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quarta-feira, 5 de abril de 2023

Street Fighter ganhará novas adaptações para TV e Cinema


A Legendary Entertainment adquiriu os direitos para produzir filmes e séries para TV baseados na franquia Street Fighter e deixa a dúvida: será que agora vai?



De acordo com o site Dealine (e confirmado pela produtora), a Legendary Entertainment adquiriu os direitos para transformar a franquia Street Fighter tanto em filmes live-action, quanto em séries para TV. E o que pode deixar alguns fãs mais empolgados é a informação de que a própria Capcom estará envolvida em todos os projetos.


Mesmo com a desenvolvedora japonesa tendo permitido que a marca Resident Evil fosse transformada em filmes e uma série de gosto bastante duvidoso, é sempre positivo saber que os criadores da franquia participarão de uma adaptação. Além disso, os últimos anos mostraram que Hollywood tem tratado melhor essa transição dos games para o cinema, o que nos dá um pouco mais de esperança de que dessa vez Ken, Ryu e cia estarão em boas mãos.



O que ajuda a reforçar essa esperança é o passado da Legendary Entertainment. Com várias produções extremamente bem-sucedidas em seu portfólio, é de se imaginar que o estúdio investirá pesado nessas produções, incluindo aí bons roteiristas e uma equipe técnica competente. Só para citar algumas das suas produções que foram baseadas em marcas estabelecidas, podemos ficar com a trilogia Batman dirigida por Christopher Nolan, Watchmen: O Filme, Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos e Pokémon: Detetive Pikachu.


Ou seja, estamos falando de uma empresa habituada a lidar com a transição entre mídias e que não deverá ter maiores problemas para transformar o Street Fighter em um sucesso, seja no cinema, seja na TV. Isso quer dizer que um filme ou uma série serão bons? Obviamente não, mas quero dar meu voto de confiança a quem estiver envolvido nesses projetos e torcer para que consigam entregar algo de qualidade.




E por falar naqueles que terão a difícil tarefa de agradar os fãs de uma propriedade intelectual tão antiga e adorada... Infelizmente nada foi dito sobre as pessoas que participarão desta produção, o que junto do orçamento disponível sempre é motivo de preocupação.


Portanto, até que maiores detalhes desses projetos sejam revelados, nos resta especular se será a Legendary Entertainment a responsável por limpar o nome da franquia no cinema. Caso não lembre, além do filme produzido pela Universal e que foi estrelado por Jean-Claude Van Damme, Raul Julia e Kylie Minogue, em 2009 a 20th Century Fox colocou outra bomba no mercado, o igualmente péssimo Street Fighter: A Lenda de Chun-Li.


Mas se os grandes estúdios sempre tiveram dificuldade em aproveitar os personagens da franquia, foi um fã o responsável por criar as melhores versões dos jogos usando atores reais. Mostrando muito talento e conhecimento daquele universo, Joey Ansah conquistou muito admiradores com os curtas Street Fighter: Legacy, Street Fighter: Assassin's Fist e Street Fighter: Resurrection. Talvez a Legendary consiga aproveitar algumas ideias implementadas por ele.



De qualquer forma, a Capcom ter cedido agora os direitos para novas adaptações não parece ser algo aleatório. Nos últimos anos vimos diversos jogos saltando para o cinema ou para a TV, com os resultados sendo muito melhores do que acontecia nas décadas de 80 e 90. Dos filmes do Sonic até a série The Last of Us, até mesmo o Mortal Kombat ganhou um filme em 2021 que, se não era excelente, ao menos divertiu. No entanto, ao mesmo tempo em que esses sucessos servem para nos deixar empolgados, será que eles também jogam uma maior pressão sobre o novo Street Fighter?


Enfim, ainda precisamos considerar que está previsto para junho o lançamento do próximo capítulo da série, o promissor Street Fighter 6. A Capcom e a Legendary Entertainment certamente estão de olho para fazer com que o jogo aumente o interesse do público, mesmo com o lançamento do filme e da possível série provavelmente ainda estando bem longe.



Fonte: MeioBit

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Street Fighter II será relançado em cartucho


Edição limitada é comemoração aos 30 anos da série 'Street Fighter'. Serão fabricadas apenas 5,5 mil cópias.



Capcom vai relançar 'Street Fighter II' em um cartucho de Super Nintendo (Foto: Divulgação)

Em comemoração aos 30 anos da série "Street Fighter", o clássico "Street Fighter II" será relançado em sua versão de cartucho de Super Nintendo. A edição é limitada e serão fabricadas apenas 5,5 mil cópias do jogo – 4,5 mil na cor vermelha, mesma da faixa de Ryu; e 1 mil em um "verde Blanka" que brilha no escuro. A distribuição das cores é aleatória.

Além do game em si, que funciona normalmente em um Super Nintendo, a edição virá com um manual de instruções de luxo e uma embalagem que se desdobra em três para formar algumas das ilustrações mais tradicionais do jogo de luta.

A reedição de "Street Fighter II" para o Super Nintendo está em pré-venda por US$ 100 (cerca de R$ 340). O lançamento está previsto para novembro de 2017. Veja mais aqui.


Embalagem de reedição limitada de 'Street Fighter II' para Super Nintendo se desdobra em três para formar imagem (Foto: Divulgação)


Cartucho de 'Street Fighter II' na cor 'verde Blanka' que brilha no escuro (Foto: Divulgação)


Fonte: G1

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Street Fighter V

LEVANTE-SE

A lendária franquia de luta retorna com STREET FIGHTER® V! Visuais incríveis retratam a próxima geração de guerreiros mundiais com detalhes sem precedentes, enquanto mecânicas de batalha empolgantes e acessíveis trazem diversão de luta sem fim para tanto iniciantes como veteranos curtirem. Desafie seus amigos online, ou compita pela fama e pela glória na Capcom Pro Tour.

Street Fighter V será lançado exclusivamente para “PlayStation 4” e PC. Através de uma parceria estratégica entre a Sony Computer Entertainment Inc. e a Capcom, a experiência de próxima geração de Street Fighter oferecerá jogabilidade entre plataformas, unindo fãs em uma base de jogadores centralizada pela primeira vez na história. O caminho para a grandiosidade começa aqui: Levante-se!


Confira o Trailer:




Fonte: Street Fighter BR

sábado, 25 de julho de 2015

As Maiores Curiosidades Sobre Street Fighter

Street Fighter é a famosa franquia de games de luta da Capcom, onde os jogadores controlam lutadores de diversas partes do mundo, cada um com habilidades especiais. O primeiro game da série foi lançado em 1987 no Japão, contendo agora uma coletânea de diversos jogos. Conheça agora algumas curiosidades sobre esta série que com certeza faz parte da vida da maioria dos gamers.




Troca de nomes

Uma troca de nomes ocorreu na época do Street Fighter 2. Foram criados vários personagens, entre eles um lutador espanhol mascarado chamado Balrog, um General que comandava a organização criminosa Shadaloo chamado de Vega e um lutador de boxe, o M. Bison.


Pelo fato do lutador de boxe, além de possui um nome parecido, se assemelhar ao antigo campeão Mike Tyson, o pessoal da Capcom, com medo de um possível processo contra a empresa, optou por uma troca de nomes quando o jogo chegou aos Estados Unidos. 

Assim, até hoje, o temível general ficou conhecido como M. Bison, o lutador mascarado de Vega e o boxeador de Balrog.



Morte de M. Bison pelas mãos de Akuma

A maioria dos jogadores podem não perceber que o grande mestre Akuma estava na versão de Street Fighter 2. Em Super Street Fighter II Turbo, a quinta geração da série em Arcade, Akuma aparece antes da luta final contra o chefão M. Bison. Antes que o jogador possa desafiar o General de capa, Akuma acaba o obliterando, levando ao jogador a ter que desafiá-lo.


Caso não tenha certeza que a morte de Bison é verídica na série, este momento acabou sendo estendido no mangá, onde Akuma usa sua técnica proibida para matar o chefão. Porém, este não é o fim de Bison. No próximo jogo da série, Super Street Fighter IV, M. Bison volta com tudo. Como? Segundo o mangá, Bison possui vários corpos nos quais pode reviver a si mesmo.



Fogo imaginário

Dhalsim é um mestre de Yoga que lança bolas de fogo pela boca. Verdade. Porém, você sabia que o fogo que sai do nosso guerreiro elástico indiano é apenas ilusório? A Capcom já deu inúmeras explicações para sua habilidade de cuspir fogo, que vão desde ao seu amor por curry para o fato dele adorar ao deus hindu do fogo, Agni.


O mangá da série, além da versão Street Fighter IV lançam estes conceitos, em vez dos antiquados jogos mentais. Nos quadrinhos, Dhalsim menciona que seu fogo é uma ilusão mental que queima apenas aqueles que realmente acreditam que não serão queimados pelo fogo. Ele também faz referencia à este fato em uma citação após vencer sua luta contra Hakan, o lutador oleoso turco, quando diz para não se preocupar em ser queimado por uma ilusão.



Uma questão de áudio

Devido à um áudio ruim, falta de dublagem em inglês e caixas de som bastante abafadas (quem pegou a época do Arcade em alta sabe o que estou falando), era complicado entender o que os personagens falavam quando davam os golpes.


Dessa forma, era comum entender algo muito diferente do que eles falavam. Assim nasceu o famoso “Ataque das Corujas” (do original Tatsumaki Senpuu Kyaku), Tiger Robocop (do original Tiger Uppercut), Açexy Full (do original Sonic Boom), Cuz-cuz (do original Headbutt), Macumba Vai (do original Yoga Fire) e por aí vai.



O mistério sobre Abel

O mercenário francês Abel, foi uma nova adição para a história da franquia com Street Fighter IV. O personagem sofre de amnésia, não tendo ciência do seu passado, e possui o objetivo de chegar ao fundo da S.I.N e dos planos de Seth enquanto trabalhava com Guile.


Ao final de sua história, Abel acaba tendo uma forte pista de uma conexão de sua existência com a de Seth. Isto é mostrado mais adiante, pois possui alguns movimentos no game que se 
assemelham muito ao de Seth.

Em Street Fighter X Tekken, é confirmado que Abel é uma das muitas cópias robótica de Seth, criados por M. Bison, em uma tentativa de achar um corpo indestrutível para colocar sua alma. Contudo, Abel foi perdido durante uma ataque á Shadaloo, e continua achando que é humano após perder sua memória.



O tapa olho de Sagat

No primeiro game da série, Sagat não tinha sua famosa cicatriz no peito. Esta foi dada carinhosamente por Ryu, ao desferir um poderoso Shoryuken na luta final de Street Fighter, no qual o lutador de Muay Thai era o último chefe.


Já seu característico tapa-olho, com ele desde o primeiro jogo da série, foi dado pelo pai de Dan, Go Hibiki, quando este arranca fora o olho de Sagat com um golpe. Porém o gigante lutador tem sua vingança e acaba matando Go depois.



Sistema de combos acidental

O que talvez poucos saibam é que o sistema inicial de combos era na verdade um Bug. Nele, os jogadores podiam colocar um movimento por cima de um outro movimento. Ou seja, personagens como Honda e Chun-Li podiam fazer diversos danos em um golpe só.


Primeiramente, os produtores acharam que essa combinação de golpes seria ruim e quiseram fazer com que o segundo golpe errasse o alvo. Porém, o chefe da equipe de programadores achou essa solução pior. Ou seja, melhor sair de perto quando eles começarem a bater.



Histórias conectadas

As franquias Final Fight e Street Figher acontecem no mesmo mundo, com personagens conectados com as duas histórias. Guy, por exemplo, é amigo de infância de Ryu e Ken, na qual foi morar em Metro City, onde seu prefeito, o lutador Haggar, estava em guerra com as gangues locais.


Depois de salvar a filha do prefeito no primeiro game e derrotar a gangue Skull Cross, o herói é avisado sobre um mal maior, que assolava o mundo. Nessa hora, Guy resolve ajudar na luta contra gigantesca organização criminosa, Shadaloo.



Além das mensagens motivacionais

Era normal que algumas mensagens motivacionais aparecessem quando o jogador perdesse. Mas na verdade, estas mensagens eram dicas sobre o próprio jogo. Quando se lia “Não desista antes do fim”, na verdade, o que era realmente passado era para que os jogadores não desistissem mesmo quando sua vida estiver baixa, pois os personagens ficavam mais fortes quando isto acontecia.


Ou seja, seus golpes ficavam mais potentes, mais rápidos e com maior alcance. Porém, a mensagem era encarada apenas como um motivacional, deixando de lado a preciosa dica.



Os crânios de Dhalsim



O lutador indiano possui um colar com três crânios humano que carrega consigo nas lutas. Esses crânios não são de inimigos derrotados, mas sim de crianças de seu vilarejo que morreram devido à uma horrível praga que assolou seu vilarejo. O lutador então as usa como uma forma de homenagem e de protesto contra a fome e a doença de seu país.


Fonte: TechTudo