de filmes falsos. A ex-bailarina Asami (Eihi Shiina) é a candidata que mais chama sua atenção, mas nada poderia prepará-lo para o resultado final. Um dos mais interessantes cineastas em atividade, Takashi Miike inspirou uma geração de novos diretores pela excentricidade de sua obra, repleta de violência e anormalidades. Aqui, Miike vai muito além da violência gratuita. Mas saiba que os minutos finais são tão desconfortáveis ​​como o filme pode parecer no início.


Fonte: Getro

domingo, 28 de fevereiro de 2016

O Diabo Mora Aqui: Filme de terror nacional surpreende e arranca ovação na Mostra de Tiradentes

Aclamado no exterior, filme de horror rodado no interior de São Paulo assombra o festival


Depois de assombrar a Catalunha e o 
México, com uma evocação dos cânones do terror, O Diabo Mora Aqui, produção de R$ 200 mil rodada no interior de São Paulo, enfim trouxe seu olhar sobre a Maldade para o Brasil em uma projeção que mobilizou a 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais, na madrugada de sábado. A projeção, coroada por uma ovação popular nos minutos finais, serviu de "esquenta" para a carreira nacional deste thrillerpingando a sangue sobre o destino de dois casais jovens em um casarão colonial. 

Uma figura chamada Barão do Mel e um defunto saído da terra sedento de morte garantem tensão ao longa-metragem dirigido por Dante Vescio e Rodrigo Gasparini. Lá fora (e agora aqui) o filme vem arrebanhando elogios (e fãs) sobretudo pela fotografia de Kauê Zilli.

"No Brasil, ou o gênero de terror caminha para algo com cara de 'filme de arte', no qual o medo é abandonado em nome de um estilo, ou ele caminha para algo trash", diz Vescio. 

"Tentamos fazer algo diferente, entre essas duas vertentes, focado no horror, a partir das referências que temos", finalizou. "A proposta era tentar fazer na tela, no Brasil, aquilo que a gente gosta de ver em matéria de terror", explicou Gasparini.

Ecos do passado escravocrata brasileiro alimentam a porção fantasmagórica de O Diabo Mora Aqui, centrando-se nos rituais para a libertação de um bebê morto ao nascer e no ódio ancestral de um escravo (Sidney Santiago) vítima de humilhações nas mãos do senhor do casarão, encarnado com pelo catarinense Ivo Muller, ator que vem surpreendendo plateias no exterior desde sua aparição em Tabu (2012), do português Miguel Gomes. Ao longo de 79 minutos de viradas contínuas, o público de Tiradentes se deparou com uma nova abordagem brasileira para o gênero, mais próxima das referências de nosso folclore regional.

"Nosso esforço foi pegar um formato já conhecido - adolescentes numa casa -  e dar a ele um tratamento brasileiro, uma cor local", disse o produtor M. M. Izidoro, que levantou O Diabo Mora Aqui sem a ajuda de editais nem de incentivos públicos. "Há algo de familiar, mas exposto de uma maneira nova... nossa". 


Fonte: Omelete

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

As crianças dos filmes de terror atualmente

Como estão as crianças famosas dos filmes de terror?

Você se perguntou também? Pois bem, aí vai uma galeria, ao melhor estilo “antes e depois” de alguns dos mais famosos enfant terrible do cinema de terror, nos dias de hoje.

Harvey Stephens, o Damien Thorn de A Profecia:

Vivendo de autógrafos e consertar triciclos

Haley Joel Osment, o Cole Sear de O Sexto Sentido:

Eu vejo comida com calorias. O tempo todo.

David Dorfman, o Aidan de O Chamado:

Fazendo o cowboy

Falando em O Chamado, Daveigh Chase, a Samara:

Te conquisto em sete dias!

Miko Hughes, o Gage Creed de Cemitério Maldito:

Não é justo!

Ainda no quesito “Stephen King”, John Franklin, o Isaac de Colheita Maldita:

Bochechas de mamão macho

Drew Barrymore, a Charlie McGee de Chamas da Vingança, também do King:

Antes e depois das dorgas

Linda Blair, a Regan MacNeil de O Exorcista:

A re-re-re-repossuída

Alex Vincent, o Andy Barclay de Brinquedo Assassino:

Nunca ganhei bonecos de presente

Lisa e Louise Burns, as irmãs Grady de O Iluminado:

Venha brincar com a gente…

Will Sandin, o pequeno Michael Myers de Halloween – A Noite do Terror:

Cosplay dele mesmo

Macaulay Culkin, o Henry Evans de O Anjo Malvado

Party Monster nível HARD!

Heather O’Rourke, a Carol Anne de Poltergeist – O Fenômeno:

Desculpe, não resisti…


Fonte: 101 Horror Movies

sábado, 31 de outubro de 2015

Brinquedo Assassino: Curiosidades sobre a franquia


O primeiro filme da saga “Brinquedo Assassino” (1988) estreou há mais de 25 anos, mas é ainda hoje uma das produções de terror mais importantes da história do cinema.

Dirigido por Don Mancini, a história se concentra na vida de um serial killer procurado pela polícia, que faz um ritual de vodu e ganha vida em um boneco.

Os primeiros filmes eram muito mais assustadores do que os últimos, que foram ganhando um tom mais de comédia, como o “A Noiva de Chucky”.

Mas, ainda assim, a série de filmes sobre este boneco assassino fez parte da vida de muita gente. Veja a seguir 10 coisas que você não sabia sobre ele:


#10 Propaganda
O boneco já fez tanto sucesso, que fez até parte de uma propaganda da Visa.


#9 Inspirado nas...

... Cabbage Patch Kids, uma linha de bonecas que foi muito popular nos anos 80, nos Estados Unidos. A ideia inicial do criador Don Mancini era mostrar como o marketing influencia nas crianças e na suas escolhas de brinquedos, mas no meio do caminho ele mudou e resolveu fazer um filme de terror.


#8 Outros títulos

O primeiro nome do filme iria ser “Batteries Are Not Included” (Baterias Não Estão Inclusas, em português). Mas, Steven Spielberg estava produzindo um filme com o mesmo nome, e foi só por isso que o nome teve que ser alterado. A segunda opção foi “Blood Buddy” (Camarada de Sangue, em português) e só depois surgiu “Child's Play" ("Brinquedo Assassino", em português).


#7 Primeiro roteiro

Na versão original, Andy fazia um pacto com Chucky para que o boneco ganhasse vida toda noite e atacasse seus inimigos, especialmente a babá e a professora. A ideia de fazer o boneco como uma manifestação da raiva inconsciente do menino quando ele estivesse dormindo. A aceitação foi tão parca, que logo foi transformada em outra história.


#6 Slogan

Um dos slogans mais famosos da saga foi esse: “Quando as pessoas têm pesadelos, elas sonham com Freddy. Mas quando Freddy tem pesadelos, ele sonha com Chucky”.


#5 Bonecos protagonistas

Foram 9 bonecos que deram vida ao filme,cada um feito para um tipo de movimento. Eles eram controlados por sensores e controle remoto, tipo marionetes, por até 5 pessoas.


#4 Noiva de Chucky

Tiffany é a noiva de Chucky e a razão de ter escolhido Jennifer Tilly para interpretar a personagem é porque o papel foi criado justamente com inspiração nela. Era necessário uma atriz sexy mas com um toque de comédia, e ela foi a indicada.


#3 Quentin Tarantino

O diretor queria alguém famoso para interpretar ele mesmo e no começo, ele pensou em Tarantino para o papel. Quem acabou no filme foi o rapper Redman, que interpretou o diretor tentando fazer um filme sobre a Virgem Maria, estrelado por Jennifer Tilly.


#2 Assassinos reais

O nome real de Chucky é Charles Lee Ray, que combina o nome de três assassinos famosos. Charles Manson, responsáveis por inúmeros assassinatos, inclusive a de Sharon Tate, então esposa do cineasta Roman Polanski, que na época estava grávida; Lee Harvey Oswald, que matou o ex-presidente dos Estados Unidos John Fitzgerald Kennedy; e James Earl Grey, que matou Martin Luther King.


1. Trilogia original
Na sequência original, Chucky sempre perde uma mão antes do final. No primeiro filme, ele toma um tiro da mãe de Andy; no segundo, ele perde durante uma fuga; e, no terceiro, Andy mesmo corta a mão dele. Em “O Filho de Chucky”, a tradição é honrada, e o filho também corta a mão.


Fonte: Batanga

sábado, 12 de setembro de 2015

Vem Ai Olhos Famintos 3


Myriad Pictures anunciou hoje a produção do terceiro filme do terror Olhos Famintos.

O longa terá o retorno do diretor e roteirista original Victor SalvaBrandon Smith está de volta como o Sargento Davis Tubbs, assim como Jonathan Breck no papel do monstro Creeper.
American Zoetrope, de Francis Ford Coppola, assume novamente a produção do filme junto com Kirk Shaw e Surai Gohill via Odyssey Media, e Stan Spry via The Cartel. Kirk D’Amico via Myriad Pictures será o produtor executivo.

Olhos Famintos 3 será filmado em 2016 na cidade de Vancouver.
Na trama original, Trish (Gina Phillips) e seu irmão Darryl (Justin Long) descobrem algo horrível no porão de uma igreja abandonada. Agora, em viagem de carro de volta para casa, eles são o alvo de uma força indescritível que deseja acabar com eles de qualquer maneira.


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Cinetério: Cemitério em São Paulo sera palco de evento que exibe filmes de terror


Qual é o melhor lugar para se assistir a um filme de terror? Na sala escura do cinema? Em casa? Na sala? No quarto? Debaixo de um cobertor (para cobrir o rosto nas horas de susto)? Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê? Não! Existe um lugar mais especial - e assustador: um cemitério!

Todos os anos, o Mês da Cultura Independente (MCI) organiza o Cinetério, um evento gratuito que reúne amantes de filmes de terror e suspense dentro de um cemitério para assistirem a longas-metragens clássicos ou contemporâneos do gênero de horror. A atmosfera e o clima do lugar contribuem para uma madrugada arrepiante e inesquecível.

Pode marcar no calendário: dia 12, sábado, a partir das 22 horas, no Cemitério da Consolação (Rua da Consolação, 1660 - Consolação), na cidade de São Paulo.

Os filmes exibidos serão Amantes Eternos, a história de amor entre dois vampiros eruditos, com direito a trilha sonora ao vivo executada pelo holandês Jozef Van Wissem; o cult sueco vampiresco Deixa Ela Entrar, e o austríaco, ainda inédito, Boa noite, mamãe.

E lembre-se: é preciso ter mais de 16 anos para prestigiar o Cinetério. Os ingressos devem ser retirados devem ser retirados um dia antes, no Cine Olido (Avenida São João, 473 – Centro). Então, corre, porque a lotação máxima é de 150 pessoas.

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Fonte: Adorocinema

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Fotos que vão fazer você perder um pouco do medo de filmes de terror


É comum as pessoas acharem que os filmes de terror são equivalentes a momentos de puro sangue, pavor, pânico, sustos frequentes, assombrações aterrorizando à noite na cama e dias sem dormir. Assistir a filmes de terror não é uma prática muito requisitada pelos amantes do cinema exatamente pelo estilo forte que o tema aborda. Amados e temidos por muitos, os filmes de terror figuram entre a linha tênue de amor e ódio de quase todo mundo.

Querendo ou não, os filmes de terror são ideais para se assistir sozinho ou até mesmo juntar a galera, namorado(a) e por aí vai. 

Existem aqueles dias e momentos em que a gente está de bobeira em casa, no final de semana, sem planos de sair e aí que pinta a oportunidade, afinal, nada melhor do que assistir a um bom filme no conforto de nossa casa, não é mesmo?

A gente separou uma seleção de imagens para você que tem medo de filmes de terror contornar esse “medinho” e relaxar.

Senta aí e pega a pipoca, pois separamos 14 fotos de cenas inusitadas dos bastidores de filmes clássicos de terror e suspense. Depois de ver isso, todo aquele medo que você tinha desses filmes vai virar pura piada, vamos às imagens:


1. Hannibal Lecter no filme “O silêncio dos inocentes” comendo batata frita



2. Jack Torrance e sua dancinha inusitada no filme “O Iluminado”



3. Carrie -A estranha- se divertindo ao ser banhada com sangue de porco



4. Freddie Krueger em a  “A Hora do Pesadelo” curtindo umas músicas e fazendo zuera com a galera



5. Michael Myers, Halloween, tomando uma lata de Dr. Pepper



6. Frankenstein fazendo uma pausa para o lanchinho



7. Quint ao lado de seu parceiro de filme em “Tubarão”



8. Chucky (O brinquedo assassino) não representa nenhum perigo quando está desligado



9. A Samara em “O Chamado” não é tão assustadora como você pensa



10. Leonardo DiCaprio se divertindo com um monstrengo, nos estúdios, em Critters 3



11. O ator que interpreta o Alien(1979) descansando, de fantasia, entre as filmagens



12 – Linda Blair sendo maquiada para atuar como a garotinha possuída no filme O Exorcista(1973)



13 – Tim Curry, no papel do maligno palhaço Pennywise, em intervalo entre as filmagens do filme “It”(1990)



14. O ator Robert Eglund brincando com a máscara do vilão Freddy Kreuger em “A Hora do Pesadelo”


Foi só eu ou mais alguém achou essa última foto do Freddy sinistra, digna dos filmes?
Essa não ajudou a perder os medos não.