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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Eyra the Crow Maiden: uma nova aventura para a Nintendo (NES)


Eyra the Crow Maiden é um novo e original game de 8 bits atualmente em desenvolvimento a ser lançado este ano em cartucho para o Nintendo Entertainment System (NES) e será compatível com consoles NTSC e PAL.



Inspirado no gênero espada e feitiçaria, o mundo de Eyra se inspira em histórias de personagens como Conan, o Bárbaro, Red Sonja e Tarzan.

A jogabilidade e a mecânica do jogo são baseadas em títulos como Rastan Saga, Cadash, Castlevania, Blades of Vengeance e Jill of the Jungle.

A versão física consistirá em um cartucho, uma caixa de jogo e um manual de instruções. Haverá uma versão digital oferecida na forma de um arquivo ROM do jogo que você pode jogar em um emulador do Nintendo Entertainment System ou em qualquer plataforma de emulação ou flashcart de sua escolha.


HISTÓRIA

Imagine um mundo muito pré-histórico e bárbaro onde não há cidades, mas as pessoas vivem em templos gigantes em vez de cidades. Templos localizados em montanhas, desertos e outros lugares estranhos onde humanos se reúnem e vivem juntos para se protegerem de perigos externos, mas e para servir aos mais velhos que dedicam seu tempo para se comunicar com os deuses em busca de conhecimento e poder.


Eyra
Você é Eyra, uma jovem sacerdotisa guerreira de uma tribo bárbara que foi atacada pelo Infernal Marauder, um guerreiro maligno governante de uma terra distante. Você deve viajar para longe do mundo que conhece, para terras escuras e desconhecidas com a única companhia de seu fiel familiar, um corajoso corvo treinado para o combate.


Infernal Marauder
Sua missão é simples, mas não é fácil. Seus anciões enviaram você para resgatar um grupo de soldados que foram sequestrados pelo Infernal Marauder que pretende fazer experiências com magia ancestral para criar um exército nunca visto antes que o ajudará a destruir todos que se opõem a ele.



Esta captura de tela é um mock-up e os gráficos do jogo final podem ser diferentes, pois algumas restrições não foram aplicadas aqui.
Ao longo do caminho você enfrentará muitos inimigos e alguns chefes que farão tudo ao seu alcance para detê-la.


Não se preocupe ... Haverá muitos bandidos para você derrotar.

Esta captura de tela é um mock-up e os gráficos do jogo final podem ser diferentes, pois algumas restrições não foram aplicadas aqui.

JOGABILIDADE

Se você quiser ter um gostinho da jogabilidade, pode baixar uma demo AQUI

Ele pode ser jogado em qualquer emulador NES de sua escolha ou em hardware real usando um Flashcart. Lembre-se de que ainda faltam muitos recursos no jogo. Estamos trabalhando ativamente no jogo durante a campanha Kickstarter e à medida que adicionamos e aprimoramos recursos, continuaremos atualizando você com mais e melhores versões de Eyra - The Crow Maiden. Esperamos que você goste dessa demonstração e que ela te deixe com vontade de fazer mais!

O jogo o levará por 5 níveis diferentes divididos em 2 partes cada, mas pode haver alguns estágios extras escondidos ao longo do caminho, então fique de olhos abertos.

Ao longo dos níveis, existem vários prisioneiros guerreiros que você precisa libertar para continuar.


Além disso ... Cada nível terminará com uma difícil luta de chefe antes de você ir para o próximo.


Acha que pode vencer esse cara?
Eyra pode confiar em seu treinamento com armas e em seu valente familiar para derrotar seus inimigos e salvar seus amigos.



Você ficará surpreso ao saber quanto dano esse cara pode causar aos inimigos.

Ao longo do caminho você encontrará itens de poder que irão atualizar as armas de Eyra, garantindo a ela mais alcance e causando mais danos.


A animação de caminhada da Eyra

Animações ociosas e agachadas de Eyra
Todos os gráficos do jogo foram feitos em Gimp e Aseprite. Certificamo-nos de que todo o conteúdo gráfico foi concluído antes de começar a codificar para que pudéssemos fazer o jogo ficar exatamente como queríamos.

Ladrilhos do jogo usados ​​para maquetes dos níveis e fases

Uma vez que os tiles foram feitos, começamos a fazer a simulação dos níveis para obter a sensação certa de cada um ...

Mock-ups ... Estes foram feitos tendo em mente apenas algumas das limitações do console, apenas para se ter uma ideia de como seriam os níveis.

Para desenvolver este jogo da ideia à realidade, tivemos Antoine (FG Software) que criou um editor de níveis que permitiria que a criação de níveis acontecesse enquanto ele construía o motor.


The Eyditor - o editor de níveis do Eyra que também será muito útil em projetos futuros.

O editor de níveis também nos permite gerenciar os tiles e metatiles para o jogo e escolher as paletas de cores.
A música está sendo feita pelo Famicuber usando Famitracker junto com seu ROM de desenvolvimento de música NES personalizado chamado "SECT" (Teste de Compatibilidade do Motor de Som) SECT foi desenvolvido para garantir que a música e os efeitos sonoros sejam reproduzidos corretamente nos emuladores e no hardware após o motor de som converteu os arquivos de som em código. Eyra, o Crow Maiden usa o motor de som FamiTone2 feito por Shiru.

Eyra está sendo desenvolvido em NESASM3 e está pressionando o mapeador NROM ao máximo.

Alguns testes em hardware real.


Os PCBs DxS-NROM-256-01 são uma solução perfeita para programas NES que utilizam o mapeador NROM
Eyra - The Crow Maiden será fabricado com peças novas e de alta qualidade.


Tentamos usar os recursos de nossa comunidade sempre que possível. Aqui está o que nossa gráfica local adquiriu recentemente e como fazemos nossas caixas NES:

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Metroid - Curiosidades de uma das Maiores Sagas da Nintendo

Desenvolvedores preguiçosos, motor de moto e até o jogador de futebol Pelé estão entre as curiosidades da franquia Metroid

Metroid é a famosa franquia de jogos de plataforma da Nintendo que estreou em 1986 no NES. O jogo é centrado em Samus Aran, uma caçadora de recompensas que vive em um universo futurístico e precisa enfrentar diversos inimigos. O Metroid reúne histórias curiosas como, por exemplo, o nome Samus que foi inspirado em Pelé. Quer saber mais? O TechTudo reuniu as melhores curiosidades sobre a protagonista e a série nesta lista.
 

Personagem feminina

Samus Aran foi uma das primeiras personagens femininas a ter papel principal nos games. Lançado para NES em uma época em que a maioria dos protagonistas eram masculinos, o primeiro título da franquia conquistou o público e criou uma legião de fãs – não apenas do jogo mas também da própria Samus.

Conheça curiosidades sobre a franquia Metroid (Foto: Reprodução/Moby Games)

Dependendo do país, o manual do primeiro jogo da franquia não se referia à Samus pelo sexo feminino, pelo contrário, explicitava que a protagonista era um homem. Os jogadores apenas descobriam que ela era uma mulher no final do game, ou ao digitar o password “JUSTIN BAILEY”.

Metroid: era possível jogar com a Samus sem armadura (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

Vai ter gambiarra sim!

Provavelmente você já ouviu falar na Morphball, a habilidade de Samus se tornar uma esfera e atravessar terrenos mais estreitos. O que talvez não saiba é que tal característica foi criada a partir de um problema comum que havia na época, a limitação de hardware dos consoles. 

O NES tinha uma capacidade de processamento muito fraca, o que impediu uma animação de Samus rastejando. Para contornar a situação, os programadores decidiram transformá-la em uma simples esfera, o que resolveu o problema e criou uma das mais marcantes características da caçadora.

Metroid: a capacidade de Samus de se transformar em uma esfera foi uma alternativa dos programadores (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

E seu nome será Samus... Pelé?

Talvez um dos fatos mais inacreditáveis da franquia Metroid é a do nome de Samus Aran ter sido baseado em ninguém menos que o famoso jogador Pelé. Hiroji Kiyotake – designer original da Samus – e Yoshio Sakamoto - co-criador da série – disseram durante uma entrevista a revista japonesa Nintendo Dream que queria um nome diferente para a protagonista. Segundo Kiyotake, a pronuncia do nome Edson Arantes do Nascimento assemelhava-se ao nome de Samus Aran. Sakamoto, durante a entrevista, brincou dizendo que a única semelhança com o nome era o “Aran”, de Arantes.

Metroid: o nome de Samus Aran foi inspirado em Edson Arantes do Nascimento, o Pelé (Foto: Reprodução/Whoateallthepies)

Todavia, as referências não acabam por ai. O planeta SR388, onde os Metroids foram descobertos, é baseado em uma série de motores da marca Yamaha. Outro curioso fato é dado a criação do nome de Metroid, onde Sakamoto e Kiyotake revelaram que era uma mistura de “Android” com “Metrô”.



Referências ao filme Alien

Metroid também é marcado por uma série de easter eggs e referências ao filme Alien, obra de sucesso criada por Ridley Scott, em 1979A começar pelo fato de ambas as protagonistas serem mulheres, a série de videogames faz outras singelas homenagens ao clássico filme. Uma delas é o vilão Ridley, que no primeiro game é um mini-chefe, mas que nos títulos seguintes torna-se um poderoso antagonista.

Metroid: Ridley, um dos mais famosos vilões do jogo, foi baseado em Ridley Scott, diretor do filme Alien (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

Outra referência aparece no final do jogo. Em Alien, a personagem Ripley consegue, com dificuldades, fugir de Nostromo enquanto a nave está explodindo; na obra da Nintendo, Samus Aran precisa fugir das instalações de Tourian enquanto o local é destruído. E não vamos nos esquecer da Chozo Statue, estátua cujo a silhueta lembra muito os engenheiros do filme de Ridley Scott.



Samus mais “a vontade” 

Os jogadores apenas descobriam que Samus era uma mulher após digitar a senha secreta ou ao encerrar o jogo. Quanto melhor fosse o desempenho do jogador durante a campanha, menos roupa a caçadora de recompensas teria na tela de créditos.

Metroid: dependendo do desempenho do jogador, Samus aparecia com menos roupa no final do jogo (Foto: Reprodução/Paulo Vasconcellos)

Em um dos finais, Samus aparecia apenas sem seu elmo e, dependendo do ponto de vista, poderia ser confundida com um homem de cabelos longos. Caso o jogador completasse o game em até três horas, ela aparecia usando um maiô rosa e acenava durante alguns segundos. Não obstante, se o jogador zerasse o título em menos de uma hora, Samus apareceria com apenas um biquíni e botas.

A propósito, o código “JUSTIN BAILEY”, que te faz jogar com a personagem sem armadura, foi implementado apenas na versão americana do jogo, junto com o sistema de passwords. Os japoneses e europeus inicialmente não tiveram este recurso, só conseguiram usufruir anos mais tarde.



Menos de 5 MB

Quando lançado, Super Metroid transformou-se no maior jogo para Super Nintendo até então. O título tem “gigantesco” tamanho de 3 MB. Os maiores jogos de SNES ocupavam, juntos, 16 MB de espaço.

Metroid Prime: o vilão Kraid quase foi incluído no jogo (Foto: Divulgação)



Kraid quase aparece em Metroid Prime

O famoso vilão Kraid, embora não apareça em Metroid Prime, surgiu em imagens de divulgação durante seu desenvolvimento. As fotos mostram Kraid bem modelado em 3D e com algumas modificações, como a inclusão de um capacete em vez dos três olhos vermelhos.

Metroid Prime: jogo inicialmente foi projetado para ser em terceira pessoa (Foto: Reprodução/Wired)

Segundo Gene Kohler, um dos artistas envolvidos no desenvolvimento de Metroid Prime, as animações e modelagem de Kraid estavam prontas – porém, devido ao prazo de produção, não houve tempo suficiente para desenvolver uma boss battle, batalha contra chefão. Como a equipe não considerava o personagem obrigatório para o andamento do game, ele ficou de fora.



Metroid Prime seria em terceira pessoa

A série Metroid Prime foi inicialmente projetada para ser jogada em terceira pessoa. A ideia traria Samus jogável em 3D pela primeira vez nos videogames – exceto pela participação em Super Smash Bros. No entanto, a equipe da Retro Studios teve muita dificuldade para implementar uma nova mecânica para a franquia. Por fim, Shigeru Miyamoto propôs um jogo em primeira pessoa, o que tornou-se o conceito base da série.



Fonte: TechTudo

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Conheça O Famicom Disk System

O Famicom Disk System

Para entender a razão da existência do Famicom Disk System, vamos voltar no tempo, para 1985. Com o “crash” de 1984, os video-games estão mortos na América, e a indústria passa por dificuldades na Terra do Sol Nascente. Entretanto, os cartuchos ainda estão engarrafados na era clássica dos video-games, mas com um preço um pouco alto para os consumidores, chegando a custar entre 5000 e 6000 ienes (entre US$40 e US$50). A estratégia da Nintendo, foi então de lançar uma espécie de acessório para o Famicom. Uma unidade de disquetes, chamada de Famicom Disk System, lançada no início de 1986 somente no Japão.

Os jogos eram publicados em Disks, disquetes muito parecidos com o de computador atualmente (3 e 1/2 polegadas). Enquanto um cartucho de Famicom custava em média 5000 ienes (US$40), um Disk custava apenas 2000 ienes (US$20) – de fato uma boa estratégia para desviar atenção de quem comprava produtos da Sega, ou da própria Nintendo, pois ela mesma sairia ganhando.

Mas o FDS não fez muito sucesso, apesar de seu preço baixo. No início de seu lançamento, o público ficou encantado, principalmente por um jogo inovador estrelado por um garotinho de orelhas pontudas surgir: foi o primeiro jogo da série The Legend of Zelda, lançado primeiramente para o FDS. The Hyrule Fantasy – Zelda No Densetsu era o nome do game, criado pelo guru Shigeru Miyamoto. O público esperava então que mais jogos como Zelda fossem lançados para o acessório. Mas isso não aconteceu.

 


Jogos no formato disquete para o Disk System

 

O problema, então, que afastou os consumidores, foi a baixa qualidade dos gráficos e diversão que os jogos do acessório proporcionavam. Se o FDS era tão poderoso quanto o Famicom, por que toda essa baixa qualidade tomou conta, então? Foi a preguiça das empresas de não desenvolverem games como The Hyrule Fantasy – Zelda No Densetsu. Ao invés de games realmente interessantes serem lançados aos poucos, o que acontecia era o lançamento de jogos nada interessantes e aos montes. Uma grande parte dos jogos eram terríveis. Títulos já conhecidos por nós se salvavam desta catástrofe: Super Mario Bros 2, (conhecido por nós como The Lost Levels, em Super Mario All-Stars), Metroid, Volleyball, Ghosts ‘n Goblins, Zelda, Castlevania I e Castlevania II e outros.

O FDS, portanto não se tornou um sucesso porque a Nintendo e as suas softhouses não quiseram. O que o consumidor queria era diversão nos jogos, e não a rapidez com que eles eram lançados. A exemplo disso, em pouco mais de 1 ano, mais de 180 jogos foram lançados, uma média de 15 por mês, enquanto que o normal (no NES/Famicom), era de apenas 10 no mês – em tempo de safra! Poucas softhouses fabricaram jogos para o console. 60% dos jogos lançados foram da Nintendo, 25% da Konami e apenas 15% de outras softhouses, como Bandai, Sunsoft e DOG (Disk Original Group). Empresas como Namco e Hudson simplesmente ignoraram o sistema. Um ano e meio depois do FDS ser lançado, a Nintendo lançou Zelda 2 (The Legend of Zelda 2 – Rinku no Bouken). Já não adiantava mais. O Famicom já tomava conta de todos os asiáticos.

Cada disquete podia conter mais de 128Kb. Exemplos disso foram jogos como Zelda, Super Mario Bros. 2 (jap) e Ghosts n’ Goblins. Os demais jogos usavam pouco mais, ou até menos do que 64Kb. O FDS teve uma vida bem curta, e não chegou a ser lançado nos EUA, talvez por seu estilo puramente japonês. Mais de 2 milhões de unidades de FDS foram vendidas em 1986. É importante saber, contudo, que jogos de muito sucesso foram lançados inicialmente para o FDS e só depois foram convertidos para o Famicom e o NES (para o lançamento no ocidente).

Outro detalhe importante que contribuiu para a extinção do sistema de disquetes da Nintendo foi que uma de suas diretrizes iniciais acabou virando um empecilho sério para a empresa. Um dos objetivos dos jogos em disquete era trazer um preço mais baixo ao consumidor, pois a fabricação dos mesmos era muito mais rápida e simples. Enquanto um cartucho de Famicom custava cerca de 6000 ienes (mais ou menos 59 dólares) um jogo em disquete saía na faixa dos 2500 ienes (24 dólares), entretanto, essa facilidade de produção e baixo custo se tornou um inimigo para a Nintendo – Ficou muito fácil para piratear e produzir ilegalmente jogos do sistema mais famoso da época. Milhares de cópias piratas começaram a surgir no mercado, especialmente em Hong Kong, o que fez a Nintendo retornar novamente à política dos caros cartuchos – porém também pirateados, mas em menor quantidade.

COMO USAR O FDS

Seu sistema não é difícil de se operar. Empurre a chave “Power” para frente. Na tela, aparecerá uma mensagem: “Please set disk card” (Por favor, insira o disco), com um fundo de uma placa da Nintendo, com Mario e Luigi correndo pela tela.

Depois, uma nova mensagem é exibida: “Loading” (Carregando). Excelente! Exceto se o seu FDS ficar fazendo barulhos estranhos ou não passar daquela tela… O que será isso? A faixa de carregamento do sistema quebrada. É comum acontecer isso em sistemas usados. Para arrumar isso, 1000 ienes resolvem o problema. Excelente também seria se uma frase dizendo “Disk trouble” não aprecesse na tela…:

Você deve ter percebido também que problemas no funcionamento do FDS ajudaram ainda mais no desinteresse do consumidor pelo aparelho. Por alguma razão, a Nintendo fez o FDS utilizar seis pilhas tamanho AA e não um adaptador A/C (fonte). Estranho não? Pois acredite. A Nintendo provavelmente achava que nós iríamos jogar num avião ou no carro. Algum tempo depois, a Nintendo lançou um adaptador A/C para o FDS.

Atualmente, um FDS é facilmente encontrado no Japão.

Fonte: NES Archive

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Os 10 Jogos mais vendidos do NES (Nintendinho)




Nintendo Entertainment System (NES), ou como muitos carinhosamente o chamam de "Nintendinho", foi o primeiro grande sucesso da Nintendo no ramo dos consoles. Conhecido por ser "O Pai das Grandes Franquias", pois foi neste console que surgiram grandes franquias como "The Legend of Zelda" e "Super Mario Bros", surpreendeu logo de cara os anos 80 com seus gráficos de 8 bits e seu design simples e controle bem pratico. Neste Post iremos falar dos 10 jogos mais vendidos da história do Nintendinho, e prepare-se para se surpreender.


10 - Golf (4 Milhões de Unidades Vendidas)

Como era comum naquela década, os jogos não tinham tanta importância com franquias ou gráficos, mas sim em reter o jogador e passar aquele tempo. Golf foi um jogo deste estilo para o console, vendidos aproximados 4 Milhões de Unidades, o game foi o 10º Jogo mais vendido da história do Nintendinho. É espantoso já de cara o 10º da lista ter este número tão auto de vendas, sendo apenas um simulador de uma partida de golf. Mas... vocês ainda vão se surpreender com esta lista.


9 - Excitebike (4.15 Milhões de Unidades Vendidas)

Digamos que este jogo é o vovô dos games de corrida e estratégia misturadas ao mesmo tempo, estou falando do divertido Excitebike. Vendendo aproximados 4.15 Milhões de Unidades foi o 9º Jogo mais vendido do Nintendinho. Tendo uma jogabilidade boa e divertida até nos dias de hoje, com obstáculos e dificuldades que exercia agilidade e estratégia para o jogador. Sem contar também o modo de criação de estágios, que dava ao jogador o poder de criar sua própria fase e se divertir mais.


8 - Zelda 2 : The Adventures of Link (4.38 Milhões de Unidades Vendidas)

Pelo grande sucesso do primeiro jogo da franquia "The Legend of Zelda", seus criadores decidiram lançar o que seria a continuação do primeiro (e francamente, não deu muito certo). Como muitos chamam de "Zelda 2", este foi o segundo jogo lançado da franquia para o console, como não tinha um padrão especifico de sua jogabilidade até então, os desenvolvedores decidiram tentar a jogabilidade de estilo plataforma, e para muitos esse foi o erro. Pois a jogabilidade era difícil demais e até então confusa para muitos que adoraram o primeiro jogo e decidiram comprar a sequência, posso falar que foi a "Ovelha Negra" da franquia. Mas mesmo assim este jogo é o 8º Mais vendido do console, vendendo aproximados 4.38 Milhões de Unidades. Mas estes números autos para um jogo tão odiado pelos fans da franquia tem explicação, por ser digamos "Logicamente" a sequência do primeiro, muitos achavam que este jogo seria tão maravilhoso quanto aquele... Mas, tiveram uma decepção.


7 - Dr. Mario (4.85 Milhões de Unidades Vendidas)

Considerado por muitos um dos mais divertidos jogos de Puzzle de todos os tempos, Dr. Mario não só fez muito sucesso no Nintendinho, mas também agradou muito no portátil da Nintendo, até então o Gameboy. Com uma trilha sonora divertida e jogabilidade simples e pratica, Dr. Mario vendeu aproximados 4.85 Milhões de Unidades, sendo o 7º Jogo mais vendido do console.


6 - Tetris (5.58 Milhões de Unidades Vendidas)

"O Rei dos Puzzle" digamos assim, estou falando do grande Tetris. Também como o Dr. Mario, este jogo é considerado por muitos um dos mais divertidos jogos de Puzzle de todos os tempos, com trilha sonora divertida e jogabilidade simples, rendeu para o console aproximados 5.58 Milhões de Unidades Vendidas. Também esta naquela lista de jogos que fizeram muito sucesso no NES, mas fizeram muito mais sucesso no Gameboy. E digo mais, eu joguei muito este jogo.


5 - The Legend of Zelda (6.51 Milhões de Unidades Vendidas)

Agora sim eu posso dizer "mencionarei com orgulho o nome desta franquia neste Top 10". O Grandioso, o Magnifico, o Pai de uma das maiores franquias do mundo dos videogames, estou falando do primeiríssimo jogo da franquia The Legend of Zelda. Como eu já havia mencionado la em cima analisando o "Zelda 2", The Legend of Zelda mostrava uma jogabilidade e história muito boa para o console, sendo considerado por muitos um dos melhores jogos de RPG de todos os tempos. Não é a toa que é o 5º Jogo mais vendido do console, vendendo aproximados 6.51 Milhões de unidades. Foi graças a esta "joia" do mundo dos videogames, que nos consumiu horas de diversão e muitas sequências boas da franquia.


4 - Super Mario Bros. 2 (7.46 Milhões de Unidades Vendidas)

Já estamos quase no fim do nosso top 10, e pelo grande sucesso do "Super Mario Bros" para o console, o mascote da Nintendo recebe uma continuação, sendo lançado o Super Mario Bros. 2. Assim como "Zelda 2", o jogo ainda não tinha um padrão de jogabilidade até então, e isso foi um grande problema. Mas não para por ai não, este jogo da uma grande novela, pois existe várias versões deste game, e não para por ai não, esta versão oficial seria uma adaptação do jogo "Yume Kōjō: Doki Doki Panic" lançada no japão, tendo também uma versão chamada "Super Mario Bros: The Lost Levels" que é considerada em si o Super Mario Bros. 2. No meio de tantas confusões, isso não impediu que o game atingisse aproximaodos 7.46 Milhões de Copias vendidas, sendo o 4º Jogo mais vendido do console.


3 - Super Mario Bros. 3 (17.28 Milhões de Unidades Vendidas)

Chegou a Hora de se surpreender, já que o terceiro lugar tem este número tão alto de vendas. Nossa medalha de bronze vai para o game Super Mario Bros. 3, tendo vendido aproximadamente 17.28 Milhões de Unidades, um espanto de tanto cartucho vendido e sendo apenas o 3º jogo mais vendido do console, e percebe-se o grande salto do número de vendas do 4º jogo da posição para este. Porém o game tem por merecer, o jogo é fantástico e esta na lista dos melhores jogos da franquia. Jogabilidade, novos Power Up's e gráficos melhorados se comparar ao primeiro jogo, rendeu muitas horas de diversão para muitos gamers neste mundo.


2 - Duck Hunt (28.31 Milhões de Unidades Vendidas)

Podemos dizer que este jogo é o "Vovô dos FPS" (Ou não...). Duck Hunt é um simulador de tiro lançado para o console, onde o objetivo era atirar em patos que apareciam no cenário, para isso você utilizava um controle específico para isso, um controle com um formato de pistola que servia como um sensor, você apenas mirava a pistola em seu televisor e apertava o botão de tiro. Apesar de ser um jogo divertido e que consumia horas de diversão, ainda me surpreende pelo alto número de vendas, foram aproximadamente 28.31 milhões de Unidades vendidas, o game ganha nossa medalha de prata no top 10. Porém este era um dos cartuchos que vinha juntamente quando você comprava o console.


1 - Super Mario Bros (40.24 MILHÕES DE UNIDADES VENDIDAS)

O Grande, o campeão dos campeões, o nosso medalha de ouro, que ensina para muitos como se deve ser feito um jogo de plataforma. Super Mario Bros, o primeiro jogo da franquia, onde mostrava a aparição do nosso encanador bigodudo em um jogo principal. Foram vendidos surpreendentes aproximadamente 40.24 MILHÕES DE UNIDADES. Se pararmos para analisar que, o jogo "Super Mario World" para o "Super Nintendo" vendeu mais de 20 Milhões de Unidades e é o líder de sua lista e o "GTA San Andreas" para o PS2 vendeu o mesmo número de unidades, e um jogo de NES superou mais que todos em número de vendas, até os games da nova geração não conseguiram alcançar esta marca. É, temos que citar também que o Super Mario Bros. também era o cartucho que era dado de graça na compra do console, mas mesmo assim esse fato não mudaria o número altíssimo de vendas do game. Porém, é por merecer, o jogo é fantástico, ele dá uma aula de jogabilidade e diversão para muitos jogos.


Fonte: A Casa do Cogumelo