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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

TWD 7° Temporada - Todos sabem que sangue jorra quando uma guerra começa

Ator que vive Rick Grimes afirma que novos capítulos serão sangrentos


A sétima temporada de The Walking Dead está prestes a retornar e Andrew Lincoln, que vive Rick Grimes, comentou em entrevista à Entertainment Weekly que todos os personagens sabem que haverá um banho de sangue.

"[Proteger a sua família] é um problema enfrentado por qualquer um liderando uma comunidade no mundo, principalmente nesse cenários apocalíptico. No fim, todos sabem que sangue jorra quando uma guerra começa [...] Os novos episódios mostrarão que tipo de líder Rick é agora, se ela está disposto a aceitar decisões contrárias pelas pessoas nesse mundo tão perigoso. Algumas das minhas cenas favoritas vêm desse conflito de interesse: Rick quer derrotar Negan, mas até que ponto?"

Lincoln também falou que a guerra contra Negan (Jeffrey Dean Morgan) o forçará a assumir uma posição de negociação com os demais grupos: "Rick não é persuasivo, sabe? No passado sua persuasão o levava para um lado mais agressivo, mas dessa vez você verá alguém mais político - alguém disposto a fazer compromissos e encontrar uma forma de convencer as pessoas de que um futuro com Negan como um líder poderosos será muito ruim para todos os envolvidos, não importando a sua relação atual com ele."

A segunda metade da sétima temporada de The Walking Dead retona em 12 de fevereiro, com transmissão simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.

Fonte: Omelete

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Rick e Maggie confrontam Gregory em nova imagem da 7ª temporada


Quando a sétima temporada de The Walking Dead retornar (em 12 de Fevereiro), Rick, Maggie e os nossos sobreviventes estarão se preparando para “se erguer” contra Negan. Mais os nossos heróis encontrarão outras dificuldades durante essa caminhada, sendo uma delas convencer os líderes das outras comunidades a se juntarem a causa. E talvez o mais problemático será… Gregory!

Na nova imagem da sétima temporada, liberada com exclusividade pelo TVLine, vemos Maggie (Lauren Cohan), Rick (Andrew Lincoln), Daryl (Norman Reedus), Michonne(Danai Gurira), Carl (Chandler Riggs) e Tara(Alanna Masterson) conversando com Gregory (Xander Berkeley) em Hilltop, provavelmente contando sobre o plano de rebelião e união entre todas as comunidades.

O que você acha que deve acontecer? Gregory vai aceitar o plano de Rick? Maggie deveria simplesmente tira-lo do comando de uma vez por todas e assumir a liderança de Hilltop, levando a comunidade a guerra? Deixe nos comentários suas expectativas para essa segunda parte da sétima temporada!


Fonte: Walking Dead BR

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

TWD 7° Temporada: Andrew Lincoln prevê um caminho turbulento na nova temporada



Pessoal, tempos difíceis para Rick Grimes! Ele viu um dos seus ser morto. Aí, outro companheiro seu também foi morto. Por último, ele quase teve que cortar o braço do próprio filho – o mesmo filho que recentemente perdeu um olho e atualmente ostenta um corte de cabelo de gosto duvidoso. Tempos realmente difíceis!

O que acontecerá agora? A Entertainment Weekly conversou com Andrew Lincoln para descobrir o que estes eventos devastadores representam para o nosso herói daqui para frente na série da AMC. De qualquer forma que você analisar, não parece bom.

Entertainment Weekly: Todo mundo estava falando sobre o gancho (do final da temporada passada) e quem iria morrer e tudo mais. Agora, o grande evento finalmente acabou. Nós já o vimos. Nós estamos acabados. Nós passamos por isto. Nós sabemos que o objetivo de tudo aquilo foi que Negan queria realmente tornar Rick submisso. Este foi o seu objetivo nessa situação. E a pergunta que fica agora é: ele conseguiu o que queria? O que isto irá representar para Rick de agora em diante?

Andrew Lincoln: Você está certo. Minha grande preocupação neste episódio era contar a história de um homem desafiador sendo transformado em um homem obediente devido ao seu pesar e trauma. Isso é o porquê que se brinca com o tempo porquê eles queriam no começo um homem dizendo “Um dia eu vou te matar” e então terminar com o homem implorando, até mesmo agradecendo, por ter poupado o braço do filho dele. É a história de Abraão e Isaac, não é? É isto. Negan é um ser onipotente. Ele destrói.

Eu perguntei ao [produtor-executivo e showrunner da série] Scott M. Gimple: “O que vocês estão procurando aqui? Há alguma chance do Rick escapar? Há um plano, há um vislumbre de algo nesse sentido?”, mas ele, inequivocadamente, disse “Não, esta é a destruição da Terra”. E eu fiquei “Ah, legal. Nós temos que fazer isso, não é?” Isso é o porquê nós tínhamos que fazer isso do modo como foi feito. Mas eu vou dizer que, na minha opinião, há um ponto de luz no momento mais escuro da série. Se ele não existir, eu vou ter uma conversa muito séria com Scott Gimple e Robert Kirkman.

Então, qual é este ponto?

Andrew Lincoln: O ponto de esperança que sempre esteve no DNA da nossa série é o momento que ele está tentando proteger Maggie e ele apenas diz “Ele é nossa família também. Deixe-nos fazer isto. Deixe-nos ainda ficar unidos e a memória disto nos manterá unidos como uma família”. É um momento ínfimo de qualquer coisa que se assemelha à esperança ou comunidade ou amor neste novo mundo desolado e sem amor que eles acabaram esbarrando. A mensagem que eu acabo sempre relembrando é de um dos maiores homens que já existiram. Nelson Mandela disse certa vez “A maior glória em cada vida não está em nunca cair, mas em crescer cada vez que caímos”. E isso continua martelando na minha cabeça nesta temporada.

Eu sei que Daryl vai se culpar, e muito, pelo que aconteceu. Quanto Rick vai se culpar por sua arrogância que os levou até esta tragédia?

Andrew Lincoln: Sim, a culpa nunca está muito distante dos ombros de Rick Grimes. Vem com o pacote. Ele é um homem que leva suas responsabilidades muito a sério, não suavemente. E eu acho que isso o torna o tipo de pessoa que os demais querem estar juntos, mesmo na queda. Isto é também sua força e também sua fraqueza. Isto está quebrando ele, tudo o que aconteceu. Eu realmente penso que isso vai mudar quem ele é para sempre e por toda a temporada.

Como todos os demais em Alexandria vão reagir quando Rick voltar e contar a todos sobre as novas regras?

Andrew Lincoln: Tudo que eu direi é que será um caminho turbulento. É um começo de temporada chocante, mas é o começo da temporada. Isto é o que as pessoas têm que lembrar. É onde nós começamos após o abalo. Esta temporada é sobre reconstrução e sobre personagens lidando com o trauma e lamentando este ataque brutal, mas também sobre este novo regime do qual agora eles fazem parte. E cada um reage de uma maneira própria. Esta temporada é mais “O Senhor dos Anéis” do que “O Senhor das Moscas”.

Fonte: Walking Dead BR

quinta-feira, 31 de março de 2016

TWD 6° Temporada: Ator fala sobre introdução grandiosa de Negan na série

Os fãs esperam pela chegada de Negan emThe Walking Dead há meses. O vilão foi mencionado meses atrás no “prólogo” para a segunda metade da sexta temporada da série, e será interpretado por ninguém menos que Jeffrey Dean Morgan.

“Só se prepare, cara”, adverte o ator de Rick Grimes, Andrew Lincoln. 
“Só se prepare.” Lincoln também disse que o season finale é o melhor episódio da série e elogia a introdução de Negan. 

“Eu li o roteiro e fiquei tipo: ‘Esta é a introdução mais grandiosa já escrita’.”

“Nós temos falado sobre esse cara já faz um tempo, é provavelmente a escolha de elencomais importante desde Rick, sério.” O ator continua. “Todo mundo precisa de um herói, mas acho que eles provavelmente precisam ainda mais de um bom vilão. Negan é incrivelmente carismático. Nesta sociedade demente, há meio que uma lógica para a maneira como ele comanda o lugar. É o líder de um lugar apertado, só vou te dizer isso. Estou realmente muito impressionado. Eu tiro meu chapéu pra esse cara!”

O episódio final da sexta temporada de The Walking Dead vai ao ar neste domingo na FOX.


Fonte: Legião de Heróis

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Norman Reedus compara Rick e Daryl com Batman e Robin


No último final de semana Norman Reedus esteve presente em mais uma convenção de The Walking Dead, a Walker Stalker em Atlanta.

Durante seu painel, Reedus não pôde falar da sexta temporada ou o grande mistério sobre o destino de Glenn, mas ele fez uma análise de seu personagem Daryl e a relação que ele e Daryl têm com Andrew Lincoln e Rick Grimes.

De acordo com Reedus, seus personagens em The Walking Dead vão além da interação de Batman e Robin, mas os atores se completam, como a dupla dinâmica. 

Ao ser indagado sobre a confiança que Daryl tem em Rick, Reedus respondeu:
Acho que esses dois personagens protegem um ao outro muito bem. Eu estou muito feliz de ser o Robin do Batman [do Rick].Na vida real nós também somos desse jeito. Se eu não gosto de alguma coisa, minha atitude é “vai se lascar” e ele é mais tipo “vamos conversar”. Entende o que quero dizer?

Rick e Daryl certamente mataram mais que Batman e Robin, mas a analogia não é de todo ruim. Os dois se equilibram e trabalham muito bem juntos. O que você acha desta dupla?


domingo, 11 de outubro de 2015

TWD: 6° Temporada - Andrew Lincoln fala sobre a nova temporada e o futuro de The Walking Dead


O site Toronto Sun entrevistou o ator Andrew Lincoln para ter uma prévia do que esperar da nova temporada de The Walking Dead – que estreia hoje a noite no AMC.
Quanto de carne, ossos e gosma de zumbi podre um homem pode levar na cara?

“Uma chuva de zumbis parece ser, você sabe, algo que Rick enfrenta regularmente,” disse Andrew Lincoln, que faz o papel de Rick Grimes em The Walking Dead.

“É sempre uma ótima época do ano quando começamos a dar origem à série e isso nos dá muita energia. Mas eu olho em volta, e temos artistas entrando na série, e eles dizem, ‘Você está nisso há seis anos? Como?’ Porque isso é o teste mais cruel e ridículo de resistência. Mas também é a jornada mais emocionante e divertida. Não fico mais do que quatro ou cinco episódios sem ser coberto por gosma em algum momento, sim. É o jeito que Rick Grimes opera.”

Para constar, com o retorno de The Walking Dead para sua sexta temporada hoje a noite, 11 de outubro, na AMC, Lincoln tinha algumas considerações interessantes sobre a filosofia da série, para onde está indo, e o que acontece se e quando ela chegar ao seu ápice.

Obviamente The Walking Dead é sobre o apocalipse zumbi, e como o restante dos humanos não infectados estão tentado sobreviver. Mas Lincoln concorda que a série de alguma forma mantém a emoção, o que é chave para se manter poderosa como favorita dos fãs.

“Espero que sim, e acho que sempre foi a intenção,” disse Lincoln, um ator inglês de 42 anos.

“A ação, claro, é ótima, a escala épica de 40 mil zumbis e a invasão iminente, é a parte divertida do que podemos fazer. Mas ao final, acho que você tem razão, a longevidade de uma série pode se dar somente por meio de relacionamentos ternos e profundos entre os personagens, que tocam e transmitem algo pela tela da TV ou do cinema. Isso é certamente o tipo de coisa que eu curto e quero que aconteça quando vou ao cinema. Eu digo, ‘Mexa comigo’. E o que eu espero ao ver um filme, que haja emoção.”


Quando mencionei que às vezes eu sinto pena de Rick, Lincoln riu e disse, “Acho que você é o único que sobrou Bill.” Eu expliquei que quando Rick chega com muita força, isso acaba se virando contra ele, mas que os outros personagens simplesmente deveriam fazer o que ele diz.

“Eu concordo, eu tive um caminho de tomadas de decisões que muitas pessoas não tem dado ouvidos, e coisas estariam um bocado melhores se elas ouvissem o que eu digo,”disse Lincoln. “Mas acho que o drama da série não teria sido tão contagiante.”

Então, Andrew Lincoln, por quanto tempo você quer continuar fazendo The Walking Dead? Por quanto tempo você acha que a série pode continuar?

“Bem, essas são perguntas diferentes,” disse Lincoln. “Contanto que a história continue se desenvolvendo e eles continuem forçando meu personagem em novas direções e que haja novas áreas para explorar, eu vou continuar. Porque certamente nos dois últimos anos, os arcos da história e a maneira como eles acabaram moldando o Rick e mudando o Rick tem sido emocionantes de fazer. Por isso, essas coisas me renovam as energias a cada ano.”

“Mas então, por quanto tempo a série pode continuar? Acho que em algum momento o câmera vai ter que empurrar o Rick para cima de alguma pessoa, pela longevidade da série. Não sei quando isso vai acontecer. Mas aí, essas são decisões que são feitas bem acima da minha responsabilidade.”

“Se o público ainda tiver uma fome pela série, devemos isso a ele a continuidade da história. Mas, igualmente, devemos ao público tentar contar a melhor história possível. Se isso significa parar em algum momento, por mais doloroso que possa ser para os espectadores, se isso conta uma história melhor, gosto de pensar que em 20 anos ou 15 anos, pessoas vão nos perdoar. Porque vão pensar, bem, na verdade, em vez de ter mais três temporadas que seriam boas, mas não tão boas, vamos até um ponto em que todos sintam que alcançaram o ápice.”

Essas são considerações para o futuro. No presente, Lincoln continua a se impressionar por como The Walking Dead continua se reinventando.

“Vocês vão perceber no primeiro episódio da nova temporada que o tom está diferente,”ele disse. “Não estamos tentando replicar o que foi feito no ano passado, quase o contrário. Porque sabemos, que se repetirmos, é a morte de uma série.”

Sem intenção de fazer trocadilhos.
Então, por enquanto e pelo futuro previsto, a gosma continua rolando.

“Sempre, não fico satisfeito a não ser que esteja coberto de sangue da cabeça aos pés,”disse Andrew Lincoln.

“Não é nada forense, essa coisa. Na verdade é uma batalha bem sangrenta.”
É, nós percebemos.


domingo, 4 de outubro de 2015

TWD: 6º Temporada - Alexandra Breckenridge fala sobre o que vem por aí para Jessie e Rick


Bem, isso pode ficar um pouco estranho. Rick Grimes parecia encantado pela alexandrinaJessie na última temporada de The Walking Dead. Mas agora que ele atirou na cara do marido dela, como fica o assunto pra conversa no primeiro encontro? Será que haverá um primeiro encontro?

A Entertainment Weekly conversou com Alexandra Breckenridge, que interpreta Jessie, para descobrir onde a personagem se encontra em termos de luto, amor e uma possível guerra civil.


Como é a sensação de não ser mais a novata?

Alexandra Breckenridge: Uma veterana! Quer saber, todos foram tão simpáticos e eu me tornei amiga instantaneamente de todos no ano passado, então eu não me senti como se fosse a aluna nova na escola por muito tempo, o que foi ótimo. Porque geralmente com papeis temporários e participações especiais, todo mundo sabe que você está lá meio que de passagem. E eles ficam “Ah, oi. Prazer em conhece-la”, mas não se aproximam muito ou coisa do gênero. Eu acho que todos meio que imaginaram que eu voltaria na próxima temporada, mas eles são todos tão legais e amáveis de uma forma geral.


Todo o relacionamento de Jessie e Rick é fascinante. Por um lado, ela parece ter se engraçado por ele, por assim dizer. Mas por outro lado, ele acabou de atirar na cara do marido dela. Então é um jeito estranho de se começar um relacionamento em potencial. Como vai ser isso daqui pra frente?

Alexandra Breckenridge: Sabe, ela definitivamente está lutando com a morte de seu marido. Quero dizer, aquilo já era por si só – independente de seu relacionamento com Rick – extremamente complicado. Ela esteve com essa pessoa por muito tempo. Ele era abusivo, e como muitas mulheres que sofrem abuso, eu acho que ela vinha negando aquilo há muito tempo. Então, ele meio que a acordou novamente e foi algo “não, isso não está certo”, e ela pensou “oh meu Deus, não, isso não está certo”.

É triste, mas é verdade. Acontece com muita gente. Então, quando ele morre, ela sente uma culpa imensa por se sentir aliviada, mas ela também está em luto por sua morte. É tão complicado para ela que qualquer interesse que ela tinha por Rick naquele momento, não é seu principal foco. Entende o que eu quero dizer? Ela está nesse ponto onde ela sabe que precisa se tornar mais forte para proteger sua família.



Se nós achávamos que o grande discurso de Rick no final iria unir todos, parece que definitivamente não será o caso. Onde estamos em termos de Alexandria ainda ser uma cidade dividida?

Alexandra Breckenridge: Eu acho que a maior parte das pessoas em Alexandria neste ponto veem Rick como uma pessoa louca. Quero dizer, toda situação em que eles estiveram em grupo testemunhando ele, ele estava coberto em sangue, tentando matar alguém ou matando alguém, e gritando sobre como eles são fracos e precisam se tornar fortes ou irão morrer. A maioria deles está apavorada. Eles estiveram nessa bolha por tanto tempo que eles não entendem a intensidade do mundo exterior. Eles são muito inocentes e é isso que será interessante. Certamente veremos quem conseguirá sobreviver neste mundo para o qual eles agora tiveram seus olhos abertos, e quem não conseguirá sobreviver.


E onde Jessie entra nisso? Ela é amiga de pessoas que provavelmente estão questionando Rick. E Rick acabou de matar o marido dela. Mas também existe obviamente uma atração e uma conexão ali. Então, como essa situação toda, até mesmo além dele e dela, impacta a maneira dela pensar?

Alexandra Breckenridge: Essa é uma grande questão. Eu tenho esperança para Jessie porque acho que Jessie é uma mulher inteligente e forte de maneira inata, e eu acho que ela consegue se acertar. Não sei quanto aos seus filhos. Ron parece um pouco bravo. E isso pode ser bem perigoso. E Sam parece ser bastante assustado e fraco, o que também pode ser perigoso. Então, eu espero para o bem dela que ela consiga descobrir como ajudar os filhos a se tornarem mais fortes.


Mais alguma coisa que você está ansiosa para a sexta temporada?

Alexandra Breckenridge: Eu quero fazer mais coisas de ação. Então, se eu conseguir que Scott escreva pra mim alguma coisa que tenha a ver com matar zumbis ou algo assim, porque isso é bem divertido. Fazer cenas de ação é bem divertido e tem muito disso na série, então eu estou torcendo para ficar com as mãos sujas. Ou ensanguentadas, por assim dizer.


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Rick e Morgan revertem os papéis em The Walking Dead


The Walking Dead fechou o último capítulo da quinta temporada com um episódio de 90 minutos que deu início a uma nova era em Alexandria, enquanto um dos personagens favoritos dos fãs fez um retorno triunfal.

A final da temporada também apresentou formalmente os Lobos (Wolves), os potenciais novos vilões da sexta temporada anunciados anteriormente, que montaram uma armadilha que quase tirou a vida de Daryl (Norman Reedus) e de Aaron (Ross Marquand). A dupla trapaceou a morte quando Morgan (Lennie James) salvou o dia. O trio então chegou oficialmente em Alexandria para ver o amigo de longa data de Morgan, Rick (Andrew Lincoln), executar Pete na frente de todos.

O Hollywood Reporter conversou com a produtora executiva Gale Anne Hurd para desvendar os eventos do episódio final e dar uma espiada na sexta temporada.


A quinta temporada explorou se os sobreviventes estão ou não indo muito longe com suas atitudes. Qual é o tema da sexta temporada?

Gale Anne Hurd: Eu não sei. Tudo o que sei é o que o [showrunner] Scott Gimple disse durante o The Talking Dead.


Glenn quase matou Nicholas – e quase se matou. Como foi a conversa sobre matar ou não Glenn? Faltou a morte significativa de Pete no episódio final –

Gale Anne Hurd: Não é assim que abordamos as coisas na série. Nós não pensamos “O que podemos construir e como podemos chocar o público?” É realmente sobre a evolução da temporada, bem como o desenvolvimento dos personagens. Glenn teria se tornado Nicholas – não um Nicholas covarde – mas alguém que poderia matar outro alguém. A última imagem que ele viu de Noah na porta giratória – que teria sido um desafio a tudo que Noah tinha deixado como legado: sobreviva, mas não esqueça quem você é; não se torne um deles. Não se torne Nicholas. Não se torne Aiden.


Algo fundamental aconteceu com Morgan para mostrar sua mudança desde que Rick o viu pela última vez em “Clear”. Que tipo de história que você está desenvolvendo trazendo-o de volta agora?

Gale Anne Hurd: A história de Morgan será interessante, porque ele era claramente um maníaco homicida quando o vimos em “Clear”, e agora ele se transformou neste guerreiro calmo e em alguém que é capaz de sobreviver, que é capaz de assumir várias pessoas com a sua equipe de combate, mas ele não é alguém que realmente queira ter que matar ninguém. Quando ele encontra Rick, parece que Rick acabou de matar outro ser humano a sangue frio, como um tipo de execução. Poderia haver alguns encontros interessantes, dado como seus papéis se inverteram.


Quando Morgan viu Rick pela última vez, ele murmurou “As pessoas vestem os rostos das pessoas mortas.” Poderia ser uma referência aos Whispers (Sussurradores) dos quadrinhos?

Gale Anne Hurd: Há sempre referências aos quadrinhos. Às vezes, elas são diretas. Se você reparar, a cena dos quadrinhos em que Rick e Pete estão lutando e eles saem quebrando a janela da varanda juntos é uma representação exata da HQ. Em outros casos, podemos mudar as coisas, como Deanna. Há constantes referências aos quadrinhos, mas nem sempre são diretas.


Nós vimos os Lobos: Isto seria uma versão remixada dos Scavengers dos quadrinhos?

Gale Anne Hurd: Eu não posso discutir isso.


Em uma declaração no The Talking Dead, o showrunner Scott Gimple disse que a maior ameaça na sexta temporada não será o ser humano. Se não é o ser humano, o que é? Zumbis?

Gale Anne Hurd: Acho que temos um mundo que está infestado de zumbis. Vimos isso no início, quando Rick teve que matar o zumbi no final da temporada. Eu acho que poderia ser isso.


Daryl e Aaron viram o quão inteligente os Lobos podem ser – e Morgan conhece suas mentalidades. Quão diferente é a ameaça dos Lobos em comparação com outras ameaças humanas que vimos antes, como Gareth e o Governador?

Gale Anne Hurd: O interessante aqui é o quão inteligente este grupo é: as armadilhas que eles montaram que pareceu que eles descobriram como os zumbis podem quase ser controlados com música, etc. Isso é um enorme passo em termos de estratégia e táticas, até mesmo comparado com os moradores do Terminal, que prometeram um santuário e, é claro, providenciaram algo totalmente oposto.


Fear The Walking Dead começa como um universo paralelo. Como esta série se conectará com a série principal?

Gale Anne Hurd: Eu não posso falar sobre isso. Estamos criando personagens completamente diferentes em um ambiente totalmente novo.


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Teorias Sobre The Walking Dead


Com o advento da internet, qualquer fã televisivo com um teclado e metade de um cérebro pode facilmente opinar ao redor do mundo. 

Pode ser algo perigoso, mas também pode oferecer a melhor plataforma para uma grande quantidade de fãs de The Walking Dead para debater em fóruns de mensagens e sessões de comentários de artigos. Em relação ao show, em si, não se sabe como as coisas serão concluídas, apenas que tudo tende a piorar, emocional e literalmente. Se as cinco primeiras temporadas de The Walking Dead podem servir de parâmetro, não espere nada menos do que um banho de sangue.

Esta tela em branco proporcionada permitiu à imaginação dos fãs correr solta, com cada um expondo suas teorias de como o show evoluirá. Algumas são baseadas em pensamentos racionais e poderiam se tornar incríveis na tela, enquanto outras são completamente insanas, que jamais acontecerão, e até mesmo ridículas, ainda que façam parte de um debate fascinante. Há algumas pessoas que o conectam com outros shows, tentando adaptá-los ao universo de The Walking Dead, com um tom de profecia. Então prepare-se: aqui estão dez das mais insanas teorias de fãs.

Aviso: tudo começa em um ritmo gentil, mas descamba rapidamente para a loucura…


10. Tudo é uma fantasia durante o coma


Okay, vamos então começar com a teoria mais óbvia e que já foi repelida (aparentemente) por Robert Kirkman, criador da HQ. Ele confirmou em sua conta do Twitter: “Rick não está ainda em coma. Os eventos de The Walking Dead estão definitivamente acontecendo”. Tudo estava bem com o mundo, até que ele larga mais uma bomba, minutos depois: “Mas Carl e todos os demais são imaginados. Ele, na verdade, NUNCA encontrou sua família. Ele está louco desde que matou seu primeiro zumbi. #brincadeirinha?”

A teoria diz que Rick ainda estaria em coma, e que todos os seus encontros em The Walking Dead são alucinações com pessoas do hospital. Hershel, por exemplo, é um médico; Padre Gabriel é um reverendo orando por Rick; Carol, uma paciente. Esta lista poderia seguir adiante. Esta é uma teoria intrigante, que poderia até mesmo funcionar sem deixar pontas soltas, mas também seria uma maneira desapontadora de concluir a história, não importa o quão louca seja.


9. Rick é um walker


Uma das maiores perguntas no show permanece desde os primeiros minutos do primeiro episódio e persiste até agora, entrando na sexta temporada. E ainda não foi respondida. Como Rick Grimes ainda está vivo? Após incontáveis walkers, traidores e grupos assassinos, como ele conseguiu superar tudo para sobreviver? Bem, e se ele não estiver vivo? Alguns fãs tem (corretamente) questionado como Rick foi capaz de sobreviver a um coma, sozinho, sem comida ou água. Pode ter sido apenas um descuido dos criadores, mas os fãs tem sugerido que Rick estava, na verdade, já transformado em um walker, mas as condições em seu quarto estéril, a falta de exposição ao mundo e os remanescentes das drogas em seu corpo fizeram com que o vírus se diluísse e ele fosse capaz de manter sua humanidade, apesar de que, com o evoluir do show, ele lentamente começasse a sentir os efeitos brutais.


8. “A marca da Besta” Illuminati confirmada


Okay, esta não tem tanto a ver com a história do show, mas as teorias da conspiração estão em todos os lugares, e também em The Walking Dead, com suas referências aparentes aos famosos Illuminati. O autor desta teoria diz que os Illuminati “estão nos mostrando como eles querem que as pessoas reajam durante um apocalipse zumbi, e assim eles podem continuar instilando o medo de outras maneiras. Este show é revolucionário em vários níveis; mas as pessoas devem pensar se não é uma armadilha dos Illuminati para nos empurrar imagens e simbolismos que eles possam achar importantes em sua agenda. É uma programação disseminada pela TV.”

O artigo discute em detalhes a marca da Besta (um X), usada em várias oportunidades, bem como o uso de corujas e olhos para subliminarmente entrar em nossas mentes. Ou talvez… apenas talvez… seja apenas um show de zumbis.


7. A raça humana será extinta


Pensando em como o show poderá terminar, a lógica sugere que haverá sempre uma história até que toda a raça humana seja eliminada do planeta, se é que todo o planeta tenha sido afetado… mas esta é uma conversa para mais adiante…

O mundo está se tornando cada vez mais desintegrado, em todos os sentidos. A civilização acabou, e, com isso, a manutenção também fica comprometida. O que significa que abrigos seguros serão destruídos sem chance de reconstrução, a falta de fazendas significará que a comida será realmente escassa e, à medida que as pessoas perdem o contato com a humanidade, os assassinatos irão aumentar muito, já que os remanescentes irão brigar por alguma forma de poder no novo mundo. The Walking Dead é quase um caso de sobrevivência do mais apto. Para ter chegado tão longe, todos devem continuar durões. A inevitável significativa fala de bebês fará a população global despencar, enquanto a mortalidade aumenta. Um dia, todos terão morrido, e estão condenados a vagar.


6. O resto do mundo elimina os EUA


Esta é uma teoria pessoal que, eu gostaria de dizer que é definitivamente (talvez) como todo o show provavelmente (não) terminará. E se os EUA se tornassem uma grande zona de quarentena, enquanto o resto do mundo continua funcionando normalmente, ou, ao menos, aprendendo com os erros que levaram os EUA à queda?

E se eles lutassem com os walkers o suficiente para manter os walkers confinados nos EUA e longe do resto do mundo, com barreiras nas fronteiras canadense e mexicana? Ou talvez toda a América do Norte tenha sido dizimada, enquanto Europa, África e Ásia seguem suas vidas. Não há nenhuma confirmação do que ocorreu fora da bolha onde vivem os personagens, se há uma catástrofe mundial. Anos de conversa poderiam resultar em europeus indo aos EUA através do Atlântico para investigar o país em quarentena, enquanto os líderes dos EUA decidiram que já basta, acabando por detonar todo seu arsenal nuclear no próprio país, numa tentativa de levar todo o planeta à devastação. Seria um final de show fantástico, encerrando uma temporada fenomenal e traria o mundo exterior para um momento de reviravolta para a série.


5. O vírus foi enviado por Aliens


Uma vez que a primeira metade de “ideias incríveis porém factíveis” terminou, sejam bem-vindos ao mundo dos loucos. O vírus walker foi plantado na Terra por aliens, claro. Vivemos em um planeta rico de vida e recursos, independente do que os ambientalistas pudessem tê-lo feito acreditar. Vários fãs teorizaram que os aliens querem os recursos naturais da Terra, e a sua maneira de conseguir seria liberando uma peste que dizimaria a população. Nenhum ser humano descobriu de onde isso veio, o que é, como parar, ou como cada pessoa do planeta estaria aparentemente infectada. Então, a conclusão lógica é… aliens!!!


4. The Walking Dead se desenrola no mesmo mundo de LOST


Eu avisei que isso iria ficar esquisito. E se a Iniciativa Dharma de Lost tivesse sido responsável por acidentalmente criar o vírus letal? Gerald e Karen DeGroot fundaram a Operação antes de tudo estar pronto nos anos 80, ainda que eles tivessem continuado pesquisando durante os anos 90. Um usuário do Reddit veio com a ideia de que eles inventaram o vírus e o liberaram para o mundo.

Kate viaja para uma área próxima do universo de The Walking Dead, próximo à Georgia, no seu trajeto para Talahassee. Em uma cena ela é ajudada por um mecânico local, interpretado por Jeff Kober, o Joe da gang dos Reivindicadores. Esta teoria sugere que o mecânico é, Joe, na verdade, em sua vida original, um talentoso engenheiro apaixonado por motocicletas. Os que escaparam da ilha o fizeram em 2007 e, três anos depois, o apocalipse ocorre. Bem, agora que vocês já sabem, “provem”!


3. É uma versão “da vida real” de Toy Story


The Walking Dead é uma série original da AMC – supostamente. Ou talvez a coisa toda tenha sido inspirada no legendário Toy Story. De novo, o Reddit foi a fonte deste “pensamento fora da caixa”, onde tudo faz sentido.

Para quem não sabe, o herói é um xerife e líder extra-oficial de um bando de desajustados, e seu melhor amigo é um oficial ultra-machão. O herói tem uma criança a quem ama mais do que tudo no mundo, e faria tudo por ele, mas a criança começa a amar seu melhor amigo mais do que ao herói. Isto faz com que o herói tente matar o melhor amigo, para ter o afeto total desta criança. Mas não apenas Rick, Shane, Carl, Woddy, Buzz e Andy que tem paralelos. 

Que tal a garota sulista que cantava (Beth – Jessie), e o velho de cabelos brancos com uma bengala (Hershel – Pete). O grupo alcança um local seguro (Woodbury – Creche), mas rapidamente descobrem que não era o que eles esperavam, bem como o seu líder (O Governador – Lotso).

Você já está apavorado? Eu estou.

2. Tudo não passa de… um jogo de tabuleiro!!!


Assim como qualquer show de sucesso que tenta contabilizar em 
cima de sua popularidade, The Walking Dead tem seu próprio jogo de tabuleiro. Mas espere, e se todo o show for EXATAMENTE um RPG? Porque isso é exatamente o que pessoas normais, mentalmente equilibradas, imaginariam…

Outro oráculo de sabedoria do Reddit sugeriu que cada personagem é uma peça de um jogo de tabuleiro controlado por um jogador no mundo real, e The Walking Dead é simplesmente uma dramatização de eventos, ocorrendo em uma sala de jantar escura, na casa de algum garoto. Toda a teoria pode ser encontrada aqui. É uma longa leitura cheia de pensamentos absurdos, com alguns dos grandes envolvendo, por exemplo, o jogador de Sasha matando zumbis ao invés de cumprir as missões, Lori é um personagem que não joga, tendo a única função de fazer Rick parecer instável e Andrea como uma personagem que se entediou no meio da história e que decidiu sair do jogo sem permissão. Enquanto a teoria é atrativa e ridícula em proporções iguais, a única certeza é a que o usuário do Reddit por detrás dela certamente não tem mais o que fazer…


1. Breaking Bad é uma prévia de The Walking Dead


Lá vai… Better Call Saul é uma prévia de Breaking Bad. Breaking Bad é uma prévia de The Walking Dead. E a evidencia está espalhada por lá. Algumas podem simplesmente passar por “easter eggs”, mas é claro que os fãs irão sugerir que elas se passam no mesmo universo.

Merle, irmão de Daryl, teve seu esconderijo de drogas tomado dele, e a embalagem pode ser vista acima. Sim, é a famosa metanfetamina azul de Heisenberg. Volte ao episódio dois da primeira temporada de The Walking Dead e você verá o Dodge Challenger vermelho com as duas listras pretas do modelo esportivo, o carro que pertencia a Walter Jr. em Breaking Bad. 

Uma cena na quarta temporada sugere que Glenn se encaixa na descrição do homem que “toma conta” do carro, após o surto de Walter. E também há o traficante de Merle, mencionado rapidamente em uma cena entre Daryl e Beth. Daryl descreve o traficante como um “branquelinho ferrado” e que ele dizia “eu vou te matar, bitch.” Onde ouvimos isto antes? Talvez Jesse Pinkman?

Obviamente há todas as chances de um crossover, mas e se os dois mundos fossem combinados? Com o progredir da série, procure por mais pistas e teorias insanas para “viajar”.


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