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quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Below — A nova série de terror da Netflix esconde um monstro nas profundezas do oceano!

 


🌊 BLOG NEWS: Uma pequena cidade pesqueira, uma criatura misteriosa vinda do mar e segredos antigos prestes a emergir. E se o maior perigo não estivesse na superfície, mas escondido nas profundezas do oceano?

A Netflix apostou em uma combinação de terror, suspense, ficção científica e drama familiar com Below, uma minissérie criada por Jesse McKeown que transforma uma comunidade costeira canadense no cenário de um pesadelo.

Estrelada por Josh Hartnett, conhecido por Oppenheimer e Penny Dreadful, a produção acompanha os moradores de uma pequena cidade de Newfoundland, no Canadá, quando uma criatura marinha desconhecida começa a ameaçar a população.


O que inicialmente parece ser um mistério isolado rapidamente se transforma em uma ameaça capaz de colocar famílias, tradições e o futuro de toda a comunidade em risco.

A série estreou na Netflix em 8 de outubro de 2026, com seis episódios, e conquistou uma marca expressiva logo no início: segundo a própria plataforma, Below alcançou 17 milhões de visualizações e liderou o Top 10 global de séries em inglês da Netflix em sua semana de estreia.


Mas o que torna essa produção diferente de tantas outras histórias sobre monstros? Vamos conhecer a trama, o elenco, os bastidores e os detalhes que fazem de Below uma das novidades interessantes do terror televisivo de 2026!




👹 Uma criatura misteriosa ameaça uma pequena cidade

A história de Below acontece em Snooks Arm, uma pequena comunidade pesqueira localizada na região de Newfoundland, no Canadá.

O protagonista é Calvin Penney, interpretado por Josh Hartnett. Ele é um pescador experiente, teimoso e de bom coração, que tenta manter sua família unida enquanto enfrenta dificuldades pessoais e profissionais.


Calvin ainda carrega o peso da misteriosa morte de seu pai, ocorrida décadas antes. Ao mesmo tempo, sua comunidade enfrenta mudanças que ameaçam um modo de vida construído ao redor da pesca e das tradições locais.

É nesse cenário que uma criatura marinha desconhecida começa a aterrorizar a região.

O aparecimento do monstro transforma a rotina dos moradores e levanta perguntas inquietantes. De onde veio aquela criatura? Por que está atacando a cidade? E qual é a relação entre os acontecimentos atuais e os segredos enterrados no passado da ilha?


Para investigar a ameaça, Calvin se une à pesquisadora marinha Fonda Howander, interpretada por Mackenzie Davis.

Enquanto os dois tentam compreender o que está acontecendo, Wade Penney, filho de Calvin vivido por Charlie Heaton, também passa a enfrentar experiências perturbadoras.

O mistério não envolve apenas a origem da criatura. Ele também ameaça revelar verdades que podem mudar para sempre a vida dos personagens.



🌊 O que está escondido nas profundezas?



Uma das principais atrações de Below é justamente a maneira como o perigo é apresentado.

A criatura não é simplesmente um monstro que aparece para atacar os protagonistas. Sua presença está ligada ao ambiente, à história local e aos acontecimentos estranhos que começam a se espalhar pela comunidade.


O oceano funciona como uma fronteira entre aquilo que os moradores conhecem e aquilo que ainda não conseguem compreender.

Essa escolha permite construir suspense sem revelar imediatamente todas as respostas.

O público acompanha personagens que precisam tomar decisões enquanto tentam entender a natureza da ameaça. Cada nova descoberta pode ajudar a explicar o mistério ou tornar a situação ainda mais perigosa.


A série também utiliza o isolamento geográfico como elemento de tensão. Em uma pequena cidade costeira, o mar é fonte de sustento, parte da identidade dos moradores e, ao mesmo tempo, um ambiente imprevisível.

Quando essa relação é ameaçada, toda a comunidade precisa enfrentar as consequências.




🎬 Conheça o elenco de Below



A minissérie reúne atores conhecidos de produções de cinema e televisão, com destaque para nomes que já participaram de histórias de suspense, terror e ficção científica.


Josh Hartnett como Calvin Penney

Hartnett interpreta o protagonista da série.

Calvin é um pescador que tenta proteger seus filhos e preservar a comunidade em que vive. Sua personalidade é marcada pela teimosia, pelo carinho pela família e pelas dificuldades acumuladas ao longo da vida.

O personagem também precisa lidar com a memória de seu pai e com o desaparecimento gradual de um estilo de vida que sempre conheceu.

Josh Hartnett ganhou projeção internacional com filmes como Pearl Harbor, Falcão Negro em Perigo e O Homem de Palha. Mais recentemente, participou de Oppenheimer e protagonizou o suspense Armadilha, de M. Night Shyamalan.

Em Below, ele assume um papel que combina drama familiar, investigação e terror.


Mackenzie Davis como Fonda Howander

Fonda é uma pesquisadora marinha que chega à região e acaba envolvida na investigação sobre a criatura.

Seu conhecimento científico oferece uma perspectiva diferente daquela dos habitantes locais. Enquanto Calvin conhece a cidade, seus moradores e as tradições da região, Fonda procura compreender a ameaça por meio de sua experiência profissional.

A parceria entre os dois se torna fundamental para desvendar o mistério.

Mackenzie Davis também é conhecida por trabalhos como Blade Runner 2049, O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio e a série Station Eleven. Ela também participou de Black Mirror.


Charlie Heaton como Wade Penney

Charlie Heaton interpreta Wade, filho de Calvin.

O personagem enfrenta experiências perturbadoras enquanto a cidade começa a sofrer os efeitos da presença da criatura.

Heaton ficou mundialmente conhecido por interpretar Jonathan Byers em Stranger Things, produção da própria Netflix.

Sua participação em Below estabelece mais uma ligação entre a série e o público que acompanha histórias de mistério, acontecimentos sobrenaturais e ameaças desconhecidas.


Outros nomes do elenco

A produção também conta com:

  • Ruby Stokes como Mary Penney.

  • Rohan Campbell como Jay Penney.

  • Willow Kean como Ruth Penney.

  • Kaleb Horn como Noah.

  • Natasha Henstridge, que também integra o elenco.

A presença de diferentes gerações ajuda a desenvolver o conflito para além de uma simples luta entre humanos e monstros. A ameaça afeta famílias inteiras e coloca em risco o futuro da comunidade.




🧠 Quem criou a série?



Below foi criada por Jesse McKeown, roteirista canadense que também trabalhou em The Umbrella Academy e 19-2.

McKeown atua como responsável criativo da produção e desenvolveu a história a partir de seu interesse pela região de Newfoundland.

O projeto foi concebido para aproveitar as características muito particulares desse território: paisagens costeiras, comunidades pesqueiras, tradições locais e uma identidade cultural bastante própria.


A equipe de roteiristas também inclui Karen Walton, conhecida por Orphan Black; Perry Chafe, de Saint-Pierre; e Natty Zavitz.

A direção dos episódios ficou a cargo de Jamie Childs, Helen Shaver e Stephen Dunn.

Entre os produtores executivos estão Jesse McKeown, Jessica Rhoades, Chris Hatcher, Josh Hartnett, Jamie Childs, Louise Sutton e Sharon Hall.

A produção é uma minissérie limitada, com seis episódios. Até o momento, a Netflix a apresenta nesse formato, e não como uma série com temporadas anuais já confirmadas.




🇨🇦 Newfoundland: o lugar que se transforma em personagem



Um dos grandes diferenciais de Below é sua ambientação.

A série foi filmada em Newfoundland e Labrador, no Canadá, incluindo localidades como St. John's, Brigus South e Pouch Cove.

Em vez de depender exclusivamente de cenários artificiais, a produção aproveitou as paisagens reais da região para construir sua atmosfera.


O resultado é um ambiente marcado por águas frias, áreas costeiras, comunidades isoladas e condições naturais que ajudam a transmitir a sensação de vulnerabilidade dos personagens.

A escolha também tem importância cultural.

Newfoundland possui uma longa história ligada à pesca, à navegação e à vida em comunidades costeiras. Essas tradições fazem parte da identidade local e influenciam diretamente os conflitos apresentados na série.


A Netflix informou que as filmagens duraram 75 dias e mobilizaram centenas de profissionais e trabalhadores locais.

A produção também estabeleceu parcerias com organizações e empresas da região para incorporar elementos autênticos da cultura local.

Isso ajuda a explicar por que a cidade fictícia não parece apenas um cenário genérico de filme de monstros. Ela é apresentada como uma comunidade com costumes, histórias, problemas econômicos e relações sociais próprias.




🎭 Terror, humor e drama familiar



Embora a criatura seja o principal elemento de divulgação, Below não se limita ao horror.

A história também aborda os problemas de Calvin, suas relações familiares e as dificuldades enfrentadas pelos habitantes da cidade.

O personagem precisa lidar com a ameaça sobrenatural ao mesmo tempo que tenta manter sua família unida e encontrar uma maneira de continuar vivendo em uma região que está passando por transformações.


A série ainda incorpora momentos de humor, especialmente por meio das peculiaridades dos moradores e das relações entre eles.

Essa combinação evita que a produção seja apenas uma sequência de ataques e sustos.

O terror funciona como um catalisador para conflitos que já existiam. A chegada da criatura obriga os personagens a confrontar problemas que talvez continuassem ignorando se a vida cotidiana não tivesse sido interrompida.


Também existe uma dimensão social na história: o que acontece quando uma comunidade pequena precisa enfrentar uma ameaça que ultrapassa seus recursos e sua capacidade de compreensão?

A resposta depende não apenas da força individual dos protagonistas, mas da capacidade dos moradores de agir coletivamente.




🐙 A criatura de Below existe de verdade?

Não. A criatura de Below é fictícia.

Entretanto, a produção procurou construir sua aparência de maneira convincente.

A equipe consultou a bióloga marinha Annie Mercier, da Memorial University, em St. John's, para obter orientação científica relacionada à criatura apresentada na série.

O objetivo era dar maior credibilidade ao comportamento e à representação do ser misterioso, mesmo que ele pertença ao universo da ficção.


Os efeitos visuais ficaram a cargo de artistas canadenses da empresa Mr. X, sediada em Toronto.

Essa combinação de consultoria científica e efeitos digitais ajuda a criar um monstro que parece pertencer ao ambiente marinho, em vez de ser apenas uma criatura fantástica inserida artificialmente na história.

A série não apresenta a existência de um animal real responsável pelos acontecimentos. A criatura faz parte da narrativa ficcional, embora alguns elementos de sua representação tenham sido desenvolvidos com orientação especializada.




🎼 A música também ajuda a construir o clima

A trilha sonora de Below procura refletir a identidade cultural de Newfoundland.

Segundo a Netflix, os supervisores musicais Natasha Duprey e Mikaila Simmons conversaram com moradores locais para compreender os estilos musicais presentes no cotidiano da região.

A produção também utilizou músicas de artistas locais, incluindo Shanneyganock e Salt Beef Junkies.


Essa escolha contribui para que o ambiente tenha uma personalidade própria.

Em vez de depender exclusivamente de uma trilha sombria convencional, a série incorpora referências musicais ligadas à comunidade, criando um contraste interessante entre a vida cotidiana e o terror que começa a tomar conta da cidade.

A música ajuda a lembrar que os personagens não vivem em um cenário criado apenas para assustar o público. Eles pertencem a uma comunidade real, com tradições e uma cultura que continuam existindo mesmo quando o sobrenatural invade suas vidas.




📺 Quantos episódios tem Below?

A primeira temporada de Below possui seis episódios.

Os títulos oficiais são:

  1. Come Home Year

  2. Crown and Anchor

  3. Sir John Franklin

  4. The Ocean Will Have Us All

  5. Little Pot Rock

  6. The Unfathering Deep

Os episódios acompanham a escalada dos acontecimentos em Snooks Arm, desde o retorno da família de Calvin para uma reunião até a investigação da criatura e a tentativa de salvar a comunidade.

A temporada apresenta uma história fechada em formato de minissérie, permitindo que o mistério avance ao longo dos seis capítulos.

Para quem gosta de produções que podem ser assistidas em poucos dias, o formato é uma vantagem: não é necessário acompanhar dezenas de episódios para chegar ao desenvolvimento central da trama.




📈 O sucesso de Below na Netflix


A recepção inicial chamou a atenção.

Em publicação oficial de 13 de outubro de 2026, a Netflix informou que Below alcançou 17 milhões de visualizações e ficou em primeiro lugar no Top 10 global de séries em inglês durante sua semana de estreia.

A plataforma também informou que a produção chegou ao primeiro lugar em 53 países e entrou no Top 10 de 90 países.


Esses números mostram que a série conseguiu despertar interesse internacional logo após o lançamento.

É importante lembrar que os dados se referem ao desempenho divulgado pela Netflix naquele período. Eles não significam, por si só, que uma segunda temporada esteja confirmada.

A marca, no entanto, demonstra que histórias de monstros e mistérios sobrenaturais continuam encontrando espaço entre as produções de maior alcance do streaming.




🔍 Curiosidades sobre Below

1. Josh Hartnett se interessou rapidamente pelo roteiro

O ator contou à Netflix que leu os dois primeiros roteiros em menos de uma hora. Ele destacou a força da história, a personalidade do protagonista e a originalidade do cenário.


2. A equipe procurou reproduzir o sotaque local

Hartnett ouviu diariamente uma estação de rádio da região, especialmente programas em que pescadores conversavam sobre seu trabalho.

Charlie Heaton também procurou conhecer melhor a cultura local para construir seu personagem de maneira convincente.


3. A produção aproveitou o oceano real

Segundo a Netflix, a equipe filmou em locações reais na região. Charlie Heaton relatou experiências no mar, incluindo atividades em barcos e caiaque.


4. A comunidade participou da produção

A Netflix informou que mais de 700 profissionais do elenco e da equipe principal participaram do projeto, além de centenas de trabalhadores contratados diariamente e figurantes.


5. O projeto teve impacto econômico regional

Segundo a plataforma, a produção contribuiu com mais de 90 milhões de dólares canadenses para a economia do país, com a maior parte desse impacto beneficiando Newfoundland e Labrador.


6. O título é simples, mas combina com o mistério

A palavra inglesa Below significa “abaixo” ou “nas profundezas”, dependendo do contexto. É um título que combina diretamente com a presença de uma criatura marinha e com os segredos escondidos sob a superfície.


7. A série mistura referências culturais e ficção científica

A história utiliza a cultura pesqueira, o folclore e a história local como parte da construção de seu universo. O resultado é uma narrativa que vai além da ideia de um monstro atacando uma cidade.




▶️ Onde assistir a Below?

Below está disponível na Netflix desde 8 de outubro de 2026.

A página oficial da plataforma apresenta a série como uma minissérie de suspense, estrelada por Josh Hartnett, Mackenzie Davis e Charlie Heaton.

Assista ao trailer e confira a disponibilidade no catálogo:

https://www.netflix.com/title/81652677

A disponibilidade pode variar conforme a região e as condições do catálogo local.




📝 Conclusão: vale a pena conhecer Below?

Below reúne vários elementos que costumam funcionar bem em histórias de terror: uma criatura desconhecida, uma comunidade isolada, segredos do passado e personagens que precisam lutar para proteger as pessoas que amam.

O diferencial está na maneira como esses elementos são combinados com o drama familiar e a cultura de Newfoundland.

Josh Hartnett interpreta um protagonista que não precisa enfrentar apenas um monstro. Calvin também precisa lidar com perdas, dificuldades econômicas e a ameaça de ver desaparecer o mundo em que construiu sua vida.


A participação de Mackenzie Davis acrescenta uma perspectiva científica à investigação, enquanto Charlie Heaton ajuda a conectar o mistério à história da família Penney.

A ambientação real, a consultoria científica e a utilização de referências culturais locais também demonstram o cuidado da produção em construir uma identidade própria.

Com seis episódios, a minissérie oferece uma história de suspense que combina horror marítimo, ficção científica e conflitos humanos.

E o desempenho inicial divulgado pela Netflix mostra que a proposta conseguiu despertar a curiosidade do público internacional.


Se você gosta de histórias de criaturas misteriosas, cidades isoladas e segredos escondidos nas profundezas, Below merece entrar na sua lista.

Agora fica a pergunta: você teria coragem de sair para pescar se soubesse que alguma coisa desconhecida está esperando debaixo do seu barco?

Continue acompanhando o Resenhando Com Luke para mais notícias, curiosidades e novidades sobre filmes, séries, games e cultura pop!




🔗 Fontes consultadas

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

THE WALKING DEAD: DARYL DIXON — ÚLTIMA TEMPORADA PROMETE LEVAR DARYL E CAROL AO LIMITE


Por Luke Novaes

O fim está cada vez mais próximo para uma das duplas mais queridas de The Walking Dead

O universo de The Walking Dead pode ter encerrado sua série principal em 2022, mas os mortos continuam caminhando — e a AMC ainda tem algumas histórias importantes para contar.

A próxima grande etapa dessa jornada será a quarta e última temporada de The Walking Dead: Daryl Dixon, produção protagonizada por Norman Reedus e Melissa McBride.

A AMC divulgou em setembro de 2026 o primeiro teaser da temporada final, que está programada para chegar em 2027. A nova temporada continuará a história de Daryl e Carol na Europa, agora com a dupla enfrentando novas ameaças e uma versão ainda mais perigosa do apocalipse.

E se você achava que os mortos-vivos já tinham mostrado tudo o que podiam fazer...

Pode ser melhor pensar novamente.




🧟 DARYL E CAROL AINDA NÃO CONSEGUIRAM VOLTAR PARA CASA

Desde que Daryl Dixon chegou à Europa, sua história tomou um caminho completamente diferente daquele que os fãs conheciam na série original.

Na primeira temporada, Daryl acaba na França, onde conhece Isabelle e Laurent e descobre que o garoto pode representar uma esperança para a humanidade.

A segunda temporada trouxe Carol de volta à história.

Depois de procurar Daryl por muito tempo, ela finalmente consegue reencontrar o amigo e passa a participar diretamente da aventura.

A terceira temporada levou os protagonistas para a Espanha, ampliando ainda mais a dimensão internacional do universo.

Agora, na temporada final, a história continuará a partir dos acontecimentos deixados pelo terceiro ano.




⚡ ZUMBIS MAIS RÁPIDOS ESTÃO DE VOLTA

Um dos elementos que mais chamaram atenção desde o primeiro ano de Daryl Dixon foi a existência de variantes de mortos-vivos.

Na França, os sobreviventes encontraram criaturas diferentes dos walkers tradicionais que conhecíamos na série original.

Algumas eram capazes de se movimentar com muito mais velocidade.

Outras apresentavam comportamentos extremamente agressivos.

O primeiro teaser da temporada final indica que essas criaturas continuarão sendo uma ameaça.

E isso pode mudar completamente a forma como Daryl e Carol precisam lutar para sobreviver.

Quando você passa anos aprendendo a enfrentar um determinado tipo de inimigo, encontrar uma versão mais rápida e imprevisível dele pode ser um problema gigantesco.




🇪🇸 A ESPANHA SERÁ NOVAMENTE O PALCO DA HISTÓRIA

A terceira temporada mudou o cenário da franquia para a Espanha.

Essa mudança foi importante porque The Walking Dead deixou de depender exclusivamente dos Estados Unidos para contar suas histórias.

Depois de uma década acompanhando Alexandria, Hilltop, Atlanta e outras regiões americanas, o universo finalmente passou a mostrar como o apocalipse se desenvolveu em diferentes partes do planeta.

Daryl e Carol agora precisam sobreviver em uma Europa completamente transformada.

E a temporada final continuará explorando esse ambiente.

A própria AMC confirmou que os novos episódios continuarão ambientados na Espanha.




🎭 JIMMY SMITS ENTRA PARA O ELENCO


Uma das novidades anunciadas para a última temporada é a chegada de
Jimmy Smits.

O ator, vencedor de Emmy e Globo de Ouro, interpretará um ex-oficial da Marinha dos Estados Unidos e médico.

A informação foi divulgada junto com o primeiro material promocional da temporada final.

A entrada de Smits acrescenta ainda mais curiosidade à história.

Quem é esse médico?

Como ele conseguiu sobreviver durante tantos anos?

Ele será aliado de Daryl e Carol?

Ou esconderá alguma coisa?

A série ainda não revelou todos os detalhes sobre o personagem.

E talvez seja melhor assim.




🧟‍♂️ THE WALKING DEAD NÃO MORREU COM RICK


Quando
The Walking Dead terminou sua série principal em 2022, muita gente imaginou que aquele seria o fim definitivo da franquia.

Mas a AMC tomou outro caminho.

Em vez de continuar apenas uma série gigantesca com dezenas de personagens, o universo passou a ser dividido em histórias menores.

Surgiram produções focadas em personagens específicos.

Entre elas:

  • Fear the Walking Dead

  • The Walking Dead: World Beyond

  • Tales of the Walking Dead

  • The Walking Dead: The Ones Who Live

  • The Walking Dead: Dead City

  • The Walking Dead: Daryl Dixon

Hoje, o universo possui centenas de episódios distribuídos entre diferentes séries e períodos da cronologia.




🧟‍♀️ MAGGIE E NEGAN TAMBÉM CONTINUAM NA LUTA

Enquanto Daryl e Carol vivem sua aventura europeia, outro núcleo importante continua nos Estados Unidos.

The Walking Dead: Dead City acompanha Maggie e Negan, dois personagens que possuem uma das relações mais complicadas de toda a franquia.

A terceira temporada está atualmente em exibição em 2026.

E a produção chegou a experimentar até mesmo uma ideia bastante diferente: um episódio ambientado em uma realidade alternativa na qual o apocalipse zumbi nunca aconteceu.

A própria AMC destacou o episódio como uma oportunidade para imaginar como Maggie e Negan poderiam ter sido se suas vidas tivessem seguido outro caminho.




🧟 E RICK GRIMES?

Outro ponto que continua despertando interesse dos fãs é o futuro de Rick Grimes e Michonne.

A minissérie The Walking Dead: The Ones Who Live conseguiu finalmente contar a história que muitos espectadores esperaram durante anos.

Rick e Michonne voltaram ao centro da narrativa e a produção ajudou a preencher importantes lacunas deixadas pelo desaparecimento do antigo protagonista.

Embora ainda existam muitas possibilidades para novos encontros dentro do universo, a franquia atualmente parece concentrada em desenvolver seus diferentes núcleos.




📺 THE WALKING DEAD ESTÁ INDO PARA A NETFLIX

E existe outra grande novidade para os fãs.

Em julho de 2026, Netflix e AMC Global Media anunciaram um acordo mundial de licenciamento envolvendo a franquia.

O acordo inclui a série original e os seis spin-offs.

Ao todo, são 371 episódios.

A partir de 2027, as séries passarão a chegar à Netflix em diferentes territórios, permanecendo também disponíveis no AMC+ onde o serviço estiver disponível.

O acordo tem duração de cinco anos e foi avaliado em US$ 500 milhões em taxas de licenciamento.

Isso significa que o Universo The Walking Dead poderá alcançar uma nova geração de espectadores.




🌎 UM UNIVERSO CADA VEZ MAIOR

Uma das coisas mais interessantes de The Walking Dead atualmente é perceber o tamanho que essa franquia alcançou.

Tudo começou em 2010 com uma série sobre um policial chamado Rick Grimes acordando em um hospital e descobrindo que o mundo havia acabado.

Dezesseis anos depois, temos histórias acontecendo em diferentes países, diferentes épocas e com diferentes protagonistas.

Atlanta.

Virgínia.

Nova York.

França.

Espanha.

O mundo de The Walking Dead deixou de ser apenas uma história sobre sobreviventes tentando encontrar comida e abrigo.

Agora existe uma verdadeira geografia do apocalipse.




🔥 O QUE ESPERAR DA ÚLTIMA TEMPORADA DE DARYL DIXON?

Ainda existem muitas perguntas.

Daryl conseguirá finalmente voltar para os Estados Unidos?

Carol permanecerá ao lado dele?

O que acontecerá com Laurent?

Quem é realmente o personagem interpretado por Jimmy Smits?

Por que os walkers continuam apresentando variantes?

E, principalmente:

qual será o destino de Daryl Dixon?

Depois de tudo o que o personagem enfrentou desde a primeira temporada da série original, seria difícil imaginar um encerramento simples.

Daryl começou como um personagem secundário.

Acabou se transformando em um dos maiores símbolos de The Walking Dead.

E agora terá que encarar sua última grande jornada.




🩸 MINHA OPINIÃO — O FIM DE DARYL PODE SER O COMEÇO DE UMA NOVA FASE

O mais interessante nessa atual fase de The Walking Dead é que a franquia não parece estar tentando simplesmente repetir a fórmula da série original.

Dead City possui uma identidade própria.

Daryl Dixon possui outra.

E The Ones Who Live adotou uma abordagem completamente diferente.

Isso permite que o universo continue explorando personagens sem precisar transformar cada produção em uma cópia da série original.

Para mim, a última temporada de Daryl Dixon tem tudo para funcionar como uma despedida importante.

Não necessariamente uma despedida definitiva do Universo The Walking Dead.

Mas uma despedida de uma das histórias mais pessoais da franquia.

Daryl passou por Atlanta, prisão, Terminus, Alexandria, guerra, os Salvadores e inúmeros outros conflitos.

Agora ele está do outro lado do oceano.

E, ironicamente, talvez o maior desafio seja simplesmente descobrir se existe algum lugar para chamar de casa.




🧟 CONCLUSÃO

The Walking Dead acabou?

Não.

Muito pelo contrário.

Em 2026, o universo continua expandindo sua história através de diferentes séries, personagens e países.

A próxima grande parada será a temporada final de The Walking Dead: Daryl Dixon, prevista para 2027.

Com Daryl, Carol, novos personagens, zumbis variantes e a Espanha como cenário, a série promete encerrar sua jornada em grande estilo.

E enquanto isso, Dead City continua avançando, novos projetos podem surgir e a chegada de todo o universo à Netflix promete apresentar esses personagens para ainda mais espectadores.

Depois de 16 anos...

os mortos continuam caminhando.

E aparentemente ainda temos muita estrada pela frente.




📺 FICHA DA MATÉRIA

Franquia: The Walking Dead

Produção em destaque: The Walking Dead: Daryl Dixon

Temporada: 4ª e última

Estrelas: Norman Reedus e Melissa McBride

Novo nome no elenco: Jimmy Smits

Ambientação: Espanha

Estreia prevista: 2027

Status: temporada final em produção/divulgação





📌 FONTES

AMC
AMC Global Media
Netflix
The Walking Dead Brasil
GamesRadar

domingo, 24 de maio de 2026

Joe Hill: muito mais do que “o filho de Stephen King”


Quando alguém descobre que Joe Hill é filho de Stephen King, a reação quase sempre é a mesma: comparação imediata. Mas reduzir Hill apenas ao parentesco talvez seja uma das maiores injustiças da literatura de horror contemporânea.


Ao longo das últimas duas décadas, Joe Hill construiu uma identidade própria dentro do gênero, misturando horror psicológico, fantasia sombria, cultura pop, violência emocional e personagens profundamente humanos. E o mais curioso? Durante anos, muita gente nem sabia quem ele realmente era.


Segundo entrevistas e biografias do autor, Hill adotou o pseudônimo justamente para tentar conquistar espaço sem depender do sobrenome “King”.



O nascimento de um novo nome do horror

Nascido Joseph Hillström King, em 1972, no estado do Maine, Joe cresceu cercado por livros, roteiros e histórias assustadoras. Ainda criança, chegou até a aparecer no clássico Creepshow, dirigido por George A. Romero e escrito por seu pai.


Mas foi apenas no fim dos anos 1990 que ele começou a publicar contos profissionalmente usando o nome Joe Hill. A estratégia funcionou: críticos elogiaram seus textos sem sequer perceber a ligação familiar.


Seu primeiro grande sucesso veio com o livro Heart-Shaped Box, conhecido no Brasil como A Estrada da Noite. O romance misturava fantasmas, rock pesado e um clima sufocante de paranoia. A recepção foi tão positiva que Hill rapidamente deixou de ser “uma curiosidade literária” para se tornar um dos nomes mais fortes do horror moderno.



O horror moderno com identidade própria

Embora existam semelhanças inevitáveis entre pai e filho, Joe Hill possui um estilo diferente do de Stephen King.


Enquanto King frequentemente aposta em narrativas extensas e construção lenta, Hill costuma trabalhar com histórias mais diretas, agressivas e carregadas de imaginação visual. Muitos leitores enxergam nele uma abordagem mais contemporânea do horror.


Em discussões online, fãs frequentemente destacam como Hill consegue equilibrar fantasia sombria, humor macabro e emoção humana de forma única. Alguns leitores chegam a afirmar que ele escreve finais mais consistentes do que o próprio Stephen King.


Entre suas obras mais celebradas estão:

  • Horns (O Pacto)
  • NOS4A2 (Nosferatu)
  • The Fireman
  • 20th Century Ghosts
  • Full Throttle

Além dos romances, Hill se tornou um fenômeno também nos quadrinhos.



Locke & Key: a obra-prima dos quadrinhos de horror

Se existe uma obra que consolidou Joe Hill como um verdadeiro gigante do horror contemporâneo, essa obra é Locke & Key.

Publicada pela IDW Publishing e ilustrada por Gabriel Rodríguez, a HQ mistura fantasia, trauma familiar, casas mal-assombradas e chaves com poderes sobrenaturais.

A série conquistou leitores do mundo inteiro e virou adaptação da Netflix entre 2020 e 2022.

E o mais impressionante é que até leitores iniciantes em graphic novels costumam se apaixonar pela obra. Em fóruns e comunidades online, Locke & Key é frequentemente descrita como “uma das melhores séries de quadrinhos já feitas”.



Entre adaptações e novos projetos
Assim como o pai, Joe Hill também virou um queridinho de Hollywood.

Seu conto The Black Phone foi adaptado para os cinemas com enorme sucesso, ajudando a apresentar o autor para uma nova geração de fãs do terror.

Além disso, obras como NOS4A2 e Horns também ganharam adaptações.

Nos últimos anos, Hill ainda expandiu sua presença no mundo dos quadrinhos através do selo Hill House Comics, focado em histórias de terror publicadas pela DC Comics.



Joe Hill já saiu da sombra do pai?
Talvez a resposta mais honesta seja: sim.

Claro, o sobrenome King sempre estará ligado à carreira de Joe Hill. Mas depois de tantos livros, prêmios, adaptações e fãs apaixonados, ficou evidente que ele não depende mais dessa comparação para existir artisticamente.

Joe Hill encontrou sua própria voz.

Uma voz mais moderna, mais visual, mais ácida — mas ainda profundamente apaixonada pelo horror clássico.

E talvez seja justamente isso que torna sua obra tão fascinante: ele honra o legado do pai sem jamais parecer uma simples cópia dele.


Fontes: DarkSide Books Blog – Joe Hill: mais do que o filho escritor de Stephen King
Wikipedia – Joe Hill (writer)
Wikipedia – Locke & Key
Wikipedia PT – Joe Hill
Netflix – Locke & Key
IDW Publishing
Reddit – Discussão sobre Joe Hill e suas obras
Reddit – Opiniões de fãs sobre Joe Hill e Stephen King

sexta-feira, 13 de março de 2026

Universo de Locke & Key pode voltar com novos projetos, revela Joe Hill



O universo criado por Joe Hill em Locke & Key pode não ter chegado ao fim. Mesmo após o encerramento da adaptação televisiva Locke & Key, o autor revelou recentemente que ainda existem ideias e histórias que podem expandir esse mundo de fantasia sombria no futuro.


A revelação animou fãs da franquia, que se tornou um dos maiores sucessos de Joe Hill no mercado de quadrinhos e também uma das adaptações de fantasia mais populares da Netflix nos últimos anos.




Uma história que conquistou fãs no mundo inteiro

Criada por Joe Hill em parceria com o artista Gabriel Rodríguez, Locke & Key começou como uma série de quadrinhos publicada em 2008 pela editora IDW Publishing.


A história acompanha a família Locke, que se muda para a misteriosa Keyhouse, uma mansão repleta de chaves mágicas capazes de realizar feitos extraordinários — como abrir portas para outras dimensões, alterar a mente das pessoas ou até separar a alma do corpo.


Mas junto com esses poderes surge também uma ameaça sombria: uma entidade maligna que deseja controlar as chaves para liberar um mal ainda maior no mundo.


A mistura de terror, fantasia e drama familiar rapidamente conquistou leitores e transformou a obra em uma das HQs mais premiadas de sua geração.




A adaptação para TV e o sucesso na Netflix

Após anos de tentativas em Hollywood, a adaptação finalmente chegou à televisão em 2020 com a série Locke & Key, produzida pela Netflix.


A série contou com três temporadas e apresentou a história para um público ainda maior. Apesar de algumas diferenças em relação aos quadrinhos, a produção foi bem recebida pelos fãs e manteve os principais elementos que tornaram a obra original tão popular:


O mistério da mansão Keyhouse

As chaves mágicas com poderes únicos

O terror sobrenatural envolvendo a entidade Dodge


Durante sua exibição, a série figurou diversas vezes entre os conteúdos mais assistidos da plataforma.




Joe Hill ainda tem novas ideias para o universo

Mesmo com o encerramento da série em 2022, Joe Hill já comentou em entrevistas que o universo de Locke & Key ainda possui muito potencial narrativo.


O autor revelou que existem histórias que nunca foram exploradas nos quadrinhos originais e que poderiam ser desenvolvidas no futuro. Entre essas possibilidades estão:


Novas chaves mágicas com poderes inéditos

Histórias ambientadas em outras épocas

Personagens que ainda não tiveram suas histórias totalmente exploradas


Hill também já demonstrou interesse em voltar a trabalhar com Gabriel Rodríguez em novas histórias ambientadas nesse universo.




Crossovers e expansão do universo

Nos quadrinhos, Locke & Key já demonstrou que seu universo pode ser expandido de maneiras surpreendentes.


Um dos exemplos mais curiosos foi o crossover com o universo de The Sandman, criação do escritor Neil Gaiman. Essa colaboração mostrou que o mundo das chaves mágicas pode se conectar a outras narrativas do gênero fantasia e horror.


Esses experimentos narrativos reforçam a ideia de que o universo da franquia ainda tem muito espaço para crescer.




Joe Hill: cada vez mais presente no terror moderno

Nos últimos anos, Joe Hill tem se consolidado como um dos nomes mais importantes do terror contemporâneo. Além de seus quadrinhos e romances, diversas obras suas já foram adaptadas para cinema e televisão.


Entre os exemplos mais conhecidos estão:

> The Black Phone

> Horns

> NOS4A2


Apesar de ser filho do lendário Stephen King, Hill conseguiu construir uma identidade própria dentro do gênero, combinando horror sobrenatural com drama humano e personagens complexos.




O futuro de Locke & Key

Embora ainda não exista confirmação oficial sobre novos projetos de Locke & Key, as declarações de Joe Hill indicam que o universo da série ainda está longe de ser encerrado definitivamente.


Com o sucesso dos quadrinhos, da série e o interesse contínuo dos fãs, não seria surpresa se novas histórias — seja em HQs, séries ou até filmes — voltassem a explorar os segredos da misteriosa Keyhouse.


Para quem acompanha a carreira de Joe Hill, uma coisa é certa: o autor ainda tem muitas portas para abrir — e muitas chaves para revelar.


Fontes:

GamesRadar

ScreenRant

ComicBook.com

Entertainment Weekly

Entrevistas de Joe Hill sobre Locke & Key e seus futuros projetos.

domingo, 31 de dezembro de 2023

Rick de The Walking Dead vem sendo elogiado por atuação em série da Netflix

 


Andrew Lincoln, astro de The Walking Dead, retorna ao gênero de terror e surpreende o público na Netflix. Série é de vencedor do Oscar.


Em 2010, “The Walking Dead” introduziu o mundo a Rick Grimes, interpretado por Andrew Lincoln. Após nove temporadas repletas de emoções intensas, o ator optou por se afastar do programa para dedicar mais tempo à família e explorar novos projetos.


Um desses projetos conduziu Andrew Lincoln, conhecido por seu papel em “The Walking Dead”, a protagonizar um filme de um gênero totalmente diferente do qual estava acostumado. Nele, o ator deu vida a Ebenezer Scrooge em uma nova adaptação do clássico “Conto de Natal” de Charles Dickens. Contudo, seu interesse pelo terror persistiu, e ele escolheu explorá-lo pelas mãos de um vencedor do Oscar.



Assim, Andrew Lincoln ingressou na bem-sucedida série da Netflix do renomado diretor Guillermo del Toro, “Gabinete de Curiosidades”. Composta por oito episódios autoconclusivos e independentes, cada um com seu elenco exclusivo, a série apresenta histórias que refletem diversas ideias desenvolvidas ao longo dos anos pelo renomado cineasta.


Lincoln é destaque no oitavo e último episódio, intitulado “O Murmúrio” e magistralmente dirigido por Jennifer Kent. No episódio, o ator contracena com Essie Davis e Hannah Galway. Segundo a sinopse, a história explora a vida dos ornitólogos Nancy e Edgar, que, após uma trágica perda, chegam a uma casa isolada para estudar pássaros, sem imaginar que o local reserva uma narrativa repleta de dor e terror.



A crítica aclamou “O Murmúrio” como a melhor história da temporada, destacando-a como solitária, inquietante, devastadora e repleta de autênticos sobressaltos. Dos oito episódios de “Gabinete de Curiosidades”, é aquele que mais impacta os espectadores, causando inquietação duradoura, um feito amplamente atribuído à atuação impecável de Andrew Lincoln.


Para os fãs ardorosos de “The Walking Dead”, a jornada de Andrew Lincoln não chega ao fim. Em breve, o aguardado spin-off de seu personagem, Rick Grimes, ao lado de Michonne (Danai Gurira), estreará na AMC. Assim, prometendo continuar a explorar o universo zumbi criado por Frank Darabont. O retorno de Lincoln ao universo pós-apocalíptico, portanto, traz expectativas elevadas para os fãs, ansiosos para mais aventuras e reviravoltas.


Fonte: Mix de Series


quinta-feira, 3 de março de 2022

Netflix compra fabricante do game “The Walking Dead” por US$ 72 milhões

 


Entrando de cabeça no mercado de games, a Netflix anunciou, nesta quarta-feira (2), a aquisição da Next Games, empresa finlandesa responsável pelo desenvolvimento de jogos das franquias “The Walking Dead” e “Stranger Things”.


Segundo o comunicado, a Netflix fará uma oferta pública para adquirir todas as ações emitidas e em circulação da desenvolvedora — o que significa, na prática, arrematar a empresa toda. Ao todo, os acionistas da finlandesa receberão cerca de US$ 72,2 milhões (cerca de R$ 370 milhões na cotação atual do dólar) pelo negócio.


Fundada em 2013, a Next Games tem como foco a criação de jogos móveis baseados em títulos de entretenimento, como o recém-lançado “Stranger Things: Puzzle Tales”, por exemplo, um RPG inspirado na série dramática de terror homônima, uma das mais assistidas da Netflix.



Games na Netflix

Ao final de 2021, a Next Games contava com 120 funcionários, tendo registrado vendas de aproximadamente 30,2 milhões de dólares em 2020.


“Estamos empolgados com o fato de a Next Games se juntar à Netflix em uma região estratégica e um mercado importante, expandindo nossas capacidades internas de estúdio de jogos e ser capaz de construir um portfólio de jogos que irão encantar nossos membros em todo o mundo”, afirmou Michael Verdu, vice-presidente de jogos da Netflix.

“Unir forças com o maior serviço de streaming do mundo, a Netflix, apresenta uma oportunidade para uma continuação lógica e empolgante de nossa estratégia de criar experiências interativas”, finalizou Teemu Huuhtanen, CEO da Next Games.


Vale lembrar que, desde o final do ano passado, a Netflix disponibiliza no Brasil uma série de jogos exclusivos, sem anúncios ou taxas, dentro da aba “Games” do aplicativo para celular da plataforma de streaming.


Fonte: GizModo

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Vem aí mais uma adaptação de Stephen King pela Netflix


A próxima adaptação de Stephen King para a Netflix já tem nome: “O telefone do Sr. Harrigan”. O conto foi originalmente publicado na coletânea “Com Sangue” publicada em 2020. O quarto filme de Stephen King a ser adaptado pelo serviço de streaming norte americano será escrito e dirigido por John Lee Hancock e produzido por Ryan Murphy. O filme tem previsão para começar a ser produzido em Outubro de 2021 em Connecticut, EUA, ainda sem data de lançamento oficial. Assim que surgirem mais informações, avisaremos por aqui.


Sobre o conto: “O Telefone do Sr. Harrigan” conta a história do jovem Craig, que perdeu a mãe muito cedo e que mora apenas com o pai em uma cidadezinha do Maine, até o dia em que o misterioso milionário Sr. Harrigan o contrata para ler livros para ele. Nasce então uma amizade que mudará a vida de Craig, quando ele decide presentear o Sr. Harrigan com um Iphone que abrirá as portas do sobrenatural.



Fonte: Stephen King BR


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Marianne - Stephen King elogia nova série de terror da Netflix


Através do seu Twitter, Stephen Kingelogiou a nova série de terror da Netflix, intitulada ‘Marianne‘.

Stephen King
✔@StephenKing
If you're one of those sickos--like me--who enjoys being scared, MARIANNE (Netflix) will do the job. There are glints of humor that give it a STRANGER THINGS vibe. It also has (I say it with all due modesty) a Stephen King vibe.

“Se você é uma dessas pessoas – como eu – que gostam de ficarem assustadas, ‘Marianne’ vai lhe agradar. Há uns toques de humor que traz uma vibe meio ‘Stranger Things’, mas também há uma (eu vou dizer isso com toda modestia) uma vibe Stephen King.”

Ao descobrir que suas histórias aterrorizantes estão se tornando reais, uma escritora retorna à sua cidade natal para enfrentar os demônios do passado que inspiram seus livros.
A primeira temporada já está disponível na Netflix!



Fonte: Cinepop

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Resident Evil deve ganhar série de TV na Netflix


Produtora Constatin Films está procurando showrunner para o projeto

Resident Evil deve ganhar uma série de TV na Netflix. A informação é do Deadline.

O projeto é da Constantin Films, produtora e distribuidora que também adaptou a franquia da Capcom para os cinemas. Segundo o site, a busca por um showrunner já começou, e o programa terá a mesma premissa básica da saga de jogos, que mostra um apocalipse zumbi causado pela Umbrella Corporation. O seriado deve se aprofundar no dia-a-dia da corporação vilã, acompanhando o desenvolvimento do T-Virus e o surto inicial.

Ainda não há elenco ou produção definida, e também não é certo se será animação ou live-action. Essa não será a primeira tentativa de levar Resident Evil para as telinhas: anteriormente, um projeto chamado Arklay foi desenvolvido e cancelado em 2014.


Fonte: Omelete

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Stephen King diz que adorou Bird Box e detona críticos do filme



Stephen King defende a qualidade de Bird Box da Netflix, e rebate críticos

Desde que lançado, Bird Box provou ser outra boa produção original da Netflix, mas os críticos e o público partilham conceitos diferentes. Dito isso, o famigerado Stephen King – responsável por nada menos que O Iluminado, IT e muitos outros – defendeu a qualidade do longa, e defendeu que as pessoas devem ver o filme por si mesmas.

Através de seu Twitter, King detonou os críticos e indicou que mais pessoas vissem Bird Box. Confira:

@StephenKingI was absolutely riveted by BIRD BOX (Netflix). Don’t believe the lukewarm reviews, which may in part have been caused by reviewers’ ambivalence to the streaming platform, as opposed to theatrical releases.

@StephenKing“Eu fiquei absolutamente pregado por BIRD BOX (Netflix). Não acreditem nas críticas frias, que podem em parte ter sido causadas pela ambivalência à plataforma de streaming, em oposição aos lançamentos teatrais.“


Ainda em adição, King disse que tais críticos podem sofrer da “Síndrome de NP”, que seria “Netflix Prejudice“. Em suma, King realça uma espécie de “preconceito” da crítica especializada no exterior, que taxa filmes de serviços como a Netflix de “produções de baixa qualidade“.


Acima de tudo, o futuro da Netflix parece promissor

O relacionamento entre a Netflix e o escritor nunca fora tão produtivo. Há algumas obras de King disponíveis no serviço de streaming, incluindo Conexão Mortal. E o fato do escritor defender as produções distantes de Hollywood, indica que podemos ter novidades no futuro.


Por enquanto, o melhor que podemos fazer é recomendar que as pessoas realmente vejam Bird Box, antes de julgar. Segundo nosso querido Ariel, o filme é digno de, no mínimo, uma nota 7. Só isso já seria uma boa desculpa para vê-lo. Mas, temos que levar em consideração que ainda é uma obra de “porte menor“, e existem algumas ressalvas na produção.

Bird Box já está disponível na Netflix.



Fonte: Combo Infinito

Uma das histórias mais perturbadoras de Stephen King ganha filme pela Netflix


Com acordo firmado desde agosto do ano passado, um dos atores mais renomados do mundo em quesito terror e horror estará lançando mais uma adaptação de sua história pela Netflix. In the Tall Grass é o próximo título do escritor junto com Joe Hill, seu filho, a ser lançada pela plataforma de streaming.

Contando com Patrick Wilson (“Conjuring”), Laysla De Oliveira e Harrison Gilbertson no elenco, o filme conta a história de um irmão e uma irmã na fase da adolescência realizando uma viagem de carro. Porém, entram em uma alta mata para ir até um auxílio de meninos coisas estranhas começam a acontecer, o tempo e o espaço misteriosamente tornam-se diferentes por uma força desconhecida.

Esta história de Stephen King conta com a colaboração do seu filho Joe Hill, a data de estreia está agendada para ser este ano.

A produção já afirmou que este pretende ser um dos longas mais perturbadores do escritor, inclusive Vincenzo Natali, o diretor da adaptação, revelou para um site estrangeiro que o filme torna-se aterrorizante pelo fato de a grama ser um labirinto e, ao mesmo tempo, guardar tantos segredos inimagináveis.

Além disso, ele também afirmou que esta é uma das histórias mais agoniante de King, pois nunca imaginou que grama poderia dar tanto medo como sentiu durante a leitura da história, mesmo ele tendo muito conhecimento e experiência na área.

Com um elenco de sucesso e mais uma parceria produtiva com a Netflix, In the Tall Grass pretende ser mais uma adaptação cinematográfica de sucesso do escritor em parceria com a plataforma de streaming.

Stephen King teve outras histórias adaptadas pela empresa, sendo elas Jogo Perigoso e 1922.


Fonte: Desencaixados

domingo, 15 de julho de 2018

She-Ra - Confira o Visual da Protagonista na Animação da Netflix


Você já deve saber que a Netflix e a Dreamworks estão fazendo uma nova animação intitulada She-Ra and the Princess of Power, que trará uma nova versão da clássica heroína e irmã gêmea do He-Man.

Agora podemos ver em mais detalhes como é o novo visual da personagem.



As artes foram divulgadas em uma revista (via ComicBookMovie), dando uma ideia de como She-Ra vai ficar. O pôster mostrado anteriormente já tinha indicado que o visual será bem diferente do original, mas agora vemos em detalhes a guerreira no novo traço.
O elenco conta com Aimee Carrero (Adora/She-Ra), Jordan Fisher (Seahawk), Marcus Scribner (Bow), Lorraine Toussaint (Shadow Weaver), Sandra Oh (Castaspella), Karen Fukuhara (Glimmer), AJ Michalka (Catra), Reshma Shetty (Angella), Keston John (Hordak), Lauren Ash (Scorpia), Christine Woods (Entrapta), Genesis Rodriguez (Perfuma), Vella Lovell (Mermista), Merit Leighton (Frosta) e Krystal Joy Brown (Netossa). O ganhador do Eisner Award, Noelle Stevenson, será o showrunner.

She-Ra and the Princess of Power está agendado para chegar à Netflix, no final de 2018.


Fonte: Jovem Nerd