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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Entenda como The Walking Dead pretende separar Carol e Daryl

Digam adeus para Caryl


Os fãs do ship Caryl estão tomando duros golpes na 10ª temporada de The Walking Dead. Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) estão prontos para uma briga após os eventos de Open Your Eyes, o sétimo episódio desse ano.



Carol VS Alpha
Carol primeiro questionou a fronteira e as leis impostas por Alpha (Samantha Morton) na estreia da 10ª temporada. Além disso, ela disparou um tiro contra a líder dos Sussurradores ao se encontrar com Alpha na fronteira pela primeira vez desde o assassinato do filho Henry (Matt Lintz). Depois, Carol cruzou outra linha quando mentiu para Daryl, o que acabou se desenrolando na captura de um sussurrador (James Parks) para extrair informações sobre a horda de caminhantes de Alpha capaz de destruir Alexandria.

Mais tarde, a manipulação grosseira de Carol com o Sussurrador, que não coopera, revela-se infrutífera até que ele revela informações novas para os alexandrinos: os Sussurradores disseram que Alpha “sacrificou” Lydia.


Então, Carol corre da cadeia para mostra Lydia ao sussurrador, imaginando que isso faria com que ele deixasse de lado sua fidelidade pela líder Alpha. Daryl diz para Carol não colocar Lydia no meio disso. Mas antes que isso possa acontecer, o sussurrador acaba morto pelas mãos do espião de Alpha.



A fuga de Lydia
Mais tarde, ao acompanhar Carol no que lhe disseram que era uma viagem de caça, Carol e Lydia encontram Gamma (Thora Birch) mantendo Aaron (Ross Marquand) como refém. Ele é libertado apenas quando a sussurradora, que já está em conflito, vê Lydia viva. Gamma, então, foge.

“Você disse que queria minha ajuda”, Lydia diz a Carol. “Você me usou.” Carol tenta se desculpar. Mas fica magoada quando Lydia diz que ela é igual a Alpha. “Você disse que queria que eu escolhesse um lado? Eu escolho o meu”.

Lydia então desaparece atrás da fronteira dos Sussurradores, sabendo que Carol e Aaron não podem segui-la.



Carol e Daryl

O relacionamento de Daryl e Carol pode ficar tensa quando ele descobrir que Lydia está desaparecida. Pior, ela foi atraída de Alexandria por uma Carol mentirosa. Além dos sentimentos paternais de Daryl por Lydia, Michonne (Danai Gurira) encarregou-o especificamente de proteger Lydia a todo custo.

“Quando fomos para a fronteira, fomos lá para desescalar o conflito e ganhar tempo e vantagem estratégica”, diz Michonne pelo rádio de Hilltop. “Estava funcionando até Carol dar o tiro. Alpha poderia ter nos matado ali mesmo. Por que ela não fez isso?”

“Você acha que ela não atacará se tivermos Lydia”, responde Daryl, levando Michonne a explicar sua posição.

“Alpha queria que você a protegesse”, diz ela. “A presença de Lydia pode não nos ajudar. Mas se Alpha achar que não está segura conosco – ou se Lydia fugir por causa de tudo isso – isso definitivamente nos machucará. Ela tem que ficar em Alexandria”.

As ações de Carol agora colocam Alexandria em risco de sofrer a ira de Alpha – que pode vir na forma da mesma horda de andadores que Carol pretende destruir. Mas a destruição de Alexandria por uma horda pode não ser nada perto da destruição de Caryl.





Fonte: Observatório do Cinema 

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

TWD 7° Temporada: Perguntas e Respostas com Melissa McBride (Carol)




Melissa McBride, que interpreta Carol Peletier em The Walking Dead, fala sobre sua primeira impressão do Reino e da estreia “devastadora” da sétima temporada.

Morgan e Carol não foram capturados por Negan, mas eles conheceram outros habitantes desse mundo apocalíptico. Qual foi sua primeira impressão dos dois membros do Reino que conhecemos?

Melissa McBride: Eu não tenho certeza de que Carol estava ciente do que estava acontecendo e de quem apareceu. Ela sabia que alguém estava lá. Acho que ela pensou: “Aqui estou eu de novo”. Ela implorou a Morgan, “Me deixe em paz”, mas ele é incansável. [Risos]

Você ficou surpresa com a forma tão diplomática que eles agiram, considerando o que já vimos do que outras pessoas são capazes, como os Salvadores?

Melissa McBride: É surpreendente que eles tenham oferecido esse convite. O que eles pensam sobre si mesmos? O que esses residentes do Reino sabem sobre Carol e Morgan? Todos os outros lugares em que eles estiveram que ofereceria um refúgio seguro estavam sempre ligados a algo horrivelmente errado. Fica cada vez mais difícil de confiar em qualquer pessoa, porque sempre que parecia ser bom demais para ser verdade, o real propósito acabava sendo revelado, que provou ser o caso no passado.

Quais são seus pensamentos sobre Morgan quebrando sua política de não matar para salvar Carol?

Melissa McBride: Eu acho que aquele momento provou o que ela está dizendo para ele durante todo esse tempo. Quando ela estava lutando contra o Lobo [na temporada passada] e Morgan disse que ela não tinha que matá-lo, ela disse: “Claro que sim.” Ela sabe disso, e também sabe que ela não quer mais fazer isso – e o modo que ele estava agindo é apenas um insulto para aquele momento. Então, ele é confrontado com essa mesma decisão no final da última temporada. No que isso resultará para Morgan e Carol? E onde isso vai levá-los?

Carol tem sido cética em relação a confiar em novas pessoas, você acha que ao conhecer esse mundo novo ela vai mudar seu ponto de vista?

Melissa McBride: Eu acho que isso é o que vamos descobrir. É realmente difícil dizer, porque a medida que o mundo se torna maior, ele também parece está se fechando, porque está cada vez mais cercado por pessoas. Todas essas diferentes facções e esses diferentes grupos têm os seus próprios líderes. Como esses líderes se confrontarão? Qual é a filosofia deles? O que eles querem? Quão desesperados estão todos? Isso impulsiona as pessoas para frente ou será algo fatal? Esse é o desafio do novo mundo.

Depois de deixar Alexandria, você acha que Carol pode existir em uma nova comunidade?

Melissa McBride: Eu acho que isso se tornou bem desafiador. Penso que o grande dilema dela é viver com a inevitabilidade de que as pessoas vão morrer e que a morte vem de suas próprias mãos. Quem são as pessoas que foram trazidas a este mundo como selvagens e quem foram os que se tornaram selvagens? Existe redenção? O tempo tem sido sempre um fator. Se você esperar mais um minuto, sua vida pode ser tomada de você. Eu acho que ela está em um grande conflito sobre como avançar com sua vida. Ela realmente precisa parar para organizar seus pensamentos.

Carol fingiu ser uma pessoa fraca por um tempo, mas ela certamente não tem medo de canalizar a pessoa super durona que ela é, quando necessário. Será que esses dois lados irão beneficiá-la daqui para frente, ou, na verdade, representarão um desafio?

Melissa McBride: Eu acho que há mais de dois lados e eu acho que eles podem beneficiá-la se ela escolher continuar. É uma boa tática, mas essa é a pergunta: Será que ela vai optar por continuar?

O que você está mais ansiosa de ver nesta sétima temporada?

Melissa McBride: Eu estou ansiosa em saber como as coisas irão se desenrolar, porque é absolutamente devastador. Parece que tudo o que acontece neste mundo é irrevogável e pode ir por um caminho ou outro. Você tem que aceitá-lo, mas o que isso faz com você?

Fonte: Walking Dead BR

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Analisando TWD: Michonne e Carol – Aliadas ou opostas?


[AVISO: TEXTO COM SPOILERS DOS QUADRINHOS E DA SÉRIE DE TV]


Bem, cá estou eu redigindo mais um texto e esse com o propósito de apresentar duas personagens – que na verdade não precisam de cerimônias – femininas de peso na série. Se o feminismo tivesse de ser representado em The Walking Dead, tenho certeza que Michonne (Danai Gurira) e Carol (Melissa McBride) seriam as maiores ativistas.

Tem-me estarrecido nos últimos tempos a quantidade de comentários pejorativos que uma ou outra recebem dos “fãs” da contraparte. Assim como foi, há pouco tempo, entre Carol e Beth (Emily Kinney), parece que aqueles que elegem Michonne ou Carol como personagem favorita não conseguem habitar o mesmo planeta.

Falemos um pouco de quem é Michonne. Michonne apareceu no final da segunda temporada, sendo uma espécie de Messias para Andrea (Laurie Holden), salvando-a da morte iminente. 

Naquele momento talvez os fãs tenham ficado um pouco desorientados (isso para quem não acompanhava os quadrinhos e não sabia do que se tratava aquele vulto com katana na floresta). 

Mas a verdade é que desde a terceira temporada a personagem tem mostrado algo em todos os episódios: fidelidade. Michonne é fiel em todo o tempo a quem estiver ao seu lado, a menos que isso signifique perder seus valores. Deixar Andrea para trás com o Governador (David Morrissey) é um exemplo de que se existe algo mais presente em Michonne do que a fidelidade, esse é o faro para o perigo.


Ao chegar à prisão e não ter uma recepção amigável, Michonne não se negou a se submeter às regras de exílio interpostas por Rick (Andrew Lincoln). Antes mesmo de Rick apresentar-se ela já o conhecia. Ela sabia que aquele pequeno grupo de pessoas abrigando-se na prisão era na verdade o antigo grupo de sobrevivência de Andrea. Michonne sabia que agora estava mais próxima do que poderia chamar de família.

Ali, na prisão, começou um forte companheirismo. Ir para a batalha sem Michonne parece ser difícil para Rick. A única vez que o tentou (no hospital), saiu com baixas. Rick e Michonne funcionam muito bem em cenas de ação. Sabem se posicionar e Michonne está sempre pronta para o ataque quando Rick ordena. Nas HQ’s é exatamente essa a relação entre os dois. Até nos dias atuais que vivem os personagens da HQ, Michonne é o braço-direito de Rick em toda e qualquer batalha e está pronta para guerra até quando ele não a pede. É uma relação de cooperação e fidelidade. Num dos últimos quadrinhos, Rick retrata Michonne como “[…] minha melhor amiga […]”.


Partindo daqui, explicitemos Carol. A mulher de meia-idade, dona de casa, violentada pelo marido, mãe protetora. A indefesa presa do sistema machista opressor. De tão vítima que Carol era, nenhum daqueles que acompanham desde a primeira temporada não passaram por momentos de “Carol será a próxima a morrer.”.

Pulemos todo o drama da segunda temporada e as poucas aparições na terceira para falar da quarta e quinta temporada. Em algum momento Melissa McBride trocou de personagem e nós não o vimos? Talvez, a ausência de Andrea obrigou os roteiristas a suprir essa carência de história que teríamos dali em diante. Carol tomou uma proporção monstruosa frente aos outros, saiu do elenco de apoio para protagonizar cenas e abrilhantar a história. Disposta a tudo – tudo mesmo – para proteger a sua família (para ela aqueles que sempre estiveram com ela e fizeram parte da sua transformação agora suprem sua necessidade de família, pelo fato da sua real família ter se dissipado com o apocalipse), Carol se torna totalmente estrategista, fria e calculista. Ora, mas essa não é a discrição do Rick? Exato, enquanto Michonne é o braço-direito de Rick, Carol é o que Rick seria se mulher. Manter-se vivo; manter quem ama vivo; matar quem oferecer ameaça. Essas são frases que descrevem Rick e Carol.


Carol agora é independente, não necessita de mais ninguém a dizendo ou ensinando-a como sobreviver. Ela está disposta a viver, não é mais a melancólica pessoa que aguarda o momento da morte. 

Demonstra liderança. Onde? Não, não vimos um episódio que deixe evidente Carol liderando o grupo, mas foi a ela que Rick concedeu o comando do grupo quando teve que se separar com Michonne,Tyreese, Glenn e Noah para investigar a comunidade do último na Virgínia. Carol e Rick sabem quem são e sabem porque agem.

Enfim, as duas não compartilharam muitas cenas, não parecem ser aquelas amigas que se juntam para fofocar e comer biscoitos. Contudo, uma das coisas que podemos ter certeza é que entre elas há respeito e afeto, ao ponto de que se todos morressem e restassem as duas, Carol continuaria a fazer de tudo para manter Michonne viva e Michonne lutaria até o último suspiro para dar todo o apoio a Carol.

É triste ver que há fãs que pouco se importam em analisar as relações e ficam torcendo desenfreadamente para que uma ou outra morra, por medo de “tirar o brilho” do ídolo. Carol e Michonne têm posições diferentes no grupo, tem opiniões diferentes, mas isso não significa que uma seja mais merecedora que a outra. Carol está desenvolvendo-se cada vez mais seu senso investigativo e racional, que não possuía no inicio da série e Michonne está retomando seu lado afável e doce, cheio de esperança que possuía antes do apocalipse. Estão se invertendo os papéis das personagens.

É totalmente desanimador de ver que ao invés de centrarem-se em ver os personagens como um todo, como uma rede complexa, hierárquica e comunitário-solidária, alguns fãs centram-se em tentar de todas as maneiras desqualificarem o personagem que julgam estar intimidando seu ídolo em cena. Não, Carol não é a má consciência de Rick e Michonne não é a boa consciência de Rick. 

As duas têm papéis fundamentais ao lado do líder. Se Michonne não tivesse indicado que deveriam ir para Alexandria, estariam até agora na rua, morrendo gradativamente. Contudo, se Carol não indicasse que deveriam tomar cuidado e serem cautelosos e que Pete(Corey Brill) era uma ameaça para todos e não só pra Jessie (Alexandra Breckenridge), talvez logo algum dos nossos queridos personagens sofresse pelo silêncio dela – vide Reg (Steve Coulter). As duas não são inimigas, não se opõe, estão posicionadas em cargo de confiança de Rick. Rick não dá tanto crédito para os outros membros quanto dá para a opinião das duas. Por quê? 

Talvez pelo fato de se parecerem com ele em muitos aspectos.


Não há dissensões. Se há, talvez seja a de que caso Michonne se encontrasse em uma situação de dois membros do grupo estando em perigo e podendo salvar só um, lutaria até o fim para impedir a morte dos dois. Sendo capaz de permitir sua própria morte e depois a dos outros dois para não ter que escolher. Carol escolheria por aquele a quem tem mais afeto, por exemplo, numa situação de perigo para Glenn (Steven Yeun) e Sasha (Sonequa Martin-Green). Provável seria que a miss Peletier primeiramente desenvolvesse um plano para salvar os dois bem estruturado, mas caso não o conseguisse, daria maiores possibilidades a quem a acompanha desde sempre, Glenn. É fria, mas ao mesmo tempo dá atenção a valores ainda humanos: estar do lado de quem sempre esteve por nós. Mas no fim, estar do lado de Michonne é estar do lado de Carol, Rick, Carl, Glenn, Maggie, etc. Estar do lado de Carol é estar do lado de Michonne, Rick, Carl, Glenn, Maggie, etc. 

Paremos de defender pontos de vista, defendamos o grupo.
E você? Posiciona-se ante um dos lados, defendendo uma das partes ou é da opinião que há um só grupo e é esse que deve ser protegido? Abaixo, nos comentários, posicione-se com sua opinião e argumentos, debatendo a fim de trazer maior coercibilidade ao seu ponto de vista. Num apocalipse zumbi você deverá defender seus ideais com unhas e dentes, então faça o teste abaixo nos comentários e façamos uma discussão saudável de preferências ou não.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Mellisa McBride vence o EWwy Awards



No último dia 11 de agosto, a Entertainment Weekly realizou sua premiação anual, conhecida como EWwy Awards – uma ação criada visando exaltar as séries e atores mais esnobados pela grande premiação do Emmy. Como vale lembrar, The Walking Dead vem sendo ignorada pelo prêmio há um longo tempo, sendo que todos (ou pelo menos a grande maioria) os telespectadores conseguem concordar que Andrew Lincoln (Rick Grimes) e Melissa McBride (Carol Peletier) mereceriam, no mínimo, uma indicação.

Sendo assim, The Walking Dead concorreu em duas categorias: Melhor Ator em Série Dramática (Andrew Lincoln), e Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática (Melissa McBride).

Infelizmente, Andrew Lincoln não levou o prêmio de tal categoria, perdendo para Sam Heughan, da série Outlander.

Contudo, com mais de nove mil votos, Melissa McBride levou o prêmio referente à sua categoria, tendo como base o material dramático do quinto ano do show. Ainda na concorrência, estavam Maisie Williams (Game of Thrones) e Lorraine Toussaint (Orange Is The New Black). Na sua conta oficial do twitter, a atriz divulgou sua felicidade e gratidão aos fãs que votaram:

BIG LOVE TO VOTING FANS!! THANK YOU!!!!#TWD HAVE A GREAT DAY! WE WON! YIPPEEEEEEEE https://t.co/eFyK1vH4I3
— Melissa McBride (@mcbridemelissa) August 11, 2015

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sexta temporada em 11 de Outubro de 2015 na AMC, e em 12 de outubro na FOX Brasil.