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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Stephen King diz que adorou Bird Box e detona críticos do filme



Stephen King defende a qualidade de Bird Box da Netflix, e rebate críticos

Desde que lançado, Bird Box provou ser outra boa produção original da Netflix, mas os críticos e o público partilham conceitos diferentes. Dito isso, o famigerado Stephen King – responsável por nada menos que O Iluminado, IT e muitos outros – defendeu a qualidade do longa, e defendeu que as pessoas devem ver o filme por si mesmas.

Através de seu Twitter, King detonou os críticos e indicou que mais pessoas vissem Bird Box. Confira:

@StephenKingI was absolutely riveted by BIRD BOX (Netflix). Don’t believe the lukewarm reviews, which may in part have been caused by reviewers’ ambivalence to the streaming platform, as opposed to theatrical releases.

@StephenKing“Eu fiquei absolutamente pregado por BIRD BOX (Netflix). Não acreditem nas críticas frias, que podem em parte ter sido causadas pela ambivalência à plataforma de streaming, em oposição aos lançamentos teatrais.“


Ainda em adição, King disse que tais críticos podem sofrer da “Síndrome de NP”, que seria “Netflix Prejudice“. Em suma, King realça uma espécie de “preconceito” da crítica especializada no exterior, que taxa filmes de serviços como a Netflix de “produções de baixa qualidade“.


Acima de tudo, o futuro da Netflix parece promissor

O relacionamento entre a Netflix e o escritor nunca fora tão produtivo. Há algumas obras de King disponíveis no serviço de streaming, incluindo Conexão Mortal. E o fato do escritor defender as produções distantes de Hollywood, indica que podemos ter novidades no futuro.


Por enquanto, o melhor que podemos fazer é recomendar que as pessoas realmente vejam Bird Box, antes de julgar. Segundo nosso querido Ariel, o filme é digno de, no mínimo, uma nota 7. Só isso já seria uma boa desculpa para vê-lo. Mas, temos que levar em consideração que ainda é uma obra de “porte menor“, e existem algumas ressalvas na produção.

Bird Box já está disponível na Netflix.



Fonte: Combo Infinito

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Resenha: Caixa de Pássaros - Josh Malerman

NÃO ABRA OS OLHOS


Malorie não vê seu quintal a 4 anos.
Nesse tempo ela conseguiu manter suas duas crianças em segurança, vendando-as e as treinando desde seu nascimento para que num futuro elas pudessem fazer o maior desafio de suas vidas.

Esse dia chegou agora Malorie sai com suas crianças e terá de enfrentar 25 km de rio em direção ao que ela acredita ser sua salvação, confiando apenas nos treinados ouvidos de Garoto e Garota...

Um livro realmente Sensacional e Espetacular, uma história que felizmente nunca tinha sido contada. Nada parecido com o que temos no livro já foi abordado em um outro. O medo do desconhecido.

A visão é um dom tão incrível e que usamos tanto, que se pararmos para pensar que por algum motivo de vida ou morte teríamos de deixar ela de lado, já nos faz tremer na base, um mundo no escuro, um mundo nas trevas.

Em meio a isso vemos o relacionamento de pessoas que nunca tinham se visto, porém para um bem maior decidem se ajudar para que possam passar por aquela dificuldade. As coisas se mantém estáveis por um tempo até que alguns fatos mexem com Malorie e os outros.

E ai conseguem pensar nessa agonia? Seriam tão fortes quanto Malorie foi? Cuidar de 2 crianças sem deixar que vejam a luz do sol e ainda treinando-as para que aprendam a usar seus outros sentidos como ninguém?

O clima tenso permanece do começo ao fim e a cada página você devora a história para saber logo o fim dessa trama Sensacional.
Assim Josh Malermman que também é cantor e compositor inicia sua carreira como escritor com um livro que é um Verdadeiro Primor.

Parabéns a ele.


Luke Novaes
Resenhando Com Luke®

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Autor de Caixa de pássaros escreve carta sobre o novo livro e declara amor ao Brasil


Não é novidade que os fãs brasileiros são intensos, apaixonados e, claro, os melhores do mundo! Muitas bandas, escritores e artistas já declararam que ficaram encantados quando conheceram o país. 

Com Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros, não foi diferente.
Para comemorar o lançamento de Piano vermelho, ele escreveu uma carta exclusiva para a gente. Confira na íntegra:

Oi, Brasil,Como alguns de vocês devem saber, fui para o Rio de Janeiro há quase dois anos, para a Bienal do Livro, com o objetivo de encontrar leitores e falar sobre o Caixa de pássarosEu realmente não tinha ideia de como seria. Toco em uma banda de rock ’n’ roll, e nós viajamos pelos Estados Unidos e pelo Canadá, mas eu nunca tinha saído da América do Norte. Então eu estava ao mesmo tempo empolgado e quase surtando. Minha senhora Allison e eu saímos de Detroit e só no meio do caminho me dei conta de como tudo aquilo era uma loucura: eu estava viajando para o Brasil por causa de um livro. Um livro! E não qualquer livro, mas um a que me dediquei muito, que significava muito para mim. Não de forma pretensiosa, mas de forma intensa, transformadora. Então nós fomos… e vivemos uma experiência incrível. Hoje em dia, quando alguém me pergunta como é o Brasil, eu sempre respondo a mesma coisa:

O Brasil foi uma fantasia.

E, como a maioria dos leitores sabe, existem diferentes tipos de fantasia. Algumas são ótimas. Conhecer a Intrínseca foi uma fantasia desse tipo. A melhor.Mas há fantasias sombrias também. Do tipo que muitos de nós amamos.Livros assustadores.Amo histórias que começam tranquilas e depois mudam totalmente: os personagens, o cenário, o enredo, o clima. Sim, como cortinas pretas se abrindo. Quando o leitor percebe, ah, cara, tem alguma coisa estranha acontecendo nesse livro.


É assim em Piano vermelhoE eu espero que a história te cause arrepios. Na verdade, espero que o livro te deixe extasiado.

Mais do que isso: quero que saibam que a reação de vocês ao Caixa de pássaros significa muito para mim. Não sou um artista ingrato. Não houve sequer um post no Instagram, comentário no Facebook, e-mail ou aceno do Brasil que não tenha me feito parar, sorrir e pensar que Allison e eu precisamos voltar para esse país onde os leitores são animados e engraçados e onde vivi minha melhor fantasia.
Muito obrigado a todos vocês. Agora, avante! Escrevendo, lendo, amando e vivendo!

Josh Malerman
29 de junho de 2017
Michigan, EUA


Fonte: Intrínseca

Piano Vermelho - Conheça o novo livro de Josh Malerman autor de Caixa de Pássaros

 

Piano vermelho, novo thriller de Josh Malerman, chegou às livrarias em 5 de julho. Na história, os Danes, ex-ícones da cena musical de Detroit, estão mergulhados no ostracismo. Sem emplacar nenhum novo hit, eles trabalham trancados em estúdio produzindo outras bandas, enchendo a cara e se dedicando com reverência à criação — ou, no caso, à ausência dela. Uma rotina interrompida pela visita de um funcionário misterioso do governo dos Estados Unidos, com um convite mais misterioso ainda: uma viagem a um deserto na África para investigar a origem de um som desconhecido que carrega em suas ondas um enorme poder.

Liderados pelo pianista Philip Tonka, os Danes se juntam a um pelotão insólito em uma jornada pelas entranhas mortais do deserto. A viagem, assustadora e cheia de enigmas, leva Tonka para o centro de uma intrincada conspiração.

Seis meses depois, em um hospital, a enfermeira Ellen cuida de um paciente que se recupera de um acidente quase fatal. Sobreviver depois de tantas lesões parecia impossível, mas o homem resistiu. 

As circunstâncias do ocorrido ainda não foram esclarecidas e o organismo dele está se curando em uma velocidade inexplicável. O paciente é Philip Tonka, e os meses que o separam do deserto e tudo o que lá aconteceu de nada serviram para dissipar seu medo e sua agonia. Onde foram parar seus companheiros? O que é verdade e o que é mentira? Ele precisa escapar para descobrir.


Piano vermelho é o segundo livro de Josh Malerman. Publicado originalmente em março, a obra já tem conquistado leitores e críticos de veículos como The New York Times.


Fonte: Intrínseca

Caixa de Pássaros será adaptado pela Netflix com Sandra Bullock no papel principal


Nossa amada e oscarizada Sandrinha foi escalada como a protagonista da adaptação cinematográfica de Caixa de Pássaros,  livro de Josh Malerman que será produzida pelo Netflix.

No ótimo livro, a história acompanha Malorie e seus dois filhos pequenos, alguns dos poucos sobreviventes depois uma misteriosa força alienígena invadiu a Terra, capaz de causar um impulso violento e incontrolável, a partir de apenas um olhar. Sem poder enxergar o caminho pela frente, o trio busca um lugar seguro, contando apenas com as habilidades da mãe e os ouvidos treinados das crianças. Malorie não vê o mundo lá fora há mais de 4 anos e junto com seus dois filhos, o Garoto e a Menina, eles vivem em uma casa em que todas as janelas foram totalmente vedadas e só uma necessidade extrema leva-os para fora, e mesmo quando saem, saem vendados. Mas chegou finalmente o dia, o dia em que ela terá que enfrentar seu medo e levar seus dois filhos até um lugar seguro, um lugar onde ela será forçada a abrir os olhos.

Eric Heisserer (A Chegada) assina a adaptação, enquanto Susanne Bier (The Night Manager) assume a direção do filme. Com produção de Scott Stuber (Ted, O Dia do Atentado), as filmagens de devem começar em agosto e o longa ainda não tem previsão de estreia.


Fonte: Pausa Dramática

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Josh Malerman responde a Intrínseca perguntas sobre o livro Caixa de Pássaros

No ano passado a Editora Intrínseca selecionou algumas perguntas dos leitores de Caixa de Pássaros para repassar ao autor do livro: Josh Malermman.

O autor de Caixa de pássaros respondeu aos fãs com muito bom humor.

Confira a mensagem e as respostas:

Ótimas perguntas, todas elas. Obrigado, pessoal. Acho que prefiro as perguntas dos leitores às das entrevistas de verdade; claro que depende de quem conduz a entrevista. Mas há algo… solto com relação a essas perguntas. São mais cuidadosas. As coisas em que você pensa ao ler um livro e a maneira como a mente funciona sob o jugo da imaginação.

Até logo,
Josh

1- Leticia Ramos de Mello Oliveira: Muitos escritores de terror preferem o horror gore, que envolve sangue e criaturas assassinas. Por que você decidiu, logo em seu livro de estreia, investir no terror psicológico, que é mais difícil de ser escrito, mas também é o mais apavorante?

Bem, eu amo todos. Todo o espectro negro. Do homem arrastando as próprias entranhas por uma ruela às sombras entre os muros que o observam. Caixa de pássaros se desenrolou na minha frente; eu não comecei a escrevê-lo. Depois de um tempo, entretanto, pude perceber que era mais um “livro psicológico”, e então deixei ele lá, sendo o que ele era. Perto do fim, comecei a me perguntar: “Você vai mostrar essas criaturas? Vai?” E a resposta está no final do livro.

2- Letícia Viana: Quando você tinha uns oito ou nove anos, já pretendia escrever um livro?

Quando eu era criança, no acampamento de verão, eu contabilizava as histórias que queria escrever. “Tem aquela da floresta, tem aquela do lago…”, como se a floresta e o lago não pudessem estar na mesma história. Lembro-me de contar as histórias nos dedos da mão direita, me perguntando se eu teria tempo/forças para escrever as cinco. Agora acho engraçado, mas de certa forma não mudei nada. Ainda tenho cinco ideias que mal posso esperar para colocar no papel.

3 – Mateus Alves: Muitas pessoas, ao terminarem de ler o livro, ficaram divididas entre definir o que de fato era a criatura, se era algo sobrenatural ou se eram somente a psique humana e as privações de sentidos. A minha pergunta é: você teve essa dúvida durante a produção do livro?

Não. Eu sabia o que eu queria o tempo todo. Quero dizer, sou do time que acredita que as criaturas estão lá fora. Mas isso não significa que eu esteja certo, né? Não tenho certeza. Gosto muito do que Gary e Don tinham a dizer. Mas, se eu estivesse na casa, talvez eu tivesse fugido.

4- Luiz Daniel: Qual é a coisa mais difícil em ser um escritor?

Bem, é só amor, sabe? É uma viagem magnífica por dentro do Túnel do Amor com suas ideias sentadas ao seu lado no banco. A parte mais difícil é quando fica escuro, quando você já escreveu setenta páginas do livro e sabe que ainda faltam duzentas. É capaz de você se sentir bem sozinho. Amedrontado. Mas tem que manter o entusiasmo pela ideia original. Lembre sempre por que começou a escrever. Então, eu diria que a parte mais difícil é estar na metade do caminho, no meio do livro, e acreditando que você tem energia suficiente para chegar do outro lado.

5- Vânia Guedes Lopes: Josh, entre cantar e escrever, o que te satisfaz mais?

Tanto música quanto ficção têm a ver com escrever. Escrever as letras, escrever o livro. Mas eu definitivamente me apaixonei por livros primeiro. Livros de horror. Agora eu amo os dois. Mas sempre valorizei as ideias acima de tudo. Prefiro uma música brilhante mal interpretada a uma música mais ou menos bem cantada. Estou menos interessado nos atores e mais interessado na pessoa que criou o personagem.

6- Paola Carleto Durante: A escritora de Cinquenta tons de cinza escreveu um livro da perspectiva  de outro personagem. Você já imaginou escrever uma continuação para Caixa de pássaros da perspectiva das tais “criaturas”?

Não da perspectiva das criaturas, mas definitivamente pensei em escrever uma sequência com personagens de outra casa, pessoas que nunca tivessem ouvido falar nem de Malorie nem de Tom. No entanto, descobri que esse tipo de sequência é feito toda hora e desanimei. Vamos seguir para outra história. Mas mesmo assim penso na Malorie o tempo todo. Fico me perguntando como ela está se virando. Penso em Gary também. Imagino que está sem camisa, suado, vagando pela floresta do lado de fora da Escola para Cegos Janes Tucker.

7- Ana Elisa de PaulaCaixa de pássaros vai ter continuação?

Não me oponho a essa ideia. Por que não, né? Poderia ser bem divertido. Mas, ainda assim, gosto da fumaça que ficou, a forma como o livro evapora… como Malorie e as crianças existem na névoa, num mundo indefinido. Caixa de pássaros é mais uma impressão do que uma fotografia. Se eu tiver uma ideia brilhante, vou escrever. Mas de qualquer forma tenho pensado em outros livros, outros medos.

8-Taciana Guedes: Querido Josh, como muitos, fiz um paralelo imediato com a obra Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago. Gostaria de saber quais foram as suas inspirações ao escrever Caixa de pássaros. E qual o significado de medo para você? Por que escrever sobre isso?

Não vi Ensaio sobre a cegueira, mas vou ver. Também não li Day of the Triffids, mas vou ler. É difícil listar as influências de Caixa de pássaros: todos filmes e livros que vi e li estão lá.

Eu estava pensando em algo bem menor quando me sentei para escrever. Estava pensando na série A quinta dimensão. Uma história simples de vizinhança. Uma catástrofe entre pessoas que não se conhecem. Penso em Caixa de pássaros como o primeiro episódio de um espetáculo bem maior. Sou o anfitrião e espero que todo ano eu possa apresentar outra história assustadora, pequena, mas do tamanho de romances, até que pareça que uma temporada ou duas se passaram. Então talvez eu seja tão influenciado por Elvira e Rod Serling quanto sou por Peter Straub e Charles Grant.

9- Martim Gallo: Quais são seus autores favoritos?

Vou listar os livros que li recentemente. Amei todos eles.
The Bridge, John Skipp e Craig Spector
A canção de Kali, Dan Simmons
Florestranha, Christopher Golden
The Devil in Silver, Victor LaValle
Charnel House, Graham Masterton
Pregos vermelhos, Robert E. Howard
O homem do castelo alto, Philip K. Dick

10- Nikolas Starke: Você está escrevendo outro livro? Ou pretende escrever mais um?

Sim, com certeza! Estou reescrevendo o segundo livro. Por enquanto o título é Every Good Boy Does Fine. É assustador para caramba. E mal posso esperar para mostrar para vocês.

Fonte: Site da Editora Intrínseca