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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Metroid - Curiosidades de uma das Maiores Sagas da Nintendo

Desenvolvedores preguiçosos, motor de moto e até o jogador de futebol Pelé estão entre as curiosidades da franquia Metroid

Metroid é a famosa franquia de jogos de plataforma da Nintendo que estreou em 1986 no NES. O jogo é centrado em Samus Aran, uma caçadora de recompensas que vive em um universo futurístico e precisa enfrentar diversos inimigos. O Metroid reúne histórias curiosas como, por exemplo, o nome Samus que foi inspirado em Pelé. Quer saber mais? O TechTudo reuniu as melhores curiosidades sobre a protagonista e a série nesta lista.
 

Personagem feminina

Samus Aran foi uma das primeiras personagens femininas a ter papel principal nos games. Lançado para NES em uma época em que a maioria dos protagonistas eram masculinos, o primeiro título da franquia conquistou o público e criou uma legião de fãs – não apenas do jogo mas também da própria Samus.

Conheça curiosidades sobre a franquia Metroid (Foto: Reprodução/Moby Games)

Dependendo do país, o manual do primeiro jogo da franquia não se referia à Samus pelo sexo feminino, pelo contrário, explicitava que a protagonista era um homem. Os jogadores apenas descobriam que ela era uma mulher no final do game, ou ao digitar o password “JUSTIN BAILEY”.

Metroid: era possível jogar com a Samus sem armadura (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

Vai ter gambiarra sim!

Provavelmente você já ouviu falar na Morphball, a habilidade de Samus se tornar uma esfera e atravessar terrenos mais estreitos. O que talvez não saiba é que tal característica foi criada a partir de um problema comum que havia na época, a limitação de hardware dos consoles. 

O NES tinha uma capacidade de processamento muito fraca, o que impediu uma animação de Samus rastejando. Para contornar a situação, os programadores decidiram transformá-la em uma simples esfera, o que resolveu o problema e criou uma das mais marcantes características da caçadora.

Metroid: a capacidade de Samus de se transformar em uma esfera foi uma alternativa dos programadores (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

E seu nome será Samus... Pelé?

Talvez um dos fatos mais inacreditáveis da franquia Metroid é a do nome de Samus Aran ter sido baseado em ninguém menos que o famoso jogador Pelé. Hiroji Kiyotake – designer original da Samus – e Yoshio Sakamoto - co-criador da série – disseram durante uma entrevista a revista japonesa Nintendo Dream que queria um nome diferente para a protagonista. Segundo Kiyotake, a pronuncia do nome Edson Arantes do Nascimento assemelhava-se ao nome de Samus Aran. Sakamoto, durante a entrevista, brincou dizendo que a única semelhança com o nome era o “Aran”, de Arantes.

Metroid: o nome de Samus Aran foi inspirado em Edson Arantes do Nascimento, o Pelé (Foto: Reprodução/Whoateallthepies)

Todavia, as referências não acabam por ai. O planeta SR388, onde os Metroids foram descobertos, é baseado em uma série de motores da marca Yamaha. Outro curioso fato é dado a criação do nome de Metroid, onde Sakamoto e Kiyotake revelaram que era uma mistura de “Android” com “Metrô”.



Referências ao filme Alien

Metroid também é marcado por uma série de easter eggs e referências ao filme Alien, obra de sucesso criada por Ridley Scott, em 1979A começar pelo fato de ambas as protagonistas serem mulheres, a série de videogames faz outras singelas homenagens ao clássico filme. Uma delas é o vilão Ridley, que no primeiro game é um mini-chefe, mas que nos títulos seguintes torna-se um poderoso antagonista.

Metroid: Ridley, um dos mais famosos vilões do jogo, foi baseado em Ridley Scott, diretor do filme Alien (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

Outra referência aparece no final do jogo. Em Alien, a personagem Ripley consegue, com dificuldades, fugir de Nostromo enquanto a nave está explodindo; na obra da Nintendo, Samus Aran precisa fugir das instalações de Tourian enquanto o local é destruído. E não vamos nos esquecer da Chozo Statue, estátua cujo a silhueta lembra muito os engenheiros do filme de Ridley Scott.



Samus mais “a vontade” 

Os jogadores apenas descobriam que Samus era uma mulher após digitar a senha secreta ou ao encerrar o jogo. Quanto melhor fosse o desempenho do jogador durante a campanha, menos roupa a caçadora de recompensas teria na tela de créditos.

Metroid: dependendo do desempenho do jogador, Samus aparecia com menos roupa no final do jogo (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

Em um dos finais, Samus aparecia apenas sem seu elmo e, dependendo do ponto de vista, poderia ser confundida com um homem de cabelos longos. Caso o jogador completasse o game em até três horas, ela aparecia usando um maiô rosa e acenava durante alguns segundos. Não obstante, se o jogador zerasse o título em menos de uma hora, Samus apareceria com apenas um biquíni e botas.

A propósito, o código “JUSTIN BAILEY”, que te faz jogar com a personagem sem armadura, foi implementado apenas na versão americana do jogo, junto com o sistema de passwords. Os japoneses e europeus inicialmente não tiveram este recurso, só conseguiram usufruir anos mais tarde.



Menos de 5 MB

Quando lançado, Super Metroid transformou-se no maior jogo para Super Nintendo até então. O título tem “gigantesco” tamanho de 3 MB. Os maiores jogos de SNES ocupavam, juntos, 16 MB de espaço.

Metroid Prime: o vilão Kraid quase foi incluído no jogo (Foto: Divulgação)



Kraid quase aparece em Metroid Prime

O famoso vilão Kraid, embora não apareça em Metroid Prime, surgiu em imagens de divulgação durante seu desenvolvimento. As fotos mostram Kraid bem modelado em 3D e com algumas modificações, como a inclusão de um capacete em vez dos três olhos vermelhos.

Metroid Prime: jogo inicialmente foi projetado para ser em terceira pessoa (Foto: Reprodução/Wired)

Segundo Gene Kohler, um dos artistas envolvidos no desenvolvimento de Metroid Prime, as animações e modelagem de Kraid estavam prontas – porém, devido ao prazo de produção, não houve tempo suficiente para desenvolver uma boss battle, batalha contra chefão. Como a equipe não considerava o personagem obrigatório para o andamento do game, ele ficou de fora.



Metroid Prime seria em terceira pessoa

A série Metroid Prime foi inicialmente projetada para ser jogada em terceira pessoa. A ideia traria Samus jogável em 3D pela primeira vez nos videogames – exceto pela participação em Super Smash Bros. No entanto, a equipe da Retro Studios teve muita dificuldade para implementar uma nova mecânica para a franquia. Por fim, Shigeru Miyamoto propôs um jogo em primeira pessoa, o que tornou-se o conceito base da série.



Fonte: TechTudo

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Nintendo processa dois sites que distribuíam emuladores e ROMs


A Nintendo está abrindo processos contra dois sites de emuladores e ROMs.

Os sites de ROMs e emuladores são inúmeros, mas a empresa resolveu tomar ações judiciais contra dois deles. O motivo que levou a Nintendo a processar os sites LoveROMs e LoveRETRO é o seguinte:

O site LoveROMs, sozinho, recebe mais de 17 milhões de visitas por mês. Esses visitantes são atraídos pela disponibilidade de cópias gratuitas e não-autorizadas de jogos da Nintendo e outras propriedades intelectuais valiosas.

O processo também menciona doações de dinheiro para manter os sites funcionando.



O LoveROMs deletou todos jogos da Nintendo de seu catálogo e o LoveRETRO está fora do ar. A empresa está cobrando US$ 150 mil, aproximadamente R$ 600 mil, para cada jogo que estava nas plataformas, além de US$ 2 milhões para cada infração de trademark.





Fonte: Jovem Nerd

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

8 Jogos da Nintendo que merecem um Remake

Como você bem sabe, a Nintendo é dona de algumas da maiores franquias dos games de todos os tempos. Muitos desses jogos e personagens retornam em games novos, mas e quanto aqueles jogos que ficaram no passado, em consoles que não tivemos?

Pensando nisso, o IGN Brasil reuniu oito games lançados para os consoles Nintendo que gostaríamos de jogar de novo (de preferência no Switch) na forma de uma remasterização ou de um remake.


1. F-Zero GX

Não dá para ficar satisfeito apenas com as duas pistas da série em Mario Kart 8. Queremos poder pilotar carros em velocidades supersônicas com loopings e muito mais el alta definição e a 60 quadros por segundo. Assim, teremos um belo remake.


2. Zelda : A Link to the Past

Considerado um dos melhores jogos da série, podíamos ver um remake em 3D, nos moldes de Breath of the Wild. Seria bem interessante poder ver aquele mundo e as mecânicas de jogo em uma nova perspectiva mais imersiva. Se for pedir demais, um game em pixels, mas adaptado para as novas telas.


3. Earthbound

O amado RPG tem súplicas diárias à Nintendo para que ele volte. Mas já que não volta, uma releitura visual cairia bem, ou até algo em 3D com muitos locais para explorar. Já pensou?


4. Super Mario Galaxy

Um dos melhores games da série Super Mario lançados antes de Odyssey. Seria muito legal podermos explorar toda a galáxia mais uma vez no Switch em um remaster FullHD rodando a 60 quadros por segundo. Ainda, com os Joy-cons, poderíamos continuar capturando as estrelas com os controles de movimento e muito mais. Já pensou em uma coletânea remasterizada com os dois games?


5. Pilot Wings

Você pode fazer quase tudo o que poderia fazer em Pilot Wings em jogos como GTA Online -- e até melhor. Mas o que a gente quer é poder saltar de novo de para-quedas, voar de asa delta e até controlar um jetpack em 3D no Switch. Está valendo também uma remasterização da versão de 3DS.


6. Pokémon Stadium

Eu não precisaria de mais do que uma versão remasterizada ou remake deste game, desde que eu possa usar meus Pokémon da versão de 3DS (ou até de Pokemon Go, quem sabe) para ser feliz. Felizes são aqueles que tiveram esse game para o Nintendo 64 e usavam um adaptador para colocar seus monstrinhos do Game Boy para lutar contra os dos amigos durantes longas tardes. Está mais do que na hora dessa série voltar e o Switch é uma boa opção.


7. Banjo-Kazooie

Esse é mais difícil de acontecer porque a Rare agora é da Microsoft, mas não custa sonhar em jogar com a dupla inusitada dos games com visual renovado e mais quebra-cabeças.


8. Luigi's Mansion

Mesmo com um novo game para o 3DS, o que queremos é jogar com o Luigi medroso em uma mansão cheia de fantasmas e usar um aspirador de pó para dar conta deles. E queremos no Switch, com opção de controles de movimento e pode ser também um remaster dos dois jogos em um pacote só.
Algum game que faltou nessa lista na sua opinião? Então conte para a gente nos comentários.

Fonte: IGN Brasil

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Desenvolvimento do Resident Evil começou no SNES


Ao longo dos anos vimos muitos jogos bons sendo criados, mas poucos foram aqueles que puderam se orgulhar por serem excepcionais e até terem mudado a indústria. O Resident Evil é um destes casos. O que nem todos sabem no entanto é que por pouco aquele jogo não acabou sendo bem diferente do que recebemos em 1996.

Quem revelou detalhes sobre a produção foi Koji Oda, que atuará como diretor do Mega Man 11 e entrou para a Capcom em 1991 para trabalhar com jogos como o Super Ghouls ‘n’ Ghosts e The Magical Quest Starring Mickey Mouse. Algum tempo depois ele passou a fazer parte de um projeto que serviria como sucessor espiritual do jogo Sweet Home, para NES e o que aconteceu foi o seguinte:
Honestamente, sinto que entrei para a indústria de games no melhor momento. Normalmente os jogos levavam meio ano e não mais do que um ano para serem desenvolvidos, então sinto que fui capaz de fazer parte de vários projetos diferentes. Isso não é muito conhecido, mas antes de o Resident Evil ir para o PlayStation, eu estive trabalhando nele para o Super NES.

Isso foi antes de o nome Resident Evil ter sido designado. O codinome para ele era literalmente apenas ‘horror game.’ No SNES estávamos trabalhando com um limitado espaço de disco, então não era como se pudéssemos colocar um filme lá. Se tivéssemos completado o jogo no SNES, tenho certeza de que teria sido bem diferente. Por exemplo, originalmente ele seria situado num lugar que não tinha nada a ver com a realidade — era mais um lugar infernal.

Para dizer a verdade, nem consigo imaginar como poderia ter sido um Resident Evil para o Super Nintendo, mas me parece óbvio que de fato ele não seria nada parecido com o que clássico que, embora não seja o criador do gênero survival horror, certamente foi o que consolidou o estilo e depois acabou servindo de inspiração para muitos outros títulos.

Isso me faz pensar em tantos projetos que foram adiados diversas vezes, mudaram de geração e mesmo assim acabaram não dando muito certo. Pelo menos com o Resident Evil a escolha por parte da Capcom mostrou-se acertada.


Fonte: MeioBit.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Games: Super Mix Kart


Hoje trago a análise de uma Hack ROM de SMK feita pelo ROM Hacker Elias Papp. A ROM se chama: Super Mix Kart.
Com um nome desses vocês já devem esperar que ele tenha criado um game com uma grande mistura de coisas, Um Verdadeiro Mix.

A Hack está 86% Finalizada, por esse motivo encontrei vários erros e Bugs na jogatina que vocês podem verificar pela Gameplay, dentre elas temos:

- Algumas pistas, a CPU não entende a direção correta da corrida.
Os Sprites dos personagens que sofreram alteração estão bugados e se alteram no meio da corrida.

Começando pelos personagens temos:

Mario - Tux (Super Tux Kart)
Luigi - Eviltux 0.6 (Super Tux Kart 0.6)
Peach - Peach (Novas Cores):
Yoshi - Boshi (SMRPG, NicktendoDS)
Bowser - Carro (Transformers)
DK Jr. - Wario
Koopa Troopa - O Criador da Hack
Toad - Waluigi (Mario Tennis 64).


Diversos:

Pistas:

Qualify Cup:
  1. Waluigi's Circuit (Criado por Elias):
  2. Classic Racetrack (Super Tux Kart 0.2-0.5):
  3. Bowser Castle com Roo's Tubes de Crash Team Racing
  4. Classic Tux Tollway (Super Tux Kart 0.2-0.5):
  5. Stream Stripe Stadium (Boshi's 1st Track):

Driver Cup:
  1. Slide Coliseum (Crash Team Racing):
  2. Royal Raceway (Mario Kart 64):
  3. Sub Sea (Super Tux Kart 0.2-0.5):
  4. Wario Stadium (Mario Kart 64):
  5. Around the Lighthouse (Super Tux Kart):

Artillery Cup:
  1. Racetrack (Super Tux Kart 0.6):
  2. Town Trouble (My 1st Track):
  3. Wario's Gold Mine (not finished yet):
  4. Ghost Valley - Boshi's 2nd track, not done
  5. Sky Garden (Mario Kart Super Circuit, as Peach's 2nd Track):



Velocímetro no fim da Copa:

Peach Gardens (Mario Kart DS):
Waluigi Pinball (Mario Kart DS):
Cortex Castle (Crash Team Racing):
Castle Colision (Boshi's 3rd Track):
Lunatic Drive (My 2nd Track):

Conversei com o criador e infelizmente recebi  notícia que ele não tem planos de finalizar essa Hack o que é uma pena, pois estava muito divertida!

Gameplay: Mushroom Cup






Luke Novaes
Resenhando Com Luke®

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Games: Hyper Street Kart

Você é daqueles Gamers  que adora o Super Mario Kart e o Street Fighter?




Passava horas e horas no Bar para jogar umas partidas do game que revolucionou os games de luta. Passava varias horas com os amigos em casa estourando os balões um do outro no Modo Batalha do Super Mario Kart?

Já imaginou jogar esses dois super jogos juntos?

Sim, isso já é possível com essa Hack Rom incrível de Super Mario Kart. Venha correr com Ryu, Guile, Ken, Blanka, Chunli, Zangief, M. Bison e Evil Ryu em novas pistas feitas especialmente para esse jogo.

 


Novas Copas: Street Cup, Fighter Cup, Hadouken Cup e Turbo Cup.




4 Novas Fases de Batalha.

Então venha se deliciar com Hyper Street Kart!


GamePlay da Street Cup


GamePlay da Fighter Cup


GamePlay da Hadouken Cup


GamePlay da Turbo Cup


RcL
Resenhando Com Luke

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Snes Classic chega ao Brasil em 20 de outubro e custará R$ 999,00

Prepare o cofrinho
  
O Brasil está cada vez mais perto de ter acesso ao aguardado Super NES Classic Edition, o relançamento do Super Nintendo com 21 jogos na memória, incluindo o nunca lançado Star Fox 2. De acordo com e-mails enviados a varejistas pela distribuidora JVLat e obtidos pelo IGN Brasil, a previsão é de que o novo console chegue às lojas brasileiras no dia 20 de outubro pelo preço sugerido ao consumidor de R$ 999.

O IGN Brasil tentou entrar em contato com a JVLat (Juegos de Vídeo Latinoamerica), distribuidora dos produtos Nintendo na América Latina, mas não obteve resposta até a publicação dessa reportagem.

Os detalhes sobre o lançamento surgem após a JVLat, que representa a Nintendo no país por meio da marca Gaming do Brasil, ter anunciado a pré-venda do aparelho na revista GameInformer nacional.

O Super NES Classic Edition chegará ao Brasil pouco menos de um mês depois do lançamento nos Estados Unidos, que ocorre em 29 de setembro por US$ 80.

Imagem do anúncio de pré-venda do SNES Classic no Brasil publicado na revista GameInformer brasileira.



Confira a lista completa de jogos do SNES Classic:

Donkey Kong Country™
EarthBound™
Final Fantasy III
F-ZERO™
Kirby™
Super StarKirby’s Dream Course™
The Legend of Zelda™: A Link to the Past™
Mega Man® X
Secret of Mana
Star Fox™
Star Fox™ 2
Street Fighter® II Turbo: Hyper Fighting
Super Castlevania IV™
Super Ghouls ’n Ghosts®
Super Mario Kart™
Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars™
Super Mario World™
Super Metroid™
Super Punch-Out!! ™
Yoshi’s Island™


Fonte: IGN

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Nintendo: fuja de sites de leilão, vai ter SNES Classic para todos

(Foto: Divulgação/Nintendo)

Depois de admitir que provavelmente vai faltar Nintendo Switch no Natal deste ano, o presidente da Nintendo of America, Reggie Fils-Aimé, deu alerta a quem está atrás de uma unidade do Super Nintendo vintage que a companhia colocará nas lojas até o fim do ano.

Em entrevista ao Financial Times repercutida pelo Ars Technica, o executivo pediu às pessoas que não paguem valores astronômicos pelo novo console, porque a Nintendo está tocando uma produção robusta para vender bastante.

"Eu urgiria fortemente que vocês não deem lances exagerados por um SNES Classic em nenhum site de leilões", disse ele. Tendo o mercado norte-americano como base, ele acrescentou que ninguém deve pagar mais do que os US$ 80 pedidos oficialmente pelo console.

Na entrevista, Fils-Aimé afirmou que a demanda pelo NES Classic, que esgotou rapidamente e se tornou artigo raro, excedeu em muito as expectativas da companhia, que tinha se baseado em números de outras empresas que vendiam consoles fracos e, por isso, produziu menos do que deveria.

A Nintendo garante que não cairá no erro de subestimar a demanda outra vez, tanto que, nas palavras do executivo, aumentou significativamente a produção do SNES Classic em relação ao NES Classic.


Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Street Fighter II será relançado em cartucho


Edição limitada é comemoração aos 30 anos da série 'Street Fighter'. Serão fabricadas apenas 5,5 mil cópias.



Capcom vai relançar 'Street Fighter II' em um cartucho de Super Nintendo (Foto: Divulgação)

Em comemoração aos 30 anos da série "Street Fighter", o clássico "Street Fighter II" será relançado em sua versão de cartucho de Super Nintendo. A edição é limitada e serão fabricadas apenas 5,5 mil cópias do jogo – 4,5 mil na cor vermelha, mesma da faixa de Ryu; e 1 mil em um "verde Blanka" que brilha no escuro. A distribuição das cores é aleatória.

Além do game em si, que funciona normalmente em um Super Nintendo, a edição virá com um manual de instruções de luxo e uma embalagem que se desdobra em três para formar algumas das ilustrações mais tradicionais do jogo de luta.

A reedição de "Street Fighter II" para o Super Nintendo está em pré-venda por US$ 100 (cerca de R$ 340). O lançamento está previsto para novembro de 2017. Veja mais aqui.


Embalagem de reedição limitada de 'Street Fighter II' para Super Nintendo se desdobra em três para formar imagem (Foto: Divulgação)


Cartucho de 'Street Fighter II' na cor 'verde Blanka' que brilha no escuro (Foto: Divulgação)


Fonte: G1

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Pesquisa da Microsoft pode ter confirmado Nintendo SNES Classic Edition

No episódio de hoje de 'Vazamentos Inusitados'...

Um novo vazamento indica que a Nintendo de fato vai lançar um SNES Classic Edition, nova e menor versão do console de 1991. Dessa vez, a possível confirmação aconteceu por meio de um material divulgado pela Microsoft, empresa responsável pelo Xbox.

Conforme o Eurogamer indica, uma pesquisa lançada no Xbox Live Reward questiona os usuários sobre os anúncios e novidades que eles estão mais ansiosos para ver durante a E3 2017. Entre as opções, está a nova versão do Super Nintendo. Veja abaixo:

Imagem via Eurogamer.

O Eurogamer ainda reforça que fontes próximas da Nintendo já confirmaram a existência no relançamento, sugerindo que a edição deve chegar em tempo para o Natal de 2017.

Mais novidades sobre os planos da Big N para o futuro serão reveladas durante a Nintendo Direct da E3, marcada para acontecer no dia 13 de junho, às 13h no Horário de Brasília.

Fonte: IGN

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Novo jogo é lançado para o Super Nintendo após quase 20 anos



Quem disse que o Super Nintendo está morto? Em pleno 2017, o console lançado no início da década de 1990 recebeu um novo cartucho. Trata-se de uma remasterização em versão física de um jogo lançado exclusivamente em formato digital no ano de 1997.

O game em questão é “Kaizou Choujin Shubibinman Zero”, que muitos de vocês podem jamais ter ouvido falar. Ele foi lançado apenas pelo Satellaview, um acessório do Super Famicom (a versão japonesa do Super Nintendo) que dava acesso a jogos e outros conteúdos transmitidos para a plataforma por meio de satélite. Assim, a versão em cartucho do jogo só foi lançada agora, 20 anos após seu lançamento original.

O jogo no estilo beat’em-up foi o último da série “Kaizou Choujin Shubibinman” e foi lançado em uma época em que o Nintendo 64 já existia, apostando em um acessório específico que poucas pessoas compraram. Isso ajuda a explicar o motivo de o jogo ter tão pouco reconhecimento.

Até agora, o último jogo oficial lançado para o Super Famicom foi "Metal Slader Glory: Director's Cut", que chegou ao mercado no ano 2000. A Nintendo descontinuou os consoles dessa geração em 2003.

A versão física de “Kaizou Choujin Shubibinman Zero” será lançada no Japão em junho deste ano. O preço, inclusive, será de jogo novo: o site GameSpot informa que o game terá o preço de 7.000 ienes, equivalente a R$ 190.

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 19 de abril de 2017

SNES Mini: Segundo rumores Nintendo prepara relançamento do Clássico para este ano

Principal responsável por descontinuar a NES Mini.

Segundo informações fornecidas aos nossos colegas do Eurogamer na Inglaterra, a Nintendo está preparando uma versão mini da SNES, que chegará às lojas ainda este ano.
 

O SNES Mini (ou muito provavelmente a Nintendo Classic Mini: Super Nintendo Entertainment System, se respeitarmos o nome dado pela Nintendo ao NES Mini) está sendo preparado para chegar às lojas no Natal.

As fontes indicaram ainda que a SNES Mini é a principal razão para a Nintendo descontinuar o NES Mini, que apesar do stock praticamente inexistente em vários países, permanecem como um artigo muito popular.

A Nintendo disse que o NES Mini nunca foi pensada como um console para venda a longo prazo e que a descontinuação era algo que já estava previsto. Foi a novidade perfeita para o Natal de 2016 cujo estoque foi pensado e planeado baseado nisso.

A descontinuação do NES Mini significa que sites como o eBay estão inundados de vendedores que procuram capitalizar com a decisão da Nintendo, deixando os fãs à mercê de preços como €300, muito acima dos €59.99 oficiais pedidos pela companhia.

Agora, o foco será o SNES Mini e a produção do micro-console deverá iniciar em breve. Apenas podemos esperar que a Nintendo não cometa os mesmos erros e tenha um cuidado especial com o estoque​.

Se a ideia de um NES Mini foi entusiasmante, um SNES Mini é ainda mais. Aclamada como um dos melhores consoles de todos os tempos, o SNES é casa para alguns dos maiores e melhores clássicos da Nintendo. Foi casa para jogos como A Link to the Past, Super Metroid, Super Mario Kart, Super Mario World, Earthbound, Star Fox e Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars.
 

Se tivermos ainda em conta que recebeu alguns dos melhores JRPGs de todos os tempos, como Chrono Trigger ou Secret of Mana, entre muitos outros na série Final Fantasy, então a lista de possíveis jogos no micro-console é incrível..

No SNES Mini, a Nintendo manterá o sistema praticado no NES Mini: o console já incluirá jogos pré-instalados.

A Nintendo não comentou oficialmente estas informações.

Fonte: Eurogamer

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

RetroBlox: O Console que rodará jogos de SNES e PS1

 

Aparelhos criados por empresas menores e que visam reproduzir jogos de antigos consoles existem aos montes, mas recentemente um que foi anunciado tem chamado a atenção por adotar a ideia de design modular. Seu nome? RetroBlox.

Usando o que seus criadores chamam de Emulação Híbrida, esse videogame está sendo feito para atender aqueles que possuem cópias físicas dos jogos, não aceitando ROMs, mas permitindo que os games presentes em cartuchos ou CDs possam ser copiados para sua memória. Assim o usuário não precisará ficar trocando de mídia quando for jogar, mas no caso de títulos como o Star Fox, que usava o famoso chip Super FX, o sistema pedirá que ele seja inserido no RetroBlox para ter uma melhor experiência.

Embora o ideia possa parecer uma porta aberta para a pirataria, os responsáveis pelo RetroBlox garantem que os jogos copiados serão criptografados e ficarão vinculados ao usuário daquele console, impedindo assim que as cópias possam ser compartilhadas entre os jogadores. Além de alegarem ser contra a pirataria, essa medida também pode ter a ver com o fato de que o videogame contará com uma loja virtual, onde os desenvolvedores poderão vender suas criações, então nada mais natural do que tentarem se proteger.

Quanto aos sistemas que serão suportados, eles estarão disponíveis através de módulos, com seus preços variando de acordo com a complexidade tanto do software quanto do hardware utilziado.  A promessa é de que outros sejam disponibilizados com o passar do tempo, mas os sistemas cuja compatibilidade está garantida para o lançamento são os seguintes:

NESSNES / SFC (Super Game Boy funcionará tranquilamente para jogos, mas não será possível fazer cópias dos jogos de GB para o RetroBlox)Genesis / Mega Drive (Japonês) / Mega Drive (Europeu) / 32x / Suporte a Master System através do Power Base ConverterAtari 2600 (7800 ainda não está confirmado)PC-Engine / TurboGrafx-16 / SuperGrafxPSX (PSOne) — Todas as regiõesSega CD / 32X CD / Mega CD (Japonês e Europeu)PC-Engine CD / Super CD-ROM / Arcade CD-ROM / TurboGrafx-CD

Apesar de uma data para o lançamento do RetroBlox não ter sido sido divulgada, a previsão é de que ele seja disponibilizado ainda este ano e para isso os criadores pretendem iniciar uma campanha no Kickstarter durante o mês de abril. Também foi dito que o valor do pacote inicial (base + um controle + um módulo) deverá ser inferior a US$ 300, com a possibilidade ainda de adquirirmos outro pacote com 3 módulos e um com 5.

Para ser sincero, a proposta me parece boa demais para ser verdade, mesmo com o preço não sendo tão convidativo quanto poderia. Ter um videogame universal, que seria capaz de rodar vários consoles e com a possibilidade de outros serem adicionados com o passar do tempo é algo muito tentador, ainda mais com ele sendo capaz de fazer o upscale da imagem para 1080p e nos permitindo compartilhar pela internet vídeos e fotos do jogos.

Como não estou disposto a literalmente pagar para ver se isso sairá do papel, ficarei por aqui observado a evolução do projeto e torcendo muito para que ele realmente entregue tudo o que está sendo prometido.



Fonte: Meio Bit

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Veja 10 situações que só viveu quem jogou videogame nos anos 1990

Vida de 'gamer' nos anos 90



Alugar três jogos na sexta-feira para poder devolver só na segunda
Os anos 1990 foram férteis para os fãs de videogame. O período começou com uma das maiores disputas já vistas entre empresas concorrentes, caso de Sega e Nintendo, viu os primórdios dos gráficos 3D e o nascimento de diversas franquias e marcas relacionadas ao segmento, como o PlayStation.

Por outro lado, quem viveu nessa era de ouro dos games passou por situações que, hoje, parecem insólitas. Já imaginou ter que recomeçar um game do zero após morrer? Ou então ter que comprar um acessório extra para salvar seu progresso e torcer para ele não estragar? Veja abaixo dez situações comuns - e nem sempre nostálgicas - para quem era gamer há duas décadas.



1 - Vidas limitadas

Fim da brincadeira: sem vidas restantes, jogadores muitas vezes tinham que recomeçar os jogos.
Houve um tempo quando força psicológica era tão importante para terminar um jogo quanto sua habilidade com o controle. Boa parte da culpa por isso era do sistema de vidas. Comuns em jogos de ação, eles poderiam significar o retorno ao início do game caso o jogador falhasse mais vezes do que o permitido. Soma-se isso ao fato de que nem todos os games da época permitiam gravar seu progresso e o resultado é óbvio: frustração.



2 - Continue?

De tão célebres, as telas de "Continue" de "Street Fighter II" viraram itens de colecionador.
Ainda sobre a questão das tentativas limitadas, um aliado dos jogadores em diversos games era o sistema de continue - em alguns casos, telas de "continue" se tornaram clássicas, como em "Street Fighter II". Conseguir um item que dava mais "continues" era quase que uma prioridade em determinados jogos, especialmente aqueles conhecidos pela alta dificuldade, como "Contra" e "Battletoads". Essas tentativas a mais, porém, costumavam ser limitadas e, uma vez esgotadas, a vontade era de atirar o controle na parede. Mas havia uma razão pela qual não era tão fácil fazer isso...



3 - Fios, fios e mais fios

Controles sem fio eram quase ficção científica nos anos 1990
A razão para tal é que, originalmente, nenhum console vendido na década contava com controles sem fio. Logo, atirar o controle longe significava arremessar o videogame junto, o que só aumentaria o prejuízo. A presença desses fios ligando os joysticks ao console também gerava uma clássica situação: era bem comum alguém atravessar o espaço entre o videogame e o jogador e levar embora com os pés o console, os joysticks, os jogadores, a TV...



4 - Não bastava ligar na tomada

Se havia uma certeza para os jogadores é que essa caixinha daria algum tipo de problema.
Até a metade da década de 1990, televisores com entradas RCA - video composto ou componente - não eram exatamente comuns no Brasil. Sendo assim, restava utilizar o famoso RF Box, aquela caixinha ficava no meio do caminho entre o videogame e a TV e era responsável por alternar o sinal entre o proveniente do videogame e o da antena. O problema é que tanto as conexões quanto a caixinha em si costumavam dar os mais variados defeitos e foram responsáveis por muitos gamers desenvolverem seus dotes de técnicos em eletrônica.



5 - O auge da gambiarra

Criatividade era tudo: valia apelar para soluções curiosas para continuar jogando.
Além de terem que aprender a consertar partes do seu próprio videogame, nos anos 1990 os jogadores também precisavam ser criativos para resolver alguns problemas. A dúvida é: quem foi o primeiro a tentar colocar o PlayStation de cabeça para baixo e dar uma sobrevida ao sensível canhão de laser responsável pela leitura dos CDs, desmontar um controle para colocar um papel dobrado e fazer aquele direcional defeituoso voltar a funcionar ou, ainda, assoprar uma fita?



6 - Comprar jogos, para quê?

Um bom final de semana começava com uma visita à locadora de games mais próxima.
Com games custando quase que um salário mínimo, comprar jogos em meados dos anos 1990 era possível para poucos. É aí que entrava o "checkpoint" da maioria dos gamers dessa época antes de um final de semana ou feriado: as locadoras. Boa parte dos bairros das grandes cidades tinha ao menos uma e uma das melhores coisas que você poderia fazer na época era ficar amigo do dono. A razão para isso era saber com antecedência quando algum game novo chegava ou ser informado quando aquele jogo disputado acabava de ser devolvido.



7 - Desbravando botecos

Símbolo máximo da geração que ia jogar em botecos, o "Street Fighter de Rodoviária" era um show de insanidade.
Nem sempre era possível ir jogar "fliper", expressão comum para as máquinas arcade na época, em um shopping ou casas dedicadas a esse fim. A solução? Reunir os amigos e ir a algum bar da região. Era comum a presença de algum arcade em estabelecimentos do tipo - versões de "Street Fighter II" eram figurinhas carimbadas, inclusive os "Street de Rodoviária". O problema era que, muitas vezes, esses ambientes não eram, exatamente, saudáveis. Mas havia outra opção para jogar com a galera...



8 - Multiplayer no sofá

"Super Mario Kart" era um dos games preferidos para jogar com a tela dividida, mas sempre havia o risco da brincadeira terminar em confusão.
Se hoje é possível jogar com (ou contra) jogadores de todo o mundo, enfrentar adversários nos anos 1990 acontecia, na maioria das vezes, ao se dividir o sofá com amigos e parentes. Tela dividida era sinônimo de multiplayer e era algo mais seguro do que "tirar um contra" em algum boteco suspeito. Por outro lado, o formato era um prato cheio para confusões entre gamers mais esquentadinhos: games como "Mario Kart" eram ótimos semeadores de discórdia.



9 - Visitas mensais às bancas

Revistas como a Super Game Power eram a grande fonte de informação na época.
Hoje é possível acessar um site, como o UOL Jogos e ter informações sobre games a qualquer hora. Quem quisesse se informar nos anos 1990, porém, precisava recorrer às revistas. Haviam diversas publicações do tipo no Brasil, como Ação Games, Super Game Power e Gamers, que traziam as principais novidades dos games e também eram um espaço para interação entre jogadores - por meio de cartas e, posteriormente, e-mails - e também para comércio de jogos e consoles usados.



10 - Passwords: entre trapaças e salvação

Códigos permitiam trapaças e, em algum caso, continuar o game de onde parou, como em "Mega Man X".
Essas revistas também tinham, normalmente, uma área para códigos de trapaças. Era bastante comum utilizar comandos (alguém lembra do Konami Code?) ou ainda passwords para obter vantagens, superar uma fase difícil ou simplesmente deixar algum jogo bizarro - o juiz transformado em cachorro de "International Superstar Soccer" que o diga. Em alguns games, esses códigos tinham a função de salvar o progresso, como em "Mega Man", uma vez que salvamento no próprio cartucho era algo restrito a poucos games e acessórios como cartões de memória só chegaram com o PlayStation - e ainda assim, não eram lá muito confiáveis.



Fonte: TechTudo

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Super Nintendo a caminho? Lendário console também pode ser 'revivido' em edição comemorativa



Em julho deste ano, a Nintendo anunciou que iria “ressuscitar” o icônico Nintendinho, com uma edição direcionada para a vigente geração em um conceito que traz 30 jogos na memória, e suporte para televisores de alta definição.

O pequenino dispositivo de especificações respeitáveis, chega como um grande presente para os mais nostálgicos. Em resposta, a Tectoy revelou que também vai seguir no mesmo barco da Nintendo, lançando o Mega Drive em uma edição especial limitada com 22 jogos disponíveis para os fãs.

Com o anúncio de ambos os consoles, a grande dúvida que perdura é com relação ao Super Nintendo. Afinal o emblemático console marcou uma geração, com diversas franquias que transformaram o que até então era uma mera diversão, no que hoje é um dos mercados mais poderosos do mundo.

Amplamente respeitado pelos jogadores, o Super Nintendo (ou SNES como também é conhecido) já ganhou até mesmo uma inusitada versão ‘micro’, desenvolvida por um artista e fã marca neste ano. Entretanto, um curioso registro da Nintendo sugere que a companhia, apesar da chegada do Nintendinho, ainda tem planos mais ‘ambiciosos’ que segue guardando a sete chaves.

De acordo com uma publicação da conta “@trademartk_bot no Twitter, a Nintendo registrou uma patente de um controle bem familiar, confira:

O clássico controle do Super Nintendo vazou na plataforma social, o que obviamente gerou mais dúvidas do que respostas, afinal, por que a Nintendo resolveu registrar um controle com este design agora?

Claro que poderia apenas ser um design remodelado com Bluetooth para PCs ou smartphones, mas a empresa oriental já possui um conceito semelhante com a mesma tecnologia, então não faz sentido investir em produto igual, logo, o mais provável é que uma versão repaginada do Super Nintendo também pode estar chegando em 2017.

A Nintendo não respondeu aos contatos, e sequer revelou, até o momento, se o ‘retorno’ do SNES está nos planos da empresa, mas seria um sentimento único jogar mais uma vez e em alta definição a partir do próprio console, títulos como Super Mario World, Zelda, Mario Kart, Metroid, Star Fox e muitos outros.

Em tempos onde os gráficos beiram a realidade, apenas jogadores veteranos conseguem entender o quão especial e grandioso foi o Super Nintendo!

Fonte: TudoCelular