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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Carrie está de volta: tudo sobre a nova série de Stephen King dirigida por Mike Flanagan

 


Por Luke | Blog News


Carrie voltou! A nova série do Prime Video, comandada por Mike Flanagan, transforma o clássico de Stephen King para a era das redes sociais. Confira elenco, história, curiosidades, diferenças e nossa análise de Carrie, a Estranha.


Algumas histórias simplesmente não envelhecem.

Podemos mudar a tecnologia, os costumes, a forma como as pessoas se relacionam e até a maneira como o bullying acontece, mas determinadas histórias continuam encontrando maneiras de incomodar, assustar e, principalmente, fazer o público pensar.

É exatamente isso que acontece com Carrie.

Mais de 50 anos depois da publicação do romance que apresentou ao mundo uma das personagens mais famosas de Stephen King, Carrie White está novamente no centro das atenções.

Dessa vez, porém, ela não está em um filme.

Ela está em uma série de televisão.

E quem decidiu encarar esse desafio foi ninguém menos que Mike Flanagan, um dos principais nomes do terror contemporâneo e um diretor que já demonstrou diversas vezes sua paixão pelas obras de Stephen King.

Carrie, a Estranha chegou ao Prime Video em 7 de outubro de 2026, com uma temporada de oito episódios disponibilizada de uma só vez.

Mas será que ainda existe algo novo para contar sobre Carrie?

A resposta de Flanagan parece ser: sim. E muita coisa.




🔥 DE VOLTA À ORIGEM

Antes de falar sobre a série, precisamos voltar para 1974.

Foi naquele ano que Stephen King publicou Carrie, seu primeiro romance lançado comercialmente.

A história apresentava Carrie White, uma adolescente extremamente tímida, isolada e constantemente humilhada pelos colegas de escola.

Em casa, a situação também estava longe de ser normal.

Carrie vive sob o controle de sua mãe, Margaret White, uma mulher extremamente religiosa e repressora que transforma a própria casa em mais um ambiente de medo e culpa.

Enquanto Carrie tenta sobreviver ao ambiente escolar e familiar, começa a descobrir que possui poderes telecinéticos.

E é aí que a história deixa de ser apenas um drama adolescente.

O que começa como uma história sobre isolamento, bullying, religião e crueldade humana lentamente se transforma em uma das histórias de vingança mais conhecidas do terror.

O romance de King foi publicado em 1974 e, apenas dois anos depois, ganhou a famosa adaptação cinematográfica dirigida por Brian De Palma.

O filme de 1976, estrelado por Sissy Spacek, tornou-se um clássico e ajudou a transformar Carrie em um dos maiores ícones do horror.

Agora, em 2026, a personagem ganha uma nova interpretação.

Mas desta vez existe muito mais tempo para contar sua história.




📺 A PRIMEIRA SÉRIE DE CARRIE

Essa é uma das maiores diferenças da nova produção.

A história de Carrie já havia sido adaptada para o cinema diversas vezes, mas esta é a primeira adaptação de Carrie concebida como série de televisão.

E oito episódios mudam completamente a maneira como a narrativa pode ser explorada.

Em vez de condensar toda a história em aproximadamente duas horas, a série consegue dedicar mais tempo aos personagens, aos relacionamentos e às consequências das ações de cada um.

A temporada possui oito episódios, todos lançados simultaneamente no Prime Video.

Os capítulos são:

1. Primeiro Período

2. Língua Estrangeira

3. Estudos Sociais

4. Artes Cênicas

5. Educação Física

6. Economia Básica

7. Literatura Romântica

8. Física Avançada

Os títulos já dão uma pista de que a escola continua sendo uma peça fundamental da história.

Mas a nova versão pretende mostrar muito mais do que simplesmente a garota perseguida pelos colegas.




👩 QUEM É A NOVA CARRIE?

A protagonista é interpretada por Summer H. Howell.

E existe uma responsabilidade enorme sobre os ombros da jovem atriz.

A Carrie de Sissy Spacek tornou-se praticamente inseparável da imagem que o público possui da personagem.

Por isso, interpretar Carrie em 2026 significa enfrentar uma comparação inevitável com uma das atuações mais famosas do cinema de terror.

Mas a proposta de Summer H. Howell não é simplesmente copiar o que Spacek fez.

A nova série procura apresentar uma Carrie própria.

Uma Carrie que pertence ao mundo atual.

A produção conta que mais de 1.000 atrizes participaram do processo de seleção para o papel antes da escolha de Howell.

Ao lado dela está Samantha Sloyan, interpretando Margaret White.

Sloyan é uma colaboradora frequente de Mike Flanagan e assume uma personagem que continua sendo fundamental para entender a personalidade e os traumas de Carrie.




🎬 MIKE FLANAGAN E STEPHEN KING: UMA PARCERIA QUE JÁ DEU CERTO

Se existe alguém que parece particularmente preparado para contar uma nova versão de Carrie, esse alguém é Mike Flanagan.

O diretor construiu uma carreira fortemente ligada ao terror psicológico e às histórias sobre trauma, família, culpa, perda e pessoas atormentadas pelo próprio passado.

E ele também possui uma relação especial com Stephen King.

Flanagan já dirigiu Doutor Sono, continuação de O Iluminado, além de trabalhar em outras adaptações de obras do escritor.

Por isso, Carrie não parece apenas mais uma produção tentando aproveitar o nome de Stephen King.

Existe uma conexão artística evidente.

Flanagan entende que o terror de King raramente está apenas no monstro.

O verdadeiro horror muitas vezes está nas pessoas.

Na família.

Na escola.

Na religião.

Na solidão.

Na crueldade.

E, principalmente, na maneira como uma pessoa pode ser destruída emocionalmente antes mesmo de qualquer elemento sobrenatural aparecer.




📱 CARRIE NA ERA DAS REDES SOCIAIS

Aqui está uma das maiores diferenças da nova produção.

O mundo de Carrie mudou.

Em 1974, uma humilhação acontecia na escola e podia terminar quando o aluno voltava para casa.

Hoje não funciona mais assim.

Uma fotografia pode ser compartilhada em segundos.

Uma mensagem pode viralizar.

Uma pessoa pode ser humilhada diante de centenas ou milhares de outras pessoas sem sequer estar presente fisicamente.

O bullying ganhou uma extensão digital.

E é justamente esse cenário que a série utiliza para atualizar a história.

A nova Carrie precisa lidar com redes sociais, cyberbullying e a pressão constante da exposição pública.

Isso torna a história assustadoramente atual.

Porque o problema central de Carrie nunca foi apenas ter poderes.

O problema sempre foi o que acontece quando uma pessoa vulnerável é constantemente humilhada, isolada e levada ao limite.

A tecnologia apenas mudou a velocidade e a dimensão desse processo.




🧠 O VERDADEIRO HORROR CONTINUA SENDO HUMANO

Uma das coisas mais interessantes na proposta de Mike Flanagan é evitar transformar os personagens simplesmente em "bons" e "maus".

Carrie é vítima.

Mas os outros personagens também possuem suas próprias histórias.

Alguns praticam crueldade.

Outros tentam ajudar.

Alguns percebem tarde demais o que está acontecendo.

E alguns simplesmente escolhem não fazer nada.

Essa abordagem torna a história mais complexa.

O público não precisa apenas perguntar:

"Quem é o monstro?"

Também precisa perguntar:

"Até onde uma pessoa pode ser empurrada antes de quebrar?"

Essa talvez seja uma das razões pelas quais Carrie continua funcionando décadas depois de sua publicação.




👑 MARGARET WHITE CONTINUA SENDO FUNDAMENTAL

Se Carrie é o centro da história, Margaret White é uma das principais responsáveis pela construção da personagem.

A relação entre mãe e filha continua sendo extremamente problemática.

Margaret educa Carrie através do medo, da culpa e da religião.

Em vez de proteger a filha do mundo, acaba contribuindo para que Carrie tenha ainda mais dificuldades para compreender a própria existência.

Na nova série, essa relação ganha mais espaço graças ao formato televisivo.

E isso permite explorar uma questão importante:

Carrie nasceu com seus poderes ou foi transformada pelas circunstâncias?

A telecinese é sobrenatural.

Mas a raiva que cresce dentro dela é completamente humana.




💥 E A FAMOSA CENA DO BAILE?

É impossível falar sobre Carrie sem falar do baile.

Mesmo quem nunca assistiu ao filme de 1976 provavelmente conhece a imagem:

Carrie usando seu vestido.

O palco.

A coroa.

O sangue.

E aquele momento em que tudo muda.

A sequência do baile é uma das cenas mais famosas da história do cinema de terror.

E a nova série decidiu encarar o desafio de recriá-la.

Segundo relatos da produção, a sequência foi extremamente complexa.

Foram utilizados centenas de figurantes, efeitos especiais, fogo, sangue cenográfico e um cenário preparado para sofrer destruição.

A atriz Summer H. Howell passou vários dias gravando a sequência coberta de sangue.

O resultado é uma das grandes apostas visuais da temporada.

E aqui existe uma curiosidade interessante:

não se trata simplesmente de copiar a cena original.

A produção tenta transformar o momento em uma experiência mais longa, caótica e emocional.




🎭 UM ELENCO CHEIO DE ROSTOS CONHECIDOS

Além de Summer H. Howell e Samantha Sloyan, a série possui um elenco bastante conhecido pelos fãs de cinema e televisão.

Entre os nomes estão:

  • Siena Agudong como Sue Snell;

  • Alison Thornton como Chris Hargensen;

  • Joel Oulette como Tommy Ross;

  • Josie Totah como Tina;

  • Arthur Conti como Billy;

  • Thalia Dudek como Emaline;

  • Amber Midthunder como Miss Desjardin;

  • Matthew Lillard como Principal Grayle.

E Matthew Lillard é outro nome que chama atenção.

Conhecido principalmente por trabalhos em filmes de terror e pela franquia Pânico, Lillard parece praticamente em casa dentro do universo de Carrie.




👀 UMA PARTICIPAÇÃO SURPRESA DE MARK HAMILL

E aqui temos uma das grandes curiosidades da série.

Mark Hamill participa de Carrie em uma aparição surpresa.

O ator, famoso mundialmente por interpretar Luke Skywalker, aparece de maneira praticamente irreconhecível como um personagem que não foi divulgado antes da estreia.

A participação foi mantida em segredo justamente para preservar a surpresa.

É um daqueles casos em que descobrir o personagem antes de assistir pode diminuir um pouco a graça.

Então, se você ainda não viu a série, vale a pena guardar essa informação para depois.




🩸 CARRIE É UMA NOVA HISTÓRIA?

Não exatamente.

A série continua baseada no romance original de Stephen King.

Mas Mike Flanagan aproveita a estrutura de uma série para ampliar e atualizar a narrativa.

O resultado é mais próximo de uma reimaginação do que de uma simples reprodução do filme de 1976.

A história continua reconhecível.

Carrie continua sendo Carrie.

Margaret continua sendo Margaret.

A escola continua sendo o campo de batalha.

A telecinese continua presente.

E o baile continua sendo fundamental.

Mas o mundo ao redor delas mudou.

E é justamente aí que a nova produção tenta encontrar sua identidade.




📚 POR QUE ADAPTAR CARRIE NOVAMENTE?

Essa é uma pergunta legítima.

Afinal, por que contar novamente uma história que já possui uma adaptação clássica?

A resposta está na capacidade que boas histórias possuem de ganhar novos significados conforme o mundo muda.

Quando Stephen King escreveu Carrie, bullying, pressão social, fanatismo religioso e violência adolescente já eram temas importantes.

Em 2026, esses assuntos continuam presentes — mas ganharam novas formas.

Hoje existe:

cyberbullying.

redes sociais.

viralização.

cancelamento público.

exposição constante.

pressão psicológica digital.

A história de Carrie consegue conversar com tudo isso.

E talvez seja justamente por isso que ainda exista espaço para uma nova adaptação.




🧠 UMA HISTÓRIA SOBRE EMPATIA

Por trás de todo o sangue e da destruição, Carrie sempre foi uma história sobre empatia.

O terror funciona porque conseguimos entender a solidão da personagem.

Carrie não começa como um monstro.

Ela é uma adolescente que quer ser aceita.

Quer ter amigos.

Quer ser tratada como uma pessoa normal.

Quer entender o próprio corpo e a própria vida.

Mas é constantemente rejeitada.

A nova série reforça justamente essa dimensão.

Mike Flanagan declarou que encontrou na história temas que continuam extremamente relevantes para os adolescentes atuais.

E isso explica por que a produção decidiu atualizar a história para incluir problemas contemporâneos.




🔥 CARRIE AINDA ASSUSTA?

Essa é talvez a melhor pergunta para quem está pensando em assistir.

E a resposta depende do que você espera do terror.

Se você procura apenas sustos rápidos, talvez Carrie não seja exatamente esse tipo de produção.

O horror da personagem funciona de outra maneira.

É um terror que vai crescendo.

Primeiro vem o desconforto.

Depois a humilhação.

Depois a raiva.

Depois a sensação de que alguma coisa está prestes a acontecer.

E finalmente...

a explosão.

É uma estrutura que Stephen King já dominava no livro original.

E o formato de série permite que esse desenvolvimento seja ainda mais explorado.




⭐ NOSSA ANÁLISE

A grande vantagem de transformar Carrie em série é justamente aquilo que o cinema não conseguia oferecer na mesma proporção: tempo.

Oito episódios permitem desenvolver melhor personagens que anteriormente precisavam dividir espaço dentro de uma história relativamente curta.

E Mike Flanagan parece entender que o mais importante não é simplesmente colocar mais sangue ou mais efeitos.

É fazer o público se importar com Carrie.

Quanto mais entendemos a personagem, mais desconfortável fica observar aquilo que acontece com ela.

A atualização para a era das redes sociais também faz sentido.

Não parece uma mudança feita apenas para "modernizar" a história.

Ela conversa diretamente com o tema central da obra.

Carrie sempre foi sobre uma pessoa sendo exposta, ridicularizada e destruída diante de outras pessoas.

Hoje, isso pode acontecer diante de uma plateia muito maior.




🏆 VALE A PENA ASSISTIR?

Para os fãs de Stephen King, a resposta é praticamente obrigatória.

Para quem gosta de Mike Flanagan, também.

Mas a série pode ser interessante até mesmo para quem nunca teve contato com as versões anteriores.

Ela funciona como uma nova porta de entrada para uma das histórias mais importantes do terror.

E existe uma vantagem enorme:

os oito episódios já estão disponíveis.

Ou seja, não é preciso esperar uma semana para descobrir o que acontece no capítulo seguinte.

Quem quiser pode começar a assistir e mergulhar de uma vez nessa nova versão da história.




🎬 CARRIE: UMA VELHA HISTÓRIA EM UM MUNDO NOVO

Mais de cinco décadas depois de Stephen King apresentar Carrie White ao mundo, a personagem continua encontrando novas maneiras de voltar.

Primeiro foi o livro.

Depois veio o clássico filme de 1976.

Vieram outras adaptações.

E agora temos uma série de oito episódios.

A grande questão não é mais se Carrie ainda funciona.

Ela claramente funciona.

A verdadeira questão é:

quantas vezes uma história pode ser recontada antes de perder sua força?

A nova produção de Mike Flanagan parece apostar justamente no contrário.

Em vez de tentar apagar as versões anteriores, ela utiliza aquilo que já conhecemos para construir uma nova interpretação.

Carrie continua sendo a garota isolada.

Continua existindo a mãe extremamente religiosa.

Continua existindo o bullying.

Continua existindo a telecinese.

Continua existindo o baile.

Mas agora existe também um mundo de redes sociais, mensagens instantâneas e humilhações que podem atravessar os muros da escola.

E talvez seja exatamente isso que torne essa nova Carrie tão interessante.

Porque, no fim das contas, o mundo mudou muito desde 1974.

Mas algumas formas de crueldade...

infelizmente continuam exatamente iguais.




👑 CARRIE, A ESTRANHA — FICHA RÁPIDA

Título: Carrie, a Estranha
Título original: Carrie
Ano: 2026
Gênero: Terror / Drama / Jovem Adulto
Baseado em: Romance Carrie, de Stephen King
Showrunner: Mike Flanagan
Protagonista: Summer H. Howell
Margaret White: Samantha Sloyan
Temporada: 1ª
Episódios: 8
Estreia: 7 de outubro de 2026
Onde assistir: Prime Video
Classificação: 16 anos




📌 CURIOSIDADES

🔴 É a primeira adaptação seriada de Carrie.

🔴 A temporada possui oito episódios, todos disponibilizados simultaneamente.

🔴 Mais de mil atrizes participaram do processo de seleção para Carrie antes da escolha de Summer H. Howell.

🔴 Stephen King participa da produção como produtor executivo.

🔴 Mike Flanagan dirige quatro dos oito episódios.

🔴 A série atualiza a história para a era das redes sociais e do cyberbullying.

🔴 A famosa sequência do baile exigiu uma grande produção, com centenas de figurantes, efeitos práticos e um cenário preparado para destruição.

🔴 Mark Hamill faz uma participação surpresa na série.

🔴 2026 também marca os 50 anos do clássico filme de 1976 dirigido por Brian De Palma.




📝 CONCLUSÃO

Carrie nunca foi apenas uma história sobre uma garota com poderes sobrenaturais.

É uma história sobre bullying.

Sobre isolamento.

Sobre família.

Sobre religião.

Sobre adolescência.

Sobre crueldade.

E sobre o perigo de ignorarmos o sofrimento de alguém até que seja tarde demais.

É justamente por isso que a personagem continua relevante tantos anos depois.

Mike Flanagan agora tem a oportunidade de contar essa história com mais tempo, mais personagens e uma realidade completamente diferente daquela apresentada por Stephen King em 1974.

Se ele conseguiu transformar tudo isso em uma versão que faça justiça ao material original, teremos uma das adaptações de King mais interessantes dos últimos anos.

E, para quem gosta de terror, outubro não poderia ter começado de maneira mais apropriada.

Carrie voltou.

E talvez seja melhor pensar duas vezes antes de rir daquela garota quieta no fundo da sala.




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📚 FONTES CONSULTADAS

Amazon / Prime Video / Reuters / Variety / People / CartaCapital / O Tempo / Forbes

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

👑 CARRIE ESTÁ DE VOLTA: STEPHEN KING GANHA NOVA ADAPTAÇÃO PARA A ERA DAS REDES SOCIAIS


O clássico de terror de Stephen King retorna em uma série de oito episódios comandada por Mike Flanagan

Poucas personagens do terror são tão reconhecíveis quanto Carrie White.

Criada por Stephen King em seu primeiro romance publicado, em 1974, a adolescente tímida, isolada e constantemente humilhada ganhou uma nova dimensão na cultura pop após a adaptação cinematográfica dirigida por Brian De Palma em 1976.

Agora, quase cinco décadas depois do filme que transformou Carrie em um dos grandes ícones do horror, a personagem está novamente no centro das atenções.

Desta vez, porém, a história não chega como mais um filme.


Carrie ganha sua primeira adaptação para uma série de televisão, desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, conhecido por produções como The Haunting of Hill House, Midnight Mass e The Fall of the House of Usher.

A nova produção estreia mundialmente no Prime Video em 7 de outubro de 2026, com os oito episódios disponibilizados de uma só vez.





🩸 UMA HISTÓRIA QUE JÁ CONHECEMOS... MAS NÃO EXATAMENTE DESTA FORMA

A base continua sendo a mesma.

Carrie White é uma adolescente extremamente protegida pela mãe, Margaret White, e praticamente isolada do mundo exterior.

Depois da morte repentina de seu pai, Carrie acaba entrando em uma escola pública e precisa enfrentar um ambiente completamente diferente daquele ao qual estava acostumada.

O problema é que a escola rapidamente se transforma em um novo inferno.

Bullying, humilhações, isolamento e crueldade passam a fazer parte da rotina da garota.

E, paralelamente, Carrie começa a descobrir que possui poderes telecinéticos.

Até aqui, tudo parece familiar para quem conhece o livro ou alguma das adaptações anteriores.

A grande diferença está na maneira como Mike Flanagan transporta essa história para o mundo atual.

Na nova série, a perseguição não termina quando Carrie sai da escola.

Ela continua através das redes sociais.

Um escândalo de bullying viraliza e transforma a humilhação de Carrie em um fenômeno público, acrescentando uma dimensão contemporânea ao conflito originalmente criado por King.




📱 CARRIE NA ERA DO CYBERBULLYING

Talvez esta seja a principal atualização da nova versão.

Quando Stephen King escreveu Carrie, em 1974, não existiam smartphones, Instagram, TikTok ou grupos de mensagens.

A violência sofrida pela personagem acontecia principalmente dentro da escola e em seu círculo social.

Hoje, entretanto, uma humilhação pode ser gravada em segundos, publicada na internet e compartilhada por milhares de pessoas.

É justamente essa realidade que a série pretende explorar.

O bullying de Carrie passa a possuir uma característica muito mais permanente: ela não consegue simplesmente voltar para casa e deixar a escola para trás.

O mundo digital acompanha a personagem.

A proposta faz com que uma história escrita há mais de 50 anos seja colocada diante de uma questão bastante contemporânea: o que acontece quando a crueldade de adolescentes deixa de ficar restrita aos corredores da escola e passa a acompanhar a vítima durante 24 horas por dia?

A própria divulgação oficial da série descreve a história como uma reinvenção do clássico de King para a era das redes sociais.




🎬 MIKE FLANAGAN ASSUME O COMANDO

A escolha de Mike Flanagan para comandar Carrie chama atenção principalmente por sua relação anterior com Stephen King.

Flanagan já trabalhou com o universo do escritor em Gerald's Game, Doctor Sleep e na adaptação de The Life of Chuck.

Agora ele retorna ao material de King para trabalhar justamente com um dos romances mais importantes da carreira do escritor.

Flanagan atua como showrunner, roteirista e produtor executivo, além de dirigir quatro dos oito episódios.

Os outros quatro episódios são dirigidos por Kate Siegel, Axelle Carolyn, Kyra Sedgwick e Hiromi Kamata.

E existe uma diferença importante em relação às adaptações cinematográficas:

Uma série permite respirar.

Em vez de precisar condensar a história em aproximadamente duas horas, Flanagan possui oito episódios para desenvolver Carrie, Margaret, seus colegas de escola e toda a escalada de acontecimentos que conduz ao famoso baile.

A produção, portanto, não precisa necessariamente correr diretamente para o momento mais conhecido da história.

Ela pode mostrar como Carrie chegou até aquele ponto.




👧 QUEM É A NOVA CARRIE?

A protagonista é interpretada por Summer H. Howell.

A atriz foi escolhida depois de um processo de seleção que envolveu aproximadamente 1.500 atrizes.

A escalação é particularmente importante porque Carrie precisa funcionar em diferentes momentos da história.

Ela começa como uma jovem extremamente vulnerável, insegura e socialmente isolada.

Ao mesmo tempo, existe algo crescendo dentro dela.

Seus poderes telecinéticos tornam-se cada vez mais presentes enquanto a pressão psicológica aumenta.

A série acompanha justamente essa transformação.




👩 MARGARET WHITE CONTINUA SENDO UMA PEÇA FUNDAMENTAL

A mãe de Carrie, Margaret White, é interpretada por Samantha Sloyan.

A personagem continua sendo uma das figuras mais importantes da história.

Margaret é extremamente religiosa e exerce controle rígido sobre a filha.

Na relação entre as duas existe uma mistura de proteção, medo, repressão e violência psicológica.

A série também pretende dedicar mais espaço à personagem, aproveitando o formato televisivo para aprofundar relações que outras adaptações precisaram tratar de maneira mais rápida.




⭐ O ELENCO

Além de Summer H. Howell e Samantha Sloyan, a produção conta com:

  • Siena Agudong — Sue Snell

  • Alison Thornton — Chris Hargensen

  • Joel Oulette — Tommy Ross

  • Josie Totah — Tina

  • Arthur Conti — Billy

  • Thalia Dudek — Emaline

  • Amber Midthunder — Miss Desjardin

  • Matthew Lillard — Principal Grayle

A série também reúne diversos colaboradores habituais de Mike Flanagan, entre eles Kate Siegel, Rahul Kohli, Crystal Balint e Michael Trucco.

Matthew Lillard, conhecido principalmente pelos fãs de terror por sua participação em Scream, também chama atenção no elenco como o diretor da escola, Principal Grayle.




📖 DE VOLTA À ORIGEM

Outro ponto interessante é que a série chega justamente em um momento simbólico.

O romance Carrie foi publicado originalmente em 1974, marcando o início da carreira de Stephen King como romancista publicado.

A obra permaneceu 14 semanas na lista de mais vendidos do The New York Times e posteriormente foi traduzida para mais de 35 idiomas.

Dois anos depois, em 1976, Brian De Palma levou a história para o cinema.

O filme estrelado por Sissy Spacek e Piper Laurie tornou-se uma referência do gênero e recebeu indicações ao Oscar.

Em 2026, portanto, a nova série chega justamente no ano em que a adaptação cinematográfica original completa 50 anos.

É uma coincidência bastante apropriada para o retorno da personagem.




🔥 O QUE MIKE FLANAGAN PRETENDE FAZER DE DIFERENTE?

A grande questão não é simplesmente:

"Como contar novamente a história de Carrie?"

É:

"O que podemos acrescentar a Carrie sem destruir aquilo que tornou a história original tão importante?"

Flanagan parece ter escolhido o caminho da expansão.

A história principal permanece reconhecível, mas o mundo ao redor de Carrie é atualizado.

O bullying ganha uma dimensão digital.

Os personagens recebem mais espaço.

A relação entre Carrie e Margaret pode ser explorada com maior profundidade.

E a própria transformação da protagonista pode acontecer de maneira mais gradual.

O resultado é uma produção que tenta funcionar tanto para quem conhece o livro quanto para espectadores que estão descobrindo Carrie pela primeira vez.




🩸 O FAMOSO BAILE CONTINUA SENDO O GRANDE MOMENTO?

Essa é uma das maiores curiosidades para quem conhece a história.

O baile de formatura é, obviamente, uma das cenas mais famosas de Carrie.

É o momento em que toda a tensão acumulada durante a história chega ao limite.

A nova produção, porém, tem oito episódios para construir essa sequência.

Isso significa que o espectador poderá acompanhar muito mais detalhadamente a trajetória que conduz Carrie até aquele momento.

E isso pode tornar a famosa noite ainda mais importante.

Em vez de simplesmente apresentar o massacre como um choque visual, a série tem espaço para mostrar cada etapa da deterioração da situação.




👑 CARRIE CONTINUA SENDO UMA HISTÓRIA DE HORROR?

Sim.

Mas o horror de Carrie sempre foi maior do que seus elementos sobrenaturais.

O poder telecinético é apenas uma parte da história.

O verdadeiro terror está na combinação de:

isolamento + bullying + fanatismo + adolescência + humilhação + crueldade.

A nova versão simplesmente acrescenta outro elemento à equação:

as redes sociais.

E esse detalhe permite que uma história criada nos anos 1970 converse diretamente com uma geração que cresceu em um mundo onde uma postagem pode transformar uma situação privada em um espetáculo público.




🎃 ESTREIA PERFEITA PARA OUTUBRO

Não poderia existir época mais apropriada para o lançamento.

Carrie chega ao Prime Video em 7 de outubro de 2026, poucas semanas antes do Halloween.

E, diferentemente de várias séries que liberam um episódio por semana, a produção terá os oito episódios disponibilizados simultaneamente.

Ou seja:

quem quiser transformar o retorno de Carrie em uma verdadeira maratona de terror poderá assistir à temporada inteira de uma vez.




👀 CURIOSIDADES

🔹 É a primeira série baseada em Carrie

Embora a personagem já tenha aparecido em diferentes adaptações cinematográficas e televisivas, esta é apresentada como a primeira adaptação em formato de série do romance de Stephen King.

🔹 O elenco da protagonista foi disputado

Segundo o material oficial de Stephen King, quase 1.500 atrizes participaram do processo de seleção para interpretar Carrie.

🔹 Stephen King está envolvido

O próprio escritor atua como produtor executivo da série.

🔹 Mike Flanagan dirige metade da temporada

Dos oito episódios, Flanagan dirige quatro.

Os demais ficam sob responsabilidade de Kate Siegel, Axelle Carolyn, Kyra Sedgwick e Hiromi Kamata.

🔹 2026 marca 50 anos do filme original

A clássica adaptação de Brian De Palma chegou aos cinemas em 1976. A nova série surge exatamente cinco décadas depois.




🧠 NOSSA ANÁLISE

O maior diferencial desta nova Carrie não parece estar simplesmente em refazer cenas conhecidas.

O verdadeiro potencial está em dar mais espaço para a história respirar.

O livro de Stephen King possui personagens e conflitos que podem ser explorados muito além do famoso episódio do baile.

Com oito episódios, Mike Flanagan pode construir uma trajetória mais gradual para Carrie, mostrar melhor a relação com sua mãe e transformar o bullying em uma escalada cada vez mais difícil de interromper.

A atualização para a era das redes sociais também é uma escolha bastante natural.

A crueldade adolescente não desapareceu desde 1974. Ela apenas ganhou novas ferramentas.

E é justamente aí que a história de Carrie continua encontrando espaço no presente.

A personagem nasceu em uma época completamente diferente da nossa, mas sua experiência de exclusão, humilhação e violência social permanece reconhecível.

A diferença é que, em 2026, a escola pode acabar, mas a internet continua.




🎬 CONCLUSÃO

Depois de 50 anos do clássico de Brian De Palma, Carrie White está novamente pronta para entrar no imaginário do público.

Desta vez, entretanto, ela não está chegando apenas para repetir aquilo que já vimos.

A série de Mike Flanagan pretende revisitar a obra de Stephen King através de uma perspectiva contemporânea, utilizando o formato de oito episódios para aprofundar personagens e atualizar um dos aspectos mais importantes da história: a crueldade social.

Com Summer H. Howell como Carrie, Samantha Sloyan como Margaret, Stephen King como produtor executivo e Mike Flanagan no comando, a produção reúne nomes diretamente ligados ao terror moderno e ao universo de King.

E existe uma data marcada no calendário:

🩸 7 DE OUTUBRO DE 2026.

É quando Carrie volta.

E, desta vez, o baile acontece na era das redes sociais.


Fontes: Stephen King — página oficial de Carrie · Prime Video — Carrie · Amazon — guia oficial da série Carrie · Amazon MGM Studios — informações oficiais

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Mike Flanagan leva Stephen King aos cinemas novamente com A Vida de Chuck



Os fãs de Stephen King terão mais um grande motivo para ir aos cinemas em 2026. O filme A Vida de Chuck, nova adaptação baseada em uma obra do lendário autor de terror, está chegando às telonas com direção de Mike Flanagan — um dos cineastas mais elogiados atualmente quando o assunto é adaptar histórias de King.

Diferente das adaptações tradicionais repletas de monstros, sangue e sustos, A Vida de Chuck promete apresentar um lado mais emocional, filosófico e humano do escritor. O longa é baseado no conto “The Life of Chuck”, publicado na coletânea If It Bleeds em 2020.

Segundo a crítica internacional, o filme já vem sendo apontado como uma das adaptações mais diferentes e emocionantes já feitas a partir de uma obra de Stephen King.



Sobre o que fala A Vida de Chuck?


A história acompanha a vida de Charles “Chuck” Krantz, interpretado por Tom Hiddleston.

Mas existe um detalhe curioso: o filme é contado em ordem cronológica inversa.

A narrativa começa mostrando o fim da vida de Chuck e depois volta gradualmente para momentos importantes de sua infância e juventude, revelando como pequenas experiências moldaram quem ele se tornou.

O filme mistura: drama existencial, fantasia, emoções humanas, reflexões sobre a vida e a morte.
Segundo Mike Flanagan, essa é uma das histórias mais pessoais e emocionantes que ele já dirigiu.



Stephen King além do terror
Embora seja mundialmente conhecido como “o mestre do horror”, Stephen King também escreveu histórias extremamente emocionantes e dramáticas ao longo da carreira.

Obras como: Conta Comigo, Um Sonho de Liberdade, À Espera de um Milagre mostram que o autor vai muito além do terror sobrenatural e A Vida de Chuck parece seguir exatamente esse caminho.

O próprio Flanagan afirmou que o longa fala sobre:
“Alegria, humanidade e o significado da existência.”

A declaração foi dada durante entrevistas de divulgação do filme.



Elenco cheio de estrelas

Outro destaque do projeto é o elenco recheado de nomes conhecidos do cinema e da televisão.


Além de Tom Hiddleston, o filme também conta com: Mark Hamill, Chiwetel Ejiofor, Karen Gillan, Matthew Lillard, Jacob Tremblay.

A presença desse elenco aumentou ainda mais a expectativa em torno do longa.

 


Mike Flanagan se torna o principal nome das adaptações de Stephen King

Nos últimos anos, Mike Flanagan praticamente se transformou no principal responsável por levar o universo de Stephen King às telas.

O diretor já trabalhou em produções muito elogiadas como: Doutor Sono, Jogo Perigoso, A Queda da Casa de Usher, A Maldição da Residência Hill.

Além disso, Flanagan também está desenvolvendo: a nova série de Carrie, a aguardada adaptação de The Dark Tower, uma nova versão de O Nevoeiro.

Isso fez muitos fãs começarem a chamar o diretor de “o herdeiro cinematográfico de Stephen King”.



Uma história sobre a vida

Ao contrário das adaptações focadas em terror intenso, A Vida de Chuck aposta em algo mais emocional.

Segundo críticas iniciais divulgadas na imprensa internacional, o filme discute temas como: mortalidade, memórias, família, felicidade, significado da vida.

A proposta lembra muito o estilo de filmes dramáticos inspirados em obras do próprio King nos anos 80 e 90.

Essa abordagem mais humana pode fazer o longa conquistar até pessoas que normalmente não gostam de filmes de terror.



O “Kingverso” continua crescendo

O lançamento de A Vida de Chuck reforça como o universo criado por Stephen King continua extremamente forte em Hollywood.

Atualmente existem dezenas de projetos baseados nas obras do autor em desenvolvimento, incluindo: It: Welcome to Derry, nova adaptação de Cujo, série baseada em Fairy Tale, adaptação de Billy Summers.

O fenômeno já vem sendo chamado por fãs de “Kingverso”, devido à quantidade impressionante de adaptações acontecendo simultaneamente.



Conclusão

A Vida de Chuck promete mostrar um lado diferente de Stephen King — menos focado no medo e mais voltado para emoções humanas e reflexões sobre a existência.

Com direção de Mike Flanagan, um elenco estrelado e uma proposta emocional incomum para adaptações do autor, o filme pode acabar se tornando uma das produções mais elogiadas baseadas em obras de Stephen King nos últimos anos.

Para os fãs do escritor, a produção representa mais uma prova de que o universo criado por King continua mais vivo do que nunca.


Fontes: AdoroCinema, GamesRadar, Reddit / r/filmes e AdoroCinema

quinta-feira, 19 de março de 2026

Nova série de A Torre Negra promete corrigir erro do filme de 2017


Os fãs de Stephen King podem finalmente ter motivos para comemorar. Uma nova adaptação da saga A Torre Negra está em desenvolvimento para televisão e promete corrigir diversos problemas apontados pelos fãs na adaptação cinematográfica lançada em 2017.


O projeto está sendo desenvolvido pelo diretor Mike Flanagan, conhecido por adaptações elogiadas de obras do autor, como Doutor Sono e as séries A Maldição da Residência Hill e Missa da Meia-Noite. A expectativa é que a nova produção seja muito mais fiel aos livros e explore com profundidade o vasto universo criado por Stephen King.



🎬 O problema do filme de 2017

A primeira adaptação de A Torre Negra chegou aos cinemas em 2017, estrelada por Idris Elba como Roland Deschain e Matthew McConaughey como o Homem de Preto.


Apesar da expectativa dos fãs, o filme recebeu críticas negativas e teve desempenho apenas moderado nas bilheterias. Um dos principais problemas apontados foi a tentativa de condensar uma saga gigantesca em apenas um filme de cerca de 90 minutos.


A série de livros conta com oito volumes principais, além de conexões com diversas outras obras de Stephen King. No entanto, o filme acabou misturando elementos de vários livros ao mesmo tempo, o que resultou em uma narrativa confusa e superficial.


Críticos também apontaram que a adaptação simplificou demais os personagens e o universo da história, deixando de explorar aspectos importantes da jornada de Roland e do jovem Jake Chambers.



📚 A saga literária

Publicada ao longo de mais de três décadas, A Torre Negra é considerada uma das obras mais ambiciosas de Stephen King.


A série mistura diversos gêneros, incluindo: fantasia, faroeste, terror, ficção científica e aventura.


A história acompanha Roland Deschain, o último pistoleiro de um mundo em decadência, em sua jornada para encontrar a misteriosa Torre Negra — uma estrutura mítica que sustenta toda a realidade.


Ao longo da jornada, Roland forma um grupo de aliados conhecido como ka-tet, incluindo personagens vindos de diferentes épocas e mundos.


Os principais livros da série são:

  1. The Gunslinger (1982)
  2. The Drawing of the Three (1987)
  3. The Waste Lands (1991)
  4. Wizard and Glass (1997)
  5. Wolves of the Calla (2003)
  6. Song of Susannah (2004)
  7. The Dark Tower (2004)
  8. The Wind Through the Keyhole (2012)


Essa mistura de estilos e a enorme mitologia da série sempre foram considerados difíceis de adaptar para o cinema, o que explica por que o projeto passou décadas em desenvolvimento.



📺 A nova série de Mike Flanagan

Agora, o diretor Mike Flanagan pretende adaptar a saga de forma muito mais completa.


Segundo informações divulgadas pelo próprio diretor, o projeto está sendo planejado como:

  • Uma série com várias temporadas
  • Possivelmente filmes complementares
  • Uma narrativa fiel à ordem dos livros


A ideia é começar a história pelo primeiro volume, The Gunslinger, permitindo que o universo da saga seja apresentado gradualmente ao público.


Flanagan já declarou diversas vezes que A Torre Negra é uma de suas histórias favoritas de Stephen King, o que aumenta a expectativa dos fãs em relação ao projeto.




🎥 Stephen King apoia o projeto

Outro fator que anima os fãs é que Stephen King apoia diretamente a nova adaptação.


O autor já trabalhou com Mike Flanagan em projetos anteriores e elogiou o diretor diversas vezes por sua capacidade de adaptar suas histórias com fidelidade.


Em entrevistas, King afirmou confiar que Flanagan pode finalmente trazer uma versão digna da saga para as telas.




👑 Um dos projetos mais aguardados

Se a série realmente sair do papel nos próximos anos, ela pode se tornar uma das maiores adaptações já feitas de uma obra de Stephen King.


Com um universo complexo, personagens marcantes e uma história que atravessa diferentes mundos, A Torre Negra tem potencial para se tornar uma grande franquia televisiva, comparável a produções como Game of Thrones ou The Witcher.


Para os fãs do autor — conhecidos como “Constant Readers” — a nova série representa a chance de finalmente ver nas telas uma adaptação fiel de uma das histórias mais importantes da carreira de Stephen King.



📌 Conclusão

A nova adaptação de A Torre Negra ainda está em desenvolvimento, mas já desperta enorme expectativa entre fãs de Stephen King.


Depois da recepção morna do filme de 2017, a série comandada por Mike Flanagan pode finalmente entregar uma versão mais fiel, profunda e ambiciosa da saga.


Se o projeto seguir adiante como planejado, a jornada de Roland Deschain rumo à Torre Negra pode finalmente ganhar a adaptação épica que os fãs esperam há décadas.


Fontes: Deadline, GamesRadar, Variety, Collider e Site oficial de Stephen King

terça-feira, 17 de março de 2026

Nova série de Carrie está em desenvolvimento para streaming


Uma das histórias mais clássicas do terror está prestes a ganhar uma nova adaptação. O romance Carrie, escrito por Stephen King, será transformado em uma nova série de televisão que promete trazer uma abordagem moderna para a história da jovem com poderes telecinéticos.


O projeto está sendo desenvolvido pelo cineasta Mike Flanagan, conhecido por adaptações de obras de King como Doutor Sono e pela série A Maldição da Residência Hill.


Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a série deve ter oito episódios e está sendo planejada para plataformas de streaming, com lançamento possivelmente previsto para 2026.



Uma história clássica do terror

Publicado em 1974, Carrie foi o primeiro romance publicado de Stephen King e rapidamente se tornou um sucesso mundial. A história acompanha Carrie White, uma adolescente tímida e reprimida que sofre bullying constante na escola e vive sob a rígida influência religiosa da mãe.


Ao descobrir que possui poderes telecinéticos, Carrie acaba desencadeando uma das cenas mais marcantes da história do horror na cultura pop.


A obra já recebeu várias adaptações para o cinema, incluindo o famoso filme Carrie, dirigido por Brian De Palma, considerado um clássico do gênero.



Uma nova visão para a história

A nova série deve atualizar alguns elementos da narrativa original para dialogar com o público atual, abordando temas como bullying escolar, pressão social nas redes, fanatismo religioso e isolamento adolescente.

Se o projeto seguir o padrão das produções recentes de Mike Flanagan, os fãs podem esperar uma adaptação mais psicológica e dramática, sem perder os elementos de terror que tornaram a história famosa.


Fontes: Variety, Deadline e Hollywood Reporter

terça-feira, 10 de março de 2026

O Nevoeiro Ganhará Nova Adaptação!


 

A Warner Bros. está preparando uma nova adaptação de “O Nevoeiro” (The Mist), clássico conto de terror de Stephen King, e o projeto promete reunir novamente o autor com um dos cineastas que melhor adaptaram suas obras nos últimos anos: Mike Flanagan.


Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, Flanagan será o diretor e roteirista do novo filme, além de atuar também como produtor por meio de sua produtora Red Room Pictures, em parceria com Tyler Thompson, Gary Barber e Chris Stone, da Spyglass Media Group. A produção executiva ficará por conta de Alexandra Magistro.

A história é baseada na novela publicada originalmente em 1980, que depois foi incluída na coletânea “Tripulação de Esqueletos” (Skeleton Crew). A trama acompanha os moradores de uma pequena cidade no estado do Maine que, após uma forte tempestade, são cercados por uma neblina misteriosa. Dentro dela se escondem criaturas monstruosas e mortais. Enquanto tentam sobreviver, um grupo de pessoas se refugia dentro de um supermercado local, onde rapidamente percebem que o verdadeiro perigo não está apenas do lado de fora — o medo, o fanatismo e o colapso social começam a transformar os próprios sobreviventes em ameaça.

A obra já recebeu adaptações anteriormente. A mais famosa delas é o filme de 2007 dirigido por Frank Darabont, que se tornou cult entre os fãs do gênero, principalmente por seu final extremamente impactante e diferente do livro. Em 2017, a história também ganhou uma série de televisão, exibida por uma temporada.




Apesar das inevitáveis comparações com o longa de 2007, Mike Flanagan já afirmou que sua versão não será simplesmente um remake. Em declarações recentes, o diretor disse que admira o trabalho de Darabont e que sua nova adaptação seguirá um caminho diferente desde o início, oferecendo uma abordagem própria da história.

Flanagan se tornou um dos principais nomes quando o assunto é adaptar obras de Stephen King. Ele já dirigiu “Jogo Perigoso” (Gerald’s Game), “Doutor Sono” (Doctor Sleep) — sequência de O Iluminado — e “A Vida de Chuck” (The Life of Chuck). Além disso, o cineasta segue expandindo sua relação com o chamado “Kingverso”: ele está desenvolvendo uma minissérie de “Carrie” para o Prime Video e também trabalha em uma ambiciosa adaptação televisiva da saga “A Torre Negra”.

Até o momento, o novo “O Nevoeiro” ainda não possui elenco confirmado nem data de estreia, mas o projeto já chama atenção por reunir novamente um diretor que entende profundamente o terror psicológico de Stephen King com uma das histórias mais perturbadoras já escritas pelo autor.


✅ Fontes:
Deadline / Yahoo Entertainment
The Wrap
New Indian Express
Dread Central
GamesRadar

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

A Torre Negra Vai Virar Serie de Mike Flanagan




Produção pode ser lançada pela Amazon Prime Video


A Torre Negra irá ganhar uma nova chance de encantar os fãs em uma mídia audiovisual. A franquia de livros de Stephen King teve seus direitos adquiridos por ninguém menos que Mike Flanagan e seu parceiro de produção Trevor Macy. 



A dupla revelou recentemente a aquisição dos direitos da obra, ao mesmo tempo em que anunciou que a sua produtora Intrepid Pictures moveu seu acordo da Netflix para a Amazon Prime Video. “Antes do nosso acordo com a Amazon, adquirimos os direitos para A Torre Negra, que, se você sabe algo a meu respeito, sabe que esse projeto tem sido o meu Santo Graal por boa parte da minha vida”, declarou Flanagan.


Embora os direitos para a produção não façam parte do acordo com a Amazon, existe a possibilidade de que eles acabem abraçando a ideia e viabilizando que a série saia do papel. Mike Flanagan acrescentou: “Isso é algo que já estamos desenvolvendo por conta própria há algum tempo e estamos realmente amando o fato de que finalmente poderemos dar vida ao projeto em algum momento”. A Caveira gosta que seja feito com essa paixão mesmo!


Coincidentemente, a própria Amazon detinha os direitos sobre A Torre Negra, porém, o projeto nunca passou do piloto. A licença expirou, permitindo que Flanagan e Macy a adquirissem, antes mesmo do novo acordo ser confirmado.


Piloto, envolvimento de King e número de temporadas

Mike Flanagan já adiantou que vislumbra a sua adaptação de A Torre Negra como uma série de cinco temporadas, com direito a dois longa-metragens para complementar. O piloto já está escrito e ele já falou com o próprio Stephen King sobre seus planos — o que já é mais do que aconteceu na primeira tentativa de Hollywood adaptar essa obra, com aquele filme de 2017 com Matthew McConaughey e Idris Elba que muitos nós gostaríamos de desver.




Aliás, foi justamente esse contato que deu uma forcinha extra para que ele conseguisse os direitos. “Enviei a ele um escopo muito bem detalhado sobre o que eu queria fazer. E foi em resposta a isso que ele nos concedeu os direitos”, explicou Flanagan. 


Ele acrescentou que nem estaria envolvido em um projeto como esse se adotasse qualquer direção que representasse uma blasfêmia contra o material de Stephen King. O showrunner ainda garantiu que o escritor ofereceu todo o seu apoio ao projeto e que estava bem empolgado com o que ele e Macy querem fazer com a obra.



Finalmente uma adaptação à altura?

Com notas de 44% de audiência e 15% no tomatômetro do Rotten Tomatoes, além de um Metascore de 34, não dá para dizer que a gente tem saudades daquela versão de Hollywood de 2017 e isso até explica por que muitos duvidam que algum dia a obra receba uma adaptação à altura. Porém, o nome de Flanagan é visto com empolgação pelos fãs de suspense.


Ele não é estranho no universo de Stephen King, pois já dirigiu o longa da Netflix Jogo Perigoso, que agradou boa parte da crítica. Flanagan também dirigiu Doutor Sono, uma sequência indireta de O Iluminado que dividiu opiniões de público e de crítica, mas amargou uma bilheteria decepcionante nos cinemas.


Porém, é nas séries que Mike Flanagan mostra todo o seu poderio narrativo de lidar com o suspense e com o macabro. Suas séries A Maldição da Residência Hill, A Maldição da Mansão Bly, Missa da Meia-Noite e o recente O Clube da Meia-Noite são queridinhos dos assinantes do serviço de streaming que gostam de uns calafrios a mais.


A Maldição da Mansão Hill



Se considerarmos o conjunto da obra de Flanagan até aqui, a veneração que ele tem pela obra de Stephen King e a sua experiência com o terror, tudo conspira a seu favor. Por mais que ele próprio afirme ser fã de carteirinha de A Torre Negra, ainda é um criador talentoso que está disposto a fazer mudanças necessárias. 


Flanagan sabe o que os fãs, assim como ele, entendem como uma adaptação decente. Com o tempo dedicado a uma série, ele terá espaço suficiente para explicar quem são o Pistoleiro, o Homem de Preto, a Torre Negra, o Macroverso e todo resto. A Caveira está empolgada e com os dedinhos ossudos cruzados para que esse projeto logo chegue às nossas telinhas. E você?


Fonte: Darkside Blog

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Doutor Sono - Sequência de O Iluminado encerra suas filmagens

Filme é baseado no livro homônimo de Stephen King


O diretor Mike Flanagan revelou em uma postagem no Facebook que as gravações de Doutor Sono, a sequência de O Iluminado, foram finalizadas!

“As gravações de Doutor Sono foram finalizadas! Tem sido uma experiência longa, doida e verdadeiramente única. Eu li o livro assim que ele foi lançado em 2013 e fiquei fascinando e tocado pela história épica de Dan Torrance e Abra Stone, mas eu nunca imaginei que eu seria a pessoa que o levaria para as telonas. Tem sido uma honra passar os últimos cinco meses com essa equipe e elenco incríveis e ter sido o escolhido para esse projeto extraordinário. Um dos pontos mais importantes da minha carreira, sem dúvidas. Brilhem, pessoal. Brilhem.”

O longa será inspirado no livro de mesmo nome, lançado por Stephen King em 2013.

A trama, ambientada décadas depois de O Iluminado, acompanha Danny Torrance ainda traumatizado pelos terríveis eventos que aconteceram no Hotel Overlook e tentando enfrentar seus demônios pessoais. Ewan McGregor (Star Wars) viverá Danny no filme.
Doutor Sono está previsto para estrear em 24 de janeiro de 2020.


Fonte: Jovem Nerd

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Doutor Sono | Sequência de O Iluminado terá Mike Flanagan como diretor

Filme acompanha Danny Torrance, já adulto


O diretor Mike Flanagan, de Jogo Perigoso, comandará Doutor Sono, a sequência de O Iluminado, de acordo com o Hollywood Reporter. Adaptando obra homônima de Stephen King, longa acompanhará Danny Torrance já adulto, que continua traumatizado pelos acontecimentos no Overlook Hotel.

No Brasil, Doutor Sono foi publicado no Brasil em 2014. Ainda não há data prevista para o lançamento do longa.


Fonte: Omelete