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segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Os Personagens da Saga Resident Evil Gerados por Inteligência Artificial


Imagens geradas por inteligências artificiais viraram tendência nas redes sociais nas últimas semanas — e os gamers não perderam tempo. O canal japonês “Passion Dimension” decidiu aplicar essa técnica em Resident Evil, ao transformar os heróis da franquia em pessoas da vida real.


O youtuber usou modelos de Chris Redfield, Jill Valentine, Claire Redfield, Leon S. Kennedy, Barry Burton, Albert Wesker e vários outros rostos conhecidos para realizar o processo. Muitos deles, inclusive, ficaram bem parecidos com os originais dos games.


Veja como ficou:










Fonte: Canal Passion Dimension 

terça-feira, 6 de abril de 2021

Modelo mais alta do mundo faz cosplay de Lady Dimitrescu de RE8



Modelo mais alta do mundo faz cosplay de Lady Dimitrescu, do Resident Evil

 

Este cosplay de Lady Dimitrescu, personagem de Resident Evil: Village, é simplesmente incrível. Não só porque ficou muito bem recriado e detalhado, mas porque os atributos da modelo se assemelham com o da personagem do game.


A vilã do game na verdade tem 2,92 m de altura, enquanto a modelo Ekaterina Lisina tem 2,10 de altura. Lisina é vencedora de medalha de bronze nas Olimpíadas pelo time de basquete da Rússia. Então, este é o cosplay em escala real mais próximo possível da personagem.


A recriação da personagem pela modelo ficou realmente muito legal. Parece até que a própria personagem do game ganhou vida e saiu das telas para se tornar em algo real.


Veja o cosplay de Lady Dimitrescu



Ela até criou um pequeno vídeo no Instagram, com toques de humor, para apresentar o cosplay. Revelando algo que ela tinha “mantido segredo” até então.


Diz Lisina na publicação:


"Depois de manter isso em segredo por tanto tempo, estou incrivelmente animada para revelar este cosplay especial de Lady Dimitrescu do próximo Resident Evil 8: Village!

Inúmeras horas, estresse e trabalho foram dedicados a este ambicioso projeto e espero que todos vocês gostem disso tanto quanto eu.

E, claro, obrigado à minha equipe por tornar isso possível."


Fonte: Nerdizmo

sábado, 27 de março de 2021

As Maiores Curiosidades de Resident Evil em seu Mês de Aniversário de 25 Anos


Resident Evil surgiu em 22 de março de 1996 com o jogo Resident Evil 1, lançado pela Capcom para o PlayStation original (PS1). O game foi um sucesso absoluto, vendendo cerca de 2.75 milhões de cópias em todo o mundo. De lá para cá, a série ganhou inúmeros novos títulos e se tornou um dos principais nomes do survival horror, consolidando o gênero no mercado.



Agora, com seu novo capítulo inédito Resident Evil Village, a franquia tem presença nos consoles de nova geração, Xbox Series X/S e PlayStation 5 (PS5). Em comemoração aos seus 25 anos, confira dez curiosidades pouco conhecidas e segredos sobre a popular série de terror Resident Evil.


1. A franquia nasceu com o nome Biohazard


Originalmente, o primeiro jogo da franquia foi lançado no Japão, com o título Biohazard. Foi necessária a mudança de seu nome, porém, para que ele pudesse ser lançado em países ocidentais. Isso porque, quando tentaram trazer o game para a América, o diretor Shinji Mikami e a Capcom descobriram a dificuldade que seria patentear o título Biohazard, já que, afinal, existia uma banda de heavy metal e um jogo com esse mesmo nome.




2. O título Resident Evil veio de um concurso


Diante da necessidade de alterar o título do game no ocidente, a Capcom decidiu, então, realizar um concurso para escolher o novo nome. A divisão norte-americana da empresa coletou uma lista de sugestões entre os seus funcionários, e o time de marketing decidiu que o sugerido "Resident Evil" era o melhor de todos. Na época, o trocadilho não agradou a todos, mas a Capcom japonesa e Shinji Mikami concordaram que o título era apropriado, autorizando que o jogo fosse publicado como Resident Evil.



3. Teve como inspiração um jogo do Famicom



Além da clara inspiração em filmes clássicos de terror, Resident Evil também tem como uma das suas raízes o jogo Sweet Home, lançado em 1989 para o Famicom, a versão japonesa do Nintendinho (NES). O título em questão foi produzido pela Capcom e tem diversos elementos que, posteriormente, foram incorporados a Resident Evil – entre eles, uma mansão mal assombrada, os puzzles misteriosos, a gameplay com foco na sobrevivência e até mesmo a famosa animação da porta abrindo.



4. A mansão foi baseada em casas assustadoras do mundo real


Um dos cenários mais marcantes da franquia é a assustadora mansão do primeiro Resident Evil. Muitos jogadores não sabem, mas ela foi baseada em residências reais, e que realmente assustaram o time da Capcom. Para criar a ambientação de terror perfeita, a produção se baseou em casas de estilo Europeu que aparentavam esconder segredos sinistros em suas paredes. Além disso, muitos dos cenários pré-renderizados do game também tiveram inspiração no famoso The Stanley Hotel, que foi transformado no assombrado Hotel Overlook, do filme O Iluminado, de Stanley Kubrick.



5. O primeiro jogo quase foi um FPS cooperativo



A gameplay dos primeiros jogos de Resident Evil foram fundamentais para a definição do gênero survival horror no PlayStation. Inicialmente, no entanto, a ideia era de que o primeiro jogo da franquia fosse um FPS cooperativo, em que dois jogadores deveriam encarar hordas de zumbis.

O estilo só começou a ser alterado quando os desenvolvedores encontraram dificuldades técnicas pelas limitações de hardware do console. Por isso, após um replanejamento, surgiu a clássica combinação de ação em terceira pessoa com câmeras em ângulos fixos e controles limitados, que criaram o clima de terror e sobrevivência tão notório da franquia.



6. Resident Evil entrou para o Livro dos Recordes pelo pior diálogo



Em 2008, Resident Evil entrou para o Livro dos Recordes por um motivo um tanto quanto infame: por um diálogo ruim. O jogo levou o "prêmio" de "Pior Diálogo dos Games", por frases como “É uma arma. É muito poderosa, especialmente contra coisas vivas,” ou pela famosa “Essa foi por pouco, você quase virou Jill Sanduíche”, que marcaram a franquia.



7. Os principais antagonistas da franquia são diferentes vírus



À primeira vista, pode parecer que os principais inimigos da franquia Resident Evil são os zumbis. No entanto, os grandes vilões são, na verdade, os diferentes tipos de vírus e parasitas, com seus efeitos devastadores. Além do T-Vírus dos primeiros jogos, a série teve também o G-Vírus, o NE-alpha Type, o Las Plagas, o T-Veronica, o Uroboros e alguns outros. Por isso, ao longo dos games, o jogador enfrenta diferentes tipos de armas biológicas e mutações criadas a partir desses vírus e parasitas.



8. Devil May Cry seria Resident Evil 4



A franquia de hack and slash da Capcom, Devil May Cry, teve as suas origens em Resident Evil. Inicialmente, o time de desenvolvimento queria apresentar algo totalmente diferente no quarto capítulo da franquia de survival horror. A ideia, na época, era fazer um jogo mais estiloso e repleto de ação, protagonizado por um personagem chamado Tony, que teria habilidades sobre-humanas obtidas por meio de biotecnologia.

Com o andamento do projeto, os desenvolvedores perceberam que estavam se afastando não apenas do gênero survival horror, mas também dos temas principais de Resident Evil. Por isso, o conceito e elementos desenvolvidos acabaram deixados de lado, e, posteriormente, foram reaproveitados em Devil May Cry.




9. Referências à banda Queen


Os irmãos Jill e Claire Redfield, dois protagonistas do jogo, certamente são grandes fãs da banda Queen. Em Resident Evil 2, o famoso colete rosa de Claire possui estampada a frase "Made in Heaven" ("Feito no Paraíso", em português), que é o nome dó último álbum do Queen com a sua formação mais famosa. Chris também tem uma jaqueta com a mesma frase.

Não são essas, no entanto, as únicas referências a Queen na franquia. Em Resident Evil Code: Veronica, Claire veste uma jaqueta com as palavras "Let Me Live" (“Me deixe Viver”), nome da terceira música justamente do disco Made in Heaven. Já em Resident Evil Zero, o personagem Billy Coen tem uma tatuagem com os dizeres "Mother Love" ("Amor de Mãe", em PT-BR), que também é uma música desse mesmo álbum.




10. Quase teve um filme dirigido por George Romero



George A. Romero é um dos diretores de cinema mais influentes quando se trata de histórias de zumbis. Ele foi o responsável por clássicos como A Noite dos Mortos-Vivos, Dia dos Mortos e Despertar dos Mortos, além de ter dirigido, também, o comercial japonês de Resident Evil 2.

Quando a Capcom teve a ideia de fazer um filme de Resident Evil, Romero foi sua primeira escolha. No entanto, a visão do diretor era a de um filme que reproduzisse os eventos do game com fidelidade, o que ia contra a proposta da Capcom. A desenvolvedora pretendia contar uma nova história original, que fosse simplesmente ambientada nesse universo.


Fonte: TechTudo

segunda-feira, 22 de março de 2021

Resident Evil: Novo filme tem titulo revelado


O novo filme da franquia Resident Evil teve o título revelado. O nome foi confirmado pelo próprio diretor, Johannes Roberts, em entrevista ao site IGN durante a edição online do evento SXSW.

O título será Resident Evil: Welcome to Raccoon City — ainda sem a tradução confirmada para o Brasil, mas provavelmente virando Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City por aqui.


Algumas informações adicionais sobre a produção e até mesmo a história foram confirmadas por Roberts. Segundo ele, a adaptação envolve as tramas dos dois primeiros jogos da série — algo que já era imaginado pelos fãs após a divulgação dos principais nomes do elenco, que incluem personagens jogáveis e coadjuvantes de ambos os games.


É terror?

"O grande ponto desse filme é o tom. A coisa que eu mais amo nos jogos é que eles são assustadores para diabo e isso é bem o que eu queria fazer. A atmosfera é chuva, é um escuro constante, é de arrepiar. Raccoon City é meio que esse personagem podre no filme e é esse tipo de atmosfera dos jogos que eu quis colocar", afirmou.

Ainda segundo Roberts, a principal inspiração cinematográfica foi John Carpenter — diretor de clássicos como Halloween, A Bruma Assassina e Assalto ao 13º DP. Mais especificamente, ele se baseou no modo com que Carpenter faz cenas de cerco, com os protagonistas presos em um local e rodeados por uma ameaça.


A delegacia de polícia da cidade e a mansão de Ozwell Spencer (descrita por ele como "assustadora") serão os principais ambientes em que esse clima é emulado.


É um remake?

Na entrevista, o diretor ainda confirmou que a produção não está relacionada à franquia encabeçada por Paul W.S. Anderson, um sucesso de bilheteria com seis filmes.


O longa foi descrito como uma "história de origem baseada nas raízes do jogo e no mundo do horror", mas Roberts também rejeitou o status de remake. "Estamos indo uma direção completamente diferente. Foi um grande prazer ter as chave de uma nova franquia que, se tudo der certo, é uma coisa própria", finalizou.

Resident Evil: Welcome to Raccoon City teve as filmagens encerradas em dezembro de 2020, com a previsão de estreia marcada para 3 de setembro de 2021. Vale lembrar que a franquia ainda vai ganhar duas produções na Netflix: uma animação chamada Resident Evil: Infinite Darkness e um seriado ainda com poucos detalhes divulgados.


Fonte: The Enemy

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Resident Evil deve ganhar série de TV na Netflix


Produtora Constatin Films está procurando showrunner para o projeto

Resident Evil deve ganhar uma série de TV na Netflix. A informação é do Deadline.

O projeto é da Constantin Films, produtora e distribuidora que também adaptou a franquia da Capcom para os cinemas. Segundo o site, a busca por um showrunner já começou, e o programa terá a mesma premissa básica da saga de jogos, que mostra um apocalipse zumbi causado pela Umbrella Corporation. O seriado deve se aprofundar no dia-a-dia da corporação vilã, acompanhando o desenvolvimento do T-Virus e o surto inicial.

Ainda não há elenco ou produção definida, e também não é certo se será animação ou live-action. Essa não será a primeira tentativa de levar Resident Evil para as telinhas: anteriormente, um projeto chamado Arklay foi desenvolvido e cancelado em 2014.


Fonte: Omelete

sexta-feira, 2 de março de 2018

Resident Evil vai virar série na Netflix?


Recentemente, viralizou na internet um cartaz de uma suposta série ‘Resident Evil‘ que seria lançada pela Netflix. Os fãs ficaram empolgados com a ideia e trataram de compartilhar a imagem… mas será que é verdade?

Confira:


 
Não, não é verdade.

A própria Netflix tratou de desmentir o rumor e afirmou que o cartaz foi feito por um fã, e que a imagem da porta é de outro filme: ‘Mansão Mal-Assombrada‘ (2003).


Ao invés de uma série, a franquia ganhará um reboot nos cinemas…

A Constantin Film e a Screen Gems planejam um reboot (reinício) para as aventuras da companhia Umbrella, Racoon City e dos queridos zumbis (perceberam que não citei nenhum dos personagens). Após seis filmes e muito dinheiro em caixa, a estrela Milla Jovovich e o marido, o cineasta Paul W.S. Anderson, se afastam da série, abrindo espaço para inúmeras possibilidades.

Segundo o Deadline, James Wan (‘Invocação do Mal’, ‘Sobrenatural’) vai produzir o reboot, que teve seu roteiro escrito por Greg Russo(‘Mortal Kombat’).

Wan e Russo trabalharam anteriormente juntos em ‘Mortal Kombat‘, que também está ganhando um reboot através da New Line.

A previsão é que a produção do novo ‘Resident Evil‘ comece neste ano.

Recentemente, a atriz Milla Jovovich foi questionada sobre o reboot e não parece ter ficado muito feliz com a novidade.
“Eles anunciaram um reboot?”, perguntou incrédula. “Ok, boa sorte com isso”.

A atriz deu conselhos para os produtores do novo filme.
“Eu acho que muitos produtores que fazem essas franquias colocam a carroça antes dos bois. Há um perigo nisso. Eles estão querendo reiniciar Resident Evil por um longo tempo. Eu amo Resident Evil. É uma grande franquia, e eu faria isso se eu fosse uma produtora. O que fez Resident Evil tão especial é que as pessoas envolvidas realmente adoraram o que estavam fazendo e realmente eram fãs do jogo. Gostaria de sugerir aos produtores que eles encontrem profissionais que têm a mesma paixão pela franquia antes de falar sobre reinicializações. Eu acho que se você entrar nesse tipo de gênero, as pessoas são muito sensíveis às falsificações. Há alguns fãs reais no mundo da ficção científica-ação-horror, e eles não são idiotas. Eles sentem o cheio de longe quando um filme é feito apenas para dar lucro”, afirmou.

A Constantin Film, que produziu todos os filmes anteriores, ainda possui direitos sobre a franquia.

Embora possa parecer repentino, não é realmente surpreendente que eles querem trazer de volta esta série. A franquia original arrecadou US$ 1,2 bilhão no mundo, e é a série de filmes de maior bilheteria baseada em um videogame.

Não há mais informações ou previsão para o reinício da franquia. Mais novidades devem surgir em breve.

Fonte: Cinepop

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Desenvolvimento do Resident Evil começou no SNES


Ao longo dos anos vimos muitos jogos bons sendo criados, mas poucos foram aqueles que puderam se orgulhar por serem excepcionais e até terem mudado a indústria. O Resident Evil é um destes casos. O que nem todos sabem no entanto é que por pouco aquele jogo não acabou sendo bem diferente do que recebemos em 1996.

Quem revelou detalhes sobre a produção foi Koji Oda, que atuará como diretor do Mega Man 11 e entrou para a Capcom em 1991 para trabalhar com jogos como o Super Ghouls ‘n’ Ghosts e The Magical Quest Starring Mickey Mouse. Algum tempo depois ele passou a fazer parte de um projeto que serviria como sucessor espiritual do jogo Sweet Home, para NES e o que aconteceu foi o seguinte:
“Honestamente, sinto que entrei para a indústria de games no melhor momento. Normalmente os jogos levavam meio ano e não mais do que um ano para serem desenvolvidos, então sinto que fui capaz de fazer parte de vários projetos diferentes. Isso não é muito conhecido, mas antes de o Resident Evil ir para o PlayStation, eu estive trabalhando nele para o Super NES.

Isso foi antes de o nome Resident Evil ter sido designado. O codinome para ele era literalmente apenas ‘horror game.’ No SNES estávamos trabalhando com um limitado espaço de disco, então não era como se pudéssemos colocar um filme lá. Se tivéssemos completado o jogo no SNES, tenho certeza de que teria sido bem diferente. Por exemplo, originalmente ele seria situado num lugar que não tinha nada a ver com a realidade — era mais um lugar infernal.”

Para dizer a verdade, nem consigo imaginar como poderia ter sido um Resident Evil para o Super Nintendo, mas me parece óbvio que de fato ele não seria nada parecido com o que clássico que, embora não seja o criador do gênero survival horror, certamente foi o que consolidou o estilo e depois acabou servindo de inspiração para muitos outros títulos.

Isso me faz pensar em tantos projetos que foram adiados diversas vezes, mudaram de geração e mesmo assim acabaram não dando muito certo. Pelo menos com o Resident Evil a escolha por parte da Capcom mostrou-se acertada.


Fonte: MeioBit.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Resident Evil 2 Remake pode ser mostrado na PSX




O remake do clássico Resident Evil 2 foi anunciado pela Capcom lá em 2015. Desde então, nenhuma outra informação consistente sobre o projeto foi compartilhada pela empresa japonesa. Mas, segundo rumores, a lacuna está prestes a ser preenchida.

De acordo com insiders do Reddit, que já acertaram outras especulações no passado, Resident Evil 2 Remake poderá ser mostrado ainda em 2017, provavelmente durante a PlayStation Experiencie de dezembro próximo.

A mesma fonte explica ainda que o remake será um survival horror (óbvio) com visão em terceira pessoa – ao contrário de Resident Evil 7 – muito parecido com o original. Entretanto, não ficou claro se os cenários serão pré-renderizados ou algo processado em tempo real. Existe ainda a possibilidade do game contar com uma visão sobre os ombros, similar a implantada em Resident Evil 4.

É importante deixar claro que todos os levantamentos até agora são especulações…e das boas! Portanto, não cultive muitas esperanças, até porque a própria Sony já enfatizou que a PSX deste ano não contará com uma conferência de imprensa tradicional. Desta vez, será uma espécie de ‘painel’ com atualizações sobre os jogos.
De toda forma, anote o cronograma:


Agenda

Evento: PlayStation Experience
Local: Anaheim, estado da Califórnia nos Estados Unidos
Dias: 8,9 e 10
Apresentação da Sony: 08 de dezembro às 20h:00 (02h:00 – horário de Brasília – do dia 09 de dezembro)
Dias abertos ao público: 09 e 10 de dezembro.


Fonte: Meu PS4

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Nêmesis - RE3: construindo o terror por meio do som



Não existe muito espaço para discussão: Nemesis é um dos monstros mais icônicos da série. A criatura, que caça Jill Valentine do início ao fim de Resident Evil 3, já causou o pânico em muitos jogadores e foi a causa de diversos controles atirados ao chão, sustos incontroláveis e xingamentos dirigidos ao nada.

A aparência do monstro, por si só, já é de assustar. Muito maior que uma pessoa comum, Nemesis usa um longo casaco preto e carrega uma bazuca. Sua pele é podre e remendada, com os dentes expostos e um aspecto horrível, fruto das intensas pesquisas realizadas pelos cientistas da Umbrella Corporation.

Sua primeira aparição já impõe respeito e mostra ao jogador o que ele pode esperar da criatura. Jill está chegando à delegacia de polícia e está praticamente desarmada. Ela encontra Brad por um breve momento, até que a reunião é interrompida pela chegada de Nemesis, que surge do nada e empala o piloto dos S.T.A.R.S. com um de seus tentáculos, localizados no punho. A seguir, é a hora de quem está com o controle tomar uma decisão cujo primeiro instinto é o de correr o mais rápido possível.

O visual, porém, é apenas um dos diversos elementos que transformam Nemesis em uma criatura terrível. Apenas as feições grotescas não seriam nada se não fossem diversos outros artifícios, utilizados pela Capcom de forma encadeada, para transformar o principal monstro de Resident Evil 3 em um dos inimigos mais assustadores do mundo dos games.


Terror auditivo
Que tipo de sensações a música tema de Nemesis despertou em você? A não ser que você nunca tenha jogado Resident Evil 3, com certeza ficou incomodado e imaginando uma das diversas aparições de Nemesis durante o game e fazendo a rápida escolha entre correr e lutar. Um segundo de hesitação significa um golpe recebido e energia preciosa indo pelo buraco.

Mais do que o monstro em si, o tema é uma das características mais marcantes do surgimento de Nemesis. A música acima acompanha o monstro em praticamente todas as vezes ele aparece ao longo do game e, na cabeça do jogador, sempre fica associada ao pânico de não estar mais seguro e da expectativa de não saber até onde a criatura irá perseguir Jill.

Um segundo aspecto, igualmente importante, também é responsável por constituir a aura ameaçadora de Nemesis. Mas antes, é preciso uma explicação. O PlayStation, apesar de ser o console mais poderoso de sua época, carecia de poder de processamento. As animações das portas, que tantos de nós vimos inúmeras vezes, nada mais são do que loadings, tempos de carregamento da próxima sala para a qual o jogador está indo.

Isso, porém, causava uma grande quebra no ritmo da jogabilidade, pois impedia transições dinâmicas nas quais o personagem efetivamente abria a porta e avançava para o ambiente seguinte. Tal fator também impossibilitava que a perseguição de Nemesis acontecesse de forma imediata, já que os cenários não eram tridimensionais e não existia processamento sala a sala.

Em Resident Evil 3, a Capcom teve uma ideia genial para usar as deficiências do PlayStation em seu favor. Aproveitando-se da impossibilidade de uma perseguição constante, a desenvolvedora fez com que o jogador jamais visse de onde Nemesis está vindo. A entrada da criatura em um recinto se dava sempre que a porta pela qual ele entrou não estava à vista e gerava uma tensão momentânea, porém intensa, principalmente em ambientes não lineares.

Os passos de Nemesis fazem muito barulho, quase como se o ambiente tremesse com a sua passagem. Apesar de enorme, ele não é lento e sua aura pesada rapidamente se transforma em um avanço rápido para terror da pobre Jill – ou o jogador –, que se vê frente a maior ameaça que já enfrentou em sua vida. Mesmo fora da tela, o som da aproximação do monstro é ainda mais aterrorizante que sua própria chegada.

É a soma desses aspectos que gera o Nemesis que conhecemos. Assim como o terror da série Resident Evil em si, seu principal monstro também não é uma entidade isolada, que existe simplesmente por existir. A criatura é fruto de uma conjunção de elementos que o transformam não apenas no terror dos jogadores, mas também em um dos grandes ícones da franquia.


Fonte: Resident SAC

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Resident Evil 7 pode ser anunciado em breve?

Resident Evil 7 está vindo aí? De acordo com uma declaração meio vaga de um dos produtores envolvidos com a série, parece que sim!

A revista japonesa Dengeki PlayStation chegou à sua 600ª edição e, para comemorar, entrevistou vários desenvolvedores. Dentre os convidados, estão Masachika Kawata, recentemente envolvido com Umbrella Corps, e Hiroyuki Kobayashi, que recentemente está mais envolvido com Sengoku Basara, mas trabalhou nos filmes de animação de Resident Evil, “Degeneração” e “Condenação”.

Kawata foi quem falou mais sobre a nossa série preferida, ao receber perguntas sobre remasterizações, remakes e um possível anúncio de Resident Evil 7. Confira as declarações:

– Dizem que a série Resident Evil está perdendo o toque do terror. O que você pensa sobre isso?
Como estamos tendo mais títulos spinoff, eu entendo porque as pessoas estão enxergando dessa maneira. É claro que eu acredito que devemos trazer mais títulos de terror. Estou pensando sobre isso e também me preparando.

– Teremos versões em HD de Resident Evil 2, 3 e Outbreak?
Esses são grandes desafios, mas precisamos responder à demanda. [Vale lembrar que Resident Evil 2 Remake já está aprovado pela Capcom].

– E Resident Evil 7?
Não podemos falar sobre isso por enquanto… mas por favor, fiquem de olho.

O que as declarações vagas de Kawata querem dizer? Será que vamos ter mesmo o anúncio de Resident Evil 7? RE6 completou três anos de lançamento recentemente… já faz um tempo que não vemos um título numerado na série.

Vamos seguir o conselho do Kawata e ficar de olho mesmo!

Fonte: Resident Evil

sábado, 3 de outubro de 2015

Resident Evil: 10 Curiosidades sobre a maior franquia de zumbis dos games

Resident Evil é uma das franquias mais importantes da história de sucesso da Capcom. O jogo lançado em 1996 praticamente inaugurou a franquia do survival horror, fez com que os zumbis sedentos por carne humana virassem um dos inimigos mais marcantes dos games e imortalizou Raccoon City, as ervas coloridas, Albert Wesker e muitos outros.

Hoje em dia, a série não anda muito bem das pernas: dois dos últimos grandes lançamentos foram remasterizações enquanto o último título original anunciado, Resident Evil: Umbrella Corps, aposta muito na ação e recebeu várias críticas mesmo antes do lançamento.

Abaixo e no vídeo acima, selecionamos algumas curiosidades incríveis sobre os quase 20 anos de existência da saga.

1. O mal residente

No Japão, o game se chama Biohazard, mas virou Resident Evil quando foi “exportado” e surgiu nos Estados Unidos e no resto do mundo. Isso porque uma banda pesada e um jogo para MS-DOS já tinham registrado o nome no país. Não faz muito sentido, mas ficou legal, não é mesmo?

2. Digno de Oscar

O primeiro Resident Evil tem uma dublagem amadora e uma abertura super trash com atores de verdade, sendo que todos assinaram com pseudônimos. Depois de anos de mistério, fãs acharam quase toda a equipe, mas alguns deles ainda negam envolvimento com o projeto. Assistindo de novo, isso até que faz sentido.

3. Um FPS?

Resident Evil, o primeiro do PS1, quase foi de tiro em primeira pessoa – não exatamente sobre trilhos, como House of the Dead, mas no estilo. Essa era a ideia original do criador Shinji Mikami, mas ele voltou atrás por vários motivos: parte da equipe que acreditava na ideia foi demitida e ele mesmo achou que o resultado não seria tão assustador assim.

4. O filme poderia ser bem diferente

Pai dos mortos-vivos no cinema e responsável por filmes como “Despertar dos Mortos” e “A Noite dos Mortos-Vivos”, George Romero escreveu o roteiro de um filme para a série. A adaptação é fiel, tem bastante tempo de tela na mansão e as criaturas clássicas. A maior diferença é que Chris é descendente de índios norte-americanos e oficialmente namorado de Jill. O filme nunca saiu do papel – e Romero só dirigiu comerciais de Resident Evil 2 para a TV.

5. A culpa é do PS2

Resident Evil 3: Nemesis quase não foi um dos jogos mais adorados e importantes da série. Peraí, como assim? É que o jogo era só um projeto de spin-off sobre a fuga de Raccoon City e não era prioridade da Capcom, mas a empresa precisou pegar o game e expandir a história rapidamente. O motivo? Ela percebeu que não tinha um projeto pronto pra sair em 1999, aproveitando o fim do ciclo do PlayStation Um. Resident Evil 4 e Resident Evil 0 ainda eram embriões, enquanto um jogo com Hunk em um navio foi cancelado.

6. Arquivados

A série tem vários protótipos que foram arquivados ou modificados – e os fãs adoram assistir o material ou sonhar com um lançamento. A primeira sequência planejada virou Onimusha e um rascunho de Resident Evil 4 virou Devil May Cry. Outra versão de RE4 cheia de terror psicológico e alucinações fez muito sucesso, mas simplesmente sumiu do mapa. E tem ainda Resident Evil 1.5, um beta que serviu de base pra Resident Evil 2. A protagonista não era Claire Redfield (a moça se chama Elza) e o jogo tinha outros cenários dentro de Raccoon City.

7. Resident à la carte

Bateu a fome? Resident Evil já virou tema de um restaurante pra fãs em Tóquio. O Biohazard Cafe and Grill tinha uma decoração especial cheia de homenagens, com roupas, armas e cenários estilizados.

8. Rainha dos jogos

Shinji Mikami é fã da banda de rock britânica Queen e isso resultou em algumas homenagens sutis na franquia. As jaquetas de Claire Redfield em Resident Evil 2 e Code Veronica têm títulos de músicas: "Made in Heaven" e "Let me Live". Já Billy Coen tem uma tatuagem com os dizeres "Mother Love" em Resident Evil 0. As três canções são do último álbum que teve Freddie Mercury nos vocais – um disco já póstumo, lançado anos após a morte do cantor.

9. Marketing maluco

A Capcom fez uma campanha publicitária maluca na Inglaterra praResident Evil 5 – que tinha tudo para dar errado e realmente gerou polêmica. A empresa espalhou partes falsas de braços, pernas e outras partes do corpo por ruas de Londres e criou uma espécie de caça ao tesouro macabra. A polícia foi chamada porque teve gente achando que os corpos eram de verdade, tamanho o realismo dos modelos. Para piorar, vários dos objetos encontrados pelo público nunca foram devolvidos e estão decorando a casa de fãs por aí.

10. No cinema

Você pode até não gostar, mas não dá pra negar que os filmes baseados em Resident Evil são um sucesso absoluto. Com cinco capítulos até agora, ela é a franquia baseada em games que mais dá dinheiro nos cinemas, com a soma de arrecadação chegando em 915 milhões de dólares. O sexto longa-metragem deve ser o último da saga de Paul Anderson e tem até “The Final Chapter” no título, mas alguém acredita que acaba por aí?


Fonte: Outbrain