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domingo, 31 de dezembro de 2023

Rick de The Walking Dead vem sendo elogiado por atuação em série da Netflix

 


Andrew Lincoln, astro de The Walking Dead, retorna ao gênero de terror e surpreende o público na Netflix. Série é de vencedor do Oscar.


Em 2010, “The Walking Dead” introduziu o mundo a Rick Grimes, interpretado por Andrew Lincoln. Após nove temporadas repletas de emoções intensas, o ator optou por se afastar do programa para dedicar mais tempo à família e explorar novos projetos.


Um desses projetos conduziu Andrew Lincoln, conhecido por seu papel em “The Walking Dead”, a protagonizar um filme de um gênero totalmente diferente do qual estava acostumado. Nele, o ator deu vida a Ebenezer Scrooge em uma nova adaptação do clássico “Conto de Natal” de Charles Dickens. Contudo, seu interesse pelo terror persistiu, e ele escolheu explorá-lo pelas mãos de um vencedor do Oscar.



Assim, Andrew Lincoln ingressou na bem-sucedida série da Netflix do renomado diretor Guillermo del Toro, “Gabinete de Curiosidades”. Composta por oito episódios autoconclusivos e independentes, cada um com seu elenco exclusivo, a série apresenta histórias que refletem diversas ideias desenvolvidas ao longo dos anos pelo renomado cineasta.


Lincoln é destaque no oitavo e último episódio, intitulado “O Murmúrio” e magistralmente dirigido por Jennifer Kent. No episódio, o ator contracena com Essie Davis e Hannah Galway. Segundo a sinopse, a história explora a vida dos ornitólogos Nancy e Edgar, que, após uma trágica perda, chegam a uma casa isolada para estudar pássaros, sem imaginar que o local reserva uma narrativa repleta de dor e terror.



A crítica aclamou “O Murmúrio” como a melhor história da temporada, destacando-a como solitária, inquietante, devastadora e repleta de autênticos sobressaltos. Dos oito episódios de “Gabinete de Curiosidades”, é aquele que mais impacta os espectadores, causando inquietação duradoura, um feito amplamente atribuído à atuação impecável de Andrew Lincoln.


Para os fãs ardorosos de “The Walking Dead”, a jornada de Andrew Lincoln não chega ao fim. Em breve, o aguardado spin-off de seu personagem, Rick Grimes, ao lado de Michonne (Danai Gurira), estreará na AMC. Assim, prometendo continuar a explorar o universo zumbi criado por Frank Darabont. O retorno de Lincoln ao universo pós-apocalíptico, portanto, traz expectativas elevadas para os fãs, ansiosos para mais aventuras e reviravoltas.


Fonte: Mix de Series


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

TWD 7° Temporada: Andrew Lincoln prevê um caminho turbulento na nova temporada



Pessoal, tempos difíceis para Rick Grimes! Ele viu um dos seus ser morto. Aí, outro companheiro seu também foi morto. Por último, ele quase teve que cortar o braço do próprio filho – o mesmo filho que recentemente perdeu um olho e atualmente ostenta um corte de cabelo de gosto duvidoso. Tempos realmente difíceis!

O que acontecerá agora? A Entertainment Weekly conversou com Andrew Lincoln para descobrir o que estes eventos devastadores representam para o nosso herói daqui para frente na série da AMC. De qualquer forma que você analisar, não parece bom.

Entertainment Weekly: Todo mundo estava falando sobre o gancho (do final da temporada passada) e quem iria morrer e tudo mais. Agora, o grande evento finalmente acabou. Nós já o vimos. Nós estamos acabados. Nós passamos por isto. Nós sabemos que o objetivo de tudo aquilo foi que Negan queria realmente tornar Rick submisso. Este foi o seu objetivo nessa situação. E a pergunta que fica agora é: ele conseguiu o que queria? O que isto irá representar para Rick de agora em diante?

Andrew Lincoln: Você está certo. Minha grande preocupação neste episódio era contar a história de um homem desafiador sendo transformado em um homem obediente devido ao seu pesar e trauma. Isso é o porquê que se brinca com o tempo porquê eles queriam no começo um homem dizendo “Um dia eu vou te matar” e então terminar com o homem implorando, até mesmo agradecendo, por ter poupado o braço do filho dele. É a história de Abraão e Isaac, não é? É isto. Negan é um ser onipotente. Ele destrói.

Eu perguntei ao [produtor-executivo e showrunner da série] Scott M. Gimple: “O que vocês estão procurando aqui? Há alguma chance do Rick escapar? Há um plano, há um vislumbre de algo nesse sentido?”, mas ele, inequivocadamente, disse “Não, esta é a destruição da Terra”. E eu fiquei “Ah, legal. Nós temos que fazer isso, não é?” Isso é o porquê nós tínhamos que fazer isso do modo como foi feito. Mas eu vou dizer que, na minha opinião, há um ponto de luz no momento mais escuro da série. Se ele não existir, eu vou ter uma conversa muito séria com Scott Gimple e Robert Kirkman.

Então, qual é este ponto?

Andrew Lincoln: O ponto de esperança que sempre esteve no DNA da nossa série é o momento que ele está tentando proteger Maggie e ele apenas diz “Ele é nossa família também. Deixe-nos fazer isto. Deixe-nos ainda ficar unidos e a memória disto nos manterá unidos como uma família”. É um momento ínfimo de qualquer coisa que se assemelha à esperança ou comunidade ou amor neste novo mundo desolado e sem amor que eles acabaram esbarrando. A mensagem que eu acabo sempre relembrando é de um dos maiores homens que já existiram. Nelson Mandela disse certa vez “A maior glória em cada vida não está em nunca cair, mas em crescer cada vez que caímos”. E isso continua martelando na minha cabeça nesta temporada.

Eu sei que Daryl vai se culpar, e muito, pelo que aconteceu. Quanto Rick vai se culpar por sua arrogância que os levou até esta tragédia?

Andrew Lincoln: Sim, a culpa nunca está muito distante dos ombros de Rick Grimes. Vem com o pacote. Ele é um homem que leva suas responsabilidades muito a sério, não suavemente. E eu acho que isso o torna o tipo de pessoa que os demais querem estar juntos, mesmo na queda. Isto é também sua força e também sua fraqueza. Isto está quebrando ele, tudo o que aconteceu. Eu realmente penso que isso vai mudar quem ele é para sempre e por toda a temporada.

Como todos os demais em Alexandria vão reagir quando Rick voltar e contar a todos sobre as novas regras?

Andrew Lincoln: Tudo que eu direi é que será um caminho turbulento. É um começo de temporada chocante, mas é o começo da temporada. Isto é o que as pessoas têm que lembrar. É onde nós começamos após o abalo. Esta temporada é sobre reconstrução e sobre personagens lidando com o trauma e lamentando este ataque brutal, mas também sobre este novo regime do qual agora eles fazem parte. E cada um reage de uma maneira própria. Esta temporada é mais “O Senhor dos Anéis” do que “O Senhor das Moscas”.

Fonte: Walking Dead BR

quinta-feira, 31 de março de 2016

TWD 6° Temporada: Ator fala sobre introdução grandiosa de Negan na série

Os fãs esperam pela chegada de Negan emThe Walking Dead há meses. O vilão foi mencionado meses atrás no “prólogo” para a segunda metade da sexta temporada da série, e será interpretado por ninguém menos que Jeffrey Dean Morgan.

“Só se prepare, cara”, adverte o ator de Rick Grimes, Andrew Lincoln. 
“Só se prepare.” Lincoln também disse que o season finale é o melhor episódio da série e elogia a introdução de Negan. 

“Eu li o roteiro e fiquei tipo: ‘Esta é a introdução mais grandiosa já escrita’.”

“Nós temos falado sobre esse cara já faz um tempo, é provavelmente a escolha de elencomais importante desde Rick, sério.” O ator continua. “Todo mundo precisa de um herói, mas acho que eles provavelmente precisam ainda mais de um bom vilão. Negan é incrivelmente carismático. Nesta sociedade demente, há meio que uma lógica para a maneira como ele comanda o lugar. É o líder de um lugar apertado, só vou te dizer isso. Estou realmente muito impressionado. Eu tiro meu chapéu pra esse cara!”

O episódio final da sexta temporada de The Walking Dead vai ao ar neste domingo na FOX.


Fonte: Legião de Heróis

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

TWD 6°Temporada: Episódio final da temporada é a coisa mais insana do mundo



Se você acha que já viu de tudo em The Walking Dead, pode ter de repensar sua opinião no final da sexta temporada.

Em entrevista ao Comic Book, Ross Marquand, o intérprete de Aaron, prometeu ainda mais intensidade no último episódio:
“Eu estava conversando com Andy [Lincoln] outro dia sobre o final da temporada e olhei para ele e disse, ‘O que você achou [do roteiro]?’. Nós dois jogamos as mãos para o alto, literalmente, e concordamos que [o episódio] é a coisa mais insana do mundo”, adiantou.
“Provavelmente é o roteiro mais emocional e sombrio que eu já li, independente de ser da série, continuou. “Eu nunca vi um episódio tão pesado assim e tão atrativo na minha vida, juro por Deus. Eu geralmente não sou afetado assim por roteiros, mas eu tive que parar de ler [esse roteiro final] umas três vezes. Não conseguia ler até o fim, estava mexendo muito comigo. A leitura foi difícil, apesar de ser um texto fenomenal”.
Os elogios e a empolgação de Marquand quanto ao derradeiro episódio desta temporada de The Walking Dead não pararam por aí:

“Nós começamos as filmagens na próxima semana e mal posso esperar para ver o episódio finalizado, porque ele está no nível de, digamos, Os Suspeitos [filme de 1995], de tão bom que ele é. É um episódio muito, muito bem feito”, concluiu.
No último episódio, exibido neste domingo (8), seu personagem Aaron foi surpreendido com uma grande revelação feita pela Maggie.

Já o próximo episódio de The Walking Dead, “Always Accountable”, deve se focar em Daryl (Norman Reedus) e colocar o personagem em maus lençóis – assista aqui aos primeiros teasers.

Antepenúltimo episódio do ano, “Always Accountable” irá ao ar no próximo domingo, 15 de novembro.


domingo, 11 de outubro de 2015

TWD: 6° Temporada - Andrew Lincoln fala sobre a nova temporada e o futuro de The Walking Dead


O site Toronto Sun entrevistou o ator Andrew Lincoln para ter uma prévia do que esperar da nova temporada de The Walking Dead – que estreia hoje a noite no AMC.
Quanto de carne, ossos e gosma de zumbi podre um homem pode levar na cara?

“Uma chuva de zumbis parece ser, você sabe, algo que Rick enfrenta regularmente,” disse Andrew Lincoln, que faz o papel de Rick Grimes em The Walking Dead.

“É sempre uma ótima época do ano quando começamos a dar origem à série e isso nos dá muita energia. Mas eu olho em volta, e temos artistas entrando na série, e eles dizem, ‘Você está nisso há seis anos? Como?’ Porque isso é o teste mais cruel e ridículo de resistência. Mas também é a jornada mais emocionante e divertida. Não fico mais do que quatro ou cinco episódios sem ser coberto por gosma em algum momento, sim. É o jeito que Rick Grimes opera.”

Para constar, com o retorno de The Walking Dead para sua sexta temporada hoje a noite, 11 de outubro, na AMC, Lincoln tinha algumas considerações interessantes sobre a filosofia da série, para onde está indo, e o que acontece se e quando ela chegar ao seu ápice.

Obviamente The Walking Dead é sobre o apocalipse zumbi, e como o restante dos humanos não infectados estão tentado sobreviver. Mas Lincoln concorda que a série de alguma forma mantém a emoção, o que é chave para se manter poderosa como favorita dos fãs.

“Espero que sim, e acho que sempre foi a intenção,” disse Lincoln, um ator inglês de 42 anos.

“A ação, claro, é ótima, a escala épica de 40 mil zumbis e a invasão iminente, é a parte divertida do que podemos fazer. Mas ao final, acho que você tem razão, a longevidade de uma série pode se dar somente por meio de relacionamentos ternos e profundos entre os personagens, que tocam e transmitem algo pela tela da TV ou do cinema. Isso é certamente o tipo de coisa que eu curto e quero que aconteça quando vou ao cinema. Eu digo, ‘Mexa comigo’. E o que eu espero ao ver um filme, que haja emoção.”


Quando mencionei que às vezes eu sinto pena de Rick, Lincoln riu e disse, “Acho que você é o único que sobrou Bill.” Eu expliquei que quando Rick chega com muita força, isso acaba se virando contra ele, mas que os outros personagens simplesmente deveriam fazer o que ele diz.

“Eu concordo, eu tive um caminho de tomadas de decisões que muitas pessoas não tem dado ouvidos, e coisas estariam um bocado melhores se elas ouvissem o que eu digo,”disse Lincoln. “Mas acho que o drama da série não teria sido tão contagiante.”

Então, Andrew Lincoln, por quanto tempo você quer continuar fazendo The Walking Dead? Por quanto tempo você acha que a série pode continuar?

“Bem, essas são perguntas diferentes,” disse Lincoln. “Contanto que a história continue se desenvolvendo e eles continuem forçando meu personagem em novas direções e que haja novas áreas para explorar, eu vou continuar. Porque certamente nos dois últimos anos, os arcos da história e a maneira como eles acabaram moldando o Rick e mudando o Rick tem sido emocionantes de fazer. Por isso, essas coisas me renovam as energias a cada ano.”

“Mas então, por quanto tempo a série pode continuar? Acho que em algum momento o câmera vai ter que empurrar o Rick para cima de alguma pessoa, pela longevidade da série. Não sei quando isso vai acontecer. Mas aí, essas são decisões que são feitas bem acima da minha responsabilidade.”

“Se o público ainda tiver uma fome pela série, devemos isso a ele a continuidade da história. Mas, igualmente, devemos ao público tentar contar a melhor história possível. Se isso significa parar em algum momento, por mais doloroso que possa ser para os espectadores, se isso conta uma história melhor, gosto de pensar que em 20 anos ou 15 anos, pessoas vão nos perdoar. Porque vão pensar, bem, na verdade, em vez de ter mais três temporadas que seriam boas, mas não tão boas, vamos até um ponto em que todos sintam que alcançaram o ápice.”

Essas são considerações para o futuro. No presente, Lincoln continua a se impressionar por como The Walking Dead continua se reinventando.

“Vocês vão perceber no primeiro episódio da nova temporada que o tom está diferente,”ele disse. “Não estamos tentando replicar o que foi feito no ano passado, quase o contrário. Porque sabemos, que se repetirmos, é a morte de uma série.”

Sem intenção de fazer trocadilhos.
Então, por enquanto e pelo futuro previsto, a gosma continua rolando.

“Sempre, não fico satisfeito a não ser que esteja coberto de sangue da cabeça aos pés,”disse Andrew Lincoln.

“Não é nada forense, essa coisa. Na verdade é uma batalha bem sangrenta.”
É, nós percebemos.


TWD: 6° Temporada - Andrew Lincoln, Steven Yeun e Melissa McBride contam detalhes da Nova Temporada


Quando The Walking Dead voltar para a sexta temporada em 11 de outubro no AMC, os fãs podem esperar legiões de cadáveres reanimados tomando suas salas.
“Nós não temos vergonha de ser uma série de zumbis, e nós daremos a vocês mais zumbis do que vocês jamais viram antes”, jurou o ator Andrew Lincoln, que interpreta o líder em conflito Rick Grimes.

“Eu sei que eu digo isso todo ano, mas acho que dessa vez nós extrapolamos naquilo que somos capazes de fazer”, ele acrescentou. “É a maior e mais ambiciosa temporada até agora, e a equipe se brutalizou para fazer isso.”

The Walking Dead continua sendo a série mais assistida da TV a cabo graças ao seu equilíbrio afiado de enredos focados nos personagens intercalados com decapitações sangrentas. Um recorde de 15.8 milhões de espectadores assistiu ao final da quinta temporada em março.

Mas para todo o drama humano, a série leva seu caos mastigador a novos níveis. Um feito que sua série parceira Fear the Walking Dead ainda precisa alcançar. E é perceptível: com apenas uma fração dos zumbis, o spinoff só está conseguindo uma fração dos números da série original, com uma média abaixo de 7 milhões de espectadores.

A nova temporada retoma onde a história parou no ano anterior. Um grupo de sobreviventes endurecidos pelo mundo estão lutando para se integrar com os habitantes de Alexandria, um santuário murado e livre de zumbis fora de Washington D.C. Esse conflito teve seu ápice no final da última temporada, depois que Rick executou o alcoólatra e abusivo Pete (Corey Brill) – o único médico da comunidade – depois que o cirurgião bêbado acidentalmente matou o marido da líder da cidade.

O resultado vai impactar o resto da temporada quando os grupos precisarem decidir se devem um não se unir.

“Rick não está convencido de que essa comunidade está pronta para assimilar… de que eles conseguem mudar ou acompanhar o que esse mundo é”, explicou Lincoln. 

“Mas existem pessoas nessa comunidade em que ele vê potencial… que serão capazes de ir com ele.”


Steven Yeun, que interpreta Glenn, um dos sobreviventes originais de Atlanta, argumenta que os alexandrinos estão “mal equipados” para sobreviver nesse novo mundo.

“Nesta temporada, nós podemos levar a câmera um pouco mais longe e ver o mundo pelo que ele é”, ele disse. “Você tem que ou acompanhar – ou ser completamente tomado.”

A série, baseada nos quadrinhos bestsellers, está alcançando o ponto nos quadrinhos em que o personagem de Yeun chega a um final sangrento. “Sim, eu estou preocupado com Glenn”, ele admite. 
“Mas ainda estamos na metade das filmagens. Ainda tem muita história pra contar, e muitas histórias diferentes dos quadrinhos pra contar.”

Mas nem tudo será apenas tristeza e desgraça.
“Essa temporada muda muito rápido”, disse Lincoln. 
“Tem mais esperança em um ponto do que jamais sentimos antes, e isso é novo para nós.”

Ainda assim, antes que isso aconteça, “eu acho que todo mundo vai precisar de uma bebida”, avisa Lincoln. 
“Um arco está sendo puxado pra trás, e nos últimos 30 segundos da estreia esse arco é solto, a flecha voa, e os próximos oito episódios são sobre o desdobramento do que aconteceu naqueles 30 segundos.”

Ao mesmo tempo, a revelação da última temporada, Carol (Melissa McBride), continua a ajudar Rick a sentir os locais ao esconder sua natureza real por trás de casacos floridos e um sorriso de dona de casa. Nenhum de seus novos vizinhos suspeita que ela é uma máquina de matar.


A personagem, uma vítima de abuso doméstico, tem uma história de ter duas caras. 
“Eu acho que ela era um agente duplo em casa com (o falecido marido) Ed, para não desencadear o que quer que o irritasse, e provavelmente tramando alguma forma de escapar”, meditou Melissa McBride.

“Estamos mais longe e mais fundo no apocalipse zumbi agora”, ela acrescenta. “As ameaças são maiores. Em quem você confia?”Ela tem limites?

“Com o que Carol não consegue lidar? Vamos descobrir”, provoca McBride, com uma risada maligna.
Apesar de ser o fim do mundo, a vida continua. E como se Rick já não tivesse que lidar com o suficiente, ele também tem um filho adolescente buscando um relacionamento com outra estudante do local.

“Ser pai no apocalipse – eu não sei o que é mais assustador, o vírus [zumbi] ou os hormônios”, brinca Lincoln. “Todo pai vive 
com medo de ter ‘a conversa’, sabe?”


domingo, 6 de setembro de 2015

A múltipla personalidade de Rick Grimes


The Walking Dead, no decorrer de suas cinco temporadas, como uma das séries de TV com mais repercussão mundial e sucesso de público, mostra a sofrida história do ex-policial Rick Grimes e seu grupo de sobreviventes, em pleno Apocalipse Zumbi.

No desenrolar dessa jornada, Rick, mesmo tentando desesperadamente manter as pessoas do seu grupo vivas e unidas, não conseguiu evitar a perda de entes queridos. Seja para os não mortos, seja pela ação de outros grupos de pessoas remanescentes. A cruel realidade desse novo mundo, cheia de mortes horrendas, medo e dificuldades de sobrevivência, ao longo do tempo, acabou por transformar a condição psicológica de Rick Grimes, que aparenta claramente traços fortes de dupla personalidade.


Desde o choque inicial que se abateu sobre ele (após o coma), tudo ao seu redor sendo dilacerado e colapsado pela praga zumbi, ele vivenciou experiências traumáticas. Dentre elas: o desfecho trágico da busca por Sophia, a queda de seu antigo parceiro e amigo Shane (por ele assassinado), a morte de sua esposa Lori, o ataque do Governador à prisão e a posterior morte de Hershel (que foi em muitos momentos a sua bússola moral), a tentativa de estupro contra seu filho Carl e o posterior ataque por parte dos canibais de Terminus. Tais fatos, perturbaram profundamente o nosso ex-xerife.

As terríveis experiências passadas por ele e pelas pessoas que o acompanham, transformaram o seu senso ético de certo e errado ao longo do tempo, o tornando uma pessoa de mente volátil. De um líder que pregava “Não devemos matar os vivos”, para um comandante implacável e em muitos momentos, cruel e feroz, tendo já matado à sangue frio várias pessoas.

Ou sendo um pai carinhoso e zeloso para com os filhos, para no momento seguinte, ser um sujeito extremamente frio e capaz de matar tudo e todos para viver.


Mas não devemos rotulá-lo como um completo insano e condená-lo por isso. Além do que, ter que sobreviver um dia por vez, com comida, água e outras necessidades cada vez mais escassas e tendo que fugir e combater criaturas, cujo único desejo é dilacerar à tudo e à todos até os ossos. Essa perspectiva de realidade é o mais próximo que poderíamos chegar do “inferno na Terra”. Muitos já estariam loucos ou teriam se matado à muito tempo. Com isso, no mundo de The Walking Dead, não existem mais pessoas que não “sujaram suas mãos” de sangue.

O já finado Governador sintetizou a frase que mais combina com verdade inconveniente do caos apocalíptico de Kirkman: “Ou você mata ou você morre e depois mata”. Por mais, que Rick esteja ciente disso e mesmo que ele não goste deste pensar, é o que ele tem que fazer. Ou seja, toma decisões tenebrosas, ditatoriais e cruéis, para a sobrevivência dele, do que restou de sua família (Carl e Judith) e de seu grupo. Por mais que tome atitudes discutíveis aos olhos dos outros (até de membros de seu grupo), ainda sim são atos de sobrevivente.


Liderar, faz Rick viver numa fronteira frágil e instável entre a lucidez e a total desumanidade. Entre a bondade e a crueldade. Entre cuidar dos seus e ter o simples “prazer” de se vingar dos que o fizeram ter perdas ou tentaram matá-los. E os trucidar ferozmente (“Eu te fiz uma promessa, Gareth…”). 

Não muito distante, inúmeras vezes, dos tidos “vilões”, com os quais já se confrontou na série televisiva.

Do Governador Phillip e sua Woodbury, o grupo de sádicos de Joe, passando pelo Terminus e seu macabro líder Gareth. Todos os que já sucumbiram frente ao “Team Rick”, já cometeram ações abomináveis e macabras das mais diversas, durante sua sobrevida no período pós-praga. Então, não existe diferença entre Rick Grimes e os seus adversários anteriores, tidos e ávidos como maus, macabros e animalescos. Maus e bons, preto e branco, não existem mais nesse planeta zumbi de horror primitivo, só há sobreviventes.

Durante os episódios da segunda metade da quinta temporada, com a chegada do grupo à safe-zone Alexandria, ficou bem claro que Rick continua agindo de forma cética e violenta perante o desconhecido. Que o diga a briga contra o abusivo médico Pete e seu posterior momento de fúria, com desequilíbrio mental e desabafo contra a chefe local e todos os sobreviventes da comunidade. 

Disposto até a tomar o controle do local à força, perante à displicência e ingenuidade da líder Deanna, frente o perigo dos não-mortos e outros possíveis sobreviventes hostis.


No decorrer de sua jornada até o momento atual da série, conclui-se que Rick está moldado para a pura sobrevivência, sendo bom e cruel, animalesco e humano, numa alegoria de “O médico e o monstro” pós-apocalíptica. Concordando ou não com seus métodos e ações, ele tem conseguindo manter as pessoas vivas, mas não com total sucesso.

Com isso, questões são levadas: um Rick Grimes bipolar e com traços de desequilíbrio mental, continua a ser a melhor opção de liderança para os sobreviventes, em Alexandria? A chegada de Morgan será mais um ponto de tensão ou de compressão, para Rick Grimes? Estará ele preparado para enfrentar os conflitos que estão por vir, numa comunidade agora desperta e amedrontada pela mortal realidade do mundo exterior?

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

TWD 6° Temporada: Andrew Lincoln fala da cena mais difícil de fazer

Andrew Lincoln deu entrevista sobre The Walking Dead 6ª temporada na Comic-Con 2015. O ator contou qual foi a pior cena a ser filmada na pele de Rick.

É de se esperar que Robert Kirkman saiba o final de The Walking Dead 6ª temporada. Sendo o chefão da história, ele deve ter carta branca para pintar e bordar com nossos abatedores de zumbis preferidos! Dentre seres-humanos e mortos-vivos, o produtor e roteirista tem um prato cheio para a sua criatividade! Os atores que dão vida aos personagens inspirados nos quadrinhos compareceram em massa no Comic Con San Diego 2015. OK, nós sabemos que já tem um tempinho que o evento aconteceu, mas quando se trata de The Walking Dead, nunca é tarde para lembrar e relembrar. O figurino dos convidados: uma camiseta com a cara de Kirkman estampada bem no peito! Como o "todo-poderoso" não pode estar presente, seus colegas resolveram o representar dessa maneira.

O ator já disse que ele, Andrew Lincoln, e Rick se parecem em The Walking Dead 6ª temporada. Não só na próxima, mas em todas as outras que já passaram, pois o inglês se entrega de corpo e alma ao personagem há 6 anos. Durante o Comic Con, uma fã lançou uma pergunta para o intérprete do protagonista. Ela foi um tanto quanto inusitada: 
"Você acha que Rick sente falta da barba? E você, está com saudades dela? " O ator respondeu: 
"Minha esposa não sente falta", disse Andrew fazendo uma gracinha. O ator confessou logo em seguida que o dia em que teve que raspar o rosto foi um dos mais estranhos da sua vida: 
"Eu tive que me barbear e tomar banho pelado em frente de toda minha equipe".

Greg Nicotero (produtor), o cutucou: 
"Você se ofereceu para tomar banho pelado"! Calma Lincoln, não precisa ficar com vergonha porque nós gostamos muito do que vimos!

Fonte: Melty